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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

23
Jun18

Correios com serviço esporádico

| O Informador

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Já me haviam dito e a desconfiança já existe há algum tempo, mas agora tenho a certeza de que o serviço de correios na aldeia acontece de forma cada vez mais esporádica. O que antes acontecia diariamente tem vindo a ter uma tendência de afastamento com a visita do carteiro a acontecer em algumas semanas somente por duas vezes. 

Acho um completo desrespeito pela população que ainda recebe a maior parte da sua correspondência em papel. O serviço anda a ser adiado constantemente por estas visitas do carteiro que faz a sua volta de mota, não entregando tudo nos dias em que os CTT estipulam como normais para a entrega acontecer, dentro dos prazos entre o envio e a entrega. 

Se existem prazos a cumprir em determinados serviços, os CTT eram uma das entidades que sempre achei que mais os cumpriam, mas nos últimos anos isso tem vindo a perder o rigor de outros tempos. Uma completa falta de respeito que tem vindo a ser feita após a privatização da empresa que tem visto os clientes como bolsas de dinheiro que somente têm de usufruir dos serviços sem saberem quando os seus envios são entregues. Isto acontece numa altura em que há uns meses já foram anunciadas metas mais exigentes para o serviço prestado pela empresa em causa, mas até agora tudo parece ter caído em saco roto.

17
Mai17

Falhas dos CTT

| O Informador

Os CTT estão cada vez a prestar um pior serviço aos seus clientes. Já havia suspeitado, mas agora tive a certeza que as entregas mais volumosas pela aldeia não são feitas diariamente, mas sim em dias específicos. 

Há umas semanas comecei a suspeitar de que o carteiro juntava, talvez na sede, as encomendas com maior volume para as entregar de uma só vez ao cliente num dia escolhido por si, mas agora e embora já tivesse praticamente certezas, ficou comprovado. Primeiro comecei a perceber que as encomendas eram enviadas, por exemplo, a uma segunda-feira e só chegavam na semana seguinte, junto com outras e já colocadas e enroladas num fio para não se soltarem pelo caminho. Cheguei a receber quatro envelopes de maiores dimensões no mesmo dia, sabendo que alguns já deveriam ter chegado uns bons dias antes.

Agora o que aconteceu? Um envelope pequeno e normal e um livro saíram do mesmo armazém no mesmo dia, nas mesmas condições de envio. O que se sucedeu? O pequeno e leve envelope chegou um dia depois do envio e o envelope de dimensões maiores e um pouco mais pesado chegou quatro dias após o envio ter sido feito. 

Isto é normal? Por aqui é e começa a ser rotina de há uns tempos para cá, o que antes não acontecia. Uma queixa na loja dos correios poderia resolver alguma coisa? Com as pessoas que estão a desempenhar funções sabe-se desde logo que arranjam desculpas como outrora me fizeram quando os fui questionar acerca de uma encomenda que já tinha sido expedida há mais de uma semana e não chegava. «Tem de aguardar! Nós aqui não podemos fazer nada!».

09
Set15

Complicações com as embalagens solidárias

| O Informador

Lembram-se de ter falado das Embalagens Solidárias? Pois bem, na Segunda-feira estive de folga e fui até ao posto de correios mais próximo e a resposta que me deram foi que as ditas embalagens estavam esgotadas no local, mas que talvez existisse numa outra das lojas do concelho. Pois bem, lá fui eu, porque tinha mesmo de passar na zona, parei o carro e dirigi-me então ao segundo balcão dos CTT e perguntei pelas Embalagens Solidárias. Perguntaram-me quantas queria, pedi umas duas e quando me vão entregar as caixas dizem-me que as mesmas não podem sair do local, tendo de levar o que quero doar até ao posto de correios e só aí encher as caixas à vista dos empregados que passam parte do seu tempo a olhar para as paredes ou a ver quem passa. 

A sério que é assim tão complicado conseguir fazer uma boa acção de solidariedade no nosso país? Primeiro esta campanha das Embalagens Solidárias não é quase divulgada, depois existem locais que nem têm as caixas disponíveis e quando finalmente conseguimos encontrar o que queremos dizem-nos que como não temos os artigos para doar connosco no momento que não nos podem deixar levar as caixas com a finalidade de passarmos mais tarde para as deixar já prontas a seguir a sua viagem para as instituições seleccionadas!

01
Set15

Embalagens solidárias

| O Informador

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Infelizmente a divulgação de iniciativas como a das Embalagens Solidárias dos CTT não são divulgadas como deviam e mesmo quando se tenta fazer uma pesquisa pela internet pouco ou nada se consegue encontrar. O que corre mal então nesta forma gratuita de podermos ajudar instituições nacionais sem qualquer custo? A sua divulgação! A ideia está lá, sem custos e com todos os dados sobre os locais que podem ser seleccionados para receberem o que já não nos faz falta mas que pode ajudar quem está do outro lado. Então e porque a maioria de nós não tem acesso a tal informação que funciona como um ato solidário?

Tantas e tantas divulgações da treta e notícias por tudo e por nada e depois com estes casos tudo fica mudo e talvez com a esperança que não se saiba que tais iniciativas existem porque dão algum trabalho, não se percebe! O modelo está feito, os CTT são uma marca de confiança e agora é juntar o que já não nos faz falta em casa e que pode aconchegar de uma forma ou outra quem está dependente da ajuda de pequenos atos solidários que vão fazendo a diferença.

14
Jul15

Ganhei e chegou!

| O Informador

Tempo de partir.JPG

A semana passada já tinha contado que além de ter ganho o livro Não Sou Esse Tipo de Miúda, destinado maioritariamente ao público feminino, também já tinha outra obra a caminho via correios. E eis que quase uma semana depois de saber que o meu prémio ganho pelos passatempos do jornal i já tinha sido enviado, a entrega é feita com um mau serviço dos funcionários dos ctt. 

Então não é que o carteiro que distribui as encomendas deixou pela segunda vez o envelope, que não é assim tão discreto e pequeno, em cima do muro onde está a caixa de correio, pronto para que qualquer pessoa que passe o possa levar consigo? Pelo menos tentava colocar no chão, no interior, ou entregava a algum vizinho que estivesse por perto. Agora deixar no muro para o envelope poder ganhar novo destinatário de forma gratuita é que é estranho. Mas ok, é com pessoas assim que andam a ocupar lugares onde tantos outros fariam um melhor trabalho!

Passando ao que interessa, o livro! Da autoria de Jodi Picoult, autora que ainda não conheço, este romance tem como mote a procura de uma filha, Jenna, da sua mãe que terá desaparecido sem deixar rasto uns anos antes. Contratando uma dupla improvável para a ajudar na procura da sua progenitora, Jenna começa assim uma aventura retratada num «dos melhores livros do ano», como avança a Amazon.com.

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