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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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E só porque insistem... Irei ler!

24
Ago19

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A 17 de Setembro de 2017 anunciei ao mundo via blog que iria iniciar leitura do livro Nada Menos Que Tudo, da autoria de Afonso Noite-Luar, tal como podem comprovar se visitarem o texto em questão. Hoje, em pleno Verão de 2019, continuo a detetar uma certa curiosidade sobre a minha possível opinião perante este livro, o que não aconteceu. E qual a razão de tal não ter acontecido, perguntam desse lado e bem. Pois bem, a verdade é que não finalizei a leitura, não existindo assim opinião formada sobre o mesmo para ser publicada para que todos pudessem passar os vossos lindos olhos. No entanto, praticamente dois anos depois e por verificar tamanha curiosidade que me leva a ter o texto sobre a Atual Leitura de outros tempos entre os mais vistos em algumas semanas do ano, resolvi, por vocês que visitam o blog em busca de opinião formada sobre o Nada Menos Que Tudo, voltar a pegar de início nesta obra do gentil Afonso Noite-Luar, publicada pela editora Manuscrito e ler do início ao fim para vos poder dar uma ideia do que senti ao longo de cada partilha que é feita sobre o autor perante as suas pequenas histórias contadas. Faço isto por quem me segue e chega até ao blog propositadamente devido a este livro, como tal aguardo que quem leu alguma coisa do autor que se faça ouvir porque a opinião chegará finalmente dentro de alguns dias aqui pelo blog. Combinado? Siiiiiiiim!

Literatura | Compras online

23
Ago19

WOOK - www.wook.pt

Hoje apetece-me falar sobre o facto de todos poderem encomendar de forma totalmente segura livros nas livrarias online que se encontram disponíveis. Neste momento e em modo a falar das livrarias perante as quais sou afiliado, aconselho-te a visitar a Wook e a Bertrand Livreiros para procurares as últimas novidades, aquele livro que já estás para comprar à algum tempo ou o destaque do momento. Geralmente e com bastante regularidade, as livrarias online vão tendo descontos variados, entre os vários estilos literários, do romance ao terror, do fantástico ao histórico, das viagens à gastronomia, existindo também diversas promoções sobre determinados autores, sendo estas oportunidades únicas para se fazerem aquelas compras que estão em lista de espera pelo melhor preço. 

Com as tuas compras não pagas mais, obténs descontos exclusivos das lojas online, recebes rapidamente os teus livros e eu, como afiliado que sou enquanto blogger, ainda obtenho uma comissão perante as compras que são feitas. Não pagas mais por isso e eu poderei adquirir novos livros com a tua ajuda para continuar a mostrar as minhas leituras com as partilhas que sempre vou fazendo com a opinião sobre o que vou lendo. 

Ganha | Terra Lusa | Caixa para Óculos em Cortiça

07
Jul19

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O Verão está ai e com este tempo quente as idas à praia também chegaram, quer se esteja em período de férias ou não, porque os fins-de-semana e pausas laborais também servem para dar um pulinho até perto do mar. Para quem usa óculos é necessário precaver sobre o local onde os podem deixar quando vão até à água, como tal e para vos ajudar nessa situação, a Terra Lusa tem agora uma coleção de caixas para óculos com diferentes temas de destaque e aqui pelo blog iremos sortear um dos modelos já lançados. 

No entanto, antes de avançar deixem-me apresentar-vos a marca e projeto Terra Lusa, onde a homenagem ao património cultural ganha destaque. Com mais de dez anos no mercado, a Terra Lusa surgiu com a intenção de divulgar a riqueza do nosso país através de várias áreas com espaço no mercado para crescerem. Numa vertente de destacar o artesanato, a arte, a história e o património, a marca apostou aos poucos numa oferta de produtos que seriam úteis, colecionáveis, acessíveis e fáceis de transportar também a pensar no turismo cada vez mais forte no nosso país. E se foram poucas as referências disponíveis no ponto de partida, agora são mais de oitenta produtos que se encontram à disposição de todos, destacando as tradições portuguesas. Os símbolos lisboetas, os lenços dos namorados, os azulejos, o fado e as rendas de bilros são somente alguns dos exemplos disponíveis entre os vários produtos disponíveis junto do público, que vão de relógios, a capas de livros, caixas de óculos, eco sacos, mini guarda chuvas, notebooks e leques. Num projeto nacional com inspiração em mais de oitocentos anos de História, a Terra Lusa alia a tradição às novas tecnologias para entregar aos consumidores uma boa qualidade nos seus produtos que contam com um design contemporâneo que pode ser encontrado na loja online da marca, mas também em museus, lojas de artesanato e aeroportos. 

Ganha | Terra Lusa | Notebook Azulejo Séc. XVIII Anjo

02
Mai19

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Uma nova parceria chegou ao blog com a finalidade de vos podermos presentear com a homenagem ao património cultural de Portugal. Como tal e antes de avançar com o desafio para poderem ganhar, tenho que vos apresentar a marca e o projeto Terra Lusa

Com mais de dez anos no mercado, a Terra Lusa surgiu com a intenção de divulgar a riqueza do nosso país através de várias áreas com espaço no mercado para crescerem. Numa vertente de destacar o artesanato, a arte, a história e o património, a marca apostou aos poucos numa oferta de produtos que seriam úteis, colecionáveis, acessíveis e fáceis de transportar também a pensar no turismo cada vez mais forte no nosso país. E se foram poucas as referências disponíveis no ponto de partida, agora são mais de oitenta produtos que se encontram à disposição de todos, destacando as tradições portuguesas. Os símbolos lisboetas, os lenços dos namorados, os azulejos, o fado e as rendas de bilros são somente alguns dos exemplos disponíveis entre os vários produtos disponíveis junto do público, que vão de relógios, a capas de livros, caixas de óculos, eco sacos, mini guarda chuvas e leques. 

Num projeto nacional com inspiração em mais de oitocentos anos de História, a Terra Lusa alia a tradição às novas tecnologias para entregar aos consumidores uma boa qualidade nos seus produtos que contam com um design contemporâneo que pode ser encontrado na loja online da marca, mas também em museus, lojas de artesanato e aeroportos. 

Agora e para destacar aqui pelo blog o trabalho da Terra Lusa, tenho um Notebook, modelo Azulejo Séc. XVIII Anjo para oferecer. Inspirado no pormenor de um painel de azulejos do séc. XVIII, esta estampagem retrata a importância dos azulejos para a cultura nacional. Um caderno de capa dura, em formato A5 (15 x 21cm), com 200 páginas lisas de 80gr, bolsa interior, fita marcadora e elástico para fechar, pode ser teu.

Esta Vida É Uma Cantiga | Artfeist

07
Abr19

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Espetáculo após espetáculo, a Artfeist tem pegado numa fórmula que tem corrido bem e reformulado com novo tema para voltar a surpreender o público. Desta vez e para reavivar a memória de todos, eis que voltou a cena o espetáculo Esta Vida É Uma Cantiga, numa versão atualizada e onde os temas que se tornaram célebres no teatro e cinema musicais são recordados ao mesmo tempo que se celebram os grandes nomes da representação nacional de outros tempos.

Os autores, interpretes e espetáculos que marcaram a história dos palcos nacionais e que ainda hoje levam a que vários temas sejam recordados estão agora bem interpretados por Henrique Feist, Susana Félix, Valter Mira e Marta Alves em Esta Vida É Uma Cantiga, o musical que tem Nuno Feist como mestre e responsável pelo som e que pode ser visto no Auditório do Casino Estoril. 

Com o recurso às mais célebres canções de revista e do cinema cantado feito por outros tempos no nosso país, a saudade é recordada ao mesmo tempo que os temas mais mexidos e com recados sociais são chamados a palco para que artistas e público os cantem em conjunto num espetáculo que acima de tudo celebra a origem do que é feito hoje. Os grandes nomes são recordados, as grandes peças mencionadas e a celebração acontece entre os que ainda vivem e os que já partiram e deixaram obra feita. Esta Vida É Uma Cantiga acaba por ser a celebração dos 150 anos do Teatro de Revista e dos 80 anos do Cinema Musical em Portugal.

Ao jeito do que tem sido pela Artfeist pelos últimos anos em espetáculos musicais, esta produção além de ter um rumo de cenas certo e quatro boas vozes em palco, consegue fazer o que nem sempre é possível, colocar o público a cantar, talvez por ter uma base totalmente em português e com quase todos os temas a serem ainda hoje recordados como os grandes e que foram prevalecendo na gíria cantada por todos nós, geração após geração. 

Hábitos e manias de leitor

15
Abr18

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Vinte anos como leitor solitário desde que comecei a pegar num livro e a descobri-lo aos poucos, ao longo de dias, com vontade e sem me sentir obrigado a fazê-lo. Ao longo deste tempo fui ganhando manias e costumes literários pessoais que vou mantendo e adaptando aos locais por onde gosto de desfrutar de um bom livro. 

Geralmente as minhas leituras em casa são feitas sentado ou já meio deitado para o fim, no sofá ou num banco junto à mesa da cozinha. São os três locais onde costumo ler quando estou em casa e geralmente é na cama, durante a semana e após o jantar, quando estou no período antes de adormecer, que passo mais tempo de livro na mão ou no colo a fazer-me companhia, enquanto a televisão fica ligada, muitas vezes sem lhe prestar qualquer atenção enquanto conheço as personagens literárias que me estão a fazer companhia. Já fora de casa, geralmente num café, com ou sem esplanada, em jardins, quando o tempo está convidativo, ou mesmo a biblioteca pública são locais onde gosto de passar horas a ler, mais ao fim-de-semana quando os tempos livres surgem com maior regularidade na vida de um trabalhador de horário completo ao longo da semana. 

Os locais presumo que não se tenham alterado muito ao longo do tempo, o que fui alterando foi a forma de me envolver com a leitura, deixando de há uns tempos para cá marcações através de post-its coloridos no início dos parágrafos a destacar para mais tarde recordar, ora para fazer o texto de análise do livro, ora para citar alguma frase mais bem expostas ou simplesmente para fazer uma passagem rápida pelas partes mais marcantes da obra. Nas leituras dos últimos anos são vários os livros marcados e com a lateral toda colorida consoante a cor escolhida para deixar as minhas preferências ao longo do que vai sendo contado.

Se as marcações agora acontecem com post-its finos e coloridos, já o marcador deixou de há uns tempos para cá de ser em papel, dando lugar a um pequeno íman que fica preso nas folhas, deixando assim a marcação do parágrafo exato onde fiquei na última paragem. 

Se tenho manias enquanto leitor, também depois tenho hábitos nem sempre bons como detentor dos livros cá de casa. Odeio emprestar livros, para mais quando estão marcados por existirem espaços destacados que só me dizem respeito a mim, não tendo quem lê o mesmo exemplar de saber ou ficar a pensar sobre a razão de ter achado uma frase mais importante ao longo da leitura. A par disto porque emprestar livros por vezes também significa que os mesmos já não regressam nas mesmas condições, isto quando regressam, tendo alguns já ficado pelo caminho, mesmo após os ter pedido e dado várias dicas que os livros emprestados são sempre para devolver. E quando percebi que um livro que emprestei foi depois emprestado sem me terem dado qualquer informação que o iriam fazer, conseguiram piorar a situação sobre o pensamento que tenho, talvez egoísta, de não gostar de emprestar os meus livros. 

O quase assalto!

21
Jan17

Um jovem saiu da escola de condução já de noite e foi-lhe dito para esperar no portão da vivenda que servia de escola porque o pai o iria buscar logo de seguida. Mas o que o moço fez? Achou que seria mais fácil esperar na paragem dos autocarros que ficava na estrada nacional e onde mais pessoas passavam. Bem se ia lixando... Na paragem, sozinho e com a escuridão profunda, sem carros a passarem em grande quantidade e sem pessoas a circularem na rua, começou a entreter-se com o telemóvel. Nisto apareceu um outro rapaz e pediu para fazer uma chamada rápida. Achas que o telemóvel foi «emprestado»? Nada disso! O futuro condutor nunca deu o telemóvel, foi ameaçado com pancada e nisto chega uma senhora que trabalhava numa clínica dentária que ficava nas proximidades da paragem. A dita senhora rapidamente percebeu o que se passava, fez-se passar por avó de um desconhecido e disse, sem saber, que o pai do jovem já estava a chegar. E não é que era mesmo verdade? O pai do teimoso chegou, parou a carrinha e o dito teimoso entrou com a sua salvadora e seguiram viagem até deixarem a desconhecida, que nunca mais foi vista, em casa com um agradecimento. O rapaz logo ouviu um ralhete mas tudo acabou em bem e a espera pela boleia paterna nunca mais foi feita naquela paragem que ainda hoje me marca quando praticamente todos os dias passo pelo local. Não me lembro diariamente do sucedido mas por vezes lá surge esta memória do quase assalto em que nem me lembro do rosto do mau assaltante que não conseguiu levar a melhor!