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O Informador

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12
Out19

Jovem ou «Cota»?!

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Vinha pela estrada a ouvir rádio quando chegou o momento das notícias. As mesmas informavam que tinha existido um acidente de automóvel numa autoestrada do país em que um jovem de vinte e poucos anos tinha falecido logo no local. A minha mente, como qualquer outra de um ser humano que nos momentos a solo se deixa flutuar por outros mundos e criações, logo começou a pensar e quando dei por isso estava com um pensamento sobre um situação semelhante e em que ponto deixarão de noticiar que um jovem sofreu um acidente fatal para substituírem a palavra jovem por homem?

A situação em que questionei este tema não é a melhor, no entanto fiquei com a ideia sobre o ponto em que deixamos de ser jovens para ser tratados por homens e mulheres, adultos, «cotas»... Pensei naquele momento, «e se fosse eu...» diria que um jovem sofreu um acidente fatal ou davam a notícia como um homem que terá falecido num acidente de viação? Considero-me jovem aos 32 anos caramba, será que deverei pensar de forma diferente e olhar para o espelho e perceber que afinal já não sou um jovem homem mas somente uma pessoa que já não pode ter o jovem do seu lado por circunstânciais sociais?

Fiquei a pensar no fator idade e sobre como os tempos passam e o peso dos anos se começa a fazer sentir, levando com que sejamos olhados com outros olhos pelo que já vivemos e por fazermos parte de uma geração já mais velha com algumas, e já não são assim tão poucas, a seguirem-nos as pisadas. Constatei naquele momento, perante uma má situação, que aos trinta já não somos tratados por jovens, para minha infelicidade.

27
Out18

Novas tendências na moda de calçados esta temporada

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Sabemos que os sapatos foram criados para proteger os nossos pés contra as pedras do caminho ou para evitar pisar animais peçonhentos. A história dos sapatos remonta à Pré-História quando o homem usava-os feitos de madeira e palha e às vezes eram levados consigo para serem usados só quando necessário.

Nas civilizações grega e romana, o sapato começou a ganhar status de diferenciador social. Os gregos lançaram diversos modelos e chegaram a criar os primeiros calçados especializados para cada pé. Na Grécia, os escravos eram conhecidos publicamente por não utilizarem nenhum tipo de cobertura nos pés. Em Roma, o sapato era um indicador da classe social do indivíduo: os cônsules usavam calçados brancos, os senadores faziam uso de sapatos marrons e as legiões utilizavam botas de cano curto. Ainda ainda hoje o sapato pode ser considerado um medidor social, por isso homens e mulheres o valorizam tanto.

Na tendência masculina desta temporada, o mais importante é respeitar cada o seu estilo e sentir-se confortável.  Em alta o estilo militar, o estilo pastel (cores suaves), o florido e o listrado, além do sapatênis (estilo oversized), acompanhado com roupas XL.

Já as mulheres continuam com as suas clássicas botas. As botas tornaram-se muito populares hoje em dia, contudo, a sua história é bem mais antiga do que podemos imaginar. Relatos históricos revelam que, ainda na antiguidade, os nossos ancestrais já utilizavam peças confecionadas com pele de animais para se protegerem das intempéries climáticas e do estilo de vida mais rústico e primitivo.

E agora, a cada ano que passa, as lojas e marcas de sapatos femininos surpreendem cada vez mais as mulheres. A Deichmann que se especializa em sapatos de mulher e que este ano lançou uma nova coleção chamada  STYLE EXPLOSION – a ser lançada este Outono.

Incrível como podemos ver coisas giras e originais, distribuídas entre sete estilos diferentes de sapatos, como as Ugly Sneakers, as Ugly Boots, as Socks Boots ou Plataformas e Botas motoqueiras /roqueiras. Além disso, criaram e lançaram as Pumps (ou sapatos de salto) e botins rasos.

Entre estes artigos da nova coleção Outono/Inverno destacam-se modelos de última tendência como “socks boots”, coisas novas e originais para as mulheres que gostam de inovar e trazer peças originais para as amigas verem e invejarem.

21
Out18

Não saio de casa sem...

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Todos nós quando saímos de casa levamos acessórios e objetos que nos acompanham ao longo de parte da vida. As mulheres geralmente colocam a maioria dentro das suas grandes malas onde parece existir tudo e mais alguma coisa, «como na farmácia». Nós homens somos recatados na seleção dos itens que nos acompanham ao sair de casa, existindo sempre particularidades de uns e outros. 

Habitualmente e no dia-a-dia geralmente tenho de levar a carteira, chaves do carro, óculos de sol, telemóvel e o livro que estou a ler, que fica muitas vezes no banco traseiro do veículo, mas vai quase sempre comigo quando saio de casa. Isto são os acompanhantes em dias normais, dentro da rotina, porque depois existem os momentos em que levo a mochila onde geralmente também baterias portáteis e fios vão, um livro suplente por vezes, lenços de papel, se o tempo estiver mais fresco um lenço para o pescoço, talvez um casaco, etc, etc, etc. 

24
Jun18

Lenços na Caixa

Habituado a usar lenços pelo pescoço nas noites de Primavera/Verão de há uns anos para cá, este ano não sei se pelo estado do tempo ou se pelo modo de estar, tem sido muito raro sair de casa de lenço atrás. Existiram anos em que comprei lenços atrás de lenços, existindo dentro das caixas os mais coloridos, os escuros, com riscas, quadrados ou mesmo aos desenhos. Em 2018 poucos foram os que viram a luz do dia, ou melhor, da noite, porque tenho andando a optar pelo look sem este tipo de acessórios.

Agora que escrevo este texto deixei-me levar pelo pensamento e olhando para as pessoas que circulam pelos locais noturnos por onde tenho andando, reparo pelas imagens que vou filtrando que os lenços nos pescoços masculinos parecem ter saído de moda este ano. Não segui a tendência de forma pensada, simplesmente não me tem apetecido levar os lenços a darem o seu passeio noturno ao longo dos últimos meses, o que pelos vistos tem sido feito pela generalidade das pessoas.

23
Jan18

Crítica entre Mulheres

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Os Homens podem ter muitos defeitos mas a trabalhar em equipa conseguem ser mais pacientes e bem menos críticos entre si que as Mulheres. Por vezes dou por mim a reparar que até um melhoramento para o trabalho entre todos correr bem, mas que seja dado por outra Mulher, das mais recentes na empresa e que dado as suas funções tem tentado alterar vários pontos de funcionamento, consegue gerar falatório durante horas porque a ideia partiu de outra, aquela que chegou e quer assumir a sua posição, fazendo alguma comichão a quem está há anos e pouco fez para a mudança acontecer. 

Será possível as Mulheres conseguirem não perceber quando existem ideias e alterações que podem vir a facilitar futuramente o trabalho, mesmo que estas soluções sejam dadas por outra? As pessoas têm as suas funções e cada um tem a sua forma de pensar, se cada qual se organizar por si e os melhoramentos se completarem tanto melhor, mas criticar quem tenta mudar as coisas que estão mal quando durante anos não o tentaram sequer fazer é daqueles apontamentos sociais que me parecem ser mais dor de cotovelo que outra coisa. 

O que levará o suscitar de criticas automáticas assim que se percebem determinados comportamentos do outro lado quando se identifica claramente que o problema está exatamente em não se querer mudar porque existe receio da evolução e que os outros, aqueles que conseguem mexer nos dados e arrancar os melhores pontos sejam capazes de agarrar as pontas que alguns têm assumido ao longo do tempo por não existir quem o faça com capacidade.