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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

23
Abr18

Aquelas saídas!

| O Informador

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A idade pesa e quando falamos em saídas noturnas o fator idade revela-se cada vez mais!

Há uns anos, não há muitos, sendo talvez somente necessário recuar uns cinco anos, fazer uma noitada até altas horas era fácil. Ver as horas passarem e quase chegar ao amanhecer a casa não acontecia regularmente mas quando existia algo que o justificasse ia e ficava bem, tanto ao longo da noite como no dia seguinte após dormir umas horas pela manhã. Hoje, após os trinta, sair à noite não pode passar certos horários, já que mentalmente começo a bloquear por pensar no dia seguinte e acabar por não conseguir descansar tanto como desejado. 

A idade pesa e quem diga o contrário que se vá lixar com a sua conversa! Os anos passam e não dá para andar em festa sistematicamente, já não sentindo a pedalada de outros tempos onde cheguei a fazer diretas, trabalhar no dia seguinte em boas condições e voltar a sair, passando quase quarenta e oito horas sem ver a cama e estando bem. Agora isso não acontece, mesmo que para muitos essa possibilidade exista e nem consigam compreender a minha opção de querer chegar mais cedo a casa, poder dormir o que o corpo exige para ter um dia seguinte mais pacífico, sem cansaço e moleza a prejudicarem as horas que estarei acordado a pensar que tenho de voltar a sentir os lençóis de perto para recompor o que ficou para trás.

17
Abr18

Friorento

| O Informador

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A idade altera comportamentos e a forma de olhar para cada situação em particular e ao mesmo tempo transforma a forma de estar. O que a idade não perdoa ao mesmo tempo que o psicológico se altera é a parte física e nesse campo, quer seja um problema de conjugação da mente ou não, ando a sentir de ano para ano mais frio, talvez com a ajuda das diferenças temporais que se fazem sentir de forma repentina cada vez mais. 

Sinto o frio como não acontecia quando era mais novo. Agora, embora continue a odiar andar com camadas e camadas de roupa e casacos grossos para onde quer que vá, sinto as diferenças de temperatura com uma intensidade incrível. Posso estar quente em casa, preparar-me para sair e quando coloco os pés na rua o vento e o frio parecem cortar o corpo como se tivesse a ser laminado às postas pelas partes que enfrentam diretamente o tempo, como a cara e as mãos, mas também mesmo as costas, que geralmente é onde me sinto mais atacado quando sinto frio, parecendo ficar estático e com o pensamento que estou a ficar com a coluna congelada. 

Isto não acontecia há anos atrás, onde enfrentava as mudanças de temperatura e não sentia tais alterações de forma tão drástica, agora acaba por ser instantâneo e por vezes acredito que se não me despachar a recolher dentro de um local quente que posso sofrer alguma lesão por ficar com os ossos numa sensação de pressão para se aquecerem, parecendo que me sinto a encolher perante os primeiros impactos das temperaturas mais baixas. 

28
Out16

A chegar aos 30!

| O Informador

No dia 5 de Novembro chego aos trinta anos e se me perguntarem se isso me causa algum problema só tenho a dizer que nenhum... Nada de nada!

Primeiro não sou de ligar a datas e aniversários, sendo um mero ausente com festejos próprios e tenho a confessar que dos outros também. Depois ano após ano não ligo aos número que vou somando sobre a presença na terra. Vou atingir uma marca! Upa! Upa! Poderia ficar todo feliz ou bastante triste, mas não, será só mais um aniversário que nem pretendo assinalar com festas e jantares porque não gosto, não aprecio e não me sinto inspirado para o fazer. 

Lembro-me da única vez que queria muito fazer anos! Os dezoito, tal como muitos adolescentes vibram por estarem a aproximar-se da marca de atingirem a maioridade! O que mudou nessa altura? Queria tirar a carta e perdi o entusiasmo, só a tendo tirado uns bons meses depois, queria conquistar o mundo e o mundo continua de todos e de igual forma. O que na verdade se alterou? Posso dizer que nada, tendo sido praticamente «uma montanha que pariu um rato». 

Aos trinta não tenho ideias do que deverá mudar para os próximos anos porque vou vivendo sem pensar na idade que poderá começar a pesar ou que fará a diferença no dia de amanhã. Tenho vinte e nove e a partir daquele dia quando me perguntarem a idade terei de dizer que tenho trinta anos sem qualquer problema, para mais quando depois a maioria me diz... «Verdade? Não parece nada!» O ego sobe e a verdade sobre a idade é totalmente colocada de lado nessas situações!

02
Jan15

Primeiro dia bem caseiro

| O Informador

Acho que é a primeira vez que passo todo o dia 1 de Janeiro, desde que acordei da noite de passagem de ano até voltar a deitar, em casa. Não sai, pouco comi, aproveitando para ficar pela cama a descansar, com a televisão com as séries do momento e o computador ligado, muitas horas sem perceber com que finalidade.

Por ter ficado em casa neste primeiro dia do ano será que poderei arriscar que os próximos meses simbolizarão que conseguirei ser mais caseiro e poupado? Espero e desejo que isso aconteça mesmo, precisando de passar mais tempo com as minhas coisas, sossegado no meu canto e sem grandes festejos! 

A idade começa a fazer-se sentir e a vontade de acalmar e passar os meus dias livres e frios por casa acaba por saber cada vez melhor! Abençoado primeiro dia de 2015!

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