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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

03
Dez18

Convites Duplos | A Verdade e A Mentira | 09.12.2018

| O Informador

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O que é verdade e mentira nos dias que correm? No dia-a-dia surgem histórias que tanto podem transmitir verdades como mentiras, estando cada vez mais em voga as «fake news» nas conversas paralelas e nos meios de comunicação social. 

Atual e como forma de desafiar o pensamento, o Teatro Aberto estreia em Dezembro dois espetáculos em simultâneo onde A Verdade e A Mentira são debatidas em duas peças de Florian Zeller, o autor do sucesso O Pai. Com encenação de João Lourenço e interpretação em ambos os espetáculos de Joana Brandão, Patrícia André, Miguel Guilherme e Paulo Pires, A Verdade e A Mentira são duas produções distintas que se complementam e são representadas pelo mesmo elenco. A discussão e reflexão são assim lançadas através do humor sobre factos quotidianos representados de forma séria. 

Os seguidores do blog podem ter a oportunidade de assistir a uma destas duas peças já no próximo dia 09 de Dezembro. Neste momento tenho convites duplos para sortear para a sessão de A Mentira, pelas 16h00, e A Verdade, pelas 18h30. Escolham qual dos dois espetáculos querem ver e participem, quem sabe se não conseguirão perceber onde está a verdade da mentira e vice-versa neste jogo de reflexões. Este passatempo irá estar disponível até às 18h30 de dia 06 de Novembro, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

11
Nov18

Conversas de telemóvel

| O Informador

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É um facto que me acompanha e deve ser para manter ao longo dos próximos anos! Não gosto de falar ao telemóvel, preferindo bem mais que me enviem mensagens que logo que possível, geralmente até de forma rápida, respondo. 

Podem enviar mensagens das mil e uma maneiras que encontrarem, uma vez que nos tempos que correm além do padrão base existem inúmeras possibilidades distintas com tanta aplicação a surgir no mercado como cogumelos em terras férteis deste país de costa marítima e cada vez mais propício a intempéries que até nos deixam sem rede móvel.

Vá, se quiseres contactar comigo, além dos sistemas de Messenger de FacebookInstagram e Twitter, tens ainda o Whatsapp, o e-mail e aqui o blog. Podes enviar-me a mensagem que quiseres porque a resposta será feita, nas suas devidas condições assim que possível e dentro dos prazos legais consoante a agenda de uma pessoa muito, mas mesmo muito ocupada... Eu!

08
Ago18

Controlo temporal nas redes sociais

| O Informador

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Um tema que tem vindo a ser debatido nos últimos tempos vai de encontro ao aumento da duração que cada um de nós passa ligado às redes sociais. Agora FacebookInstagram revelam que existirão novidades através de uma nova ferramenta que irá controlar e alertar consequentemente os utilizadores sobre o tempo que passam diariamente nas respetivas plataformas sociais. A intenção é ajudarem as pessoas a controlarem as suas ligações às redes sociais para que o tempo que lhes seja dedicado seja intencional e não como uma banalidade cada vez mais habitual. 

Ao que tudo indica, o novo painel, que irá estar inserido nas Definições, irá revelar o tempo dispendido ao longo dos últimos sete dias, fazendo também um alerta sobre o uso diário da aplicação, existindo ainda a possibilidade de serem recebidas menos notificações para que não exista tanto incentivo em entrar na rede social ao longo do dia. Ao que parece, e segundo alguma imprensa mundial, este sistema não irá ser somente implementado nas redes sociais acima referidas, sendo que também a Apple e a Google irão inserir nos seus novos lançamentos uma funcionalidade semelhante de alerta sobre os tempos de consumo de cada aplicação para que possa existir um maior controlo e consciencializar os utilizadores. Segundo o comunicado lançado, estas novas ferramentas foram desenvolvidas com a colaboração de especialistas em saúde mental e académicos, tendo estas alterações recebido o apoio da Sociedade de Saúde Pública. Nas próximas semanas as alterações irão sendo lançadas de forma gradual a nível global.

06
Ago18

Ego a mais ou negativismo?

| O Informador

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Circulando pelas redes sociais por vezes dou com a mente a divagar sobre a razão de algumas pessoas fazerem «gosto» nas suas próprias partilhas, sejam elas de frases rotineiras, citações ou imagens. Qual será o motivo para que a pessoa que publica algo para os outros verem faça também um «like» na sua partilha? Não será este um ato estranho? Tenho duas ideias bem opostas sobre quem tem este tipo de comportamentos!

Os «gostos» próprios poderão revelar confiança a mais ou pelo contrário algum negativismo sobre poucos visitarem o seu perfil e mostrarem agrado com a partilha. Se por um lado fazem o clique nas suas próprias publicações como forma de mostrarem realmente que adoram o que dizem e partilham, mostram também aquele pessimismo de que é necessário chamar a atenção dos outros sobre certa publicação que já está a ter algumas reações, mesmo que essas sejam do próprio publicador que gosta tanto do que diz e faz que nem consegue resistir em dar um «like» ao que acaba de partilhar pelo seu perfil. Isto é um pouco como que fazer um auto elogio, só que neste caso elogia-se o que se publica pelas redes sociais para que os outros possam também valorizar. 

21
Jul18

As minhas redes sociais

| O Informador

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As redes sociais são fundamentais nos dias que correm para chegarmos a um outro público que não visita os blogs só porque gostam. Tudo o que é partilhado, dos links aos comentários no Facebook e Twitter, às imagens pelo Instagram, onde tudo é quase praticamente mostrado em direto, as redes sociais são o principal veículo para se poder chegar a um maior número de pessoas que poderão ganhar curiosidade para visitarem o centro da questão, a base para que os vários perfis nas redes sociais tenham surgido, levando o nome do blog atrás, como sempre tenho feito. 

Sou fã das redes sociais, uso neste momento muito mais o Instagram, deixando o Facebook mesmo para terceiro plano. A questão simplesmente é colocada pela simplicidade com que tudo é partilhado através de uma imagem que, usando uma expressão bem comum, «vale mais do que mil palavras». O Facebook aos poucos começa a ficar para trás, no entanto é usado como um dos principais pontos de partilha de que faço uso para ajudar a divulgar o que vou publicando no blog. Os links, o que está a ser escrito para ser publicado daqui a uns dias, as próprias imagens do Instagram que passam diretamente para as outras redes sociais. Depois existe o Twitter onde também as partilhas feitas pelas outras redes são conduzidas de forma direta, ajudando ainda a colocar desabafos rápidos do dia-a-dia e sobre os últimos acontecimentos que estão a acontecer. 

05
Jul18

Vícios online

| O Informador

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Constantemente somos levados a proferir determinados comentários sobre o modo como os jovens, desde bem cedo, olham para o mundo dos jogos online, dos vídeos e das redes sociais onde conseguem passar horas e horas sem desviarem o olhar e mesmo o pensamento sobre os ecrãs de televisão, tablet e telemóvel, deixando cada vez mais os computadores para trás nesse campo. E nós, os adultos que também passamos bastante tempo agarrados às novas tecnologias com os novos e mais variados atrativos que nos são fornecidos para entreter como forma de matar o tempo, ninguém nos chama a atenção?

Se formos a olhar por vezes para um grupo que esteja aparentemente a conversar, seja em casa ou num local público, percebemos que em vários casos o telemóvel está na mão, com o ecrã bem ligado e não são só as redes sociais são motivo de entretenimento, estando também um jogo ou outro a surgir no ecrã, ouvindo o tema que está a ser debatido na mesa mas prestando atenção a um determinado nível que estamos quase a ultrapassar e onde não queremos perder por nada. E os vídeos que são vistos ao longo desse tempo e por vezes até partilhados via online com quem está na mesa para que outros se distraiam e peguem no telemóvel? Chamamos os mais novos de viciados e pedimos para que nos deem alguma atenção quando estamos a conversar para que não estejam sempre ligados ao mundo online, no entanto acabamos por seguir determinados comportamentos que não são exemplo algum para o que queremos mostrar aos outros. 

Confesso que tento não mexer muito no telemóvel quando existe conversa a debater ou quando estou entre amigos e família porque nem tudo é possível através dos jogos e das redes sociais, mas por vezes tenho que me auto reprimir porque caio num erro cada vez mais comum a todos. O vício do social digital tem acabado ao longo dos anos por abafar conversas e até os jogos, aqueles que nos deixam nervosos porque passamos algum tempo a bloquear num determinado ponto sem conseguirmos seguir em frente, nos deixam de fora de determinados momentos em sociedade real que é tão importante e que andamos a dar cada vez menor valor.

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