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O Informador

Receber para voltar a Pagar

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Ainda no início da semana passada vos contava que tinha recebido o IRS, um valor um pouco acima do que tem sido habitual nos últimos anos e eis que ontem, bem cedo, percebi que na caixa de email e ao longo da noite, tinha recebido a informação de que o Imposto Único de Circulação já se encontra disponível para pagamento. 

Na verdade alguém nos dá alguma coisa com vontade de não voltar logo a tirar? Mal o dinheiro caiu na conta e logo irá sair para os bolsos do estado e quase na sua totalidade. Nem deram espaço para fazer um pequeno investimento com este pequeno lucro com mais de uma centena de euros, e eis que já o querem de novo de volta para que os cofres bem guardados do nosso Governo não fiquem vazios por muito tempo.

Recebi o IRS

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Tenho um comunicado a fazer a toda a sociedade nacional. Sim, hoje tenho algo de bom para vos comunicar! Recebi o meu IRS e tenho que vos dizer que a transferência entre os cofres do Governo e a minha conta foi acima dos valores dos anos anteriores. Uma boa notícia de Abril, numa semana de chuva, em que a Páscoa espreita e o meu estômago, com a ajuda de gripes e alergias, não anda nada bom!

Lembram-se do «Contribuinte? Errado!»

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Primeiramente é favor lembrar o momento em que detetei que tinha o número de identificação fiscal mal na fatura do seguro automóvel. Após recordarem o tema tenho algo para vos contar, é que existem novos desenvolvimentos.

Nos dias seguintes, após tentar via email resolver a questão sem êxito, fui até um agente da seguradora, onde costumo por sinal tratar de tudo, e os dados corretos foram entregues e terão sido enviados para os escritórios centrais onde iriam tratar do assunto para que o problema não voltasse a acontecer. Tudo aconteceu em Fevereiro e a indicação foi a de que iria receber via correio a informação sobre a alteração. Nada chegou até então e optei por não insistir, esperando que a fatura para o próximo pagamento chegasse. E chegou!

Chegou e a primeira coisa que fiz nem foi olhar para o valor a pagar, foi mesmo confirmar se o erro tinha desaparecido e a surpresa das surpresas é que os números continuam errados. Como estou a trabalhar no horário em que a agência se encontra aberta, pedi para irem tratar da situação por mim e ao que parece o email foi mesmo enviado só que quem devia tratar do assunto nos serviços centrais nada fez e mais de três meses depois a fatura foi emitida com a falha a surgir de novo. 

Agora a informação é para não pagar, coisa que não iria fazer mesmo, e esperar uma semana até que a nova fatura retificada chegue. Será que desta vez e com o pedido de urgência irão acertar ou teremos de voltar ao balcão uma terceira vez para que resolvam a situação?

Curtas e Diretas | 133 | IRS entregue

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IRS feito deste lado, embora tenha aparecido uma mensagem como chamada de atenção em como tinha recebido uma herança ao longo de 2017. Confesso que não tenho conhecimento de qualquer herança, como tal segui com a aprovação da declaração pré-preenchida. Agora resta esperar para receber o valor destinado ou ser chamado, caso exista uma herança que não recebi em lado algum, para verificarem essa situação. 

Contribuinte? Errado!

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Andava a tratar das faturas no portal das finanças para ficar tudo arrumado dentro do prazo quando percebo que os seguros não estão a entrar em lado nenhum, nem diretamente para a sua devida pasta nem ficam na fila de espera para serem corretamente arrumados no seu devido lugar. Pesquisa leva a pesquisa e a procura revelou que as despesas do seguro do automóvel não entram e nem nunca iriam entrar para o meu sistema de IRS. Agora a questão que se coloca é... Porque isso acontece?

Pois bem, não sei como, mas tenho três números mal colocados no contribuinte que aparece nos dados da seguradora. Não é um número, não são dois algarismos trocados, são mesmo três números errados. Não me lembro se na altura me pediram o cartão ou se disse o número (porque o tenho decorado mentalmente), mas o que é certo é que no sistema da seguradora o meu NIF está incorreto.

Dois anos depois de ter feito o seguro, quatro pagamentos feitos e só agora, na arrumação das faturas no portal das finanças percebo que aqueles valores, que não são tão baixos assim, não têm aparecido nas contas dos anos anteriores.

Os mendigos do Partido Socialista

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Alguém que me explique como é que um partido, o socialista, quer tanto governar o país em pleno quando são reveladas notícias e confirmadas em comunicado sobre dívidas de milhões do partido para com as contas de água, luz e por ai fora? O PS está com dificuldades financeiras no seio partidário e pede para que os militantes façam um gesto de generosidade para que as contas comecem a ser pagas!

E nós, todos os portugueses, o que teremos de fazer mais para que as nossas finanças fiquem equilibradas?

Não conseguem gerir o partido e querem fazer boa figura com um país! Impossível meus caros!

Multibanco falido

Quatro dias com o espírito do Natal no ar e com a maioria das pessoas de descanso e o que aconteceu às caixas de multibanco? Ficaram falidas!

Pelo final da tarde e antes de entrar no quentinho do lar, parei em quatro caixas de multibanco, sim quatro, e só na última consegui levantar dinheiro. Parece que a sociedade saiu à rua, colocou-se a levantar as suas economias e subsídios de Natal para oferecem aos familiares e gastarem neste fim-de-semana prolongado, deixando os cofres das caixas depenados. 

Serviços finais

Sim, é complicado afirmar a alguém que o seu contrato não irá ser renovado! Sim, é paralelamente complicado assistir à reacção da mesma pessoa por ficar ainda contente por ver o seu emprego deixar de existir sem qualquer direito ao fundo de desemprego! Sim, não sei o que se passa pela cabeça das pessoas quando expressam o que vão pensando no confronto com determinadas situações que pela ideia de quem lhes dá as más notícias acredita-se que a reacção ficaria de mãos dadas com a tristeza!

Um emprego com poucos meses e que pareceu na altura ter ajudado a aliviar as contas de uma recente família apareceu e agora terminou! Informa-se a pessoa em questão que o seu contrato está a terminar e que o mesmo não será renovado por mais um tempo, isto por uma quebra do trabalho necessário e também pela pouca evolução demonstrada ao longo das semanas em que a oportunidade surgiu para mostrar se valeria mesmo a pena continuar a insistir e apostar num determinado trabalhador ou não.

Chama-se o contratado para lhe dar as más notícias, antes pensa-se que as coisas que se irão dizer dentro de quatro paredes não são boas de afirmar e muito menos de ouvir e depois, na presença do protagonista do despedimento, percebe-se que afinal a ideia de custo e tristeza só ficou mesmo para quem tomou a decisão. Quem gosta mesmo de ser despedido sem qualquer direito a subsídio de desemprego e ainda fica contente quando as contas familiares necessitam de um ordenado para continuarem a correr bem?

Confesso que não percebo os novos trabalhadores do presente, aqueles que aparecem em entrevistas e afirmam não querer trabalhar, só andando a passear em busca daquele emprego de sonho, aquele que muitas vezes nem os próprios sabem qual é! Faz-me confusão como as pessoas não se preocupam em ganhar as suas coisas com força de vontade, não ficando nada preocupados ao voltarem para casa, sem qualquer dinheiro que lhes garanta sobrevivência pelos próximos meses! O que terão estes seres em mente para o dia de amanhã em que não terão um emprego que os ajude a pagar as contas que se vão acumulando com o passar dos dias?!

Crise passageira

Nos últimos anos os portugueses têm vivido sobre a nuvem dos cortes por todos os lados. É nos salários, nos impostos, nas poupanças, nos aumentos dos bens necessários... Agora e porque o hábito da poupança tem ajudado a melhorar os orçamentos do país e de cada um, vejo que já não existe tanto medo e que o estado financeiro de todos nós está a recuperar o que tem vindo a perder nos últimos tempos.

Há uns meses para cá que noto que existem mais pessoas pelos centros comerciais e pelos espaços logísticos, com sacos na mão e a falarem de compras. O medo e a opressão financeira com que se viveu há uns tempos tem vindo a passar e o facto das notícias também mostrarem - lentamente, é uma verdade -, que a crise está a ser ultrapassada aos poucos, pode ter alguma influência na perda de receio na hora de se apresentarem as notas ou os cartões para serem feitos os pagamentos de algo necessário ou desejado.

A crise tem afetado todos mas também tem ajudado ao auto controlo de cada um no momento de gastar, pensando-se duas vezes se é mesmo necessário comprar ou recuperar algo que talvez nem faça assim tanta falta. Nos supermercados começou-se a olhar para os artigos de outra forma, optando muitas vezes pelas marcas brancas que também oferecem bons produtos. Nas viagens, o preço começou a ser importante na hora da escolha, seja em nome privado ou empresarial. Nas saídas, o pensamento começou a recair também no dia seguinte porque não se pode gastar muito de uma vez para depois não ter.

Acredito que o estado em que Portugal esteve com toda a crise e com todo o bombardeamento da imprensa com tal facto tenha ajudado à mudança de mentalidades para que o futuro seja melhor e hoje vejo que possam existir melhoramento, embora calmos, mas eles existem.