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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Novos «Morangos» já cheiram a mofo

12
Mar19

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Existem coisas que não mudam e que em Portugal vão ficando atrás do que já é feito nos outros países. A TVI anunciou ainda em 2018 o regresso para uma décima temporada da série Morangos com Açúcar e agora, após casting e cursos de representação para encontrar os novos atores da série, eis que o canal revela quem será a protagonista desta nova fornada de episódios. 

April Ivy, de seu nome Mariana Gonçalves, com casting ou convite, foi, aparentemente, a selecionada para protagonizar os novos Morangos com Açúcar. Sendo cantora, sabendo dançar e não sendo, pelo que dizem, uma nódoa como estreante nas lides da representação, a jovem de 19 anos, terá sido assim a eleita para o papel principal por reunir todos os requisitos necessários e por também já ser conhecida de algum público jovem. 

Quanto ao rosto central masculino ainda não estará escolhido, segundo a mesma fonte da produtora, mas terá que ter alguma química com April para que as cenas funcionem logo de início como aconteceu com outros protagonistas, como é o caso de Cláudia Vieira e Pedro Teixeira, Sara Matos e Lourenço Ortigão, que com tanto à-vontade passaram os romances fictícios das suas personagens para a vida real. 

A estreia desta nova temporada está marcada para Setembro, num novo formato e mais moderno, segundo informação da produtora e da direção do canal. Se querem que acredite mesmo na inovação da série? É claro que não, ainda para mais com a escolha de uma protagonista que canta, mostrando que talvez venha aí mais do mesmo, com uma escola de artes como pano de fundo como aconteceu nas últimas temporadas. 

Elite chegou e conquistou!

07
Out18

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Elite foi anunciada como estreia Netflix com toda a pompa e circunstância e assim que ficou disponível na plataforma mostrou que tudo o que foi feito antes do seu lançamento só aumentou as expetativas sobre uma produção de excelência. Esta série chegou, vi e fiquei totalmente convencido!

Elite encontra-se dentro do drama, suspense com bons toques de romance, entrando num estilo onde muitas séries que existem por aí já andam, no entanto esta história criada por Darío Madrona e Carlos Montero conseguiu servir os mesmos ingredientes mas trabalhados de um modo que em termos culinários poderíamos falar num requinte gourmet. E foi através da diferença do que é servido em Elite que senti, desde o primeiro de oito episódios, que tinha série para ver de forma rápida. E assim foi. 

Tocando em inúmeros temas sociais que são debatidos constantemente em ficção, esta produção conseguiu dar a volta a cada elemento essencial que é retratado e dar-lhe novo tratamento. O preconceito, as diferenças hierárquicas e entre classes sociais, as aparências, a chantagem e a submissão são temas bem relevantes nesta série que num mundo de adolescentes não deixa de abordar a sexualidade e de forma bem visível com temas como as doenças sexualmente transmissíveis, as relações abertas e a homossexualidade presentes ao mesmo tempo que tudo vai acontecendo entre pobres e ricos, condomínios de luxo e bairros sociais, que se têm de unir após um terramoto que destruiu uma escola pública. A influência e as inúmeras possibilidades que nos tempos que correm surgem com o mundo da internet e a droga são outros temas bem abordados e conjugados com todos os outros numa mistura explosiva de histórias que se cruzam e que dão assim origem a mais uma boa série espanhola feita para todos. As discussões são lançadas em Elite através de um grupo de jovens e suas famílias, mas o retrato poderia ser de um qualquer ponto do Mundo, uma vez que a diversidade e a forma atual como tudo é contado são reais. 

Histórias a serem desvendadas com o tempo, mas de início logo é possível perceber que um crime acontece e é necessário encontrar o autor do homicídio. Afinal de contas, quem é o culpado de um final que é mostrado desde o início? Quem tem máscaras a caírem perante o dinheiro, os interesses e a ascensão social? Poucos são aqueles que não têm nada a esconder e é assim que em poucos episódios conseguimos perceber a transformação de todos, uns para se libertarem dos medos com que vivem, outros para mostrarem quem realmente são pelos seus pontos negativos. 

Netflix estreia Elite

05
Out18

 

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Já está disponível a nova série espanhola original Netlix. Elite ficou disponível hoje, 5 de Outubro, e só vos posso dizer que bastou o início do primeiro episódio para querer continuar a ver. 

Contando com alguns rostos conhecidos da série A Casa de Papel, Jaime Lorente (Denver), María Pedraza (Alison Parker) e Miguel Herrán (Rio), esta nova produção que agora estreou foi anunciada antes mesmo da série em que os atores participaram ser lançada na plataforma Netflix o ano passado. Elite já estava a ser preparada antes do reconhecimento de A Casa de Papel, sendo assim a segunda série espanhola totalmente original Netflix após Las Telefonistas. Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Arón Piper, Danna Paola, Ester Expósito e Mina El Hammani integram também o elenco de Elite, série criada por Darío Madrona e Carlos Montero. 

Alisador

18
Nov13

alisadorPela primeira vez na vida vou tentar alisar o cabelo porque estou cansado de o cortar assim que atinge um certo tamanho e fica encaracolado. Agora e com o meu novo acessório vou enfrentar o desafio que tantas mulheres e cada vez mais homens enfrentam de alisarem o cabelo quando este teima em mostrar os seus ondulados e caracóis. 

Assim de um momento para o outro e depois de já ter pensado que queria deixar o cabelo crescer um pouco mais que o habitual, decidi entrar numa conhecida loja de produtos electrónicos e comprei o meu alisador Rowenta. Não foi caro e acho que vai dar para o que quero, visto que a intenção é perder um pouco dos caracóis com que fico quando tenho o cabelo maior e não me deixam pentear sem a ajuda de espuma ou gel.

Mostrarei os primeiros resultados daqui a uns dias, se existirem, claro!

SIC erra com apostas pimba

19
Mai13

A guerra pelas audiências televisivas não pára nem nunca parará, mas existem coisas que se têm que perceber pelas direcções que vão saltando pelos canais generalistas... O que resulta de um lado não tem obrigatoriamente que resultar no outro!

O caso que agora detecto é o da tentativa de Júlia Pinheiro e companhia quererem fazer da sua SIC uma TVI2. Não é que façam mal, uma vez que caminham atrás do adversário, que por sinal está em primeiro lugar há anos. O que está mal é a direcção da SIC, onde se encaixam Júlia e Gabriela Sobral, que saltaram de um canal para o outro há uns anos, não perceberem que o público alvo do seu atual canal não é o mesmo do da TVI. Se por Queluz as festas com música e palhaçadas resulta, já por Carnaxide isso não acontece e depois de várias tentativas, onde todas têm corrido mal, qual a razão de agora irem insistir mais uma vez com um programa semelhante ao Somos Portugal das tardes da concorrência para substituir as séries que são transmitidas ao Domingo à tarde no canal do grupo Impresa?!

A TVI é um canal que tem, desde que foi comandado por José Eduardo Moniz, um perfil mais popular, o que na SIC isso não acontece, sendo o público central desta estação o mais exigente. Existem apostas que podem ser praticamente iguais nos dois canais, mas os seus públicos por não serem os mesmos não aceitam comer também a mesma coisa. O que a SIC está a tentar fazer é ficar mais próxima do público da TVI, mas isso têm-lhe custado melhores números e o que é um facto é que se vão tirar as séries internacionais das tardes de fim-de-semana para as substituírem por um programa popular, então só vão piorar os resultados que têm feito. Não têm liderado, mas quando o novo programa começar a ir para o ar, os resultados vão ser ainda piores. Se os testes não correm bem, qual o pensamento de se apostar num formato próprio para um público que não gosta de ver cantores e palhaçada no seu canal de eleição?

Júlia tem um perfil popular e tinha óptimos resultados na TVI por este ser um canal mais popular também, mudou-se para a SIC, e os seus resultados caíram. Por ver o que lhe aconteceu com a mudança de canal já devia ter percebido que o que funciona de um lado, como ela própria, não tem obrigatoriamente que funcionar do outro.

Mais um tiro no pé que vai ser dado pelos lados de Carnaxide por se querer andar atrás de um canal do povo quando se tem um público mais de elite! A MediaCapital deve agradecer estas decisões estratégicas dos seus rivais!