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O Informador

27
Mai19

Paris, já fui e voltei!

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Estou de volta ao dia-a-dia normal!

Conheci um pouco de Paris ao longo de cinco dias, apresentei-me e desfrutei de uma cultura semelhante mas com diferenças notórias da nossa em Portugal. Foram dias de visitas, diversão e muito cansaço, tendo chegado ao fim com a ideia que muito vi e descobri mas que ficou tanto por percorrer.

Visitei o Museu do Louvre, fui até Montmartre, onde encontrei a rua dos pintores e Sacré-Coeur, passei pela Torre Eiffel, fui surpreendido por Sainte Chapelle, fiquei desiludido ao visitar o Palácio de Versalhes e já estava cansado quando entrei nos vários museus em torno do Palácio dos Inválidos. A diversão aconteceu na Disneylândia e o regresso aconteceu com a ideia de desejo cumprido, viagem positiva e desejo de voltar daqui a uns tempos para ver, com mais calma, o que ficou para trás por falta de tempo. 

Pelos próximos dias irei contar um pouco mais sobre este passeio e o que fui sentindo ao longo desta visita por França, mas por agora me fico por aqui porque é necessário descansar das férias antes mesmo de regressar ao trabalho. 

17
Jun16

Os custos da nova Feira Popular

Há alguns anos que o tema «nova Feira Popular» é comentado pela nossa faixa política, especialmente dentro da Câmara Municipal de Lisboa. Agora surgem novas notícias que revelam que só o actual estudo para o novo parque de diversões da nossa capital já ronda os 57 mil euros. Ah pois é... Lisboa anda a esbanjar bom dinheiro com a preparação da Feira Popular que ainda levará algum tempo para ver as suas obras a arrancarem pela Pontinha. 

A empresa Jora Vision, responsável pelos estudos dos maiores parques temáticos da Europa, como é o caso da Disneyland Paris, Futuruscope, Tivoli e Legoland, foi a responsável pela formatação do que está para chegar ao nosso país, com previsão para a abertura ao público acontecer em 2018. Mas será que era necessário esbanjar tanto dinheiro para este estudo ser feito?! É certo que existe também trabalho para com a decisão do local ideal para implementar o parque com um conceito familiar e que agrade e apele a miúdos e graúdos com espaços pensados para todos e com o pensamento no turismo também. O local, as áreas dentro do espaço, preços, público e todo o projecto foi pensado ao pormenor ao longo dos últimos meses pela empresa que cobrou à autarquia lisboeta estes 57 mil euros. 

Vereadores da Câmara Municipal de Lisboa dos partidos da oposição ao PS de Fernando Medina criticam estes gastos num momento de contenção e não é para menos. Lisboa é a capital, tem tudo ao seu redor, mas gastar milhares num estudo que no final de contas não é o projecto final do que está para nascer daqui a uns tempos?! Quanto dinheiro não ficará pelo caminho até a abertura da nova Feira Popular acontecer?

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