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O Informador

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26
Jun20

Ora! Ora! Upa! Upa!

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Voltei, voltei, voltei a casa! Ah pois é, o cachopo voltou a casa, a uns vinte minutos de Lisboa - mas não vou falar disso para não perder alguns leitores que possam pensar que o Covid19 também se transmita via internet. 

Uns bons dias alentejanos e lá regressei, ainda não para trabalhar porque esses dias ainda estão a umas semanas de distância mas para tratar de mim e continuar a descansar num misto entre casa, praia e passeios em segurança. Já marquei consultas, já pensei nos euros que irei gastar pelas próximas semanas, já percebi que em sistema de lay-off os gastos com a saúde ultrapassam sempre o orçamento mensal mas existem coisas a que não se deve fugir e já que estou numa pausa forçada prefiro tratar de mim neste momento do que deixar quando já tiver horários a cumprir. 

Assim sendo as próximas semanas são para ficar por casa, entre consultas, obrigações e também praia e passeios, num misto de dias livres e mais preenchidos para não me cansar com rotinas entre casa, casa, casa e casa. 

23
Fev20

Pausas pessoais são pausas

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Dizem-me para contar e mostrar um pouco mais dos locais onde fico, quando vou de férias ou fim-de-semana, hospedado. Já o cheguei a fazer, no entanto neste momento não vejo que faça sentido estar a mostrar com alguma descrição os lugares onde pernoito e que me recebem por uns dias. 

Tiro fotografias, publico o que acho aceitável pelas redes sociais mas ficamos por ai, não gostando de entrar em pormenores sobre se aconselho certo local ou não. Primeiro porque escolho as estadias consoante as possibilidades dos meus bolsos, o que pode não agradar a quem procura grandes hotéis e locais paradisíacos, e depois porque vou para descansar, não estando propriamente atrás de uma avaliação para que outros possam conhecer certos lugares onde já estive. 

Um dia, quem sabe, poderei alterar as ideias sobre a partilha dos momentos de descanso aqui pelo blog, entretanto não esperem ver pelos próximos tempos grandes textos sobre dicas para ficar e visitar por existir uma fraca possibilidade disso acontecer em breve. Um dia será sempre um dia, e as possibilidades são sempre hipóteses, como tal não digo que não, mas para o meu bem estar pelos momentos de descanso não o irei fazer assim de forma tão espontânea. 

04
Set19

Voltei! Voltei! Voltei!

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Foram duas semanas de pausa e que boa pausa. Desta vez descansei e fiquei quase, mas não consegui ficar totalmente, longe do computador, o que já não acontecia há bastante tempo. Este sim é o caminho a seguir com o pensamento de que férias são férias, podemos pensar, mas convém fazer a pausa total de tudo para depois voltarmos com energia, novas ideias e totalmente frescos para mais uns meses de trabalho. 

Férias no trabalho e fora de casa significaram também desta vez ficar quase totalmente com o computador desligado para não criar conteúdos para o blog. Liguei somente um dia, fiz dois textos a nível literário e posso dizer que o que fiz chegou porque além de ter feito todos os preparativos para não vos deixar a zeros durante duas semanas consegui deitar e acordar sem qualquer obrigação de que devia procurar internet para ligar o computador, uma vez que não gosto de entrar no blog via telemóvel. Descansei, não pensei em escrever rigorosamente nada, lá surgiram alguns, mas poucos, temas para desenvolver pelos próximos dias, mas pelo menos nestas férias fiquei ausente deste mundo, ligado às redes sociais sim, mas deixei de lado tudo o resto e como foi bom!

14
Ago19

Literatura para finais de Agosto

Sugestões

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Agosto é mês de férias e em momentos de pausa as leituras costumam fazer companhia a todos nós para que o descanso seja passado também na companhia de boas histórias criadas para nos entreter, inspirar e ajudar. A pensar nos próximos dias, uma vez que também irei estar a descansar, optei por criar um texto sugestivo sobre alguns dos livros que estão a ser lançados e que parecem poder ser a companhia ideal para os diferentes gostos literários. 

 

Três Mulheres, de Lisa Taddeo, é um dos livros mais vendidos e falados do ano, sendo um retrato real da sexualidade e intimidade das mulheres. Três histórias verídicas que são relatadas com base num trabalho de investigação que se prolongou por dez anos. Este é um livro de memórias e testemunhos destinado aos leitores que gostam de conhecer histórias verídicas com que se possam identificar. 

 

O Anjo Caído é o thriller de Daniel Silva que volta a colocar Gabriel Allon no centro de toda a ação quando é chamado a entrar no Vaticano para uma nova investigação onde o futuro do planeta pode estar comprometido se tudo não ficar resolvido a tempo. Um regresso do autor e da sua personagem central a um espaço que já é bem conhecido pelos leitores que seguem a obra de Daniel Silva. 

 

Pepetela lançou Jaime Bunda e a Morte do Americano, livro que é lançado em Portugal pela Dom Quixote. Neste novo romance o regresso do divertido James Bond angolano e das suas aventuras acontece e as novas aventuras acontecem em Benguela, debatendo uma sociedade que Pepetela bem conhece. 

 

Um livro que promete perante os volumes já lançados é a terceira parte de A Revolta de Atlas, da autoria de Ayn Rand. Numa mistura de thriller com filosofia e questões que envolvem política, metafísica, economia, sexo e ética, neste livro a forma de estar e pensar de Ayn Rand é descrita para que o leitor se debata sobre os seus ideais. Não conheço os volumes anteriores, mas acredito que estes livros sejam uma celebração da vida e do positivismo com que a enfrentarmos. 

02
Jun19

Torre Eiffel

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O final de tarde do primeiro dia em Paris foi para passar pela Torre Eiffel. Na mente já tinha a ideia bem vincada de que não iria subir. No local ainda hesitei se deveria ceder ou não em me deixar ir até à fila, uma vez que não tinha o bilhete comprado porque a ideia era só ver do chão e não subir. Hesitei mas foi percetível através de informação de que não dava para subir ao topo, ficando assim a ganhar e sem ser mais pressionado a subir a um dos principais destaques de Paris. 

Construída em 1889 pela mão do design Gustave Eiffel, com mais de trezentos metros de altura, a Torre Eiffel foi criada para servir de representação na Exposição Universal de Paris, e rapidamente se tornou no símbolo da cidade até aos dias que correm, mesmo criando na época alguma discórdia. 

Atualmente, a Torre Eiffel recebe milhares de turistas de forma diária, mas alguns, como eu, recusam subir aos diversos pisos disponíveis por causa das vertigens. Sei que é uma experiência única e que quem visita Paris devia obrigatoriamente de subir até ao último piso do monumento, seja de elevador ou subindo os mil seiscentos e sessenta e cinco degraus. Não consegui, hesitei, mas não tentei sequer. Dizem que subir a Torre Eiffel de noite é lindo e acredito nessa forte possibilidade mas optei por não seguir os conselhos e nem de dia nem de noite enfrentei o meu próprio receio das alturas. 

Andar pelas redondezas do monumento idealizado por Gustave Eiffel satisfez-me. Talvez se subisse conseguiria enfrentar os receios que tenho de estar umas centenas de metros acima do chão e não pensaria que tudo iria cair naquele momento, mas desta vez ainda não consegui contrariar as minhas próprias ideias de queda súbita.