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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

02
Set18

Dumbo estreia em 2019

| O Informador

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O novo remake do filme de animação Dumbo só chega em Março de 2019 às salas de cinema, mas as minhas expetativas sobre esta história mágica que me acompanhou durante anos são muitas.

Primeiramente porque, tal como A Bela e o Monstro, este é daqueles filmes que tinha em casa, com a cassete de vídeo perto da televisão para ver e rever até cansar, sendo uma história que encanta e transmite aos mais novos, o público alvo, boas dicas sobre amizade, persistência e proteção para com os animais. Dumbo é um dos clássicos da minha infância e agora irá voltar às salas de cinema numa nova e extraordinária aventura de imagem real e computorizada através da perspetiva do realizador Tim Burton.

Só em 2019 poderemos ver o novo Dumbo voar nas salas portuguesas, mas só pelo trailer, já dá vontade de comprar o bilhete para não perder o lugar logo pelas primeiras sessões desta aventura com o selo de qualidade Disney. 

13
Mar18

Ainda sou do Tempo | Cassete de vídeo

| O Informador

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Trinta é o número de anos que usufruem da minha pessoa! E agora posso sempre dizer que «ainda sou do tempo» das cassetes de vídeo que tantas horas me entreteram pelas tardes de fim-de-semana e nas férias escolares. 

Algumas eram compradas, poucas e em datas especiais porque nunca fui criança de ter tudo o que pedia para «não estar mal habituado» e assim é que deve ser. Mas a maioria eram alugadas por um prazo de uma semana, se a memória não me falha, no clube de vídeo da vila mais próxima da aldeia. Lembro-me como se tivesse agora a entrar naquela loja, geralmente aos Sábados à noite, com a cassete da semana anterior para entregar e escolher o filme, em semanas com períodos prolongados em casa eram os filmes, que me acompanharia pelos dias seguintes. Por vezes via o mesmo filme duas e três vezes na mesma semana para o aproveitar bem e quando eram as películas Disney então era uma maravilha. 

Existia magia em assistir a um novo filme todas as semanas e aquele momento de ir com a cassete entrega-la no balcão e saber que logo de seguida poderia escolher outra criava, enquanto criança, uma sensação mágica porque dentro da rotina sabia sempre que acontecia e eu gostava de andar em torno da estante a ver as capas, a ler os títulos e as apresentações dos filmes. As novidades que iam surgindo geralmente desapareciam rapidamente da estante e era quase um milagre, não o de Fátima, apanha-los logo pelas primeiras semanas, mas quando conseguia perceber que existiam películas que ainda não tinha visto ficava feliz, talvez arregalasse os olhos e os óculos tremessem até de alegria. 

19
Dez17

Coco [Disney]

| O Informador

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Existem filmes que passam por nós e que não conquistam, no entanto existem películas que do início ao final da sua história contam com um desenrolar tão forte que cada momento torna-se especial, tal como acontece com Coco, um dos filmes Disney que mais apreciei pelos últimos anos. 

Miguel é um jovem que vive com várias gerações familiares onde uma fábrica de sapatos lhes dá sustento, mas este mexicano não quer continuar a trilhar os passos dos avós, dos pais e o que o destino lhe tem reservado, lutando pelo sonho, tornar-se num guitarrista e cantor famoso, tal como o seu grande ídolo Ernesto de la Cruz. Mas o passado da família não facilita Miguel a lutar pelos seus objetivos artísticos e a partir daí começa a aventura do jovem. 

Entre o passado e o presente, a vida e a morte, Miguel parte à descoberta sobre a história que o impede no presente de entrar no mundo musical. Percorrendo o caminho até ao Mundo dos Mortos, Miguel encontra os seus antepassados onde a busca da verdade toma lugar num universo diferente dentro da História e tradições do México. Num filme emotivo e que conquista o espetador pela simplicidade e carisma que, mais uma vez, a Disney conseguiu colocar no seu personagem. Miguel é um jovem lutador, conquistador e que não se deixa ficar pelas palavras que lhe vão sendo ditas, lutando pela sua vontade e sabendo quais os seus reais objetivos. Coco é uma história familiar inspiradora com um desenlace surpreende onde a perseverança de um jovem conquista o público que se vai apaixonando pela luta de Miguel para voltar a casa mas ao mesmo tempo sem querer deixar a verdade para trás, lutando assim para repor um passado mal contado. 

30
Nov17

Pocahontas

| O Informador

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A época natalícia chegou e mais uma vez, após os sucessos dos anos anteriores, Alice no País das Maravilhas e Aladino e a Lâmpada Mágica, a Yellow Star Company volta a apostar num espetáculo de Teatro no Cinema onde existe ligação entre a grande tela e o palco ao longo de cada sessão de encenações viradas para o público mais jovem. Este ano foi a Pocahontas a escolhida para visitar Portugal, contando com Sofia Ribeiro e Marta Faial, em regime de rotatividade, no papel de protagonista deste espetáculo vindo do mundo encanto da Disney.

Com adaptação a cargo de Paulo Sousa Costa, encenação da responsabilidade de João Didelet e com João Correia, Quimbé, Leandro Pires, Mario Pais, Pessoa Junior, Débora Monteiro, Fernando Oliveira e João Vilas a juntarem-se às protagonistas de Pocahontas, esta produção veio para conquistar miúdos e graúdos de 16 de Novembro a 30 de Dezembro, com sessões de fim-de-semana para o público em geral e de semana para grupos e escolas com reserva. Pocahontas encontra-se em cena nos Cinemas UCI El Corte Inglês!

Tendo visto este espetáculo a opinião tem de existir, e ao contrário dos anteriores espetáculos do género apresentados, não vejo esta aposta tão atrativa junto do público. Vamos aos factos! Pocahontas nunca foi um grande sucesso televisivo e de marketing, não sendo esta uma das princesas com maior destaque do mundo fantástico criado ao longo das últimas décadas. Talvez pela história guerrilheira e pelo combate, sabe-se que esta narrativa, quer seja no grande ecrã, em termos de série televisiva e pela literatura, nunca conseguiu chegar às proximidades de outras apostas do género, o que faz logo por si que a atração não se consiga fazer sentir com tanto entusiasmo. Sofia Ribeiro, que adoro, está no elenco, sim, mas neste espetáculo propriamente não vejo que um nome forte da televisão e redes sociais consiga fazer alguma diferença junto do público mais novo. É verdade que a Sofia é um dos pontos fortes do elenco, mas só por isso não chega, sendo necessário existir uma boa personagem, o que a Pocahontas não me parece ser. No que toca ao cenário, ao contrário do que tem sido hábito nas apostas de Teatro no Cinema que a Yellow Star Company tem apresentado, junto do ecrã encontra-se um espaço completamente vazio, o que dá uma visão negativa logo de início. Percebo que assim seja para que exista uma mudança mais rápida entre os vários locais, mas em Aladino e a Lâmpada Mágica, por exemplo, o campo visual estava tão bem recheado com adereços físicos que tudo ajudou a criar outro ambiente. Em Pocahontas existe ainda uma parte em que algumas das personagens se deslocam ao cimo da sala de cinema, o que faz com que o público se tenha de virar, o que com crianças destabiliza um pouco a sala, para mais quando alguns se têm de colocar de pé para conseguirem perceber algo do que se está a passar bem no fundo do auditório. 

21
Abr17

Dia do Bulldog na Comercial

| O Informador

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A Rádio Comercial tem sempre algo a celebrar dia após dia e hoje, Sexta-feira, 21 de Abril de 2017, e porque estão na Disneyland Paris a celebrar os 25 anos do espaço com emissão especial, decidiram celebrar o dia do bulldog. O meu Tomé aparece assim, para vos cumprimentar em língua francesa neste seu dia! 

06
Abr17

A Bela e o Monstro

| O Informador

a bela e o monstro

Um clássico Disney que agora ganhou um remake onde atores reais se encontram envolvidos com a criação perfeita de cenas e personagens computorizadas tão reais que levam esta nova película a quase atingir a magia do primeiro amor que o público tem para com A Bela e o Monstro. Costuma-se dizer que não há amor como o primeiro e neste caso e por muito bem feita que esta nova versão esteja, obedecendo bastante ao original, não consegue chegar aos encantos a que assisti em pequeno. 

Uma história intemporal e que ultrapassa gerações volta a espalhar magia convidando os espetadores a circularem pelas escadarias e salas do castelo para (re)viverem uma grande história de amor entre uma jovem inspiradora e apaixonada por literatura e um príncipe amaldiçoado. Este é daqueles contos que em livro, em filme animado, teatro ou agora em versão cinematográfica real consegue sempre emocionar, dado o envolvimento que A Bela e o Monstro vão criando ao longo de todos os desafios que lhes vão sendo colocados. A capacidade de transformação de um ser magoado para com os cuidados de outro para que se consigam criar elos de ligação, primeiro para se descobrir quem está do outro lado e depois porque o coração fala mais alto e percebe que a paixão não surge por um rosto bonito, mas sim pela demonstração do carácter que está tanta vezes por detrás de um corpo que nada nos diz e que com o tempo se mostra um ser encantador e perfeito. 

Emma Watson pelas primeiras cenas parece ausente da personagem mas assim que se vê confrontada com o Mostro protagonizado por Dan Stevens consegue mostrar que agarrou a sua Bela como era pedido, tendo uma presença ascendente ao longo de toda a história. Já no que toca a Stevens, acredito que teriam conseguido ter um outro rosto a dar vida a este príncipe que em formato Monstro convence bastante mas depois os poucos minutos em que fica de rosto limpo acaba por desiludir pela ingenuidade que acabou por dar à personagem. De resto, não existem oscilações de casting e nota-se que a intenção era mesmo surpreender com o trabalho de equipa onde os mágicos cenários e as personagens não humanas criam a verdadeira ilusão para a fantasia que depois acontece no final quando todo o elenco surge a celebrar o amor. 

Um filme com maior duração que o original para explicar o passado familiar de ambas as personagens e também pormenores que na versão animada e mais virada para o público infantil passam despercebidos mas que agora já deixariam dúvidas acerca de determinadas atitudes, dando também para perceber o cuidado com vários problemas sociais, como é o caso da homossexualidade e do racismo, com a presença de personagens que mostram que a realidade existe e não há que ser omitida no cinema. 

Um filme para ver ou na maioria dos casos rever mas que não consegue tirar a magia do verdadeiro, do original, aquele que nos ficará para sempre na memória e que os mais novos que só estão a ter o seu primeiro contacto com A Bela e o Monstro agora devem ver porque não se conseguirá fazer melhor, por muito que se tente, do encanto que foi criado com aquela película animada.

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