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O Informador

Orçamento assustador

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Foca-te num orçamento que desejas pedir para avançares com determinada obra, projeto ou seja o que for. Agora pensa que estás frente a frente com a pessoa que te vai dar o valor final, que te vai dizendo o que precisa de ser feito enquanto vai acrescentando no sistema instalado no seu portátil valores. Tudo pronto e eis que te apresenta linha por linha o que terá de ser feito e todos os custos. Conforme as páginas vão avançando vais somando por alto valores e no final, mesmo na ultima página tens aquela surpresa desagradável que preferias nunca receber. O valor está umas quatro vezes acima do esperado e ficas sem saber o que dizer. Primeiro olhas, assimilas, percebes que estás a ficar com calor, transpões os teus pensamentos, refletes de forma rápida e percebes que tens de ter tempo para absorver toda a informação que não vai em nada de encontro ao pretendido. Sais, deixas o tema em suspenso porque tens que pensar e perceber o que pretendes fazer perante o valor e a necessidade. Será que conseguirás melhores valores para o mesmo serviço? Essa é a questão que percebes mais tarde que tem de ser colocada e procurada.

 

Citações | 38 | Ganância

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Se o amor ao dinheiro é a raiz de todo o sucesso financeiro, porque é que não tenho cheta?

Alvina Knightly, em Louca, de Chloé Esposito, editado pela Bertrand Editora

 

Quem não gosta de dinheiro? Eu gosto, bastante até, e não sinto problema algum em o admitir porque seria bem hipócrita caso dissesse o contrário. Respeito o dinheiro, sou bom a lidar com o meu sistema financeiro e acredito que com pouco ou muito seria a mesma pessoa, com outros luxos, bem certamente, mas que seguiria o caminho com os pés bem assentes no que me define e perante os meus ideais de vida, disso tenho a certeza. 

Antigas moedas de chocolate

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Memórias por vezes surgem do nada e quando estou simplesmente a olhar para o dia que já passou. Ontem surgiu-me, por mero acaso e do nada, a lembrança das antigas moedas de chocolate que volta e meia me ofereciam ou que me levavam em criança a fazer uma ou outra birra numa qualquer loja de conveniência onde as antigas redes que serviam de pacote para estes pequenos chocolates surgiam penduradas bem ao nível do meu olhar.

Como me lembro de ficar durante semanas a comer uma moeda por dia, já que era assim o contrato feito no ato da compra. Uma por dia e com controlo parental para não abusar no chocolate e das pequenas às maiores, que bem me sabia este dinheiro achocolatado, por vezes deixando a memória do bom sabor do chocolate de boas marcas que acabam por ainda hoje fazer as delicias do fãs chocolateiros deste nosso país.

No momento em que tinha moedas de chocolate, além de comer tirava a película com tanto cuidado para recortar folhas de revista e substituir o chocolate por moldes que fazia para voltar a encher a prata e poder assim ficar com moedas fictícias para as brincadeiras de casa de compras e vendas. Tudo na altura, para uma criança que gostava de inventar, servia para criar brincadeira após o consumo do produto em si.

Vamos precaver... o desleixo

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«O Coronavírus está a ameaçar Portugal, vamos tomar medidas e fazer com que o nosso espaço esteja minimamente equipado com produtos de limpeza e higiene para os visitantes». Esta poderia ser uma frase muito bem pensada e elaborada por parte da direção de um estabelecimento aberto ao público, como por exemplo um centro comercial, mas na realidade as coisas não acontecem de forma tão prática assim.

A ideia de colocar gel anti-bacteriano junto das casas de banho e pelos corredores dos centros comerciais funcionou numa primeira fase, no entanto alguém se esquece que o líquido não aparece sozinho nos dispositivos automáticos, sendo necessário trocar as embalagens, o que não acontece como é necessário. E que tal também deixar as portas que estão constantemente a ser abertas com algo a prender para se fixarem, não sendo necessário levar constantemente a mão até às maçanetas? Existe depois a questão do contacto com o dinheiro e cartões de forma constante. Como contornar esta situação de forma imediata quando a opção contactless ainda não funciona em todos os locais e o dinheiro circula de mão em mão?

Podemos seguir todas as regras pessoais, os grandes centros comerciais, por exemplo, lançam a base mas depois não conseguem acompanhar a evolução e a tentativa de estar consoante as regras acaba por ficar só mesmo pela intenção primária, sem existir um acompanhamento cuidado e com evolução consoante o estado da atual pandemia.

Eles já usam o multibanco

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Hoje falo da teimosia que existia por parte dos meus pais para utilizarem um simples cartão multibanco. Sim, aos trinta e três anos, só agora consegui que se dirigissem comigo a uma caixa automática do sistema bancário nacional para lhes explicar como é fácil todo o processo de levantamento e consulta da conta bancária. Parece irreal mas é verdade! Em 2020 os meus pais vão finalmente utilizar o cartão multibanco, quando muitos de nós já estamos num outro processo de pagamentos através dos telemóveis e não só. 

Entre os senhores meus pais o cheque foi sempre um «ai Jesus» do dinheiro. Era necessário levantar algum, passavam um cheque mensal, um deles ia ao banco e levavam a quantia para casa, ficando a mesma para ser governada por umas boas semanas. Se existisse um pagamento acima do normal a ser feito, o mesmo seria realizado com um outro cheque passado ao comerciante. Onde isto existe em Portugal do século XXI com toda a evolução que possuímos?

Agora, e somente porque o banco deixou de enviar o extrato da conta para casa, lá consegui com que torcessem a orelha e por vontade dos próprios lá fomos ter a aula de simplicidade para começarem a utilizar o bonito cartão. Cheguei com os dois ao multibanco e percebi que o meu pai acabou por fazer tudo sozinho, parecendo as crianças que estão a fazer algo de novo, sabem como se faz mas hesitam e questionam se é assim. Consultou, levantou, colocou e tirou cartão e ficou tudo certo. 

Já lhes expliquei, uma vez mais mas as outras foram em vão porque já sabia que nada ia ser feito, como têm de fazer pagamentos em lojas e supermercados sem qualquer complicação. Sim, até nesse ponto tudo era pago em dinheiro vivo.

Compras a solo

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Ah e tal, adoro ir às compras, passar horas no corredio de entrar e sair de lojas no meio da confusão e arrastar as pessoas comigo para me ajudarem a escolher! Esta é a ideia de muitos, mas não a minha, lamento!

Gosto de ir às compras, e quem não gosta? No entanto opto muitas vezes por ir sozinho por não ter aquela paciência para entrar e sair em várias lojas onde sei que nada irei comprar. Prefiro ir com a ideia de entrar onde tenho o que quero, visitando, vendo e comprando, sem precisar que esperem por mim nem ter de ficar em espera enquanto outros se despacham. Gosto de gastar o meu tempo rápido em lojas, por vezes sem ideia do que vou comprar mas escolhendo por gostar e muitas vezes sem necessidade, mas partir para o ato de entrar num centro comercial sem ideias definidas é bem mais agradável por acabar por comprar o que não esperava e sem levar a ideia de que quero aquilo e depois não encontrar o artigo perfeito.

Proteção Civil inflamada com as golas

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A proteção civil gastou mais de 125 mil euros em 70 mil golas que foram inseridas nos kits de emergência, que custaram 328 mil euros e que têm sido distribuídos pelas Aldeias Seguras desde 2018. Agora que se percebeu que as ditas golas são feitas de poliéster, material facilmente inflamável e que aquece, estando contra o desejado neste caso, eis que a Proteção Civil revela que estes kits «não assumem características de equipamento de proteção individual, e muito menos de combate a incêndios», sendo somente um kit para merchandising e divulgação, ou seja, tudo foi feito para informar e sensibilizar sobre como as populações devem agir em caso de emergência, gastando dinheiro em material que não serve de muito e que vai até contra as regras. 

Os kits que foram distribuidos ao abrigo do programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras contém além das golas, um apito, lanterna, rádio, colete refletor, também feito em poliéster, máscara e a informação do que é necessário juntar, como é o caso do estojo de primeiros socorros, medicação habitual, água e comida não perecível, produtos de higiene pessoal, uma muda de roupa, dinheiro e a lista de contactos de familiares e amigos mais próximos. 

Incentivando a consciência coletiva, sensibilizando a população para a adoção de práticas que minimizem o risco de incêndio, o programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras foi elaborado com base em salvaguardar os estragos feitos no passado, no entanto agora admitem que os kits distribuídos são somente figurativos e não para uso real se existirem situações em que é necessário agir. 

Cartões de Crédito, Débito e Pré-Pagos: O que são e as principais diferenças?

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Quantas vezes usas o cartão para pagares as tuas compras, os serviços ou, apenas, fazer o levantamento de dinheiro da conta? Esta é uma prática comum e o uso de cartões de débito tem subido, existindo cada vez mais portugueses a fazer pagamentos através dos TPAs.

Os serviços descritos acima, regra geral, são feitos com os cartões de débito, mas existem mais dois tipos de cartões que podem fazer parte do nosso quotidiano: os cartões de crédito e os cartões pré-pagos.

Conhece a diferença entre os três cartões mais usados em Portugal e sabe mais informações sobre cada um destes.

 

Cartões de Débito

Os cartões de débito são os mais comuns e, regra geral, os primeiros feitos por qualquer português. Estes cartões permitem efetuar o levantamento, pagamento de serviços ou produtos, consultar o saldo de conta, entre outros, tudo relacionado à conta na qual se é titular.

As operações feitas com este cartão implicam uma subtração do saldo da conta de forma imediata, ou seja, se a conta não tiver saldo disponível, as operações não podem ser realizadas. Algumas das operações podem ter custos associados. Este cartão, recentemente, melhorou a sua tecnologia, adicionado a tecnologia Contactless que permite o pagamento de compras até 20€, usando apenas a proximidade do cartão ao TPA. Para que seja possível o seu uso, o TPA deve ter implementado este sistema tecnológico.

Nos cartões de débito existe, ainda, o cartão de débito diferido que é muito útil para pagamento de contas enquanto o saldo da conta não está disponível. Resumindo rapidamente, nestes cartões o pagamento pode ser realizado e o débito será feito posteriormente, numa data que será acordada entre o consumidor e o banco.

Existem, ainda, os cartões mistos que permitem, por exemplo, a opção de débito e de crédito com um mesmo cartão. Nestes cartões, aquando o pagamento, devemos escolher qual a opção que pretendemos – débito ou crédito.

 

Cartões de Crédito

Ao contrário dos cartões de débito, os cartões de crédito permitem fazer pagamentos através de um plafond previamente contratado, ou seja, um crédito. Sendo assim, não necessitas de ter dinheiro na conta bancária, o valor usado será pago posteriormente.

Dependendo do valor contratado, o reembolso à instituição pode ser feito numa determinada data na totalidade ou a prestações. Todas estas informações serão acordadas antes de usar o valor. Lembra-te que o não pagamento dentro do prazo acordado pode levar à implementação de juros.

A marca não faz o boneco

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Nos tempos que correm existem pessoas fascinadas pelas marcas que até enjoa. No entanto se formos analisar,  o que conta mesmo no topo do boneco composto? O que está no ser interior ou no que é visto de forma supérflua exteriormente?

É a marca do sapato, da camisa e das calças, o carro e até a comida, tudo, para certas e determinadas pessoas, circula em função das marcas. «Só compro esta marca!», «Já reparaste na nova coleção da marca de camisas que uso?» ou então, «Estou a pensar comprar o novo modelo da marca x e vender o que tenho - que é da mesma marca -, por já estar ultrapassado!». Sim, queridos gabarolas, poder de compra não vale tudo e coloquem bem isso nas vossas mentes. 

Podem comprar tudo e qualquer coisa para continuarem a alimentar as futilidades que mantém pelas vossas vidas, no entanto a conquista do Eu individual não consegue ser adquirida com a passagem de um cartão de crédito. É necessário tempo, cabeça e vontade para se conseguir atingir o limiar exato que demonstra quem é quem e a personalidade única de cada um. Não vale a pena andarem a copiarem-se uns aos outros, porque se um corta o cabelo, vai tudo cortar, se alguém compra um automóvel novo, segue tudo atrás. Com que necessidade minha gente? Não é a quantidade e a vontade de mostrar ter mais que os outros que nos dão a felicidade. Sejam muito com pouco e perceberão que mais rapidamente conseguem viver em paz, sem a necessidade de andar em modo vigilantes a perceberem que «a galinha da vizinha é melhor que a minha».

Recebi o IRS

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Tenho um comunicado a fazer a toda a sociedade nacional. Sim, hoje tenho algo de bom para vos comunicar! Recebi o meu IRS e tenho que vos dizer que a transferência entre os cofres do Governo e a minha conta foi acima dos valores dos anos anteriores. Uma boa notícia de Abril, numa semana de chuva, em que a Páscoa espreita e o meu estômago, com a ajuda de gripes e alergias, não anda nada bom!