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Velhas amizades

Os velhos amigos são os melhores. Domingos Amaral, in Enquanto Salazar Dormia... Tão, mas tão verdade minha gente! Os amigos são como diz o ditado, «quanto mais velhos melhor», neste caso é «quanto mais antigos melhor». Não digo que quem apareceu nos últimos anos não tenha vindo a ganhar o seu cantinho no meu coração, no entanto não existe nada como quem já cá anda há anos e anos e não arreda pé nem nos maus momentos.  São poucos e também é dificil a lista (...)

Enquanto Salazar dormia...

No centro da guerra e dos conflitos sociais existe amizade e amor onde o apoio familiar e o amor à pátria não são esquecidos! O que foi feito Enquanto Salazar dormia... por um espião que não esquecia os assuntos do coração e as necessidades físicias é relatado anos mais tarde pelo grande Jack Gil Mascarenhas ao seu neto, o jovem Paul que não viveu no centro da intriga e dos boatos da Lisboa de 1941. Um livro que não tem um grande argumento ficcional, no entanto é daquelas (...)

A ler... Enquanto Salazar Dormia...

Domingos Amaral já não é uma novidade literária por aqui! Como tal e depois de em 2013 ter lido Verão Quente, Quando Lisboa Tremeu e Já Ninguém Morre de Amor, é chegada a altura de colocar as mãos a uma das primeiras obras do autor, Enquanto Salazar Dormia...  Foi com este livro que Domingos Amaral teve o seu primeiro destaque nacional na literatura, tendo este romance recebido boa critica na altura. As memórias de um espião que circulava numa cidade cheia de luz e sombras em (...)

Leitura para as férias

Embora ainda esteja a ler O Bicho da Seda de Robert Galbraith, ou melhor, de J. K. Rowling, já começo a pensar qual ou quais os livros que levarei comigo para a semana de férias alentejanas que já está a bater à porta! Confesso que quando comprei O Pintassilgo pensei que iria passar uns meses em trabalho pela zona algarvia, algo que acabou (...)

Leituras de Novembro

Domingos Amaral, José Eduardo Agualusa e Tiago Rebelo formaram a minha tripla de autores lidos ao longo do mês de Novembro através dos livros Já Ninguém Morre de Amor, Barroco Tropical e Uma Noite em Nova Iorque, respectivamente. Três romances, dois mais simples e um mais complexo, que me preencheram várias horas de leitura ao longo de todo o mês! Já Ninguém Morre de Amor (...)

Já Ninguém Morre de Amor

Verão Quente e Quando Lisboa Tremeu já me tinham chamado à atenção para a boa escrita de Domingos Amaral. Agora com Já Ninguém Morre de Amor a ideia que tenho do autor volta a ser reforçada. Embora seja um romance mais simples e que não entra em factos históricos ou que não aprofunda os casos que são contados, em Já Ninguém Morre de Amor são contadas as (...)

O que ler agora?

Ainda estou a ler Já Ninguém Morre de Amor, da autoria de Domingos Amaral, no entanto o meu pensamento sobre o que adoptar a seguir como meu companheiro para as horas de leitura já anda a ser pensado e é esta a lista de opções para as próximas semanas! Quando o Cuco Chama - Robert Galbraith, pseudónimo de J. K. Rowling Se Isto é Um Homem - Primo Levi O Símbolo Perdido - Dan Brown (...)

Vou ler... Já Ninguém Morre de Amor

Domingos Amaral logo me conquistou aquando do momento em que li o seu Verão Quente e há uns meses atrás voltou a fazê-lo com Quando Lisboa Tremeu. Agora e porque quero continuar a saborear as obras do autor português, chegou a vez de me deixar levar através de Já Ninguém Morre de Amor. Este foi um dos dois livros que encomendei numa das promoções de 50% da FNAC e (...)

Dupla encomenda literária

A Fnac voltou com as suas 48 Horas de promoções a 50% no seu site e como não podia deixar de ser eu aproveitei para encomendar dois livros que acabaram de chegar à minha caixa de correio, juntando-se assim à minha lista de espera para as próximas semanas! Depois de Verão Quente e Quando Lisboa Tremeu me terem servido de boa companhia há uns meses, agora chegou a vez de me deixar levar por J (...)

Leituras de Julho

A Rapariga Que Roubava Livros, A Vida no Céu e Quando Lisboa Tremeu formaram a minha tripla literária do mês de Julho. Três livros bem diferentes entre si, onde o passado histórico se misturou com a ficção e ainda existiu lugar para pelos ares poder sonhar com um mundo real visto através de outra perspectiva. A Rapariga Que Roubava Livros (...)