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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Pensamentos guardados

Publicado por O Informador, 24.11.19

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Criação e elaboração nem sempre andam de mãos dadas por este espaço só meu mas disponível para todos.

Sentado, vários dias, ecrã ligado, som de fundo, e as lembranças não aparecem, a fonte para desenvolver uma nova escrita não surge e os dedos parecem bloqueados para começarem a criar texto atrás de texto. Existem toques, ligeiros pensamentos, e o depois não aparece, como se a mente estive bloqueada pelo cansaço de dias corridos, sem tempo para parar, pensar e guardar para que depois tudo seja possível passar para palavras escritas. 

Na verdade existe vontade de escrever, não existe é conteúdo para se colocar em prática essa vontade que parece vazia aquando do momento de se colocar os pontos nos iiis. 

Os pensamentos não querem serem transmitidos e as desculpas são as mais variadas e nem sempre contadas por não existir necessidade de revelar tudo. Somos livres, liberais e lutamos pela liberdade individual e coletiva num todo em que tudo se pode saber mas onde também existem entraves que devem ser moderados. 

Acordar cedo na folga

Publicado por O Informador, 26.10.19

 

Folga! Hoje é dia de pausa no trabalho e por esta hora, 07h36, quando escrevo estas palavras, já é habitual estar acordado para me despachar com os rituais habituais. Se acordo antes do despertador tocar, espero que o mesmo dê o seu alerta, depois fico aquele minuto deitado a acordar devagar até me levantar e esticar. Hoje, acordei antes do horário habitual para ir trabalhar e sem despertador e aqui estou eu. 

Acordei, esperei para tentar voltar a adormecer mas não resultou. Levantei, fui despachar os trabalhos de wc, de seguida peguei num iogurte e trouxe até ao quarto para ir comendo enquanto o computador ligava. Não te assustes que não como só um iogurte de manhã porque vou dividindo o pequeno-almoço em várias parte ao longo de duas horas. Já aqui estou no computador, a escrever e nisto já são agora 07h43 e contínuo a teclar palavras matinais para criar este texto num dia de folga em que madruguei como se hoje tivesse muito para fazer em casa e pela rua. 

Isto acaba por ser um pouco irritante por se saber que podemos dormir mais um pouco e não dá, o cérebro decide acordar o corpo e a resistência para voltar a ficar sonolento não acontece por nada. Hoje o dia começou cedo, mais um Sábado, desta vez de folga, mas com horários para acordar iguais aos de trabalho. 

Página em branco ou (sem título)

Publicado por O Informador, 20.07.19

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O que escrever numa página branca quando se tem um espaço vazio como título? O que surge primeiro num texto de blog, tal como a questão do ovo e da galinha, o título ou o texto? Como iniciar o primeiro parágrafo quando nos apetece escrever e não sabemos qual o ponto de arranque para transformar um vazio num texto que será partilhado e disponível para ser lido por quem visita o blog?

Sinceramente, e falo muito em termos pessoais e no que fui aprendendo ao longo do tempo, quando abro uma página vazia para a começar a encher com um novo testemunho gosto de ter a ideia base já na mente, mesmo sem ter por vezes o desenvolvimento do texto já pré composto no pensamento para o deixar fluir depois pelas teclas do portátil. Isto é o que faço habitualmente. Ao longo do dia penso, idealizo quando tenho tempo e disponibilidade mental, e quando estou em sossego deixo passar através das teclas o texto que será publicado nas horas seguintes ou quando não tem urgência permanece no lote de agendados para ficar disponível uns dias mais tarde. O texto é escrito, vagueando pelas palavras, conjugando parágrafos corridos com imagens que vão de encontro ao que está a ser partilhado e comentado. Depois deste passo e com o texto feito é que surge o título que será definitivo. Não posso dizer que sempre é assim, isto porque por vezes o título surge e será a partir deste que o texto ganha autonomia, mas são casos mais raros de acontecer. A razão de preferir escrever e só no fim lhe dar um título é óbvia, é que nem sempre as palavras escritas seguem a linha que estava destinada no pensamento e cada ponto pode virar, retirar e necessitar de novo destaque no mote de apresentação inicial.

Noite de escrita

Publicado por O Informador, 26.06.19

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As próximas linhas estão a ser escritas à noite, naquele momento em que o sono já devia ter aparecido mas parece distante. A luz da mesa-de-cabeceira mantém-se ligada, dando a pouca claridade existente no quarto. A televisão também está ativa, mas praticamente sem som, somente para existir alguma imagem neste quarto. Eu, entre o sentado e o deitado na cama tenho o livro ao meu lado e o portátil ao colo, onde escrevo mais um texto que podia falar de mais um dia, de mais uma leitura, da vida dos famosos, daquela série do momento ou simplesmente publicar uma linha vazia que poucos iriam ver, muitos menos iriam pensar em comentar e ninguém pensaria em partilhar. Mas não, este texto reflete a noite, mais precisamente o momento antes de adormecer, quando o corpo já cansado pretende descansar mas o cérebro ainda não deixa. Assim escrevo umas linhas, palavra após palavra, seguindo esta lengalenga sem saber onde quero chegar com este texto que irá ser partilhado daqui a pouco, quando o sol começar a nascer lá longe, espreitando pela janela e perspetivando um novo dia, quando muitos já estão a sair de casa na sua correria matinal. Na verdade e como já deves ter reparado esta partilha começou a falar na minha situação atual, a de estar sentado na cama antes de ir dormir e já estava a caminhar para o início de mais um dia. Afinal de contas esta não é a rotina de cada um? Agora preparado para dormir, daqui a pouco acordar para trabalhar e voltar a casa para volta e meia voltar para a cama. Que vida esta feita de rotinas que são quebradas de quando em vez mas que acabam sempre por voltar ao local habitual, à cama que nos acolhe para os momentos de pausa que servem como reforço para voltar ao ativo logo depois. 

Este texto foi escrito ontem à noite, ou melhor, já era hoje, mas antes de adormecer, e está a ser publicado de manhã bem cedo, quando ainda me encontro a dormir mas no momento em que muitos já circulam de comboio para chegarem ao seu local de trabalho a tempo e horas, outros estão a deixar as crianças nas escolas e existe até quem esteja sentado a tomar o pequeno almoço no café do bairro antes de se meter a caminho do emprego. Todos já teremos descansado um pouco e agora que lês este texto estás prestes a terminar mais um capítulo desta vida.

Escrever

Publicado por O Informador, 26.03.19

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Enfrentando as letras, criando palavras que juntas dão origem a uma frase inserida num texto que será publicado para todos o poderem ler, refletir e comentar. É por este gosto de partilhar que por aqui sigo, escrevendo por vezes somente para mim porque do outro lado nunca se sabe quem aparece.

Quando os dedos começam a elaborar um encadeamento de letras não se sabe como irá terminar, quem irá estar do outro lado e o destaque que essa mesma publicação irá ter para quem por ela passar. Enfrentando sentimentos, passando pensamentos e deixar que todas as opiniões, questões, dúvidas e incertezas passem para o lado de lá, não ficando somente no hemisfério pessoal e individual, sendo partilhadas para que não fiquem como mais um peso morto a remoer na solidão.

Escrever ajuda a libertar bons pensamentos e a criar nos outros ideias sobre quem somos. É o risco, que na corda balançada entre o bom e o mau, todos nós corremos perante uma sociedade que por pouco aponta um dedo que se transforma rapidamente num aglomerado de comentários que se dispersam de forma opinativa consoante a onda que tão depressa surge como logo desaparece.

Sem redes sociais

Publicado por O Informador, 30.01.19

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E se de um momento para o outro deixássemos de usar as redes sociais?

Neste momento a maioria das pessoas que nos rodeiam estão ligadas, quer seja via Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest ou por outras redes sociais que andam por aí e que não frequento. 

O dia-a-dia de cada um é relatado, comentado, mostrado e acaba por suscitar interesse em quem nos segue, muitas vezes sem a ideia de cuscar mas sim como para passar o tempo a olhar para as imagens e figuritas dos outros, percebendo também por vezes e através dos desabafos tornados públicos como está o estado de espírito de quem está do outro lado. No entanto, as redes sociais não transmitem somente coisas boas e isso por vezes acaba por prejudicar o próprio publicador que partilha de mais e quando dá por isso já é tarde.

Pois é, por vezes estar ligado, publicando o que apetece e disponível para quem esteja bem perto do que vamos publicando acaba por deixar a pessoa cansada e frustrada. Comentários menos bons, imensos artigos publicitários a invadirem as redes sociais como autênticos intervalos televisivos que parecem nunca mais ter fim, tricas e mexericos sobre uns e outros desnecessários, guerras de vizinhos e antigas relações a serem tratadas na praça pública. Tudo isto para quê? Para se dar nas vistas, querendo provar quem tem mais razão em cada tema, provocando o próximo para que este responda e por vezes fique mal visto junto de quem o segue. Existe mesmo necessidade?

Inspiração procura-se!

Publicado por O Informador, 27.01.19

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O frio aliado ao cansaço dos horários de trabalho e a vontade de deitar cedo e cedo erguer não são bons aliados da inspiração que por vezes vai desaparecendo para que novos conteúdos surjam de forma diária aqui pelo blog. A verdade é uma... Nem sempre e nem todos os dias existem novas ideias para se conseguir criar conteúdo de forma a dar origem a uma nova publicação.

Neste momento é mesmo sobre a inspiração de que falo, ou talvez seja melhor dizer, da falta dela, resultando assim num texto sem sentido, que vai seguindo o seu caminho, tudo porque hoje estou em modo desligado, apetecendo escrever mas sem ter um tema base e um guia condutor. Não existem ideias pelas últimas horas para ajudarem a elaborar o que irei partilhar daqui a pouco, no momento em que este texto chegar ao fim e clicar em Publicar, após colocar uma imagem que possa identificar este momento vago de inspiração que não acontece mas que fez surgir assim mesmo um certo número de linhas com palavras bem portuguesas, identificadas em todos os dicionários nacionais e perante as quais tu, caro leitor deste blog deambulante, te confrontas neste preciso instante com a questão, «Mas que porcaria é esta que este gajo para aqui escreve?». Sabes que mais? Nem eu sei bem o que escrevi!