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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

04
Fev19

O «bom dia» não é para todos!

| O Informador

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A verdade da sociedade é esta... A sociabilidade quando é transmitida entre gerações não funciona num todo e muito menos consegue ser transversal. Existem empregos em que consegues perceber que a educação para o cumprimento diário não está mesmo presente numa sociedade cada vez mais individualista onde se pretende do outro o que não se dá.

Neste momento estou a trabalhar diretamente com o público, no contacto direto com o cliente final, e é tão visível perceberes que existem pessoas que ficam mesmo incomodadas por simplesmente e por um mero comportamento de educação social transmitires simples expressões como «bom dia», «boa tarde» ou «boa noite». A maioria dos clientes aceita e mostra a mesma postura para contribuir o cumprimento, no entanto existe pessoas, e não são assim tão poucas, que ouvem e não respondem ou que ouvem e fazem mesmo expressões faciais do como quem diz «não me chateies mas é».

Será que custa assim tanto entrarem num espaço e conseguirem seguir uma linha social correta? Não custa nada serem acessíveis e simpáticos. Podem estar num dia mau, todos temos o direito a tal, mas se tentarmos pelo menos ser sociáveis é sinal de que estamos num caminho para tentar dar a volta a essas mesmas horas que não estão a correr assim tão bem.

02
Nov18

Gratidão

| O Informador

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Agradecer, celebrar o bem que deve ser partilhado com todos! É sobre o poder da gratidão que me baseio hoje por perceber que simples expressões como «Bom dia!», «Olá!» e «Obrigado!», que podem parecer meros apontamentos diários, mas que são difíceis de verbalizar para muitas pessoas que ainda, mesmo numa fase adulta, não conseguiram perceber que para estarem bem consigo também é necessário olhar para e pelos outros. 

Desde sempre fui educado com base na celebração do agradecimento de tudo o que possuímos através da conquista, mas que nada surge somente com o fruto do trabalho e ambição de uma só pessoa. É perante os outros e com os semelhantes que conseguimos palmilhar o caminho, agradecendo, dando palavras de apoio, incentivando a seguir em frente e celebrando a vida. Por vezes não é necessário criar relações, sendo sim primordial ser afável e mostrar que sempre reconhecemos o próximo como um de nós, cumprimentando, tendo uma palavra a dizer, nem que ao longo de uma vida não se passe de um simples «Olá!» diário, mas sabendo que de todas as vezes com que nos cruzamos com alguém a celebramos tal como pretendemos que o faça. 

Um simples sinal de gratidão consegue, além de manter uma melhor relação, deixar quem o recebeu com um ponto positivo na sua vida naquele dia. Não custa nada e podemos estar de mal com o Mundo, mas será que custa alguma coisa ou ficam com menos uns euros se agradecerem por algo que por vezes é traduzido por gestos tão simples como um olhar de reconhecimento diário ou por um comportamento que nos facilita o nosso passo seguinte?

«Obrigado!» perante quem nos dá passagem numa fila de supermercado só porque queremos pagar um artigo e quem está à nossa frente tem um carro de compras cheio. «Bom dia!» a quem nos deixa a porta do elevador aberta para entrarmos. «Obrigado!» a quem nos encaminha até um lugar numa sala de espetáculos. «Muito Obrigado!» por me avisarem que tenho um furo no carro. «Boa tarde!» a quem nos serve o café após o almoço. «Até amanhã!» ao vizinho que chega ao prédio ao mesmo tempo que nós e que possivelmente já não iremos ver no mesmo dia. 

20
Mar17

Simpatia precisa-se!

| O Informador

Os comportamentos das pessoas que são mal formadas por natureza acabam por se revelar sempre e existem seres que logo de início não me conseguem dar boas impressões com a sua falsa simpatia que se nota por vezes à distância. Há dias tive um caso bem notório daqueles que revelam na verdade o que as pessoas são quando só pensam no dinheiro em tempo real e cagam literalmente para o que possa acontecer no futuro quando vivem com uma falta de bom senso incrível. 

Durante meses e todos os meses pagava uma mensalidade num certo local da zona que frequentava com regularidade. O proprietário cumprimentava-me muito bem no local e fora dele, chegando a tratar-me pelo nome quando me via pela rua ou em algum sítio. Hoje, uns meses depois e ao ter percebido que já não frequento o seu negócio e não lhe dou assim o meu dinheiro, sendo ainda primo de uma ex-funcionária que saiu a mal do local com o patronato, eis que o mesmo senhor passa por mim, olha-me de frente e consegue não me responder a um simples «boa tarde». Será esta atitude normal?

Não lhe fiz mal nenhum e a mim também não me fizeram nada, simplesmente optei por sair por falta de tempo e por os horários não conjugarem mas parece que por ter deixado e não pagar assim mais nenhuma mensalidade passei de bom cliente a um desconhecido invisível que passa na rua e que as pessoas em questão não conseguem ver nem ouvir. Isto é um comportamento normal para com as regras da boa educação?

25
Nov16

Justin Bieber, o ídolo negativo

| O Informador

Justin Bieber atua hoje, Sexta-feira, no MEO Arena e existem fãs que estão desde Segunda-feira nos arredores do local para não perderem o seu lugar junto ao palco. O que dizer desta loucura de adolescentes? A culpa provêm dos seus responsáveis!

Não sou pai mas acredito piamente que podia cair o mundo porque não iria deixar um filho faltar à escola para passar dias e noites ao frio na rua, simplesmente abrigados pelas palas que circundam o MEO Arena para assistirem a um concerto de duas horas do seu ídolo. São adolescentes, têm de existir responsabilidades e com tais idades o tempo é de tomar conta das lides escolares e não verem ser permitidas faltas de dias para que estejam perante o jovem cantor que arrasta multidões e que por muito que esses mesmos fãs consigam ver coisas boas no Justin, aponto-lhe bem mais pontos negativos.

Um ídolo com tantos casos negativos em seu redor merece ser venerado por jovens que lhe seguem o rasto como uma pessoa influente e ideal? Álcool, droga, comportamentos de risco, agressões... Isto é o que uma figura pública de alto relevo deverá apresentar junto dos seus fãs?

03
Out16

Silêncio na biblioteca

| O Informador

Ao longo das férias alentejanas fui até ao espaço de internet da biblioteca da vila e se há coisa que me irrita é ouvir constantemente as funcionárias a pedirem aos miúdos para falarem baixo e não arrastarem as cadeiras quando depois são elas próprias a falarem alto entre si, ao telemóvel ou com quem passa na rua.

Afinal de contas quem acaba por incomodar mais com o barulho? Os miúdos que estão a jogar e falam entre si sobre o que estão a fazer ou aquelas funcionárias, tão preocupadas, que estão constantemente a mandar vir e depois infringem as regras que tentam impor aos mais novos? 

15
Jun16

Alunos com férias a mais...

| O Informador

Quando se é criança e as férias escolares avizinham-se tudo fica alegre e contente, menos os pais! Quando se deixa de ser estudante percebe-se que os períodos de férias em Portugal no ensino são demasiados e bem prolongados. Existe necessidade para tantos dias de pausa, para mais quando de ano para ano parece que o descanso, pelo menos de Verão, vai aumentando?!

Uma reportagem do Diário de Notícias mostra que o nosso país tem das maiores temporadas de férias escolares da Europa. No total são treze semanas de pausa, sendo que umas nove ou dez são ao longo do Verão onde dos anos 90, altura em que entrei na escola, até ao dias que correm, esse mesmo período tem vindo a ser alargado para Junho. Os nossos estudantes precisam assim de tanto tempo de pausa ao longo do seu percurso escolar? São duas semanas no Natal, duas semanas na Páscoa, uns dias ou uma semana no Carnaval, e quase duas mãos cheias em plena época quente! Isto é demais e além de não fazer sentido ainda consegue deixar encarregados de educação de cabelos em pé por não terem por vezes onde deixar os mais novos ao longo destas temporadas em que são obrigados a verem os seus filhos são aulas. 

Mais de três meses de férias escolares é a normalidade em Portugal que se continua a queixar do ensino! A falta de tempo para leccionar todos os conteúdos e onde existem tantas falhas dentro e fora das salas de aula que por vezes poderiam ser colmatadas também com mais um tempo para os professores poderem com calma passar toda a matéria e não existir a necessidade de andarem em patins para que tudo esteja feito até aos últimos dias do ano lectivo é um dos pontos a desfavor destes tão prolongados períodos!

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