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O Informador

Afinal já chove!

Chuva

Não te queixavas que a chuva não chegava e que o Verão parecia estar prolongado neste 2021?

Então agora que as chuvadas chegaram no final de Outubro e vieram acompanhadas de frio e ventos agressivos não te queixes. Já que pediste e querias muito que o sol desse lugar à água, então agora aceita e não refiles porque como se costuma dizer, "a chuva faz falta".

O frio é psicológico!

Frio

 

Andava pelos doze anos de idade, estava a frequentar o oitavo ano escolar, na Escola Básica 2/3 Pêro de Alenquer, numa aula de Geografia a uma quarta-feira gelada e logo de manhã. Uma sala fria, sem aquecimento na altura, uma turma inteira de casaco vestido e uma professora a desfilar na sala somente com um macacão de lycra vestido como se nada estivesse a acontecer.

Uma frase ficou para sempre na minha memória quando a dita professora, que fazia bons quilómetros para nos dar aquela primeira aula do dia se cansou dos queixumes sobre o gelo que se fazia sentir e proferiu, 《o frio é psicológico!》. Naquele momento todos ficamos calados, a pensar certamente que aquela mulher de lycra vestida era afinal mesmo louca por não sentir frio naquele dia. A aula prosseguiu, as semanas passaram, o ano escolar terminou e hoje, mais de duas décadas depois aquele momento não mais me saiu da memória.

Lá voltou o roupão

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2021 tem sido uma inconstante em termos de temperatura. Ora vem o frio, ora vem ainda mais frio e ainda existe o frio com muito gelo à mistura. Passamos desde o início do ano já pelas três fases e parece tardar em estabilizar para temperaturas um pouco mais agradáveis.

Agora que o frio já parecia estar controlado sem vestígios de ventos gelados, que já me faziam sentir confortável só de pijama ao serão antes de me deitar para dormir, eis que o gelo volta a fazer-se sentir por estes lados e voltei a resgatar o quente roupão polar preto, comprado há dois anos na Primark, e que faz as minhas delícias quando o tempo arrefece e preciso de algo quente para me aconchegar em casa. 

Congelamento

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Ontem, hoje e amanhã, já dizia a canção, a saída pela manhã para ir trabalhar é recheada de arrepios, alguma roupa quente pelo corpo, mãos arrepiadas, cara também ela tapada com a ajuda da máscara, entrada num carro frio que não consigo deixar num local para apanhar os primeiros raios de sol, se o mesmo conseguir despertar, para que o gelo comece a desaparecer antes de lhe deitar água em cima, ligar o ar condicionado e esperar uns minutos para me conseguir meter ao caminho pelos poucos quilómetros de casa para o trabalho. Não demoro muito, é certo, mas preciso do carro para me deslocar e de manhã com estas temperaturas a baterem nos negativos por estes dias tem sido complicado arrancar de manhã como se nada fosse, tendo de sair uns ligeiros minutos mais cedo para preparar o bom do automóvel para que não faça a viagem com meio vidro congelado. Ontem estava o carro cheio de gelo que até os vidros laterais estavam colados, hoje já espreitei pela janela e já percebi que o panorama está do mesmo género e amanhã, a analisar pelas previsões, seguirá o mesmo caminho. Um Inverno rigoroso, cheio de frentes frias e geladas para nos ajudar ainda mais neste triste início de 2021! Agora resta esperar que o tempo siga para a frente, que o tempo melhor e traga consigo também boas notícias futuras!

Rotina das noites frias

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Deito para dormir e não consigo adormecer com os pés frios.

Fico deitado com um monte de roupa em cima, todo tapado dos pés à cabeça e começo a sentir a necessidade de respirar. 

Acordo de noite e percebo que já me destapei.

Vou ao WC e volto para o quente da cama.

Torno a adormecer, todo tapado sabendo que irei ficar com o pico de me faltar o ar dentro de momentos.

Acabo por adormecer de novo e sei que me destapo.

Acordo de manhã, quando o sol nasce e o despertador ainda nem tocou e percebo que lá fora está um gelo de arrepiar.

Olho para o ecrã do telemóvel para perceber que faltam uns ligeiros minutos para me ter de levantar.

Já não adormeço após abrir os olhos e perceber que o sol nasceu.

Levanto porque os cuidados e necessidades matinais imperam e logo de seguida fico pronto com a roupa para começar o dia.

E este frio...

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E este frio que chegou, sem quase se fazer avisar, transformado num género de tempestade cujo nome tanto poderia ser Dora como Ezequiel, que nada de interesse se me suscitaria. O que queria era mesmo não sentir estes ventos gelados que chegam, enfrentam o calor corporal como se quisessem travar uma luta inglória onde terminam vencedores e nos deixam gelados, de cima a baixo, do físico ao consciente.

Oh que frio ventoso e intemporal é este que nem sequer foi convidado mas que nos veio atrapalhar a nossa tão complicada vida no final de 2020, como já se não nos bastassem todos os males sofridos neste ano recheado de desaires e lançamentos inoportunos de trapalhadas e empatadores da vida alheia. 

Frio que vai e vem, temperaturas que sobem e descem como bem lhes apetece e nós, os benfeitores do destino, a aguentar com esta cagada adjudicada pela natureza para se juntar a todas as outras que surgiram por força das leis naturais e muito por culpa da estupidez e incompetência de todos os humanos, os que pensamos tanta vez pelo bem estar do nosso umbigo no presente e deixamos de lado a vontade de um futuro melhor e de qualidade para os que virão habitar este planeta.

O Inverno chegou!

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Chegamos aos últimos dias de Novembro de 2020 e hoje podemos dizer que uma vaga de frio atacou Portugal. Casas geladas e com necessidade extra de aquecimento, cama com dose suplementar de cobertores, mantas pelos sofás, casacos e capas prontos a saírem à rua, ar condicionado do carro ligado, meias grossas calçadas, botas nos pés, luvas nas mãos, cachecol ao pescoço e máscara a ajudar a proteger o rosto. Na mão segue o chapéu de chuva e a capa impermeável por perto, já que nunca se sabe quando uma rajada mais forte de vento e chuva surge para nos encharcar.

Começou a época de Inverno 2020/21 e todos sabíamos que a mesma chegaria um dia destes, nunca pretendemos é que a sua chegada aconteça, sendo um regresso anual que para muitos podia ser constantemente adiado já que o frio e a chuva não são de todo bem vindos junto do nosso corpo.

Armação de Poeta!

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Livremente entoei um pequeno verso que me surgiu pela mente após uma leitura que acabou por me inspirar com simples trocas de palavras com uma criação que não faz nada o meu género, mas como apetecia fazer algo original para publicar no TikTok, eis que me aprumei de virgem santíssimo, de botão abotoado ao queixo e lá deixei que a voz saísse com as linhas que se seguem...

 

Com o frio levanto-me à noite

E vou-me deitar à luz da vela.

Com o calor, bem pelo contrário,

Vou-me deitar com o sol na janela.

 

O resultado final acabou por ser o representado abaixo. Mais parolo que isto na altura não consegui, mas acredita que consigo descer ainda mais baixo, tanto na inspiração da escrita como na forma de apresentação que pode sempre ser recriada por todos vocês. 

Frio ao Sol

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Fevereiro chegou e prometeu umas ligeiras e subidas de temperatura. Na verdade o sol tem feito frente à chuva, só que o frio continua a arrasar com os nossos ossos e parece tardar em desaparecer. 

Durante estes últimos dias o sol tem brilhado bem alto e quando se acorda a vontade é abrir as portadas e ficar pela varada a aproveitar o que aparentemente parece uma manhã quente. No entanto quando saímos as portas a perceção é bem diferente. O frio faz-se sentir, abafando por completo os raios de sol que brilham mas que pouco conseguem fazer quando o corpo necessita de verdadeiro agasalho para que não viremos pedras de gelo. Está um frio de rachar numa luta desigual entre o sol que brilha bem forte e estas frentes frias que parecem tiradas de congeladores bem fortes. 

Do Verão para o Outono

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O Verão já se foi, os dias soalheiros também estão a desaparecer e as manhãs começam frescas, rabugentas e escuras. A boa disposição de uma pessoa não aguenta e após os meses em que acordar com o sol a brilhar ajudava a arrancar de melhor forma mais um dia, agora com o Outono e os tons acastanhados a fazerem-se sentir, tudo parece triste. Levantar da cama torna-se num momento pesado e a vontade para despachar é arrastada até mais não porque simplesmente a iniciativa de desfrutar destes toscos e instáveis dias não tem a mesma magia do brilho de há umas semanas.