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"Esplanar"

Os postigos ganharam valor em Portugal quando entramos em confinamento e percebemos que cafés, restaurantes e alguns outros negócios de rua conseguiram manter-se num suposto ativo com uma mesa na entrada onde serviam os seus clientes. Meses passaram, os postigos chegaram mesmo a fechar, mais tarde tudo voltou a abrir, muitos nunca deixaram de usar o postigo e agora a famosa barreira de entrada que serviu de janela de serviço entre comerciante e cliente pode existir na mesma por (...)

Compras após desconfinamento

Sei que a maioria de todos nós se encontra em ponto de rebuçado e mais que preparados para gastar as poucas poupanças que se conseguiram amealhar em tempos de confinamento. Já estou a prever que daqui a umas semanas, quando todo o comércio abrir portas, as filas vão surgir, os desastres sociais acontecerão, a impaciência existirá e será assim que os mil e um cuidados devem surgir para que este regresso não corra mal. Não fiquem desesperados para gastarem dinheiro que vos pode (...)

Ele anda na caça...

  Chegou a Portugal no primeiro trimestre e começou a fazer os seus estragos, obrigando a um recolher social numa fase bem inicial para o controlo ficar apertado e não existir um desmoronamento no campo da saúde.  Agora, nos últimos meses do ano, o que parecia ter acalmado com o tempo quente, voltou a ganhar força como uma tempestade com ventos bem fortes e o caos parece estar instalado. Desta vez não existe a ordem para que todos fiquemos fechados em casa, já que o sistema (...)

Isto não vai ser fácil!

  Outubro está a ser um mês crítico, fazendo perceber que Novembro e Dezembro ainda serão dois conjuntos de trinta dias mais críticos no que toca ao estado da pandemia em Portugal. As coisas estão a avançar para uma situação de alguma desestabilização nacional com os cuidados de saúde a verem as ocupações hospitalares vagas a diminuírem e com os profissionais a voltarem a dar o litro para bem de todos nós. E o que teremos de fazer? O nosso rigoroso trabalho, não ficar em (...)

Calma com o desconfinamento

  Refugiei-me no Alentejo por estes dias e quem sabe se até quase ao final do mês se não ficarei por aqui. Continuo em sistema de lay-off, previsto terminar no início de Julho, tendo fugido do centro atual da pandemia em Portugal. Vivo em Alenquer, bem próximo da nossa capital, e os números de novos infetados com Covid19 têm vindo de dia para dia a subir de há umas semanas para cá. Andávamos numa fase de decréscimo, entre os duzentos e trezentos novos casos, com dias até (...)

Valentina sim, com atenção ao Covid19

  A morte da pequena Valentina tem feito as manchetes da imprensa pelos últimos dias. Com quatro dias de investigação, após o alerta do pai pelo seu desaparecimento, o crime foi descoberto e pai e madrasta presos preventivamente por serem alegadamente os autores confessos desta morte macabra.  Muito se tem noticiado, comentado e divulgado, mas destaco um pormenor que todos nós deveremos ter detetado através das imagens que têm sido divulgadas pela comunicação social. Desde que (...)

Foi Necessário (o Covid19), por Augusto Cury

  Fizeram-me chegar pelas redes sociais uma suposta mensagem que Augusto Cury partilhou publicamente sobre a atual situação que o Mundo. Tentei procurar se Cury é mesmo o autor do texto que passo a transcrever, mas sem conseguir perceber se é mesmo verdade. Na dúvida decide partilhar cada frase, cada ponto e todos os significados que este desabajo sentido tem consigo (...)

«É mentira! É mentira!»

A figura que António Costa fez no último dia de campanha é expressamente ridicula. Será que o Sr. Primeiro Ministro já estava tão mal dos intestinos que bastou uma provocação para quase partir para a agressão a quem o enfrentou de frente e pelas costas? António Costa costuma responder e explicar de forma cordial quando o povo ou mesmo os seus adversários não têm razão, mas este comportamento que «é mentira» é simplesmente ridículo. Então que reação inesperada foi (...)

Dependência perante o outro

  Porque vivem as pessoas tão dependentes dos outros em determinados pontos da vida? Será que em pleno século XXI existirá assim tanto receio de ficar sozinho, não conseguir sobreviver sem ter alguém ao lado ou existir receio de ficar mal visto, por preocupação social, por deixar o que tem quando as coisas não correm bem dentro de quatro paredes? Sinceramente não compreendo como é que, ao contrário do que devia acontecer, ainda existem muitas pessoas que se deixam ficar numa fase de completa anulação a favor do seu par. Qual a razão disto acontecer? Na verdade quais os receios que (...)

Mato (des)cuidado

O Verão surge e consequentemente os incêndios ganham proporções elevadas e este ano as coisas não têm sido fáceis. No entanto se passarmos por determinados locais continuamos a ver zonas habitacionais com mato e mais mato em volta sem que os proprietários dos terrenos limpem o arvoredo transformado em matagal em torno das duas casas que por sinal ficam em zonas próximas da floresta que se tornam assim ainda mais propicias a que aconteça alguma coisa.  As pessoas ao longo dos (...)