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O Informador

É necessário «conter os contactos»

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António Costa apresentou ao país as novas medidas para combater o crescimento de novos contágios por Covid19 em toda a Europa e quando Portugal começa a entrar em valores de contágio acima do esperado. Estas novas regras irão entrar em vigor no próximo dia 01 de Dezembro, dia em que entramos de novo em Situação de Calamidade, mas para já os números começam a passar os 3 mil casos diariamente.  

Para já existe a recomendação para sempre que seja possível o regresso ao teletrabalho aconteça, sendo também pedida uma testagem mais massiva pelos próximos tempos numa ideia de precaução. Em discotecas, bares, visitas a lares e grandes eventos sem lugares marcados será necessário o teste negativo obrigatório. Já o certificado digital passa a ser obrigatório em restaurantes, estabelicimentos turisticos e alojamento local, ginásios e eventos com lugares marcados. Além destas recomendações também a utilização da máscara volta a ser obrigatória em todos os espaços fechados, deixando de ser uma opção em certos locais. Nas fronteiras o teste negativo é obrigatório para todos os voos que cheguem ao país, estando as companhias aéreas obrigadas a pedir o teste. 

Para mais tarde, de 02 a 09 de Janeiro, já se ficou a saber que o teletrabalho será uma obrigatoriedade, visto ser a semana após os festejos de Natal e Ano Novo, existindo só nessa altura a apelidada por "contenção de contactos". Também o recomeço das aulas será adiado para dia 10 de Janeiro e as discotecas serão encerradas temporariamente por estes dias de início de ano. Se estas medidas para Janeiro são suficiente para conter o vírus? Claramente que esta é daqueles erradas medidas que surgem já depois do mal estar feito. 

Libertação das máscaras

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01 de Outubro de 2021 assinalou o Dia da Libertação para com o uso obrigatório de máscaras. Imprensa e redes sociais apelidaram este dia como tal, sinalizando a medida libertadora como um feito social para com os recatos e necessidades que têm sido necessários ao longo do último ano e meio.

A entrada e circulação em centros comerciais, supermercados, hospitais, lares e transportes públicos exige o uso obrigatório da máscara, porém nem todos estão dispostos a retirarem a sua máscara onde existe a chamada liberdade pela Covid19.

Libertação da máscara

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O próximo Domingo, dia 12 de Setembro, será o último dia em que o uso de máscara é obrigatório para se circular ou estar em locais ao ar livre. A questão que coloco é somente uma... Não é cedo para se retirarem as máscaras quando ainda esta semana continuaram a surgir surtos em certas zonas do país precisamente pela falta da máscara em convívios de grupo?

Com esta decisão parlamentar a ser aprovada também pelo Presidente Marcelo, a partir da próxima Segunda-feira a máscara já não é obrigatória ser usada na rua, no entanto as nossas amigas faciais têm de continuar a fazer parte do nosso dia-a-dia, uma vez que para se entrarem nos estabelecimentos e locais mais fechados a sua utilização continua a ser necessária, o que do meu ponto de vista vai causar alguns problemas dentro do tira e coloca onde a rejeição acontece.

Já sabemos como certos cidadãos gostam de se fazerem esquecidos perante o uso da máscara ao longo dos últimos meses, existindo a necessidade de serem avisados para a sua colocação, agora com a nova medida do tira e põe para se entrarem nos locais, o «esquecimento» tenderá a acontecer de forma mais notória e a fraca educação que convive com certos indivíduos irá fazer-se sentir junto de quem trabalha diretamente com o cliente e até com as próprias autoridades quando o pedido de colocação acontecer na entrada nos locais. 

Que sono este!

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Acabei de jantar pelas 21h00 e volto a sentar-me frente ao ecrã para escrever um novo texto para futura publicação no blog e percebo que já estou a ficar com uma sonolência acentuada que não era nada habitual há umas semanas atrás. 

Hoje queria ver um pouco da segunda temporada da série espanhola da Netflix, Valéria, ou mesmo ler um pouco do novo livro de Paula Hawkins, Um Fogo Lento, ou Torne-se um Decifrador de Pessoas, de Alexandre Monteiro, as atuais leituras, no entanto a sonolência da vacinação que tenho sentido desde que levei a segunda dose da vacina da Pfizer, para me proteger contra a Covid19, faz-me não conseguir aguentar nas mesmas condições que antes, não resistindo ao sono e sem conseguir ficar acordado um pouco até mais tarde.

Sonolência da vacinação

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Duas semanas após a tomada da segunda dose da vacina da Pfizer para me ajudar a proteger contra as variantes da Covid19, eis que continuo a perceber que a sonolência que me surgiu uns dias após a vacinação parece ter vindo para ficar. Acordo cedo e praticamente quase sempre antes do despertador em dias em que recorro ao mesmo para não chegar atrasado aos compromissos diários, no entanto percebo que à noite, após jantar, a sonolência surge cedo, como se estivesse automatizado para pouco depois de ficar de barriga cheia estar pronto para dormir, perdendo toda a vontade para me entreter em casa com os afazeres de tempos livres habituais. Sintomas como dores, mal estar e tonturas ou febre não aconteceram por estes lados, no entanto a sonolência surgiu e duas semanas depois ainda parece estar difícil para desamparar este meu corpo de trintão que ao longo do tempo raramente sentia necessidade de dormir e que agora em qualquer pausa percebe que já está mais para lá do que para cá.

Salta a máscara

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Vozes governamentais fazem-se ouvir sobre a possibilidade de nos próximos meses a retirada da máscara venha a ser possíveis em locais públicos. Neste momento tenho a confessar que estou tão agarrado ao pequeno pedaço de pano quando ando na rua, no supermercado, centros comerciais e afins que dificilmente irei logo retirar a máscara da cara quando o mesmo for permitido. Quando estou sozinho em certos locais públicos retiro a máscara, claro, mas cruzar-me com os outros, poder estar lado a lado com o Covid19 sem a utilização da máscara parece ser no meu consciente algo ainda bem longínquo e que não será conseguido aquando do levantamento desta restrição for feito. Eu sem máscara no final de Setembro? Confesso que não acredito que vá acontecer assim de forma tão rápida!

Alenquer em Risco Muito Elevado

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Uns meses após o Município de Alenquer ter saído da situação Covid19 em Risco Muito Elevado voltamos a tal patamar, o que mostra que as coisas não andam mesmo nada bem em todo o país, principalmente na região de Lisboa onde semana após semana é maior o número de Municípios a ficarem com maior controlo devido ao crescimento do número de casos de infeção. Andamos em situação de Risco Muito Elevado durante algum tempo, depois com os números a baixarem também por aqui vimos os números cederem e agora, após várias ameaças, Alenquer volta a ver os números subirem de forma quase galopante nas últimas semanas e lá voltamos a estar em situação municipal pior. 

Deixo os conselhos e regras deixados no portal dedicado ao Covid19, o EstamosOn, e pelo qual me tenho guiado nos últimos meses perante o levantamento de regras e os regressos ao castigo. Assim sendo os concelhos em risco muito elevado, onde se situa Alenquer, com uma taxa de incidência superior a 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (ou superior a 480 se forem concelhos de baixa densidade), as regras são...

  • Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00.
  • Restaurantes podem funcionar até às 22h30. Às sextas-feiras a partir das 19h00 e aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia, o acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior está permitido apenas aos portadores de certificado digital ou teste negativo. A limitação do número do número de pessoas por mesa mantém-se: máximo de 4 pessoas por mesa no interior e de 6 pessoas por mesa na esplanada;
  • Exigência de teste negativo ou certificado digital para o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local;
  • Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam;
  • Espetáculos culturais até às 22h30;
  • Casamentos e batizados com 25 % da lotação;
  • Comércio a retalho alimentar até às 21h00 durante a semana e até às 19h00 ao fim de semana e feriados;
  • Comércio a retalho não alimentar e prestação de serviços até às 21h00 durante a semana e até às 15h30 ao fim de semana e feriados;
  • Permissão de prática de modalidades desportivas de médio risco, sem público;
  • Permissão de prática de atividade física ao ar livre até seis pessoas e ginásios sem aulas de grupo;
  • Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela DGS;
  • Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.

Já no caso dos concelhos de risco elevado, cuja taxa de incidência é superior a 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias (ou superior a 240 se forem concelhos de baixa densidade), aplicam-se regras específicas de controlo da pandemia. Nestes casos as regras são as que se seguem...

Pfizer da minha vida!

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Dia 25 de Junho de 2021 assinala o dia em que a primeira dose da vacina contra a Covid19 me foi administrada. Vinda diretamente dos laboratórios da Pfizer, por ar e terra até Portugal e tendo como destino final o famoso, nesta altura, Pavilhão de Zinco em Alenquer, lá chegou a minha vez. 

Cheguei cedo, sem marcação previamente feita, mas para seguir o modelo Casa Aberta que alguns municípios já estão a adotar. Existe a possibilidade de marcação nacional e esta hipótese em que a descida de idades tem acontecido para que não sobrem ao final do dia vacinas. Cheguei, aguardei na fila, falei com a técnica e fui encaminhado para a ala administrativa para perceber se o meu nome já estava legível para poder ser vacinado com a primeira dose. Na primeira pesquisa, e embora dissessem que já era dia de iniciar os 34 anos no município, o meu nome não surgia no registo, mas logo de seguida aparecia mas com a informação de que já teria tomado a primeira dose. Oh que raios, lá tive de esperar uns minutos para se resolver a situação e na terceira pesquisa lá se conseguiu perceber que sim, que podia ser vacinado neste mesmo dia. Recebi as indicações, preenchi o rápido e assertivo questionário, esperei menos de cinco minutos até ser chamado e sem dar quase conta estava vacinado, passando para a ala do pós vacinação onde uma médica explicou os procedimentos a tomar com medicação e gelo. Ouvi um podcast durante a meia hora de espera para ver se existia algum sintoma momentâneo e no final da espera já estava mais que despachado e com a segunda dose marcada. 

 

Férias à vista!

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Arranco a última semana de Junho de folga mas já a pensar que daqui a uns dias, mais precisamente no Sábado ao final da tarde, arranco para duas semanas de férias. A contagem começa em dia de pausa para que tudo corra pelo melhor nos próximos dias de trabalho onde cada dia contará com uma aproximação desejada para o período de descanso.

Agora bebo um copo e puff!

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A meio de 2021 confesso que se beber um copo de vinho sinto-me meio zonzo quando me levanto, se beber dois então imagina que até sinto as pernas a cambalearem para lá de Bagdá. 

Se recuar um ano e meio, quando a vida parecia chata e nem sonhávamos em como iríamos andar de castigo por uns meses, já anos, e quando jantava fora ou saia à noite e bebia álcool em maiores quantidades que o habitual acabava por me aguentar na bobagem da bebida, consumindo vinho, imperiais, bebidas brancas e afins, aguentando a bomba sem pouco que se notasse. Hoje, ano e meio volvidos, e eis que após um simples copo de tinto se me levantar e andar um pouco já me sinto zonzo, ficando como que meio alcoolizado com tão pouco.