Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A falta de jeito!

É verdade! Nem todos conseguimos nascer capazes de enfrentar as artes que nos aparecem pela frente, correndo mesmo o risco de fazer algumas coisas desnecessariamente e para as quais o jeito inato ficou algures na barriga das nossas mães. Conseguimos cantar, dançar, representar, pintar, ..., mas não se consegue ser perfeito em tudo, sendo que em muitos casos com a aprendizagem atingem-se alguns bons fins, mas em outros nem com anos de tentativas lá se chega! Como se deverá tentar (...)

Um exemplo a seguir!

Pelo Alentejo, existe tempo e se por um lado as coisas podem não estar assim tão bem elaboradas, por outro existem pormenores que fazem a diferença e que mostram haver um maior cuidado com o futuro de crianças e adolescentes da zona. Na biblioteca municipal de uma pequena vila onde todos se conhecem a preocupação para com os mais novos existe! Os horários e turmas de cada jovem estão ao dispor das funcionárias e estas conseguem controlar as faltas dos mais novos que fogem da (...)

Faltas Justificadas e Faltas Manhosas

Na escola sempre apetecia faltar a uma aula ou outra por preguiça ou simplesmente para se ficar na conversa pelo pátio ou pelos cafés das redondezas. Quando se entra no mercado laboral as circunstâncias alteram-se e faltas foram coisas que não existem por aqui, pelo menos sem uma boa razão que consiga deixar-me por casa sem conseguir ir trabalhar. Só falto mesmo em último caso e porque percebo que não tenho condições para comparecer, e mesmo isso foi raro acontecer ao longo dos (...)

Faltar porque sim

As pessoas estudam ou trabalham, mas por vezes existem sempre mil e um motivos para faltarem... Será que não precisam do dinheiro para sobreviverem nos próximos tempos? E será que não é necessário ir às aulas para se poderem ter melhores notas? Não me parece que seja isso, mas o que leva alguém a deixar-se ficar em casa tantos dias sem nada que o justifique? O que levará uma pessoa a ficar em casa de manhã em vez de ir trabalhar/estudar como seria a sua obrigação? Eu também (...)