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O Informador

Dormi mal

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Hoje acordei cedo, estremunhado e com uma ligeira dor de cabeça que após tomar o pequeno almoço levou com um comprimido em cima para partir para outras paragens. Dormi mal, acordei várias vezes ao longo da noite, ora com calor, ora com uma dor ou outra, e percebo que não descansei nada decentemente.

Quando deitei estava tranquilo mas o certo é que rebolei para adormecer, fechava e abria os olhos, olhava para o relógio da box da televisão para perceber que horas eram e não conseguia adormecer de forma fixa, percebendo que fechava e descansava por uns minutos para logo voltar a acordar. Irrito-me por passar a noite assim meio em branco e quanto mais percebo esta dificuldade em dormir no início da noite mais me custa em conseguir embalar para o sono tranquilo que tanto desejo.

Intensidade a mais, descanso a menos

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Olha só a expressão que apanhei por aí e que decidi partilhar por fazer todo o sentido para com a minha pessoa nada, mas cada vez menos, egocêntrica. Nunca fui um ser humano capacitado para dormir uma noite totalmente tranquila, daquelas noites que parecem ser passadas sobre as nuvens em que nada pode acontecer que perturbe o descanso. 

Sou de fases, umas vezes custa adormecer, outras semanas tendo a acordar várias vezes ao longo da noite só porque sim e sem nada me fazer abrir os olhos e despertar e existem ainda alturas em que acordo bem mais cedo que o necessário, tão mais cedo que o despertador do telemóvel ainda nem está próximo de tocar e já por vezes estou mais que despachado para sair de casa.

Necessidade deste mal dormir não existe e sempre tem acontecido ao longo dos anos por temporadas, no entanto com esta frase encontrada pelas redes sociais acredito que seja a minha intensidade a fazer com que descanse menos ao longo do tempo destinado a dormir. Sim, sou intenso para o bem e para o mal, sendo um pouco melodramático perante os altos e baixos que nem sempre são assim tão graves mas a que dou destaque como se tudo estivesse em alerta, para o lado positivo e negativo. Dizem que vivo certos acontecimentos e acabo por destacar algumas situações acima do necessário, considerando a minha forma de estar um pouco intensa nesse aspeto, daí agora perceber porque não consigo descansar corretamente. 

 

Boa noite, Vitinho!

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Corria o ano de 1986 e o Vitinho surgiu nos ecrãs da RTP através de uma pequena película de animação com o nome Boa noite, Vitinho! para que após o anúncio de que estava na hora dos mais novos se irem deitar se iniciasse a programação noturna da estação pública de televisão. Nesse mesmo ano nasci e em pequeno sempre me lembro do Vitinho, tendo tido inclusive uma almofada com o famoso boneco estampado. Muito se criou em torno deste amigo animado, de livros a discos, peluches e cromos, sendo um autêntico sucesso de marketing entre miúdos e graúdos. O célebre Vitinho nasceu para desejar as boas noites a todas as crianças, anunciando a hora de seguir para o descanso, e o que é certo é que vingou e ficou na memória de todos.

Hoje, trinta e cinco anos depois, falei sobre esta memória com colegas de trabalho, percebendo que cada geração tem os seus heróis animados, e chegado a casa resolvi rever a memorável canção, a que chamo de original, da primeira temporada do Boa noite, Vitinho!, não me lembrando sequer que tinham existido outras três versões pelos anos seguintes, uma vez que a primeira me ficou para sempre marcada.

Resolvi, após ouvir várias vezes os quatro temas do Boa noite, Vitinho! deixar para quem quiser viajar pela sua memória, os temas, apresentando também a quem vem de gerações mais recentes o que para nós, acima da casa dos trinta, foi um amigo televisivo que todos os dias nos visitava e fazia por um breve minuto companhia. 

Até amanhã!

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Chego a casa já noite feita! Coloco a chave e destranco a porta. Entro devagar e volto a fechar a porta, mesmo ao lado o cão dorme o seu quadragésimo sono do dia, tentando que este seja duradouro por toda a noite e sem sobressaltos. Mal abre os olhos na escuridão enquanto me descalço sem ligar qualquer luz. Sigo direito ao quarto sempre sem ligar qualquer luz. Coloco a mochila no seu lugar habitual, encosto a porta, sigo até à mesa de cabeceira e ligo o candeeiro. Volto a sair do quarto, encosto a porta e vou até à casa de banho, ligo a luz, encosto a porta para fazer a higiene do final do dia, visto o pijama entretanto, deixo a roupa no cesto para ser lavada, abro a porta, desligo a luz e regresso ao quarto. Sempre tudo com o mínimo de barulho possível. Já no quarto, puxo a roupa da cama para trás e deito-me, deixando-me finalmente esticar por debaixo dos lençóis. Desligo a luz do candeeiro da mesa de cabeceira e viro-me para o outro lado. Até amanhã!

Como acordaste ontem?

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Ontem acordei assim como meio torto, o que já não é uma grande novidade, já que tenho um modo de dormir meio estranho. Com isto o acordar da manhã passada fez-se sentir com uma ligeira dor no pescoço, daquelas que logo à partida me acompanham pelas primeiras horas do dia. Dormir em modo desequilibrado, mexendo-me bastante não ajuda nada as articulações a descansarem durante a noite, mas sou tecnicamente endiabrado, até a dormir, e depois dá nisto quando de manhã percebo que estou ligeiramente dorido por não conseguir ficar quieto ao longo da noite. 

Dormi mais que a conta

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Ontem, 05 de Outubro de 2020, foi o dia! Não, não foi o dia de Cristina, mas sim o dia em que O Informador dormiu mais horas que o normal e até quase às 13h00, o que não acontecia já lá vão uns anitos. 

Foram quase doze horas de belo adormecido sem quase interrupções. Certo que acordei bem cedo com o sol a fazer-se sentir lá fora, voltando rapidamente a fechar os olhos assim que percebi que nem os galos cantavam ainda e que em pleno feriado a sociedade alentejana estava ainda fechada em casa. 

Ficar de férias numa das primeiras semanas frias deste Outono, que chegou logo no início de Outubro, aproveitar para descansar em pleno sossego alentejano e ainda conseguir tirar horas seguidas de sono, que tem estado em atraso, é somente uma maravilha. 

Relógio corporal

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«Dormir faz bem e faz crescer», lá avança o ditado popular com longos anos. Voltei a dormir melhor nos últimos tempos e com um maior número de horas de descanso. Com isso constato agora que o corpo está tão habituado à rotina que com o aproximar das horas habituais do acordar, os sensores começam a ser ligados e a ficarem em alerta. 

Nem sempre me tenho de levantar pela mesma hora, por ter no trabalho horários rotativos e mesmo na folga posso ficar mais tempo a dormir, no entanto corpo e mente não entendem esse facto e todos os dias o momento de acordar é o mesmo. Com ou sem despertador o som começa a fazer-se sentir, os olhos abrem e percebo que em dias em que o telemóvel vai tocar para me acordar o consigo fazer instintivamente uns minutos antes. Nas folgas, sem horários a cumprir, aquela hora é sagrada e lá fico desperto como se tudo estivesse tão infiltrado numa rotina corporal que não consigo aguentar-me a dormir até mais tarde.

Dormir com vontade

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Ando a dormir mais cedo e com alguma vontade! Será isto normal?

Mal chego ao aconchego dos lençóis, de luz apagada e silêncio total e lá vou eu viver a noite de olhos fechados, com o cérebro a descansar mais cedo do que deveria ser o desejado e seguindo o caminho em menos de nada para o que poderia ser o paraído em sonhos, o que não acontece comigo.

A sesta não é normal

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Sempre me habituei a não dormir a sesta e foi sendo muito raro deitar ao longo do dia e acabar por adormecer. Ultimamente isso não tem acontecido bem dessa forma e percebo assim que os sinais da idade também surgem através do cansaço, mesmo que durma as horas aconselhadas de noite e consiga descansar para me sentir bem.

Não sei o que se passará mas pelas últimas semanas, se durante as tardes de folga me deixo ficar em casa encostado a olhar para a televisão ou a ler, as pálpebras começam a dar aqueles sinais bem notórios de que mais vale desligar tudo, descer a almofada e deixar que o corpo descanse e os olhos se fechem. Começa a ser um ciclo que num dos dois dias de pausa, que geralmente são seguidos, me deixe levar por umas horas pelo sono ao longo da tarde, fazendo com que depois ao deitar no horário noturno leve mais tempo a adormecer, mas chego lá.