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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

05
Nov18

Hoje faço 32 anos! Parabéns a mim!

| O Informador

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Hoje, 05 de Novembro de 2018, completo os meus 32 anos! 

Dispensando imagens de bolos e festejos, desta vez decidi revelar um pouco mais sobre a minha infância, dos primeiros meses de vida. Fui até ao álbum de fotos do meu primeiro ano de vida e decidi mostrar estas três imagens sobre o gordo que era quando nasci. Sempre bem vestido para a época, claro, a condizer com as vestimentas que estavam na moda, dos gorros em jeito de boneco às roupas em lã, tudo era tão lindo naquela altura. 

Agora quero receber mensagens de Parabéns e aguardo que os meus presentes cheguem pelas próximas horas. Não aceito esquecimentos porque uma mensagem neste momento pode ser enviada das mais diversas formas disponíveis e no espaço de segundos. Sejam originais e contribuam para a minha felicidade diária! Ahahah!

 

02
Set18

Dumbo estreia em 2019

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O novo remake do filme de animação Dumbo só chega em Março de 2019 às salas de cinema, mas as minhas expetativas sobre esta história mágica que me acompanhou durante anos são muitas.

Primeiramente porque, tal como A Bela e o Monstro, este é daqueles filmes que tinha em casa, com a cassete de vídeo perto da televisão para ver e rever até cansar, sendo uma história que encanta e transmite aos mais novos, o público alvo, boas dicas sobre amizade, persistência e proteção para com os animais. Dumbo é um dos clássicos da minha infância e agora irá voltar às salas de cinema numa nova e extraordinária aventura de imagem real e computorizada através da perspetiva do realizador Tim Burton.

Só em 2019 poderemos ver o novo Dumbo voar nas salas portuguesas, mas só pelo trailer, já dá vontade de comprar o bilhete para não perder o lugar logo pelas primeiras sessões desta aventura com o selo de qualidade Disney. 

20
Set17

Elenco de Novela na Primária

| O Informador

Agora que o regresso às aulas acontece por todo o país as lembranças surgem e apetece-me divagar um pouco convosco sobre as horas, dias e semanas que passava com os meus companheiros escolares da primária a elaborar listas sobre os elencos das novelas da altura. 

Ir para a escola nos primeiros dias do ano escolar sempre tinha o seu encanto, não porque iria rever os amigos porque ao viver numa aldeia mesmo nas férias sempre conseguíamos estar juntos ao longo dos períodos de pausa, mas porque existia algo a aprender onde os intervalos se tornavam mágicos e as aulas com os seus tempos mortos transformam-se em verdadeiro entretenimento.

Existiam alturas, anos escolares mesmo, em que ao longo de horas vazias dentro da sala de aula passávamos longos momentos a copiar e a fazer listas sobre elencos de novelas, as brasileiras na altura. Fazíamos a lista sobre todos os atores que integravam um elenco, por ordem alfabética, e depois íamos copiando até mais não. Na altura a ficção nacional estava muito longe do que é feito atualmente pelos diversos canais e nós vibrávamos com as histórias importadas do Brasil, sabíamos os nomes de cada personagem e os nomes dos seus respetivos atores. As professoras essas não se importavam de ver as ditas e famosas listas e deixava-nos estar com as nossas curiosidades porque ao mesmo tempo aperfeiçoávamos a escrita através da cópia. Na altura parecia estranho podermos fazer aqueles trabalhos em plena sala de aula, mas hoje percebe-se que tal era possível porque ao mesmo tempo que fazíamos algo que gostávamos aprendíamos também e emendávamos os erros de cada um através de cópias atrás de cópias. Os momentos sobre o elenco de cada novela demoravam horas, mesmo dias e semanas e na altura éramos tão felizes a fazer coisas que nos dias que correm parecem que não fazem qualquer sentido.

16
Abr17

Pega monstros

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Quem, na sua próxima ou distante infância, não teve vários pega monstros? Tive vários ao longo dos anos e pouco tempo duravam sem terem um destino obrigatório. Pois é, o caixote do lixo transformava-se rapidamente no lar predileto deste gelatinoso entretenimento quando se começavam a encher de partículas que ficavam coladas e transformavam os pega monstros num autêntico pega lixo, pó e tudo o que apanhassem quando eram atirados num autêntico vai e vem. 

Em miúdo achava graça a este nojento brinquedo do estica e encolhe mas na verdade não lhe vejo hoje em dia grande atracão para ter assim tanta piada em andar a atirar aquela nojenta mão a quem passava como forma de assustar ou simplesmente irritar.

18
Out15

Saltitona roubada

| O Informador

Nunca vos contei, mas em tempos, quando era ainda uma criança roubei uma bola saltitona. Não me orgulho do ato, tanto que dias após ter cometido o roubo, o único que me lembro, devolvi discretamente o objeto que tinha levado comigo no bolso das calças por vergonha de algo que só eu sabia. 

Roubei a pequena bola de casa de um amigo da altura e nos dias que se seguiram fiquei tão mal por ter roubado que decidi por mim próprio voltar a colocar o que poderia ter sido meu junto das coisas do seu verdadeiro proprietário. Tinha na altura sete ou oito anos, não sei, sabendo sim que a situação me marcou de tal modo que até hoje me lembro daquilo que fiz como um mau comportamento.

21
Set15

Regresso às aulas

| O Informador

Mais de duas décadas já passaram quando o primeiro dia de aulas bateu à porta! Lembro-me ainda de alguns dos momentos das primeiras horas! Lembro-me principalmente da minha mãe me ter ido levar a pé, porque vivo a metros da velha escola que entretanto encerrou portas em detrimento dos novos parques escolares, à porta da sala onde tudo iria começar. 

A mochila vermelha que durou os quatro anos de ensino primário, os nervos miudinhos de uma criança bem tímida que mal falava com quem não tinha assim tanta confiança, a vontade de fazer bem e mostrar que sabia fazer as coisas... Tantas emoções apareceram naqueles primeiros dias de aulas que chegava a casa com toda a euforia característica de quem inicia uma nova e importante etapa de vida. Não andei no infantário e isso na altura não pesou quando entrei para a escola porque a época era outra, não se aprendia o que agora é leccionado nos últimos tempos de pré-primária. Entramos praticamente todos com os mesmos ensinamentos escolares, poucos ou nenhuns, começamos a aprender em conjunto, pequenos seres que brincavam juntos pelas ruas porque os perigos não existiam em tão grande quantidade e naqueles quatro anos de escola primária fui feliz. 

O horário era das nove às doze e das treze às quinze, sempre ia almoçar a casa e que lentidão que aqui o menino era. Conseguia estar uma hora inteirinha a comer e por vezes ainda deixava restos no prato por demorar tanto tempo a mastigar, enrolava, enrolava, a mãe dizia «come Ricardo, come Ricardo», mas o Ricardo não comia assim com tanta facilidade, então quando era peixe o sacrifício tornava-se maior ainda. Há tarde quando o horário terminava lá chegava a casa, pronto para o lanche e com a obrigação de fazer os trabalhos de casa. TPC, o que era isso? Só no quinto ano é que esse diminutivo me apanhou. Passava a tarde a fazer os trabalhos, algumas vezes ao mesmo tempo que conseguia ver os desenhos animados e só depois, quando o sol já se estava a esconder e o jantar a ser preparado é que lá ia brincar, em casa, porque há noite não se saia para as ruas sem os pais. Uma quinta de uma conhecida marca de brinquedos, uns livros de pintar e mais tarde folhas onde escrevia números sem parar faziam as minhas delícias durante horas. Lembro-me como se fosse hoje também nas páginas e páginas de revista que cortava, aos quadrados bem pequenos, para dentro de sacos que não serviam para nada. Qual a verdadeira intenção daquele entretenimento? Completamente nenhuma!

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