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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

02
Jun19

Torre Eiffel

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O final de tarde do primeiro dia em Paris foi para passar pela Torre Eiffel. Na mente já tinha a ideia bem vincada de que não iria subir. No local ainda hesitei se deveria ceder ou não em me deixar ir até à fila, uma vez que não tinha o bilhete comprado porque a ideia era só ver do chão e não subir. Hesitei mas foi percetível através de informação de que não dava para subir ao topo, ficando assim a ganhar e sem ser mais pressionado a subir a um dos principais destaques de Paris. 

Construída em 1889 pela mão do design Gustave Eiffel, com mais de trezentos metros de altura, a Torre Eiffel foi criada para servir de representação na Exposição Universal de Paris, e rapidamente se tornou no símbolo da cidade até aos dias que correm, mesmo criando na época alguma discórdia. 

Atualmente, a Torre Eiffel recebe milhares de turistas de forma diária, mas alguns, como eu, recusam subir aos diversos pisos disponíveis por causa das vertigens. Sei que é uma experiência única e que quem visita Paris devia obrigatoriamente de subir até ao último piso do monumento, seja de elevador ou subindo os mil seiscentos e sessenta e cinco degraus. Não consegui, hesitei, mas não tentei sequer. Dizem que subir a Torre Eiffel de noite é lindo e acredito nessa forte possibilidade mas optei por não seguir os conselhos e nem de dia nem de noite enfrentei o meu próprio receio das alturas. 

Andar pelas redondezas do monumento idealizado por Gustave Eiffel satisfez-me. Talvez se subisse conseguiria enfrentar os receios que tenho de estar umas centenas de metros acima do chão e não pensaria que tudo iria cair naquele momento, mas desta vez ainda não consegui contrariar as minhas próprias ideias de queda súbita. 

01
Jun19

Os mais novos e os tempos livres

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Dia Mundial da Criança é sempre motivo para celebrar com os mais novos e aproveitar as iniciativas que vão sendo lançadas por autarquias e organizações como forma de festejar este dia dedicado aos mais novos. 

Sendo sempre bom relembrar o que nem devia ser chamado a atenção, que todos os dias são importantes para se dar atenção aos outros, onde se incluem os mais novos, o essencial é valorizar e preservar sempre o bem-estar das crianças, criando um bom ambiente, sabendo estar educando, incentivando e ensinando para uma boa ajuda no seu crescimento. Em tempos escolares ou férias, sempre há que incentivar também os mais novos a terem as suas próprias responsabilidades e atividades em casa ou fora dela para que não se tornem em jovens fechados e adultos frustrados. 

Como forma de incentivar o lazer nos tempos livres, a JB tem os produtos ideais para ocupar em boa forma crianças e adultos em atividades familiares e lúdicas. Tendo no seu catálogo diversas marcas viradas para a educação, literatura, escritório, jogos e brinquedos, como é o caso da Panini e da Primo, várias são as ofertas disponíveis e que podem ser adquiridas de forma online e numa encomenda rápida que dentro de poucos dias é entregue e pode de imediato ser utilizada. 

 

31
Mai19

Basílica do Sacré Coeur

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A visita a Paris começou precisamente por subir até ao bairro de Montmartre para visitar principalmente a Basílica do Sacré-Coeur onde antes de entrar no espaço religioso tenho que destacar a fantástica vista sobre a cidade que é conseguida daquele ponto. 

Envolvida numa ambiente especial e que é notório e sentido ao visitar o local, Sacré Coeur foi edificada em 1875 numa obra idealizada por Paul Abadie e ainda hoje consegue manter muito do projeto iniciar para que os milhares de visitantes diários do local sintam a verdadeira força de um projeto religioso que junta num só espaço a crença, a beleza e o poder numa edificação que pode ser vista por inúmeros pontos da cidade. 

Após pesquisa posterior, fiquei a saber que Sacré Coeur conta com oitenta e três metros de comprimento, trinta e cinco de largura e a sua torre tem também oitenta e três metros de altura, tendo levado quase trinta anos a ser construída, entre 1875 e 1914.

A ideia com que ia do local seria a de mais uma basília, como as que existem em Portugal, mas ao entrar percebi que não a ideia não se formulou. A grandeza das pinturas, o encaixe da arquitectura e a tranquilidade sentida no local são únicos. O respeito é notório, a paz é refletida e a organização e cuidado para manter a obra e fazer melhor existem como forma de culto. Adorei visitar Sacré Coeur, a basília mais alta de Paris, tal como a zona onde se encontra. 

Após a saída do interior da principal atração da zona, eis que fiz um pequeno percurso pelo bairro de Montmartre onde encontrei uma variedade de lojas viradas principalmente para o turismo, tal como restaurantes bem franceses e especializados, mostrando uma zona mais requintada no que toca à oferta gastronómica. O ambiente é especial em torno de Sacré Coeur, encontrando o bairro dos pintores, bem conhecido entre o turismo mundial. Entre galerias espalhadas pelas ruas estreitas onde pintores ambulantes também oferecem os seus serviços e a praça onde os artistas trabalham e têm as suas obras em destaque.

 

27
Mai19

Paris, já fui e voltei!

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Estou de volta ao dia-a-dia normal!

Conheci um pouco de Paris ao longo de cinco dias, apresentei-me e desfrutei de uma cultura semelhante mas com diferenças notórias da nossa em Portugal. Foram dias de visitas, diversão e muito cansaço, tendo chegado ao fim com a ideia que muito vi e descobri mas que ficou tanto por percorrer.

Visitei o Museu do Louvre, fui até Montmartre, onde encontrei a rua dos pintores e Sacré-Coeur, passei pela Torre Eiffel, fui surpreendido por Sainte Chapelle, fiquei desiludido ao visitar o Palácio de Versalhes e já estava cansado quando entrei nos vários museus em torno do Palácio dos Inválidos. A diversão aconteceu na Disneylândia e o regresso aconteceu com a ideia de desejo cumprido, viagem positiva e desejo de voltar daqui a uns tempos para ver, com mais calma, o que ficou para trás por falta de tempo. 

Pelos próximos dias irei contar um pouco mais sobre este passeio e o que fui sentindo ao longo desta visita por França, mas por agora me fico por aqui porque é necessário descansar das férias antes mesmo de regressar ao trabalho. 

01
Fev19

Férias em Fevereiro

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Atenção meus caros colegas, seguidores, amigos e companheiros de percurso, este aviso é para todos vocês! Informo que este mês irei entrar de férias a partir de dia 10 e as mesmas serão prolongadas até dia 21.

Um Fevereiro com onze dias de descanso seguidos, sem a companhia ideal com direito a férias por estes dias e eu sem saber se me consigo aguentar uns dias a solo num recanto alentejano. Já alguma vez passaram uma semana longe da vossa rotina do dia-a-dia, em descanso total e a sós? Neste momento estou com a dúvida se me consigo aguentar durante uns dias de pausa sozinho, aproveitando para descansar, dormir sem horários e aproveitando para escrever, ler, ver as minhas séries, passeando e conhecendo novos recantos de um local que já conheço mas onde existe sempre algo de novo para descobrir. 

20
Abr18

Sete anos depois...

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Uma imagem, uma recordação representativa de um momento! Não me lembrava desta fotografia, tirada no Funchal, há precisamente sete anos, mas a passagem pelas redes sociais, que nos vão alertando sobre o que andamos a fazer neste dias pelos anos anteriores, ajudou-me a relembrar que estava de férias, livre e feliz. É assim que recordo aqueles dias passados na ilha por onde subi e desci ruas e conheci lugares onde tenciono voltar para redescobrir e também para que consiga visitar o outro lado da Madeira, a parte mais tradicional, mais rural, e onde em 2011 não fui. 

A imagem indica-me liberdade e paz, sendo que as memórias que tenho daqueles dias são essas mesmas porque ali vivi ao sabor da maré, sem horários, sem pressas e sem os constrangimentos do dia-a-dia, onde as correrias e os problemas surgem sem pedirmos. Naquelas férias descansei, conheci, sorri, voei, flutuei, saboreei e acima de tudo vivi e amei.

Desta imagem destaco ainda o facto de andar com uma mini máquina fotográfica, algo que os telemóveis destronaram na minha vida, um quispo que ainda faz parte do meu guarda-roupa, tal como o lenço preto que ficará para sempre comigo por ter um significado especial. Tudo o resto já foi porque vivemos de memórias mas também de mudanças e se vamos crescendo física e psicologicamente, tudo o que nos vai ajudando a compor também tem a obrigação de ser reciclado. 

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