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O Informador

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08
Fev20

Amor Sem Fim, engravidar depois da partida

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A TVI passou durante a semana e após o serviço informativo da noite a reportagem documental Amor Sem Fim, no espaço Alexandra Borges, num trabalho de Emanuel Monteiro.

Resumindo o tema de forma rápida, nesta grande reportagem uma mulher pretende com o esperma do marido engravidar. O marido faleceu com cancro, horas após casarem no hospital, tendo deixado tudo tratado para que o sonho de ambos se realizasse. O problema agora impõe-se!

Com a documentação devidamente assinada por ambos em como Ângela podia usar o esperma de Hugo para terem um filho em comum, a lei portuguesa não o permite. No entanto essa mesma lei permite a que esta mulher viúva recorra a um banco de esperma para ter um filho de dador anónimo. 

Em que país vivemos para que uma mulher com um sonho comum de um casal não possa usar o que tem do seu falecido marido mas que o possa fazer de outro homem? Qual o problema de Ângela poder dar vida a um filho desejado por ambos, mesmo quando Hugo já não está com vida, quando ao usar um banco de esperma também não existirá um pai presente no futuro da criança?

Esta mulher luta por uma alteração na lei para que possa realizar um sonho e este problema de leis e regras não se entende em pleno século XXI onde se percebe que existem falhas nos regulamentos impostos. Até quando isto vai acontecer? Ângela e Hugo fizeram tudo de forma correta nos últimos tempos da doença, casaram mesmo no último dia pelo amor sentido, ambos queriam ficar unidos para sempre, ter um filho de ambos. O futuro está a um passo e a lei não permite que esta mulher possa ter o fruto tão desejado de um amor verdadeiro.

 

 

27
Dez19

As meias já se foram...

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Cresci com o conhecimento de que em todos os Natais iria receber meias. Agora e já há alguns anos, que esta tradição se alterou e as meias que eram oferecidas ficaram mesmo para trás. Se as quero que as compre ao meu gosto. Os presentes foram alterados e as célebres meias que sempre apareciam como presente natalício já eram.

Posso dizer que a tradição já não é o que era e que os queixumes de que recebia meias agora resultam em momentos de saudade! Em muitos momentos da vida não entendemos que os hábitos dos quais refilamos com o tempo se transformam e acabam por fazer falta por mostrar a saudade da real essência de pequenos gestos. Não damos valor a um par de meias oferecidas pela tia, pela avó ou pela vizinha mas é quando esses pormenores deixam de aparecer que percebemos mais uma vez que essas pessoas já não estão em alguns casos presentes nas nossas vidas. 

25
Dez19

Um dia a perder a tradição

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O dia de Natal é tradicionalmente o dia da família, da união e do descanso! Será que ainda vivemos a tradição natalícia como há uns anos atrás?

Um dia de pausa extra no ano, que tende a ficar cada vez mais esquecido numa sociedade que vive do consumismo, onde muitos questionam o que fazer neste dia, querendo que centros e zonas comerciais e de lazer estejam abertos a 25 de Dezembro para ocuparem o tempo e não estarem fechados em casa sem saberem o que fazer.

A tradição do Natal tenderá a terminar e acredito que não faltarão muitos anos, tal como já começa a acontecer no Domingo de Páscoa, que o feriado do nascimento de Jesus seja mais um para que todos passeiem, desfrutem das iluminações e façam do dia mais um entre os muitos feriados, dias extra de descanso para muitos, ao longo do ano!

13
Dez19

Árvore de Natal: conheces a tradição e história deste símbolo?

 

Consegues imaginar o Natal sem uma bela árvore de natal, totalmente enfeitada, e, claro, sem todos os outros efeitos associados a esta altura do ano? Acredito que não, mas alguma vez paraste para pensar de onde surgiu a tradição da árvore?

Quero que tenhas este conhecimento, portanto vou dar-te todas as informações que precisas saber sobre a história e tradição deste símbolo natalício que é regra não só em Portugal, mas em todo o mundo.

 

História da árvore de Natal e a sua tradição

Há muitos séculos atrás já era tradição decorar plantas verdes como sendo um símbolo de fertilidade e vitalidade. Em outros locais os pinheiros eram usados para afastar os maus espíritos para que estes não entrassem e para nutrir a esperança pela chegada da primavera.

Já a verdadeira tradição de enfeitar a árvore no Natal pensa-se que venha da Alemanha, no ano de 1419, onde um padeiro decorou a sua árvore, ano após ano, com frutos de uma forma geral, os mais tradicionais e os frutos secos.

No dia de Ano Novo, as crianças podiam “sacudir” a árvore e comer o que caía da mesma. Ano após ano essa versão foi evoluindo, chegando ao ponto em que nos encontramos hoje, em que uma árvore de natal tem fitas, bolas e luzes.

A árvore de Natal tornou-se um símbolo tão conhecido que no parque temático do passeio marítimo de Algés, numa recriação da aldeia do Pai Natal, os efeitos estão incluídos (1), assim como acontece na maioria das cidades portuguesas nesta altura do ano.

 

Quando a árvore de Natal é enfeitada?

A decisão do momento certo para enfeitar a árvore é de cada um. Uns decidem enfeitar dia 1 de Dezembro, sem exceção, outros no mês de Novembro. Os mais fanáticos têm os efeitos durante todo o ano e, em Dezembro, apenas ligam as luzes.