Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alguém Tem de Morrer | Minissérie

Netflix

  Alguém Tem de Morrer é a minissérie espanhola da Netflix que nos faz recuar aos anos 50. Do criador de A Casa das Flores, Manolo Caro, esta produção conta somente com três episódios, deixando muito por desenvolver por falta de espaço para deixar história e personagens ganharem tempo para mostrarem e conseguirem chegar junto do espetador.  Com um elenco central (...)

Saudade sem presença

Hoje ainda existe saudade de quem já não está e que nos deixou sem avisar. Existiam pontos sobre os quais não tinha percebido sobre as suas últimas horas, mas agora percebi que num dia tudo estava bem e na manhã seguinte o saco do pão continuou pendurado na porta sem ser recolhido como todos os dias acontecia. Nas vésperas os telefonemas habituais aconteceram mas os da manhã já não foram atendidos. Poderia ter saído mais cedo de casa sem avisar, mas o pão que ficou por (...)

Seria necessário Luciana?!

Há uns dias Luciana Abreu voltou a ser capa de revista por partilhar casa com uma amiga, Ana Micaela. Supostamente a notícia levava o leitor a crer que a partilha de casa poderia ser mais que isso, dando talvez a entender que Luciana e a dita amiga poderiam manter um relacionamento. Agora Luciana, que não gostou e deu importância ao (...)

Adoção tardia

Em pleno século XXI ainda sou capaz de ficar parvo quando vejo as situações demoradas de adoção que o nosso poder impõe para que crianças ganhem uma família e deixem de viver por tempo indeterminado em instituições. Como é que bebés vão parar a instituições e por lá ficam anos e anos enquanto milhares de cidadãos estão inscritos nas filas de espera para conseguirem ter uma criança consigo? Não é necessário a criança entrar numa casa e ficar automaticamente adoptada, (...)

Família

A imagem do dia é esta! O Parlamento aprovou esta manhã a adoção de crianças por casais homossexuais, isto após já terem chumbado com a maioria de direita os mesmos diplomas em tempos. Com a crise política do momento todos podem ganhar alguma coisa, pelo menos, as famílias que até aqui não eram consideradas como tal.  ( Ver mais... (...)

Férias na semana de Natal

Este ano o Natal terá um maior espaço por aqui! Isto porque pela primeira vez estarei de férias laborais na semana mais natalícia do ano! Com dias em atraso de folgas e com férias ainda por tirar, acabei por optar ficar toda a próxima semana a descansar, aproveitando ao mesmo tempo para fazer as visitas da época e conseguir fazer umas últimas compras sem as correrias do fim-de-semana e dos serões onde todos invadem os centros comerciais em busca dos presentes perfeitos. Tirar (...)

Discurso emocionado de Judite

É muito difícil viver sobre fortes emoções, uma grande saudade e uma grande dor íntima e ser capa todas as semanas das diversas revistas. Mas eu quero agradecer, do fundo do coração, às centenas de pessoas que se dirigiram até mim e às quais eu não posso responder individualmente. Foram cartas, foram mails, telegramas… Pessoas que disseram que afinal eu era tão humana quanto elas. Nós somos tão humanos quanto o cidadão comum, quanto as pessoas que estão aí do outro lado (...)

Falsos desconhecidos familiares

Andar num local público, perceber que existem familiares a vir na nossa direcção, a comentarem que estou também a ir na sua direcção e quando o encontro está quase a acontecer, as pessoas mudam de sentido e quando passam a alguns metros de distância ainda conseguem olhar para o lado oposto, mesmo com o ar de comprometidas. Não percebo como as pessoas conseguem ser assim! Quando estamos todos e precisam dos outros cumprimentam e parece que tudo é muito bonito, depois pela rua (...)

Passagem de ano da família

A passagem de ano da minha família é sempre bem diferente do Natal. No salto para um novo lote de doze meses todos se juntam e a festa é feita com talvez vinte pessoas sentadas à mesa entre os grelhados e os cozidos, as febras e os doces. Na família a passagem para um novo ano é um momento de união e festejo! Pais, tios, primos, tios-avós, pequenos primos... Todos se juntam naquele serão como manda a tradição! Cada qual leva partes da refeição que se estende pela noite fora e (...)

Natal sem árvore

Aqui por casa o Natal nunca foi um evento muito celebrativo e desde pequeno que sempre me habituei à calma da época, sem grandes alaridos e ajuntamentos familiares. Os meus bisavós faleceram tinha eu dois anos, ele na véspera do dia de Natal, ela a 26, e desde aí que a época foi alterada na família para uns dias tristes e sem motivos para festejar. Aos poucos os sentimentos negativos foram ultrapassados, mas há dois anos para cá tudo voltou a alterar-se e a perder a cor.  Desde (...)