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Sofrem as redes sociais

  Meses de pandemia com várias semanas de quase isolamento e em que as redes sociais ajudaram um pouco a compensar a distância e ausência. No entanto com o tempo a passar e com a saturação desta nova vida, ao mesmo tempo que a habituação acontece, as redes sociais acabam por causar algum cansaço e hoje, talvez devido aos estados constantes de confinamento sem poder usufruir daquela liberdade que tanta falta faz, a partilha acontece de forma mais espaçada e em relação ao Instagram (...)

Desabafo

  De há umas semanas para cá que percebo que não tenho andado bem. Sinto-me como um boneco que aparenta o que realmente não sente. Na realidade sinto-me triste, cansado e a necessidade é somente a de chegar a casa e ficar bem quieto no meu canto, sem que tenha de pensar ou dirigir a palavra a quem quer que seja, uma verdadeira falta de vontade de reação, numa apatia do tanto me faz se vou por ali ou por outro sentido.  Neste momento tudo me faz confusão, a rotina, as paragens e (...)

Férias pelos Santos

Recém chegado ao meu segundo emprego, eis que sou surpreendido em semana de Santos Populares com mais de metade da equipa de férias. Sim, é verdade, a maioria dos novos colegas tirou uns dias de pausa, aproveitando o feriado da próxima Quinta-feira, 15 de Junho, e estando assim por casa a 13, já que quase todos vivem pela zona de Lisboa e como onde trabalhamos hoje não é feriado, aproveitam assim um dia de férias para ficarem com a família e festejarem noite dentro estes dias de (...)

Incêndio fatal

Uma empresa em falência, um assalto há poucos meses e agora um incêndio que tudo destruiu numa tarde que se prolongou pela noite com as chamas a atacarem todo o pavilhão até o telhado ruir e nada ficar para amostra do que foi vivido ao longo de quase vinte anos, dez no meu caso, por um local onde muita coisa já aconteceu. Encontro-me de férias e não assisti no local ao ocorrido, sabendo por telefone e vendo imagens posteriormente através da comunicação social. Receber o alerta (...)

Sermão

«Ninguém me encomendou o sermão, mas precisava de desabafar publicamente.» Miguel Torga Existem alturas em que não nos conseguimos controlar e temos que desabafar junto e para os outros. Miguel Torga afirmou isso mesmo em 1993 num discurso que fez sobre o estado político do nosso país na altura. Agora não estamos numa situação nada melhor e continuamos a querer dar o sermão a quem de direito publicamente.  Políticas à parte, nós, os seres humanos não possuímos um saco de (...)