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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

17
Set18

Instagram | Seguir para deixar de ser Seguido

| O Informador

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Vou comentar em modo de alerta sobre uma situação que há umas semanas tinha detetado mas que não levei a sério, pensando que tinha sido uma situação esporádica, mas entretanto percebi que a mesma peripécia voltou a acontecer comigo e com outras pessoas. 

Todos ou quase todos andamos pelo Instagram, já agora para quem não me segue é só clicar aqui, e existem novos seguidores que até gostamos das suas publicações e também começamos a ver o que vão partilhando pela rede social. Tudo bem, é legitimo, sendo também aceitável que eu possa seguir quem não me segue e vice-versa. O que não percebo é como um grupo tão grande de comunicação social nacional consegue andar a fazer «Seguir» pelas suas várias páginas a bloggers para depois quando têm a mesma resposta deixarem de ser seguidores. Ou seja, a intenção do grupo Impresa é só mesmo Seguir para serem seguidos dentro das várias páginas para depois se desconectarem, ganhando seguidores para virarem costas. 

Esta situação havia acontecido comigo à uns tempos com a página do Jornal Expresso. Seguiram-me, retribui e no mesmo dia deixei de ser seguido. Tudo bem, podiam não ter gostado do que partilhei, pensei na altura. Uns dias depois fui seguido pela página principal da SIC, segui mas fiquei atento e sabem que mais? Deixei de novo de ser seguido. Mais recentemente comecei a ser seguido pela página do programa Fama Show, sabem o que fiz? Nada! Até agora ainda sou seguido mas aposto que assim que os começar a seguir que retiram logo o gosto pelo meu perfil. Esta situação poderia ter acontecido só comigo, mas outros bloggers começaram a queixar-se do mesmo. É o caso da página The Girl Who Reads Books em que lhe aconteceu exatamente o mesmo com o Jornal Expresso e a SIC Notícias. Seguiram para serem seguidos e deixarem de seguir.

23
Ago17

Grupo Impresa em crise

| O Informador

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O grupo Impresa anda há anos a passar por maus lençóis, o que a SIC, por não conseguir alcançar a liderança, e as rádios, atrás da concorrência direta na totalidade, têm ajudado a piorar. Agora o grupo quer vender ou mesmo terminar com as suas publicações escritas. Uma crise profunda atravessa o grupo que agora revela que quer investir no que lhe tem corrido pior nos últimos anos!

As revistas e jornais Courrier Internacional, Telenovelas, Caras, Caras Decoração, Activa, Exame, Exame Informática, TV Mais, Visão, Visão História, Visão Júnior, Blitz e Jornal de Letras correm o risco assim de fecharem portas se um outro grupo de comunicação não comprar cada publicação de forma individual. É uma vergonha revistas como a Visão e a Caras, das que mais vendem, terminarem assim, por má gestão do grupo que tem no canal televisivo um fosso que não tem ajudado a atrair investidores graças ao segundo lugar ao longo da última década e que dizem que será onde querem apostar o máximo com novos contéudos e formas de ver televisão.

Será que após sucessivas reuniões internas a decisão foi mesmo tomada ou tudo não passa de uma estratégia para que alguém compre parte do grupo para que se invista e não se deixe assim centenas de pessoas no desemprego se as publicações forem canceladas e não vendidas? Acredito, muito sinceramente, que em todos estes títulos são vários os que possam interessar a outros grupos de comunicação, mas como é que uma das maiores empresas do género decide optar pela solução mais fácil desta forma e não luta pela sua história de sucesso?

19
Mai13

SIC erra com apostas pimba

| O Informador

A guerra pelas audiências televisivas não pára nem nunca parará, mas existem coisas que se têm que perceber pelas direcções que vão saltando pelos canais generalistas... O que resulta de um lado não tem obrigatoriamente que resultar no outro!

O caso que agora detecto é o da tentativa de Júlia Pinheiro e companhia quererem fazer da sua SIC uma TVI2. Não é que façam mal, uma vez que caminham atrás do adversário, que por sinal está em primeiro lugar há anos. O que está mal é a direcção da SIC, onde se encaixam Júlia e Gabriela Sobral, que saltaram de um canal para o outro há uns anos, não perceberem que o público alvo do seu atual canal não é o mesmo do da TVI. Se por Queluz as festas com música e palhaçadas resulta, já por Carnaxide isso não acontece e depois de várias tentativas, onde todas têm corrido mal, qual a razão de agora irem insistir mais uma vez com um programa semelhante ao Somos Portugal das tardes da concorrência para substituir as séries que são transmitidas ao Domingo à tarde no canal do grupo Impresa?!

A TVI é um canal que tem, desde que foi comandado por José Eduardo Moniz, um perfil mais popular, o que na SIC isso não acontece, sendo o público central desta estação o mais exigente. Existem apostas que podem ser praticamente iguais nos dois canais, mas os seus públicos por não serem os mesmos não aceitam comer também a mesma coisa. O que a SIC está a tentar fazer é ficar mais próxima do público da TVI, mas isso têm-lhe custado melhores números e o que é um facto é que se vão tirar as séries internacionais das tardes de fim-de-semana para as substituírem por um programa popular, então só vão piorar os resultados que têm feito. Não têm liderado, mas quando o novo programa começar a ir para o ar, os resultados vão ser ainda piores. Se os testes não correm bem, qual o pensamento de se apostar num formato próprio para um público que não gosta de ver cantores e palhaçada no seu canal de eleição?

Júlia tem um perfil popular e tinha óptimos resultados na TVI por este ser um canal mais popular também, mudou-se para a SIC, e os seus resultados caíram. Por ver o que lhe aconteceu com a mudança de canal já devia ter percebido que o que funciona de um lado, como ela própria, não tem obrigatoriamente que funcionar do outro.

Mais um tiro no pé que vai ser dado pelos lados de Carnaxide por se querer andar atrás de um canal do povo quando se tem um público mais de elite! A MediaCapital deve agradecer estas decisões estratégicas dos seus rivais!

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