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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Nada Menos Que Tudo | Afonso Noite-Luar

Manuscrito

Publicado por O Informador, 23.03.20

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Título: Nada Menos Que Tudo

Autor: Afonso Noite-Luar

Editora: Manuscrito

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2017

Páginas: 248

ISBN: 978-989-8818-98-0

Classificação: 1 em 5

 

Sinopse: Neste livro encontras, a cada página, uma mistura de sensações, muito amor e muito sexo.

Estes textos, que escrevi especialmente para ti, vão fazer-te sonhar, despertar essa tua vontade e curiosidade adormecida pela rotina, libertar o teu atrevimento natural e fazer-te desejar nada menos que tudo.

No meu universo não há vergonhas, receios, tabus ou lugares proibidos, mas principalmente não há arrependimentos. Tudo é possível na minha cama e fora dela. E para isso só precisas de uma coisa: querer.

Peço desculpa, ainda não me apresentei……sou o Afonso. Prazer.

 

Opinião: Nada Menos Que Tudo pode conquistar leitoras que se sinta frágeis e com necessidade de sonhar. A mim não conseguiu cativar em nada, tanto que comecei a ler, parei, retomei, voltei a parar e passaram mais de dois anos até que finalizei a leitura somente porque não gosto mesmo de deixar livros a meio, mesmo que sejam muito maus. 

Com pequenos textos de uma página a revelarem histórias com vários pontos repetitivos entre si, nesta obra feita somente para vender e ser lida quando não se tem nada para fazer, sendo um recurso mesmo de última linha, as partilhas de pensamentos e vontades por parte do narrador são feitas de forma a apelar ao descomplexar da mulher, o que nem sempre funciona no que é relatado. 

Vejo muitos dos textos como uma descrição sexual do corpo feminino, num autêntico modelo de objeto para ser usado e não como um ponto para ser visto perante um todo onde o amor exista. Não sei que imagem Afonso Noite-Luar quis passar das relações, mas sei que a maioria das pessoas não olham para o seu companheiro da forma como tudo é descrito neste livro que nada acrescenta. A par disto existe a demonstração do poder feminino em que é claramente notada a força da mulher, mas tudo retratado de forma tão fria onde tudo é virado para o poder físico e sexual esquecendo as ligações e refletindo somente no «somente preciso de sexo forte e vamos seguir viagem».

Inspiração procura-se!

Publicado por O Informador, 27.01.19

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O frio aliado ao cansaço dos horários de trabalho e a vontade de deitar cedo e cedo erguer não são bons aliados da inspiração que por vezes vai desaparecendo para que novos conteúdos surjam de forma diária aqui pelo blog. A verdade é uma... Nem sempre e nem todos os dias existem novas ideias para se conseguir criar conteúdo de forma a dar origem a uma nova publicação.

Neste momento é mesmo sobre a inspiração de que falo, ou talvez seja melhor dizer, da falta dela, resultando assim num texto sem sentido, que vai seguindo o seu caminho, tudo porque hoje estou em modo desligado, apetecendo escrever mas sem ter um tema base e um guia condutor. Não existem ideias pelas últimas horas para ajudarem a elaborar o que irei partilhar daqui a pouco, no momento em que este texto chegar ao fim e clicar em Publicar, após colocar uma imagem que possa identificar este momento vago de inspiração que não acontece mas que fez surgir assim mesmo um certo número de linhas com palavras bem portuguesas, identificadas em todos os dicionários nacionais e perante as quais tu, caro leitor deste blog deambulante, te confrontas neste preciso instante com a questão, «Mas que porcaria é esta que este gajo para aqui escreve?». Sabes que mais? Nem eu sei bem o que escrevi!

Inspiração procura-se...

Publicado por O Informador, 11.05.18

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Num ritual quase diário, quando não existem compromissos que me façam ficar ocupado e apressado entre o horário de trabalho e o momento de jantar, chego a casa e após o lanche a tendência é ligar o portátil, ficar na secretária ou sentado na cama, responder aos comentários que foram feitos pelas últimas horas e que ainda não tiveram atenção via telemóvel, e após tratar de emails e temas pessoais extra blog, acabar por abrir a página de edição para um novo texto surgir. Só que a inspiração nem sempre surge quando queremos e como não sou uma mente brilhante que fale de tudo e mais alguma coisa quando quero, já fiquei uns minutos a olhar para o vazio para acabar por admitir que existem dias em que não vale a pena tentar escrever porque nem o tema surge nem depois as palavras fluem como pretendemos. 

Geralmente ao longo do dia quando um assunto chama a atenção acabo por deixar uma nota no telemóvel com os pontos chave para desenvolver a questão com calma em casa, mas também existem dias ou mesmo semanas em que além do tempo ser escasso, as ideias não aparecem assim do nada, ficando bloqueado com o que escrever. Noto que tenho tanta coisa em mente para colocar em palavras a serem publicadas mas que depois as mesmas deixam-se ficar arrumadas no seu canto, sem que a mente as transfira para as pontas dos dedos que adoram teclar como se não existisse tempo mais tarde. 

O que escrever nas férias?

Publicado por O Informador, 01.10.16

Estar de férias também parece significar ficar com os pensamentos bloqueados para que o cérebro consiga descansar, tal como o corpo!

Em férias a hora de deitar é livre e para levantar só mesmo quando a claridade do dia começa a incomodar a permanência na cama de olhos cerrados. Na escrita as coisas parecem semelhantes e no centro de uma aldeia alentejana, onde a internet não abunda como por casa, a vontade de partilhar novos e atualizados textos parece estar também «em modo pausa», devido a tudo o que me rodeia.

É sabido que escrever e publicar textos aquilo pelo blog através do telemóvel não faz o meu género por ainda ser complicado escrever, entabular e colocar imagens no sítio certo, esperando que esses pontos sejam melhorados pelos próximos tempos pela equipa de sapienses. Como por aqui não existe internet em todo o lado sem ter de me deslocar de um lado para o outro ou ligar a do telemóvel para fornecer ao computador, gastando todo o plafond mensal, o portátil tem estado mais desligado e consequentemente os textos escritos para logo serem publicados têm estado também mais ausentes do blog.

Rótulos poéticos

Publicado por O Informador, 26.09.16

Alguma vez haviam reparado nos rótulos das garrafas de vinho branco, tinto ou verde? Pois reparem e pensem em quantos poetas não existem espalhados por este país fora em busca da perfeição das palavras para que um simples rótulo de vinho fique tão inspirador como o líquido que é pretendido fornecer ao consumidor.

Verdadeiros poetas do vinho que se inspiram em todo o mundo vinícola que os rodeia. O vinho com tão bom gosto, ácido ou doce, frutado ou seco, forte ou suave, é sempre um bom companheiro de horas de conversa, de solidões frustradas ou necessitadas, mas acima de tudo um bom vinho acaba por ser um refrescante para a alma de quem só pretende saborear o que de bom vem da terra num momento para desfrutar e conseguir encontrar a paz.

Um bom vinho é sinónimo de Portugal e Portugal é também sinónimo de boa gastronomia, todo um território para ser explorado e visitado e também um país de mensageiros, poetas e fadistas. Afinal de contas entre vinhas e lagares, pipas e terrenos circulam por ai bons poetas.