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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31
Mai18

Chumbo da eutanásia

O Informador

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Na passada Terça-feira foi a votos no Parlamento a despenalização da eutanásia e os deputados não foram unânimes, uma vez que o chumbo dos quatro projetos de lei que estiveram a votação não foram aprovados por pouco, sem existir uma grande demonstração sobre um dos lados da questão. 

Com projetos de lei do PAN, BE, PS e PEV, a despenalização da eutanásia foi votada por todas as forças políticas onde cada deputado foi chamado pelo seu nome e dando o seu parecer sobre a questão. Com um maior número de votos contra do que a favor e algumas abstenções, os projetos foram assim todos chumbados para regalo principalmente dos deputados do CDS e PCP que estão claramente contra esta decisão. 

Cá por casa, antes do momento da votação no Parlamento, a questão levantou-se e a opinião também é discordante. Pessoalmente concordo com a despenalização da eutanásia, dando à pessoa que sabe que vai perder as suas capacidades por doença de escolher não sofrer e poupar o sofrimento de quem está ao seu redor, evitando perder qualidade de vida e ficando muitas vezes com uma mente sã num corpo morto ou vice-versa. Entre passar meses ou mesmo anos de sofrimento e obter o poder sobre a morte assistida, sou defensor do poder de escolha. Nesta questão, cá por casa as coisas não são mesmo unânimes, sendo o único a aprovar a despenalização da eutanásia, tema que gerou uma pequena discussão sobre os meus pontos de vista sobre este assunto e o facto de cada um poder escolher a morte assistida e com dignidade. Eu aceito e defendo mesmo a possibilidade, mas os receios que a despenalização num ponto inicial abram outros caminhos futuros existem nas gerações mais velhas e vejo que é nesse ponto que muitos ainda não conseguem olhar com bons olhos para esta medida que mais ano menos ano será aprovada e vista de outra forma através das bases que entretanto deverão ser dadas, com explicações e um plano estratégico para que tudo seja feito de forma a que a sociedade venha a perceber os pontos positivos sobre a despenalização da eutanásia no nosso país.

08
Fev14

Difícil decisão

O Informador

Ao longo do tempo vários momentos são fulcrais para o futuro de cada um e em determinadas alturas há que tomar decisões que podem traçar o amanhã. Ando com tais dificuldades a nível profissional e por conseguinte pessoal e os pensamentos não andam fáceis porque o peso do que decidir poderá alterar relações, vidas e também o futuro. O que fazer?

Sinto-me a viver uma fase de stress! Um convite apareceu para ir viver para outro local, em busca de novos desafios, o que também irá alterar a vida a que estou habituado a ter. Ainda vivo na casa dos pais, tenho as pessoas de quem gosto por aqui e sempre andei pela zona. Agora surge-me a hipótese de agarrar um lugar de destaque na empresa, a duas horas de viagem de onde vivo atualmente, tendo que largar por uns tempos a rotina a que estou habituado e partir um pouco à aventura e conhecimento.

Já revelei às pessoas mais próximas que estou em fase de análise e decisão para perceber se irei ou se ficarei à espera que outros voos me chamem. As reacções foram bem dispersas e variaram de pessoa para pessoa, só que existe sempre as que nos marcam, e a da mãe tem dado que pensar. Ela não quer que me afaste e que de um momento para o outro vá viver para longe do seu raio, sozinho numa cidade desconhecida e com uma função profissional a que não estou totalmente habituado. Chateamos-nos por ideias opostas, mas no fundo sei que ela em parte tem razão e preocupa-se, por isso tal reacção de que não gostei. Ir viver para perto poderia acontecer, mas a distância com que esta oportunidade me pode colocar dela fez faísca. O pai, mais descontraído, prefere deixar-me decidir, sem muito dizer, embora saiba que a luz verde no caso também não está do seu lado. Quanto aos restantes, senti que na verdade não querem que vá, mas também ficam contentes por me verem poder crescer e ter novas perspectivas de futuro.

Nos próximos dias terei a confirmação se os planos para ir seguirão mesmo em frente, terei então aí que tomar uma decisão sobre o que fazer. Se for não será para ficar ao longo de anos... Serão uns meses à experiência porque depois acredito no regresso, no entanto, sinto-me com uma decisão bem difícil às costas e tenho que a tomar. Contrariar os outros e seguir ou deixar-me ficar e resignar-me? Isto não é fácil!

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