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O Informador

Eu! Uma pessoa distraída!

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Distraído enquanto circulava num jardim, onde um grupo de seniores dançava num momento festivo pelo final de um ano letivo de aulas para tempos livres, como a dança, o canto, pintura e por aí fora, eis que a concentração no grupo enquanto andava era tanta que me deixei levar e lá fui embater com um poste de eletricidade. 

É isso mesmo, quando senti já estava com a testa no pilar, os óculos de sol a meio da cara e uma dor no local do impacto a começar a anunciar-se. Rapidamente tentei disfarçar, claro, peguei no telemóvel e de câmara ligada para perceber como tinha ficado a testa, a sangrar, o que com uma lavagem e o ar depois a bater acabou por passar rapidamente. 

Vila de trânsito demorado

Pessoas com centenas de lugares de estacionamento acham que podem e devem deixar o seu carro à porta dos estabelecimentos, a ocuparem parte da estrada. Além de fazerem os peões circularem lado a lado com os veículos ainda conseguem mostrar desagrado quando um condutor com falta de paciência se mostra aborrecido com a sua falta de bom senso.

Locais de estacionamento existem e o que falta mesmo é a falta de civismo que existe perante o próximo! Desde que se desenrasquem, os outros podem esperar e ficarem encalhados em espera porque o importante é o ego de quem somente deixou o veículo mal estacionado para não ter de andar muito a pé!

Estabelecer horários!

Sim, há algum tempo que tenho deixado a leitura para trás em detrimento de outras ocupações, mas a falta que os livros me fazem começa a pesar e os horários que tenho mais ou menos estabelecidos para o pôs-laboral têm que voltar a ser repensados, voltando a incluir um maior espaço para as obras escritas!

Estes meses em que comecei a ler menos e deixei de ter três e quatro livros por mês como companheiros de mesa-de-cabeceira, passando a ler apenas um ou nem isso ao longo de quatro ou cinco semanas, começam agora a pensar, sentindo a falta de ter bons livros à espera para serem lidos com aquela curiosidade de outros tempos. É certo que existem fases para tudo e que já passei por este estado anteriormente, mas agora volto a sentir a falta daquelas horas que passava agarrado a um livro onde queria chegar ao seu final e conhecer como as suas principais personagens terminavam.

Regresso aos treinos!

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O tempo ainda se mostra instável mas quando o sol brilha lá aparece um sinal de que a Primavera quer aparecer de vez para ficar. Com os dias mais longos chegou também a vontade de voltar aos treinos que abandonei no início de Outubro quando o frio e a constipação se uniram à preguiça. 

Confesso que neste primeiro dia custou um pouco porque seis meses de pausa fizeram mossa num corpo que voltou a andar muito mais parado e sem o andamento de corrida. Nem aos três quilómetros e meio consegui chegar e no meio disto andei ainda uns bons metros porque não aguentei a pedalada mais apressada do início ao fim. 

Para um regresso não está mau mas pensei que conseguiria fazer melhor! No final da corrida, deixei-me descansar um pouco e depois exercitei braços e pernas para me habituar também a não correr, esticar os músculos e já está!

Escrever um livro

De há uns dias para cá a ideia de escrever um livro têm-me deixado a pensar no assunto, estando mesmo com aquela vontade de começar a colocar mãos à obra, elaborar um enredo, as suas personagens e dar o primeiro passo na obra!

Já tinha tido este tipo de pensamentos por outros tempos, mas agora sinto-me com melhores bases e algo me tem andado a dizer conscientemente que tenho que colocar os pontos no sítio e seguir com a ideia em frente. Conseguirei elaborar uma boa história a ponto de vir a ser publicada por uma editora nacional? Não quero e nem tenho necessidade de fazer as coisas com pressa e a pensar no amanhã, mas quero fazer algo, quero criar a minha narrativa, elaborar uma boa história, com personagens bem estruturadas e com cabeça, tronco e membros.

Não quero escrever por escrever, quero fazer um bom trabalho, tendo consciência de que conseguir publicar algo do género não é nada fácil, fazendo com que tenha um grau de exigência comigo próprio superior ao que existiria se não houvesse tal pressão!

A minha auto questão é se consigo fazer o que quero sem perder o fio à meada e se passados uns dias não me aparece aquele sentimento de desespero e consequente abandono para com o projeto. A ideia seria começar a dedicar-em à escrita do livro, contando como as coisas estão a correr por aqui, falando também das personagens e começando a dar a conhecer as mesmas aos leitores do blog. Mas e se depois desisto da ideia e não a consigo terminar e lutar seguidamente pela sua publicação?

Ir à Vila

Casaleiros ou habitantes por detrás do sol posto, é assim que muitas pessoas se referem aos que vivem fora dos grandes centros urbanos, como é o meu caso! Não vivo num local longínquo, no entanto também não vivo isolado do mundo, estando a menos de cinco minutos do centro do concelho. Agora, o que reparei há uns dias em conversa é que quando me refiro em ir até Alenquer, acabo por dizer que vou à Vila. Sim, todos aqui por casa dizemos que vamos à Vila quando saímos de casa, deixamos a aldeia e necessitamos de ir ao centro, onde os supermercados e serviços estão disponíveis a todos.

Ir à Vila é daquelas coisas normais que quem sempre viveu na cidade ou na dita Vila não percebe. Eu, que sempre habitei na aldeia, fui habituado a referir-me a Alenquer como a Vila, aquela que tal como milhares de outras pelo país é o local de encontro de todos os munícipes da zona.

Não refiro que vou à Vila com mais nenhum local porque tudo o resto é normal. Vou ao Carregado, a Azambuja, ao Cartaxo, todas vilas mas nenhuma como a minha, aquela onde sempre fui habituado a viver, aquela a que todos nos referimos e percebemos qual o verdadeiro significado da palavra. Qual a diferença de dizer que vou à Vila ou que vou até Alenquer? Nenhuma mesmo, no entanto ir até à Vila ou ir até ao Carregado já é bem diferente. A razão? Simples, Alenquer é a Vila e o Carregado mesmo sendo Vila não passa do Carregado!

Algo confusa a explicação? Nada disso, sendo que a confusão neste caso só existe em quem não percebe o verdadeiro sentido de viver numa aldeia próxima de tudo mas que os outros acham que fica no final do mundo!

Vou indo, ou melhor, vou até à Vila porque já devem estar cansados de tanto ler a mesma palavra num só texto!

Tempo de poupança

Assumo a partir de agora que ao longo deste ano a regra pessoal será poupar, poupar e poupar. Não digo que não faça as coisas a que estou habituado e que recusarei gastos extraordinários, nada disso, o que quero é ter um maior cuidado com as contas que por vezes passam do razoável sem qualquer necessidade própria.

Em suma, irei começar a planear o mês de uma melhor forma, pensando no que terei para pagar e comprar por obrigação, percebendo depois se existe espaço para roupa, livros e afins e ainda conseguir separar o valor que coloquei em mente para transferir para a conta poupança no final de cada mês.

Se tiver que pagar algo mais caro que não possa passar para as semanas seguintes, controlo-me com as idas aos centros comerciais e às compras pela internet. Se tiver mais livre, já com a poupança colocada de lado, aí poderei dedicar um pouco mais do ordenado à minha pessoa.

Quero poupar ao longo deste ano de 2015 e para isso terei que fechar um pouco os cordões à bolsa e não trazer tantas coisas para casa. Por vezes dou por mim a pensar que preciso de um novo par de calças ou camisola com tanta roupa por casa que não uso há meses! Será mesmo necessário andar a comprar, comprar e comprar para ir acumulando, acumulando e acumulando?!

Vou tentar controlar os meus gastos porque estou em Tempo de Poupança ao longo dos próximos meses, tudo com uma finalidade!

Primeiro dia bem caseiro

Acho que é a primeira vez que passo todo o dia 1 de Janeiro, desde que acordei da noite de passagem de ano até voltar a deitar, em casa. Não sai, pouco comi, aproveitando para ficar pela cama a descansar, com a televisão com as séries do momento e o computador ligado, muitas horas sem perceber com que finalidade.

Por ter ficado em casa neste primeiro dia do ano será que poderei arriscar que os próximos meses simbolizarão que conseguirei ser mais caseiro e poupado? Espero e desejo que isso aconteça mesmo, precisando de passar mais tempo com as minhas coisas, sossegado no meu canto e sem grandes festejos! 

A idade começa a fazer-se sentir e a vontade de acalmar e passar os meus dias livres e frios por casa acaba por saber cada vez melhor! Abençoado primeiro dia de 2015!

Roupa apertada

Há anos que queria engordar e não conseguia! Agora ganhei seis quilos e sinto-me bem, o pior é que tenho várias peças de roupa que estão a ficar-me apertadas! Coisas de mulheres? Não, os homens também engordam e ficam com problemas no guarda-fatos!

Tenho vários pares de calças que vestia há algum tempo e que agora além de umas que não consigo sequer abotoar, existem as outras que ficam apertadas, parecendo que a qualquer momento podem romper no local mais indesejado possível. Engordei, ganhei peso e estou a ficar sem roupa! No que toca ao vestuário que cobre a parte superior do corpo noto que estou com tudo mais justos mas nada para entrar em alerta, só as calças é que ora bolas, estão a deixar de servir!

Tanto desejei que consegui engordar alguma coisa que se veja, depois de talvez oito/dez anos sempre a rondar os 66kg. Agora já ando pelos 72kg e mesmo que possa estar a caminhar para a falta de roupa aqui por casa de tamanho normal para o meu volume, sinto-me bem e isso é o mais importante!