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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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09
Jul18

Encontros indesejados

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Existem dias em que nem todos estamos para aturar certos cromos que nos aparecem pela frente. Estava num desses dias quando me apareceu pela frente uma antiga colega de trabalho daquelas que tanto fala para não dizer nada, que acaba por cansar só de saber que quando me vê ao longe já vem a pensar no tanto que tem para contar sobre a sua vida.

Foi uma situação deste género com que me deparei há uns dias. Tinha estacionado o carro para seguir a minha vida e eis que ainda no parque de estacionamento vejo de frente, ainda com alguma distância, a pessoa que desejava não ter encontrado naquele dia. Sei que de forma rápida o cérebro tentou que me escapasse para algum lado, mas o olhar foi fulcral e ao mesmo tempo que a vi também fui apanhado na ratoeira e tive de seguir em frente.

Naquele momento pensei que teria de ser simpático, dar um pouco, mas mesmo pouco, de conversa para não transmitir uma de mal educado e colocar a máscara de simpatia própria para o momento. Assim foi, lá segui o meu caminho, cumprimentamos-nos e fiquei uns bons vinte minutos a conversar, ou melhor, a ouvir um quase monólogo daqueles que têm direito a histórias do dia mas também a memórias do tempo de trabalho e de figuras que só ouvimos falar e nem sabemos quem são ao certo. 

04
Fev18

Encontros

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Momentos existem em que não é necessário elaborar, criar ambiente e escolher locais especiais para que um grupo de pessoas se encontre e possa, por algumas horas, partilhar um pouco das suas vidas e experiências com os outros. É necessário não dizer não perante a adesão a novas experiências de partilha e conhecimento com aqueles que são como nós, que não se acham nem mais nem menos que qualquer outro. Com vidas diferentes todos conseguimos agir quando nos sentimos perante pessoas tão normais e que se gostam mutuamente, sentindo-se uma harmonia que nem sempre é possível perante a sociedade em que se vive hoje em dia. 

É bom deixar que nos deixem conhecer a cada um em momentos solitários ou sociais para que se percebam que as pessoas têm essência, verdade e querem criar ligações saudáveis e sem qualquer tipo de complicações. Encontrar pessoas tão reais, com diversas formas de estar na vida mas que no momento de comunhão tudo se percebe que afinal as diferenças ficam conjugadas sem complicações, sem os problemas que os rígidos e insatisfeitos conseguem procurar em momentos vagos e nulos para que não consigam encontrar em si e nos outros formas de bem estar. 

25
Jan18

Encontros inesperados

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O tempo vai passando e por vezes acabamos por nos afastar das pessoas, mesmo que sem intenção, mas porque a vida assim o decide. No entanto quando existem reencontros os anos que passaram sem conversar a sério transformam-se em dias, horas ou mesmo minutos, mostrando que o tempo nada alterou entre antigos colegas de escola e que não se sentavam a uma mesa na conversa há anos.

Aconteceu-me uma situação do género há uns dias, quando num jantar com uma das melhores amigas encontramos um antigo colega de escola no mesmo restaurante com a família. Cumprimentos rápidos de início porque o momento era para jantar, algumas conversas de circunstância porque as crianças faziam por isso e no final, com o restaurante já meio vazio e a refeição feita, acabamos por nos reunir à mesa para matar conversa. Conhecendo os novos membros que se juntaram do outro lado, sendo apresentados à família e assim ficamos um bom bocado, em conversa, bem dispostos, a recordar memórias e a perceber que existem pessoas que nunca mudam e que embora nunca tenhamos sido amigos próximos, fomos colegas de escola, passamos a conhecidos, mas daqueles que sempre ficam nas boas relações que fomos mantendo ao longo do tempo. E foi assim que sem planear percebemos que estávamos, uns bons dez anos depois, a desfiar conversa como se a mesma fosse a continuação da do dia anterior. São estas pessoas que acabam por sempre ficar, mesmo que não as vejamos muitas vezes e quando nos encontramos é o «olá, tudo bem» porque o dia-a-dia não permite por vezes mais, que depois nos acabam por ajudar a perceber que por vezes não é necessário ver alguém constantemente para saber que estão lá, porque quando se tem respeito pelo que o outro é, sempre existe oportunidade de voltar a estar em convívio como se esses momentos nunca se tivessem perdido.

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