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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

11
Mar18

Histórias contadas

O Informador

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Histórias existem, histórias ficam e são contadas! Adoro ler histórias, daquelas que preenchem pela empatia que rapidamente criam com o leitor, envolvendo e criando um ritmo onde o suspense e a curiosidade se aliam para que se pretenda saber mais sobre o que irá acontecer pelos momentos seguintes. No entanto se ler e ver histórias ficcionais é bom para que possamos viajar com personagens por vezes inspiradas em realidades, o que dizer sobre histórias reais contadas na primeira pessoa como uma reflexão partilhada? Simplesmente adorável!

Por muito que por vezes se pense que já ouvimos aquela ou a outra história sobre um certo momento da vida de alguém, sentar em torno de uma mesa a conviver e viajar pelas palavras que surjam através de memórias lúcidas transporta o ouvinte para outros tempos onde cada local serviu como recetor de vidas que se tornaram passado. Pensamentos recordados de pequenos e por vezes simples gestos onde o que pareceu na altura um ponto numa vida que acabou por se transformar numa viragem que terá marcado e ficado na memória de quem a viveu. Como é bom ouvir uma história real de quem já muito viveu, passar bons momentos a escutar, a questionar, puxando pela memória de quem viveu e viajando por outra época ao sabor de costumes diferentes dos que existem nos dias que correm.

Poder ouvir escutando o que existe para contar, partilhando espaços e unindo pedaços que foram criados em torno de uma história única, partilhada e singular, onde cada ser é um ser, e consoante os anos passam mais são as raízes que vão ficando para alimentar e deixar para que os ouvintes possam receber um pouco de cada memória. 

24
Jul16

Invenções

O Informador

Serei desconfiado de mais ou existem pessoas que conseguem inventar histórias e mais histórias sobre todos os problemas que supostamente lhes batem à porta? Poderei estar a ser mau, mas existem vidas que parecem tiradas de uma novela com um enredo tão elaborado que as mesmas personagens conseguem morrer e voltar a conviver com a sua família logo nos momentos seguintes.

Não quero ser mau e por isso prefiro acreditar que sou desconfiado demais e que afinal existem pessoas que não têm sorte alguma, tendo tudo e mais alguma coisa a bater-lhes à porta, dia após dia! É que mal parecem resolver uma situação e logo no dia seguinte aparecem com nova história com uma nova narrativa e onde volta e meia as contradições também vão aparecendo!

14
Mar16

Entrada no estacionamento

O Informador

Dois amigos dentro de um carro a entrarem para um parque de estacionamento de um centro comercial lisboeta em boa conversa onde a animação reinava e a pressa fazia-se sentir porque a sessão de cinema a que íamos assistir não esperava. 

Na fila para entrarmos no parque esperamos, entramos e quando o veículo já estava parado reparei que não tinha o bilhete para no final pagar e poder sair livremente do local. Ah pois é! Como é que entrei sem tirar o ticket? Ainda hoje não sei, só desconfio, confesso! Assim que dei pela falta do cartão logo fui até à recepção do parque, expliquei a situação, pediram-me a matrícula e para além de não a saber de cor, tive de voltar atrás para pegar nos documentos do carro. Matrícula fornecida, a hora mais ou menos de entrada dada e uns cinco minutos de espera para confirmarem a entrada que me parece ter sido feita como uma colagem ao veículo da frente. Os minutos passavam, a sessão estava prestes a começar, eu que odeio chegar atrasado a algum lado começava a ficar stressado e lá surgiu o novo ticket para resolver o problema!

07
Out15

Protecção literária

O Informador

Aquelas pessoas que afirmam que ler é desperdiçar tempo não sabem mesmo do que falam e devem adorar viver no seu mundo onde não existem reflexões, comentários e debates. Ao ler reflete-se sobre os diversos temas que vão aparecendo ao longo das histórias e isso é tão melhor que andar por aí em busca da imperfeição da vida alheia.

Ando a ler O Pintassilgo, tal como já tinha revelado, e ao longo da leitura das duas primeiras partes desta obra, que me está a conquistar, dei por mim a pensar em como uma pessoa viúva ou separada sem saber onde o seu antigo parceiro foi parar lida com o pensamento da própria morte quando existem filhos menores ao seu cuidado.

Tenho amigos e conhecidos que foram criados simplesmente com um dos progenitores e ao longo das primeiras cem páginas da obra de Donna Tartt fui pensando em como seria a vida de x ou y se o seu principal e único cuidador faltasse quando ainda existissem vários anos pela frente enquanto criança? O que um pai/mãe pensa ao longo dos anos em que é o único sustento das suas crias sobre a possibilidade, porque existe sempre a hipótese de acontecerem fatalidades, de uma perda? Onde ficam as crianças nessa altura, com quem, quando por vezes não existem avós com condições para os aceitarem ou familiares próximos capazes de se chegarem à frente? Situações complicadas que por vezes atiram jovens para instituições porque a vida não lhes foi meiga com a perda, por variados motivos, de quem mais os queria ver bem.

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