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Vírus atinge noção

  Sabemos que não somos obrigados a colocar álcool gel em todos os estabelecimentos em que entramos. Mas pretendo fazer um exercício prático com os meus queridos e excelentes leitores e seguidores.  Imaginemos que trabalham num estabelecimento comercial e que as normas da empresa pedem para aconselharem os clientes a colocarem na entrada o produto protetor nas mãos para poderem manusear os artigos que irão ver para quem sabe comprar. E um desses clientes, de luvas de pele (...)

Mais uma semana com mais do mesmo!

  Mais uma semana, mais uma voltinha na carruagem laboral. A semana começa, promete mais do mesmo perante os dias anteriores e aparentemente nada demais irá acontecer para combater de frente uma rotina sem desafios que parece estar instalada na minha vida profissional. A monotonia está instalada, sinto-me como parado no tempo e sem perceber o significado de desafio de que tanto necessito por não existir estímulo em fazer diferente, mais e melhor. Quem me conhece sabe que sou muito (...)

Pausa ao Domingo

  Hoje é Domingo de Pausa por estas paragens! Para muitos o fim-de-semana é sinónimo de folga mas por aqui as coisas não funcionam bem assim e os dias de descanso acontecem de forma rotativa, estando os Sábados e Domingos distribuídos de igual forma como se fossem uma Segunda ou Terça-feira qualquer da semana.  Hoje é aquele Domingo do mês em que vou acordar mais tarde, sim porque este texto está a ser publicado bem cedo mas a esta hora, 07h46, ainda estarei a dormir, pelo (...)

Regresso ao novo normal

  Está para breve o regresso ao trabalho! Praticamente quatro meses após a paragem do dia-a-dia normal, eis que o regresso está marcado para a próxima semana, voltando a encontrar a equipa habitual, os lugares de sempre e os cuidados mais rigorosos com higiene e contacto com os outros.  Passei durante este período de quarentena por várias fases. O 《está tudo bem e fico mais uns dias de pausa》, depois passei pela fase do cansaço onde também me fui abaixo com idas ao Hospital (...)

Ora! Ora! Upa! Upa!

  Voltei, voltei, voltei a casa! Ah pois é, o cachopo voltou a casa, a uns vinte minutos de Lisboa - mas não vou falar disso para não perder alguns leitores que possam pensar que o Covid19 também se transmita via internet.  Uns bons dias alentejanos e lá regressei, ainda não para trabalhar porque esses dias ainda estão a umas semanas de distância mas para tratar de mim e continuar a descansar num misto entre casa, praia e passeios em segurança. Já marquei consultas, já pensei (...)

Regresso laboral em Julho

  E a minha pausa laboral continua por mais umas semanas mas com término à vista!  Resumindo assim de forma rápida a minha vida profissional pelos últimos quatro meses. A meio de Março a empresa enviou quase todos os elementos de todas as equipas de férias. Em Abril fiquei a trabalhar a meio gás por uns dias até adoecer e ter de trocar com um colega e entrar no regime de lay-off numa troca por troca. (...)

Voltar para mudar e recomeçar

  A quem não passou pela cabeça nestes tempos de quarentena e quase isolamento total de recomeçar tudo de novo quando o desconfinamento acontecesse em termos profissionais? Por ligeiros momentos mas por diversas vezes ao longo destes meses a minha mente divagou bastante mas nunca chegou a nenhuma conclusão, talvez por não ser o momento ideal por perceber que agora o investimento no que quer que seja tenha algum risco mais elevado que em tempos normais. Não falo somente em abrir (...)

Mais um mês de lay-off

  Maio está a chegar ao fim e Junho prestes a começar, mês em que o local de trabalho volta a abrir portas. Porém, aqui o rapaz irá ficar mais um mês em casa porque nem todos vamos ser chamados para não ficarem pessoas a mais a trabalhar, para mais com horário reduzido, ficando assim a equipa dividida no regresso. Como fui o último a entrar em lay-off também serei dos últimos a regressar ao trabalho, voltando somente no início de Julho, numa troca com os que forem agora (...)

Fins-de-semana que pesam

  Atualmente trabalho com horários rotativos e ao longo dos sete dias da semana, com folgas também elas rotativas. Se já o tinha feito durante dez anos, parei por doze meses quando encontrei um horário apelidado de normal, e agora há mais de um ano voltei a ter os fins-de-semana como dias de trabalho na minha agenda e o pior é que foi por opção própria. Tudo parece correr bem numa forma inicial e neste caso o ambiente em equipa contribui para levar as coisas em diante, no (...)