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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

19
Ago18

Fora com o siso

O Informador

dente do siso.png

O problema com os dentes do siso sempre pairaram na minha mente como causando fortes dores quando as primeiras picadas surgem e também a ideia que ao tirar provocava mal estar e era sempre complicado. A minha primeira experiência, aos trinta e um anos de idade, ao tirar um dente do siso, o primeiro a saltar, quebrou todas as ideias que a sociedade me foi concedendo ao longo dos anos. 

Sim, tive dores enquanto não fui ao dentista. Sim, tive um fim-de-semana inteiro com essas mesmas dores, mas tudo suportável, já tendo tido verdadeiras dores de dentes complicadas de aguentar. Marquei dentista, sentei-me na cadeira, expliquei o que se passava e posso dizer que acredito que nem cinco minutos estive sentado a resolver a situação. Anestesia em três pontos na zona, os acessórios próprios a tocarem no dente, a questão sobre se está a doer e em menos de nada senti o dente a saltar do seu lugar de sempre. Não custou nada. Certo é que foi rápido, a dor que se gerou durante dias desapareceu num ápice e tudo ficou resolvido com uma compressa por uns minutos e os cuidados com a comida durante as horas seguintes. O pior veio quando o efeito da anestesia passou. É que ao longo de dois dias senti as mesmas dores como se o dente ainda lá estivesse a provocar. Medicação para as dores, gel próprio para a boca, bochecho com líquidos adequados e nada. Até que tive de voltar ao consultório e com uma pasta com medicação foi nuns breves segundos que tudo ficou adormecido para acalmar estas dores dos primeiros dias sem o siso. 

23
Nov12

No café fala-se de dentistas de manhã

O Informador

Acordo, um dia frio, mas que era melhor que o habitual porque sabia que estava de folga e não tinha que andar à pressa. Levanto-me e despacho-me para sair, tomar café e ir cortar o cabelo. Chego ao café, começo a ler os últimos capítulos de A Mão do Diabo e a comer o meu folhado acompanhado pelo cafézinho. Passado um pouco, ainda a comer, começo a ouvir a conversa indesejada de uma manhã de descanso e muito menos quando se está a comer. Na mesa atrás fala-se de idas ao dentista e o que se fez por lá. Três senhoras, sem mais nada para fazer e talvez de que falar, estavam a ter a conversa proibida logo de manhã e para quem está bem disposto.

As senhoras, amigas umas das outras, falavam logo nas primeiras horas da manhã de várias idas ao dentista, onde arrancaram dentes, umas custou mais que outras. Soube até que uma delas teve duas horas para lhe ser tirado um dente, tendo tido dores horríveis. Eu a comer e a pensar... «Mas elas têm mesmo que estar a ter esta conversa aqui, em alto e bom som, para todos ouvirem?».

Existem assuntos que podem ser normais serem falados, mas logo de manhã, num local onde se pode estar agradavelmente, ter de ouvir a conversa dos outros e sobre assuntos de que ninguém gosta de ouvir histórias, porque são sempre piores que as vividas pelos próprios.

O que aconteceu depois? Despachei-me para me ir embora... Não é que quando me levantei, as senhoras resolveram que também já estava despachadas e tinham conversado tudo? Haja paciência!

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