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O Informador

15
Set20

Nivea Men para peles sensíveis

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A coleção Nivea Men ganhou recentemente uma novidade bem interessante para a pele que possa mostrar sinais de irritação. O novo Sensitive Wake Up Face Gel promete acalmar a vermelhidão, o ardor, a comichão, tensão e secura e na verdade a promessa é mesmo cumprida logo após a primeira utilização. 

À uns dias recebi, como testador de produto, uma unidade deste novo lançamento da gama Nivea Men e além da frescura deixada na pele, este gel com extratos de camomila e vitamina E ajuda na hidratação ao longo do dia, uniformizando ao mesmo tempo a pele e não dando espaço para que a oleosidade e gorduras surjam ao longo de 24 horas, dando assim um aspeto impecável e saudável ao nosso rosto. 

02
Jul20

Uma questão de álcool gel

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Já reparaste nas mais diversas composições do álcool gel que andamos a colocar ao longo do dia com as entradas e saídas em lojas, supermercados, centros comerciais e afins? Vamos ao pão e colocamos álcool gel com uma maior consistência e a cheirar a aloe vera. Depois vamos comprar uns ténis e o frasco parece ter mais água que álcool e muito menos gel. De seguida é preciso ir ver um novo frigorífico e lá encontramos outra composição diferente.

Por vezes dou por mim a desconfiar até que pontos todos os estabelecimentos estão a seguir os regulamentos e a adquirirem para funcionários e clientes as embalagens de álcool gel com a composição indicada pela DGS. É que existe tanta diversidade no mercado e à disposição de todos nós que é mesmo caso para desconfiar. 

04
Jun20

Álcool gel de mãos secas

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As últimas semanas com o aumento das saídas de casa e uma maior utilização de álcool gel com entradas e saídas em estabelecimentos e contacto com objetos que podem conter o vírus noto que as minhas mãos estão a ficar bem mais secas, ao ponto de ganharem pequenos pontos onde a pele levanta, acabando por escamar. 

Ando por estes dias com álcool gel e creme para as mãos atrás num autêntico dois em um. Coloco agora o álcool, passados uns minutos se olhar para a mão já tenho pequenas peles levantadas pela palma da mão e dedos, tendo de colocar creme para amaciar e tentar que estas bolhas com pele levantada fechem ou sequem.

15
Mar20

Incómodo social

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O Covid19 estava ainda na China e pensava que tudo estava longe e que em pouco tempo iriam arranjar um cura para o vírus. As fronteiras foram ultrapassadas e a Europa começou a ter os primeiros casos e Portugal continuava a ver a situação de fora. Poucos dias depois começamos a ser atingidos com os primeiros casos e comecei a sentir um certo receio. Agora, com centenas de casos positivos no território nacional e sem qualquer perspetiva de acalmar, bem pelo contrário, estou com bastante receio, sentido mesmo incómodo, por ter de andar na rua, mesmo que seja de casa para o trabalho e vice-versa. 

Trabalho de forma diária com o público, embora com horários reduzidos e com ordens para mantermos a distância possível e com os cuidados reforçados de higiene connosco e com os locais onde clientes e funcionários tocam. Tudo bem, mas neste momento não sinto segurança em ter de sair de casa diariamente para ir trabalhar num local onde poucos clientes nos visitam, o que até é bom nesta situação, mas onde basta uma só pessoa com o vírus para que o mesmo nos possa atacar. As empresas privadas, principalmente os grandes centros comerciais, local onde trabalho, têm de pensar que se vários locais públicos fecharam por precaução, também estas empresas têm de tomar decisões, falando com empresas que prestam serviços e precavendo a saúde de todos nós. 

Neste momento estar em certas lojas não adianta de nada uma vez que não prestamos serviços básicos. Supermercados, mercearias e farmácias sim, agora lojas de sapatos e roupa, perfumarias, stands de automóveis, lavandarias, livrarias... Nada disto tem de permanecer de portas abertas num momento tão complexo como o que estamos a passar neste momento em Portugal e em todo o Mundo. Os grandes empresários que decidam para o bem de todos e reforcem ou ultrapassem as ordens governamentais e façam mesmo com que o país pare, não deixando que tudo continue a meio gás porque não será assim que as coisas tendem a melhorar. 

13
Mar20

Vamos precaver... o desleixo

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«O Coronavírus está a ameaçar Portugal, vamos tomar medidas e fazer com que o nosso espaço esteja minimamente equipado com produtos de limpeza e higiene para os visitantes». Esta poderia ser uma frase muito bem pensada e elaborada por parte da direção de um estabelecimento aberto ao público, como por exemplo um centro comercial, mas na realidade as coisas não acontecem de forma tão prática assim.

A ideia de colocar gel anti-bacteriano junto das casas de banho e pelos corredores dos centros comerciais funcionou numa primeira fase, no entanto alguém se esquece que o líquido não aparece sozinho nos dispositivos automáticos, sendo necessário trocar as embalagens, o que não acontece como é necessário. E que tal também deixar as portas que estão constantemente a ser abertas com algo a prender para se fixarem, não sendo necessário levar constantemente a mão até às maçanetas? Existe depois a questão do contacto com o dinheiro e cartões de forma constante. Como contornar esta situação de forma imediata quando a opção contactless ainda não funciona em todos os locais e o dinheiro circula de mão em mão?

Podemos seguir todas as regras pessoais, os grandes centros comerciais, por exemplo, lançam a base mas depois não conseguem acompanhar a evolução e a tentativa de estar consoante as regras acaba por ficar só mesmo pela intenção primária, sem existir um acompanhamento cuidado e com evolução consoante o estado da atual pandemia.