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O Informador

Últimas noites

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As últimas noites têm sido estranhas no que toca ao período de descanso. O tempo que demoro a adormecer tem estado acima dos poucos minutos rápidos habituais em que penso que vou dormir e consigo geralmente entrar no sono. Por estes dias isso não tem acontecido, deixando-me ficar, mesmo de olhos fechados e com o tapa olhos a auxiliar, mantenho-me acordado, sentindo-me que estou prestes a adormecer mas sem existir a real passagem para o estado de sono leve que desejo para embalar durante a noite. 

Depois de conseguir adormecer tenho acordado várias vezes ao longo da noite, olhando para a escuridão que se faz sentir lá fora e para o relógio digital, percebendo que o tempo em que já estive a descansar foi mínimo, forçando-me de novo a dormir, sem ligar luzes e aparelhos eletrónicos para não despertar mais do que o desejado. 

Dormi mal

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Hoje acordei cedo, estremunhado e com uma ligeira dor de cabeça que após tomar o pequeno almoço levou com um comprimido em cima para partir para outras paragens. Dormi mal, acordei várias vezes ao longo da noite, ora com calor, ora com uma dor ou outra, e percebo que não descansei nada decentemente.

Quando deitei estava tranquilo mas o certo é que rebolei para adormecer, fechava e abria os olhos, olhava para o relógio da box da televisão para perceber que horas eram e não conseguia adormecer de forma fixa, percebendo que fechava e descansava por uns minutos para logo voltar a acordar. Irrito-me por passar a noite assim meio em branco e quanto mais percebo esta dificuldade em dormir no início da noite mais me custa em conseguir embalar para o sono tranquilo que tanto desejo.

Intensidade a mais, descanso a menos

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Olha só a expressão que apanhei por aí e que decidi partilhar por fazer todo o sentido para com a minha pessoa nada, mas cada vez menos, egocêntrica. Nunca fui um ser humano capacitado para dormir uma noite totalmente tranquila, daquelas noites que parecem ser passadas sobre as nuvens em que nada pode acontecer que perturbe o descanso. 

Sou de fases, umas vezes custa adormecer, outras semanas tendo a acordar várias vezes ao longo da noite só porque sim e sem nada me fazer abrir os olhos e despertar e existem ainda alturas em que acordo bem mais cedo que o necessário, tão mais cedo que o despertador do telemóvel ainda nem está próximo de tocar e já por vezes estou mais que despachado para sair de casa.

Necessidade deste mal dormir não existe e sempre tem acontecido ao longo dos anos por temporadas, no entanto com esta frase encontrada pelas redes sociais acredito que seja a minha intensidade a fazer com que descanse menos ao longo do tempo destinado a dormir. Sim, sou intenso para o bem e para o mal, sendo um pouco melodramático perante os altos e baixos que nem sempre são assim tão graves mas a que dou destaque como se tudo estivesse em alerta, para o lado positivo e negativo. Dizem que vivo certos acontecimentos e acabo por destacar algumas situações acima do necessário, considerando a minha forma de estar um pouco intensa nesse aspeto, daí agora perceber porque não consigo descansar corretamente. 

 

Bora lá antes que se faça cedo!

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Sabes que te conto agora que ainda são 00h43 da hora de Inverno, antes mesmo que isto salte das 01h00 para as 02h00, é que tenho de me deitar, já que amanhã, ou melhor, hoje mas amanhã porque vou dormir e acordar no que seria previsto acordar às 08h00 para entrar no trabalho às 09h00 será feito a essa mesma hora, no entanto com menos uma hora de sono, que raramente não é recheado de tranquilidade total.

Como tal e após um Sábado de folga, uma tarde entre amigos e com um serão a rir com a nova temporada teatral da comédia Boeing Boeing, com produção da Yellow Star Company, em cena no Teatro Politeama, o que tenho mesmo a fazer agora é deixar-me levar pelo vale dos lençóis que daqui a pouco o despertador toca com o sinal de que está na hora de me preparar para seguir viagem para oito horas de labora.

Boa noite, Vitinho!

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Corria o ano de 1986 e o Vitinho surgiu nos ecrãs da RTP através de uma pequena película de animação com o nome Boa noite, Vitinho! para que após o anúncio de que estava na hora dos mais novos se irem deitar se iniciasse a programação noturna da estação pública de televisão. Nesse mesmo ano nasci e em pequeno sempre me lembro do Vitinho, tendo tido inclusive uma almofada com o famoso boneco estampado. Muito se criou em torno deste amigo animado, de livros a discos, peluches e cromos, sendo um autêntico sucesso de marketing entre miúdos e graúdos. O célebre Vitinho nasceu para desejar as boas noites a todas as crianças, anunciando a hora de seguir para o descanso, e o que é certo é que vingou e ficou na memória de todos.

Hoje, trinta e cinco anos depois, falei sobre esta memória com colegas de trabalho, percebendo que cada geração tem os seus heróis animados, e chegado a casa resolvi rever a memorável canção, a que chamo de original, da primeira temporada do Boa noite, Vitinho!, não me lembrando sequer que tinham existido outras três versões pelos anos seguintes, uma vez que a primeira me ficou para sempre marcada.

Resolvi, após ouvir várias vezes os quatro temas do Boa noite, Vitinho! deixar para quem quiser viajar pela sua memória, os temas, apresentando também a quem vem de gerações mais recentes o que para nós, acima da casa dos trinta, foi um amigo televisivo que todos os dias nos visitava e fazia por um breve minuto companhia. 

Sono na condução

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Acordei cedo, não dormi as horas recomendadas e de que necessito para começar o dia bem e aguentar até à noite sem quebrar energias. Como era dia de folga deixei-me ficar por casa de manhã aproveitando para ler um pouco, comer com maior calma e ter aqueles momentos parados que só em dias de pausa podem existir. De tarde acabei por seguir direito ao mar para um passeio, acabando por lanchar pelo caminho.

O pior disto tudo foi mesmo o regresso a casa, já quando começava a anoitecer e percebi que o sono começava a fazer-se sentir com os olhos a quererem fechar ao longo do percurso. Sei que é perigoso mas a meia hora de casa acabei por parar, esticar as pernas, bebi água e café, coloquei um Halls na boca, um podcast no rádio como companheiro de viagem e a janela aberta para apanhar ar e seguir viagem.

Adormecer mais cedo

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Os anos passam e desde que se iniciou a era Covid19 que noto, mesmo a manter os horários de acordar, que faço por adormecer cada vez mais cedo. 

As saídas após o jantar acontecem com menor regularidade em tempos de pandemia, mas o certo é que quando acontecem tenho outro tipo de horários que me fazem regressar a casa mais cedo com o pensamento de que tenho de deitar. Nos dias que janto e já de pijama sigo para o quarto onde vou ficando com a televisão ligada e entre o tablet e os livros até que umas, poucas, horas depois a ideia de que tenho de desligar tudo e adormecer surge, mais cedo que o outrora habitual.

Noites turbulentas

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A dias que antecedem duas semanas de férias ando a dormir mal, acordando uma quantidade de vezes ao longo da noite, necessitando de me levantar meio que dormente, para tentar voltar a adormecer quando parece que o sono se foi. Por vezes adormeço e nem duas horas depois já me sinto a acordar como se tivesse tido uma bela noite de sono com as horas desejadas. Isto assim não se aguenta e tinha que partilhar com as minhas pessoas do bem o meu estado de quase insónias destes últimos dias, esperançado que a situação venha a melhorar dentro em breve para poder aproveitar as semanas que se seguem nas melhores condições!

Até amanhã!

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Chego a casa já noite feita! Coloco a chave e destranco a porta. Entro devagar e volto a fechar a porta, mesmo ao lado o cão dorme o seu quadragésimo sono do dia, tentando que este seja duradouro por toda a noite e sem sobressaltos. Mal abre os olhos na escuridão enquanto me descalço sem ligar qualquer luz. Sigo direito ao quarto sempre sem ligar qualquer luz. Coloco a mochila no seu lugar habitual, encosto a porta, sigo até à mesa de cabeceira e ligo o candeeiro. Volto a sair do quarto, encosto a porta e vou até à casa de banho, ligo a luz, encosto a porta para fazer a higiene do final do dia, visto o pijama entretanto, deixo a roupa no cesto para ser lavada, abro a porta, desligo a luz e regresso ao quarto. Sempre tudo com o mínimo de barulho possível. Já no quarto, puxo a roupa da cama para trás e deito-me, deixando-me finalmente esticar por debaixo dos lençóis. Desligo a luz do candeeiro da mesa de cabeceira e viro-me para o outro lado. Até amanhã!