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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Eu! Uma pessoa distraída!

17
Jun18

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Distraído enquanto circulava num jardim, onde um grupo de seniores dançava num momento festivo pelo final de um ano letivo de aulas para tempos livres, como a dança, o canto, pintura e por aí fora, eis que a concentração no grupo enquanto andava era tanta que me deixei levar e lá fui embater com um poste de eletricidade. 

É isso mesmo, quando senti já estava com a testa no pilar, os óculos de sol a meio da cara e uma dor no local do impacto a começar a anunciar-se. Rapidamente tentei disfarçar, claro, peguei no telemóvel e de câmara ligada para perceber como tinha ficado a testa, a sangrar, o que com uma lavagem e o ar depois a bater acabou por passar rapidamente. 

Vila de trânsito demorado

24
Abr16

Pessoas com centenas de lugares de estacionamento acham que podem e devem deixar o seu carro à porta dos estabelecimentos, a ocuparem parte da estrada. Além de fazerem os peões circularem lado a lado com os veículos ainda conseguem mostrar desagrado quando um condutor com falta de paciência se mostra aborrecido com a sua falta de bom senso.

Locais de estacionamento existem e o que falta mesmo é a falta de civismo que existe perante o próximo! Desde que se desenrasquem, os outros podem esperar e ficarem encalhados em espera porque o importante é o ego de quem somente deixou o veículo mal estacionado para não ter de andar muito a pé!

Estabelecer horários!

17
Abr16

Sim, há algum tempo que tenho deixado a leitura para trás em detrimento de outras ocupações, mas a falta que os livros me fazem começa a pesar e os horários que tenho mais ou menos estabelecidos para o pôs-laboral têm que voltar a ser repensados, voltando a incluir um maior espaço para as obras escritas!

Estes meses em que comecei a ler menos e deixei de ter três e quatro livros por mês como companheiros de mesa-de-cabeceira, passando a ler apenas um ou nem isso ao longo de quatro ou cinco semanas, começam agora a pensar, sentindo a falta de ter bons livros à espera para serem lidos com aquela curiosidade de outros tempos. É certo que existem fases para tudo e que já passei por este estado anteriormente, mas agora volto a sentir a falta daquelas horas que passava agarrado a um livro onde queria chegar ao seu final e conhecer como as suas principais personagens terminavam.

Regresso aos treinos!

11
Abr16

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O tempo ainda se mostra instável mas quando o sol brilha lá aparece um sinal de que a Primavera quer aparecer de vez para ficar. Com os dias mais longos chegou também a vontade de voltar aos treinos que abandonei no início de Outubro quando o frio e a constipação se uniram à preguiça. 

Confesso que neste primeiro dia custou um pouco porque seis meses de pausa fizeram mossa num corpo que voltou a andar muito mais parado e sem o andamento de corrida. Nem aos três quilómetros e meio consegui chegar e no meio disto andei ainda uns bons metros porque não aguentei a pedalada mais apressada do início ao fim. 

Para um regresso não está mau mas pensei que conseguiria fazer melhor! No final da corrida, deixei-me descansar um pouco e depois exercitei braços e pernas para me habituar também a não correr, esticar os músculos e já está!

Escrever um livro

01
Abr16

De há uns dias para cá a ideia de escrever um livro têm-me deixado a pensar no assunto, estando mesmo com aquela vontade de começar a colocar mãos à obra, elaborar um enredo, as suas personagens e dar o primeiro passo na obra!

Já tinha tido este tipo de pensamentos por outros tempos, mas agora sinto-me com melhores bases e algo me tem andado a dizer conscientemente que tenho que colocar os pontos no sítio e seguir com a ideia em frente. Conseguirei elaborar uma boa história a ponto de vir a ser publicada por uma editora nacional? Não quero e nem tenho necessidade de fazer as coisas com pressa e a pensar no amanhã, mas quero fazer algo, quero criar a minha narrativa, elaborar uma boa história, com personagens bem estruturadas e com cabeça, tronco e membros.

Não quero escrever por escrever, quero fazer um bom trabalho, tendo consciência de que conseguir publicar algo do género não é nada fácil, fazendo com que tenha um grau de exigência comigo próprio superior ao que existiria se não houvesse tal pressão!

A minha auto questão é se consigo fazer o que quero sem perder o fio à meada e se passados uns dias não me aparece aquele sentimento de desespero e consequente abandono para com o projeto. A ideia seria começar a dedicar-em à escrita do livro, contando como as coisas estão a correr por aqui, falando também das personagens e começando a dar a conhecer as mesmas aos leitores do blog. Mas e se depois desisto da ideia e não a consigo terminar e lutar seguidamente pela sua publicação?

Ir à Vila

03
Fev15

Casaleiros ou habitantes por detrás do sol posto, é assim que muitas pessoas se referem aos que vivem fora dos grandes centros urbanos, como é o meu caso! Não vivo num local longínquo, no entanto também não vivo isolado do mundo, estando a menos de cinco minutos do centro do concelho. Agora, o que reparei há uns dias em conversa é que quando me refiro em ir até Alenquer, acabo por dizer que vou à Vila. Sim, todos aqui por casa dizemos que vamos à Vila quando saímos de casa, deixamos a aldeia e necessitamos de ir ao centro, onde os supermercados e serviços estão disponíveis a todos.

Ir à Vila é daquelas coisas normais que quem sempre viveu na cidade ou na dita Vila não percebe. Eu, que sempre habitei na aldeia, fui habituado a referir-me a Alenquer como a Vila, aquela que tal como milhares de outras pelo país é o local de encontro de todos os munícipes da zona.

Não refiro que vou à Vila com mais nenhum local porque tudo o resto é normal. Vou ao Carregado, a Azambuja, ao Cartaxo, todas vilas mas nenhuma como a minha, aquela onde sempre fui habituado a viver, aquela a que todos nos referimos e percebemos qual o verdadeiro significado da palavra. Qual a diferença de dizer que vou à Vila ou que vou até Alenquer? Nenhuma mesmo, no entanto ir até à Vila ou ir até ao Carregado já é bem diferente. A razão? Simples, Alenquer é a Vila e o Carregado mesmo sendo Vila não passa do Carregado!

Algo confusa a explicação? Nada disso, sendo que a confusão neste caso só existe em quem não percebe o verdadeiro sentido de viver numa aldeia próxima de tudo mas que os outros acham que fica no final do mundo!

Vou indo, ou melhor, vou até à Vila porque já devem estar cansados de tanto ler a mesma palavra num só texto!