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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

02
Mai19

Ganha | Terra Lusa | Notebook Azulejo Séc. XVIII Anjo

O Informador

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Uma nova parceria chegou ao blog com a finalidade de vos podermos presentear com a homenagem ao património cultural de Portugal. Como tal e antes de avançar com o desafio para poderem ganhar, tenho que vos apresentar a marca e o projeto Terra Lusa

Com mais de dez anos no mercado, a Terra Lusa surgiu com a intenção de divulgar a riqueza do nosso país através de várias áreas com espaço no mercado para crescerem. Numa vertente de destacar o artesanato, a arte, a história e o património, a marca apostou aos poucos numa oferta de produtos que seriam úteis, colecionáveis, acessíveis e fáceis de transportar também a pensar no turismo cada vez mais forte no nosso país. E se foram poucas as referências disponíveis no ponto de partida, agora são mais de oitenta produtos que se encontram à disposição de todos, destacando as tradições portuguesas. Os símbolos lisboetas, os lenços dos namorados, os azulejos, o fado e as rendas de bilros são somente alguns dos exemplos disponíveis entre os vários produtos disponíveis junto do público, que vão de relógios, a capas de livros, caixas de óculos, eco sacos, mini guarda chuvas e leques. 

Num projeto nacional com inspiração em mais de oitocentos anos de História, a Terra Lusa alia a tradição às novas tecnologias para entregar aos consumidores uma boa qualidade nos seus produtos que contam com um design contemporâneo que pode ser encontrado na loja online da marca, mas também em museus, lojas de artesanato e aeroportos. 

Agora e para destacar aqui pelo blog o trabalho da Terra Lusa, tenho um Notebook, modelo Azulejo Séc. XVIII Anjo para oferecer. Inspirado no pormenor de um painel de azulejos do séc. XVIII, esta estampagem retrata a importância dos azulejos para a cultura nacional. Um caderno de capa dura, em formato A5 (15 x 21cm), com 200 páginas lisas de 80gr, bolsa interior, fita marcadora e elástico para fechar, pode ser teu.

07
Abr19

Esta Vida É Uma Cantiga | Artfeist

O Informador

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Espetáculo após espetáculo, a Artfeist tem pegado numa fórmula que tem corrido bem e reformulado com novo tema para voltar a surpreender o público. Desta vez e para reavivar a memória de todos, eis que voltou a cena o espetáculo Esta Vida É Uma Cantiga, numa versão atualizada e onde os temas que se tornaram célebres no teatro e cinema musicais são recordados ao mesmo tempo que se celebram os grandes nomes da representação nacional de outros tempos.

Os autores, interpretes e espetáculos que marcaram a história dos palcos nacionais e que ainda hoje levam a que vários temas sejam recordados estão agora bem interpretados por Henrique Feist, Susana Félix, Valter Mira e Marta Alves em Esta Vida É Uma Cantiga, o musical que tem Nuno Feist como mestre e responsável pelo som e que pode ser visto no Auditório do Casino Estoril. 

Com o recurso às mais célebres canções de revista e do cinema cantado feito por outros tempos no nosso país, a saudade é recordada ao mesmo tempo que os temas mais mexidos e com recados sociais são chamados a palco para que artistas e público os cantem em conjunto num espetáculo que acima de tudo celebra a origem do que é feito hoje. Os grandes nomes são recordados, as grandes peças mencionadas e a celebração acontece entre os que ainda vivem e os que já partiram e deixaram obra feita. Esta Vida É Uma Cantiga acaba por ser a celebração dos 150 anos do Teatro de Revista e dos 80 anos do Cinema Musical em Portugal.

Ao jeito do que tem sido pela Artfeist pelos últimos anos em espetáculos musicais, esta produção além de ter um rumo de cenas certo e quatro boas vozes em palco, consegue fazer o que nem sempre é possível, colocar o público a cantar, talvez por ter uma base totalmente em português e com quase todos os temas a serem ainda hoje recordados como os grandes e que foram prevalecendo na gíria cantada por todos nós, geração após geração. 

15
Abr18

Hábitos e manias de leitor

O Informador

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Vinte anos como leitor solitário desde que comecei a pegar num livro e a descobri-lo aos poucos, ao longo de dias, com vontade e sem me sentir obrigado a fazê-lo. Ao longo deste tempo fui ganhando manias e costumes literários pessoais que vou mantendo e adaptando aos locais por onde gosto de desfrutar de um bom livro. 

Geralmente as minhas leituras em casa são feitas sentado ou já meio deitado para o fim, no sofá ou num banco junto à mesa da cozinha. São os três locais onde costumo ler quando estou em casa e geralmente é na cama, durante a semana e após o jantar, quando estou no período antes de adormecer, que passo mais tempo de livro na mão ou no colo a fazer-me companhia, enquanto a televisão fica ligada, muitas vezes sem lhe prestar qualquer atenção enquanto conheço as personagens literárias que me estão a fazer companhia. Já fora de casa, geralmente num café, com ou sem esplanada, em jardins, quando o tempo está convidativo, ou mesmo a biblioteca pública são locais onde gosto de passar horas a ler, mais ao fim-de-semana quando os tempos livres surgem com maior regularidade na vida de um trabalhador de horário completo ao longo da semana. 

Os locais presumo que não se tenham alterado muito ao longo do tempo, o que fui alterando foi a forma de me envolver com a leitura, deixando de há uns tempos para cá marcações através de post-its coloridos no início dos parágrafos a destacar para mais tarde recordar, ora para fazer o texto de análise do livro, ora para citar alguma frase mais bem expostas ou simplesmente para fazer uma passagem rápida pelas partes mais marcantes da obra. Nas leituras dos últimos anos são vários os livros marcados e com a lateral toda colorida consoante a cor escolhida para deixar as minhas preferências ao longo do que vai sendo contado.

Se as marcações agora acontecem com post-its finos e coloridos, já o marcador deixou de há uns tempos para cá de ser em papel, dando lugar a um pequeno íman que fica preso nas folhas, deixando assim a marcação do parágrafo exato onde fiquei na última paragem. 

Se tenho manias enquanto leitor, também depois tenho hábitos nem sempre bons como detentor dos livros cá de casa. Odeio emprestar livros, para mais quando estão marcados por existirem espaços destacados que só me dizem respeito a mim, não tendo quem lê o mesmo exemplar de saber ou ficar a pensar sobre a razão de ter achado uma frase mais importante ao longo da leitura. A par disto porque emprestar livros por vezes também significa que os mesmos já não regressam nas mesmas condições, isto quando regressam, tendo alguns já ficado pelo caminho, mesmo após os ter pedido e dado várias dicas que os livros emprestados são sempre para devolver. E quando percebi que um livro que emprestei foi depois emprestado sem me terem dado qualquer informação que o iriam fazer, conseguiram piorar a situação sobre o pensamento que tenho, talvez egoísta, de não gostar de emprestar os meus livros. 

21
Jan17

O quase assalto!

O Informador

Um jovem saiu da escola de condução já de noite e foi-lhe dito para esperar no portão da vivenda que servia de escola porque o pai o iria buscar logo de seguida. Mas o que o moço fez? Achou que seria mais fácil esperar na paragem dos autocarros que ficava na estrada nacional e onde mais pessoas passavam. Bem se ia lixando... Na paragem, sozinho e com a escuridão profunda, sem carros a passarem em grande quantidade e sem pessoas a circularem na rua, começou a entreter-se com o telemóvel. Nisto apareceu um outro rapaz e pediu para fazer uma chamada rápida. Achas que o telemóvel foi «emprestado»? Nada disso! O futuro condutor nunca deu o telemóvel, foi ameaçado com pancada e nisto chega uma senhora que trabalhava numa clínica dentária que ficava nas proximidades da paragem. A dita senhora rapidamente percebeu o que se passava, fez-se passar por avó de um desconhecido e disse, sem saber, que o pai do jovem já estava a chegar. E não é que era mesmo verdade? O pai do teimoso chegou, parou a carrinha e o dito teimoso entrou com a sua salvadora e seguiram viagem até deixarem a desconhecida, que nunca mais foi vista, em casa com um agradecimento. O rapaz logo ouviu um ralhete mas tudo acabou em bem e a espera pela boleia paterna nunca mais foi feita naquela paragem que ainda hoje me marca quando praticamente todos os dias passo pelo local. Não me lembro diariamente do sucedido mas por vezes lá surge esta memória do quase assalto em que nem me lembro do rosto do mau assaltante que não conseguiu levar a melhor!

28
Dez16

Sentir

O Informador

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Autor: Cristina Ferreira

Lançamento: Novembro de 2016

Editora: Contraponto

Páginas: 200

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Sentir, de Cristina Ferreira, é um inspirador livro de memórias a que ninguém fica indiferente.

Cheio de revelações, tocado pela surpreendente magia da sua escrita, mostra o percurso de trabalho e sacrifício de Cristina na busca determinada pela realização de um sonho. 

«O passado não guarda só as memórias. É nele que se inscrevem as histórias que nos moldam e nos transformam. A sorte de uma família perfeita faz o resto. Muitos me perguntam como consigo, qual o segredo do meu sucesso. Talvez aqui encontrem respostas. Este livro é uma partilha muito pessoal dos meus momentos, do que fez a diferença na minha vida. Não é um romance, mas está cheio de amor. E também de algum desamor. As imagens tornam-se aliadas de uma memória que me foi passada ou que vivi. Não sou mais do que gente normal à procura do sonho. Nunca tive a pretensão da escrita, mas encontro nas palavras uma forma de me revelar. Cabe a cada leitor encontrar os seus momentos-chave. E neles descobrirá a sua chave do sucesso.»

 

Opinião: Cristina Ferreira não é escritora, é uma profissional de televisão, que se formou em comunicação social e que após vários anos em destaque no pequeno ecrã foi-se lançado em várias frentes, até que chegou Sentir, o livro que não é uma biografia, mas sim um desfiar de memórias e histórias que marcaram a sua vida. 

Nesta obra encontra-se uma Cristina, tal e qual como aparece no ecrã, com os seus momentos de coragem e onde a fortaleza necessária perante casos pesados por vezes acaba por desabar porque o seu intimo não permite uma máscara de boa disposição contínua. Em Sentir a apresentadora homenageia essencialmente os seus pilares onde a família é um forte alicerce para as suas conquistas, sem esquecer amizades de infância, conhecimentos de faculdade e amores profissionais que encontrou para a vida. Os pais, o filho, tios, primos, vizinhos, o amor da sua vida, Goucha e Júlia Pinheiro, o seu primeiro Manuel, as estacas e os rostos da feira da Malveira. A partir do momento em que a menina, que trocou as voltas aos pais que desejavam um menino, nasceu que todas as pessoas que a têm ajudado a crescer marcam presença nesta obra bem pessoal onde encontrei verdade e sentimento. Seguindo a carreira de Cristina percebe-se que realmente o que foi passado para o papel são os pensamentos memoráveis de uma sonhadora que tem lutado pelas suas conquistas, onde pedras apanhou pelo caminho mas que nunca a fizeram desistir. 

08
Set16

Relação complicada de Pai e Filha (4 anos)

O Informador

Pleno século XXI não significa em mudanças de mentalidades! Existe por ai muito boa gente que não consegue perceber que os tempos mudaram e que as mulheres andarem totalmente tapadas como se usassem uma burca já era na sociedade ocidental. 

Um pai de família com ideias antiquadas tornou-se meu conhecido há uns anos e desde aí que tenho percebido como as coisas continuam difíceis na ligação entre marido e mulher, pai e filha, no que toca a questões de hábitos, costumes e gostos! Há uns dias assisti a uma cena que se fosse contada não acreditava!

Um aniversário de criança, um calor insuportável, os mais pequenos a brincarem, os mais velhos a conversarem, as crianças começam a ficar suadas, molham-se com pistolas de água, alguns pais tiram as t-shirts dos filhos, depois os calções e uma criança continua molhada, com a roupa vestida e pede ao pai se pode tirar a parte de cima do que tem vestido como os seus companheiros de brincadeira estavam, o pai diz que não, a menina insiste, o pai continua a dizer que não (já levantando a voz), a criança insiste, o pai nega, a mãe tenta em vão convencer o marido, a amiga da mãe mete-se na conversa e com a menina lá conseguem convencer aquele pai que não deixava a filha ficar de cuecas, como se tivesse na praia por afirmar ser muito feito.

A menina ficou de cuecas contra a vontade do pai que de cada vez que passava por ela lhe chamava de feia! Isto é normal? Não o considero, para mais de pessoas que já deviam perceber que os tempos mudaram e que naquele caso especifico não existia mal algum na situação!

Esta é uma das histórias, mas existem mais... A mesma família vive num quarto andar de um prédio e a menina não vai à varanda de cuecas por ter na sua mente que é feio! A mesma menina fez uma conversa a uma adulta, que estava a amamentar o seu bebé, porque estava a mostrar as suas «mamas» e que isso é perigoso! A mesma menina tem quatro anos, é inocente mas infelizmente já tem ideias fixas que lhe foram colocadas por um pai de outros tempos, um pai do século passado que irá ter daqui a uns anos grandes lutas com uma filha que irá começar a opor-se a tanta regra que já não encaixa na sociedade dos dias que correm!

27
Abr16

Massa Fresca, quem vê?!

O Informador

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Alguém tem andado a ver a nova série dos finais de tarde da TVI, Massa Fresca?! 

Não tenho acompanhado os episódios do início ao fim mas tenho visto vários minutos e cenas e as coisas até parecem encaminhadas para a continuação de um produto leve, fresco, divertido e que poderá conseguir conquistar o público, principalmente o mais jovem, que ao chegar a casa depois de um dia cansativo depara-se com uma produção sem as grandes histórias de homicídios, perseguições, tragédias e derrotas como as que passam ao serão pelos vários canais!

Os comentários pelas redes sociais pelo menos parecem ser bem positivos, ao contrário do que é normal nos produtos de ficção feitos por cá! A acompanhar as boas opiniões, também os valores audiométricos têm sido positivos, pelo menos com a liderança do seu lado! Não que sejam resultados exorbitantes, mas o primeiro lugar tem sido conquistado desde o primeiro episódio! 

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