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O Informador

30
Set20

A Ratoeira de Agatha Christie em palco

Yellow Star Company

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Agatha Christie, a dama de ouro do crime literário criou A Ratoeira, um sucesso que rapidamente subiu ao palco e conseguiu alcançar ao longo das décadas grandes feitos a nível mundial, estando neste momento este espetáculo de sucesso com 67 anos a ser representado e já com direito a registo no Guinness Book of Records. 

Em Portugal foi a Yellow Star Company a trazer até nós esta peça que leva a palco Virgílio Castelo, Ângelo Rodrigues, Beatriz Barosa, Elsa Galvão, Filipe Crawford, Henrique de Carvalho, Luís Pacheco e Sofia de Portugal através de um enredo complexo onde todos são suspeitos perante uma misteriosa morte na vila. Entre todos os que se encontram hospedados num pequeno hotel que um jovem casal inaugurou com algumas dificuldades financeiras e em noite de tempestade, vários são os hóspedes que chegam ao final da tarde, mas alguém matou e agora que um forte nevão se fez sentir ninguém consegue deixar o espaço mas a certeza é que entre os proprietários e visitantes um inspetor chega para perceber quem está por detrás de um crime bem hediondo. Entre o medo e os segredos, eis que uma das hóspedes é morta no hotel, revelando que o assassino está realmente entre eles. Quem será o criminoso d' A Ratoeira que foi excelentemente bem elaborada pela mestre do crime e suspense? O segredo fica sempre bem guardado para quem vê mas uma coisa é certa, todos os suponhamos não conseguem passar disso mesmo porque todos podem ter as suas razões para serem identificados como os reais culpados de dois crimes hediondos. Afinal num crime todos são suspeitos à primeira vista, até o próprio elemento do público, certo?

27
Out17

Vencedores dos convites duplos para A Última Noite do Capitão [29.10.2017]

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A Última Noite do Capitão chegou a Portugal através da Yellow Star Company e conta com Filipe Crawford a solo em palco num monólogo sobre a vida de Francesco Andreini, um divertido ator dos grandes palcos italianos dos finais do século XVI. 

Em cena todos os Domingos de 17 de Setembro a 17 de Dezembro no Teatro Armando Cortez, este espetáculo retrata a vida de um homem que conquistou muito mas acabou sozinho e esquecido pelo grande público, deixando uma história tocante para ser contada vários séculos depois pelo exemplo que ainda hoje acontece um pouco por todo o Mundo e em várias áreas sociais. 

26
Out17

Convites duplos para A Última Noite do Capitão [29.10.2017]

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Filipe Crawford protagoniza A Última Noite do Capitão ao longo dos serões de Domingo de 17 de Setembro a 17 de Dezembro no Teatro Armando Cortez. Num monólogo sobre a vida de Francesco Andreini, um divertido ator dos grandes palcos italianos dos finais do século XVI que acabou a sua vida esquecido e na miséria, Crawford envolve o público numa história que emociona por retratar uma realidade de forma exímia e tocante. 

Um espetáculo que não deve perder e que mostra o talento do ator de 60 anos que durante hora e meia encontra-se a solo em palco a mostrar a história de um entre tantos grandes nomes da representação que terminam afastados dos palcos e dos holofotes numa vida precária e remetida ao esquecimento. 

Como as coisas boas são para serem vistas, eis que tenho três convites duplos para vos oferecer destinados à sessão do próximo dia 29 de Outubro, pelas 21h00. 

21
Out17

A Última Noite do Capitão [22.10.2017] - Sessão cancelada

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Infelizmente esta publicação não serve para dar boas notícias aos leitores do blog que se inscreveram para assistir à sessão do próximo Domingo, 22 de Outubro, de A Última Noite do Capitão.

A sessão desta semana do espetáculo protagonizado por Filipe Crawford acabou de ser cancelada e é impossível atribuir assim os três convites duplos que estava a sortear, ficando aqui a promessa de que se existir nova oportunidade os já inscritos para esta sessão cancelada ficam na lista para poderem vencer os convites como se tivessem a participar pela primeira vez. 

13
Out17

Convites duplos para A Última Noite do Capitão [22.10.2017]

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Filipe Crawford protagoniza A Última Noite do Capitão ao longo dos serões de Domingo de 17 de Setembro a 17 de Dezembro no Teatro Armando Cortez. Num monólogo sobre a vida de Francesco Andreini, um divertido ator dos grandes palcos italianos dos finais do século XVI que acabou a sua vida esquecido e na miséria, Crawford envolve o público numa história que emociona por retratar uma realidade de forma exímia e tocante. 

Um espetáculo que não deve perder e que mostra o talento do ator de 60 anos que durante hora e meia encontra-se a solo em palco a mostrar a história de um entre tantos grandes nomes da representação que terminam afastados dos palcos e dos holofotes numa vida precária e remetida ao esquecimento. 

Como as coisas boas são para serem vistas, eis que tenho três convites duplos para vos oferecer destinados à sessão do próximo dia 22 de Outubro, pelas 21h00. 

Sinopse

O retrato da vida de Francesco Andreini, cómico dell'arte, afastado das tábuas do palco e nostálgico dos anos de glória da comédia italiana dos finais do sec. XVI. Uma carta que escreve ao seu antigo mecenas é a chave que abre o álbum de recordações dos sucessos obtidos há mais de 400 anos. Num estilo muito próximo do "Canto do Cisne" de Tchecov, e do "El Canto de la Rana" de Sinisterra, de carácter histórico, mas, neste caso, passada nos inícios do sec. XVII em Itália, utilizando as máscaras de couro da Commedia  e salvando do esquecimento monólogos exultantes e barrocos ditos pelo Capitão, recopiados do  texto original de 1619 "Le Bravure di Capitano Spavento" criando deste modo uma adaptação de um dos livros mais sugestivos da Commedia dell'arte, livro que foi motivo de inspiração, plágio e veneração, entre os comediantes desde 1600 até hoje. A encenação é austera, sem recurso à música ou a efeitos de luz, transitando entre a tragédia e a comédia, entre a alegoria e a crua realidade, num registo de teatro intimista onde sobressai o relato pungente de Andreini, e a fantasia do Capitão, personagem que, segundo Julio Vélez-Sainz, seria o gérmen inspirador de Don Quixote de Cervantes.