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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

09
Fev13

TVI ou TVI Ficção 2

O Informador

O universo TVI ficou maior há umas semanas com a chegada ao Meo do novo canal TVI Ficção, no entanto, o canal generalista está neste momento também numa fase bem parecida à sua nova criação.

Com uma programação muito nacional e onde além das novelas, os serviços noticiosos, os talk-shows e os concursos já tiveram o seu grande lugar, agora parece que tudo está-se a encaminhar para a ficção reinar na maioria dos horários.

Há noite já existiram três novelas, e embora nos últimos meses tenham só estado duas no ar, tudo voltou ao normal em Janeiro com o trio Destinos Cruzados, Louco Amor e Doce Tentação. A par disso existia ao início da tarde a reposição de Tempo de Viver e antes das notícias da noite, Doida Por Ti. A reposição de Amanhecer também já estava no ar nas madrugadas. Agora voltou Doce Fugitiva ao ecrã do canal principal da estação de Queluz e reforçou a oferta novelesca da estação ao longo do final da tarde.

Ou seja, vejamos, três novelas à tarde, três à noite e uma de madrugada... Tudo somado dá sete, o que equivale a mais de sete horas de novelas ao longo de vinte e quatro horas de emissão. As novelas são neste momento o produto que mais horas ocupa na programação do canal que criou o TVI Ficção, mas que está a tornar o seu generalista também no mesmo. Não seria mais fácil não ter criado um novo canal e ter transformado logo de vez a quatro num canal só de novelas? Substituir algumas destas produções por bons programas de entretenimento e informação não seria uma melhor estratégia para também ajudar a oferta do canal?

A dúvida acontece... Ainda existe TVI ou o canal está a transformar-se num TVI Ficção 2?

05
Fev13

Já ninguém esconde consumo de drogas

O Informador

Há uns anos era quase impensável ouvir alguém confessar que consome ou consumiu algum tipo de drogas. Agora este assunto é falado em qualquer local, revela-se o que se toma e não existem opressões e medos.

Lembrei-me de falar deste tema ao ler uma grande e boa entrevista que o ator Miguel Guilherme deu à revista Maxim deste mês. O ator revela que já experimentou «charros e cocaína, mas sempre de forma recreativa. Os charros dão-me paranóia». Contando que se iniciou no mundo das drogas depois dos trinta, Miguel Guilherme afirma que experimentou, divertiu-se com isso, mas que se desviou dessa «trajetória a tempo. Houve uma fase de diversão, mas depois aquilo já não bate, deixa de ser divertido e nem se consegue trabalhar assim».

É um facto que agora as drogas já circulam na sociedade como quase o tabaco anda por aí à venda. A qualquer canto de vários locais das grandes cidades se consegue identificar facilmente quem vende e quem quer mostrar que tem algo para vender. Não me choca nada este tipo de afirmações que os conhecidos fazem, já que assumem o que fazem sem medos. O medo já não existe nos dias que correm entre nós e isso tem-se feito notar cada vez mais, sendo este um bom exemplo disso.

Miguel Guilherme sempre foi visto por mim como um bom ator, um ator sem medos, um homem de desafios e capaz de surpreender quando não se espera. Aqui voltou a mostrar isso mesmo. Estando numa fase calma da sua carreira, onde tem entrado nos últimos tempos em novelas, tendo contratado de exclusividade para com a TVI, Miguel Guilherme mostra que nada mudou em si e que está aí pronto para enfrentar quem e o que aparecer na sua vida, afirmando o que quer e o que se sente.

A sociedade em que vivemos hoje não é mais a mesma que existia há uns anos e através deste tipo de revelações consegue-se ter bem essa noção.

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