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O Informador

Últimas noites

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As últimas noites têm sido estranhas no que toca ao período de descanso. O tempo que demoro a adormecer tem estado acima dos poucos minutos rápidos habituais em que penso que vou dormir e consigo geralmente entrar no sono. Por estes dias isso não tem acontecido, deixando-me ficar, mesmo de olhos fechados e com o tapa olhos a auxiliar, mantenho-me acordado, sentindo-me que estou prestes a adormecer mas sem existir a real passagem para o estado de sono leve que desejo para embalar durante a noite. 

Depois de conseguir adormecer tenho acordado várias vezes ao longo da noite, olhando para a escuridão que se faz sentir lá fora e para o relógio digital, percebendo que o tempo em que já estive a descansar foi mínimo, forçando-me de novo a dormir, sem ligar luzes e aparelhos eletrónicos para não despertar mais do que o desejado. 

O que estou a fazer este fim-de-semana...

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... A trabalhar!

Quem trabalha na área comercial, em centro comercial principalmente, sabe bem o que é trabalhar ao fim-de-semana, mais até que durante a semana. O maior fluxo de clientes que geram mais confusão mas ao mesmo tempo ajudam a que estes dias, pelo menos para mim, sejam bem melhores para quem gosta de ação e não estar tão parado enquanto trabalha. 

 

Sono na condução

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Acordei cedo, não dormi as horas recomendadas e de que necessito para começar o dia bem e aguentar até à noite sem quebrar energias. Como era dia de folga deixei-me ficar por casa de manhã aproveitando para ler um pouco, comer com maior calma e ter aqueles momentos parados que só em dias de pausa podem existir. De tarde acabei por seguir direito ao mar para um passeio, acabando por lanchar pelo caminho.

O pior disto tudo foi mesmo o regresso a casa, já quando começava a anoitecer e percebi que o sono começava a fazer-se sentir com os olhos a quererem fechar ao longo do percurso. Sei que é perigoso mas a meia hora de casa acabei por parar, esticar as pernas, bebi água e café, coloquei um Halls na boca, um podcast no rádio como companheiro de viagem e a janela aberta para apanhar ar e seguir viagem.

Atenção que estou de folga

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Ontem deitei-me cedo e cansado e a sorte é que hoje ao acordar percebi que estou disponível para dois dias seguidos de folga onde o descanso existirá certamente para recarregar baterias. 

Escuto por aí que estou provocando alguns nervos de inveja por quem está neste momento a trabalhar enquanto lê este pequeno apontamento (que trabalho esse que até dá para passear pelos blogs?), mas a intenção é mesmo essa. Enquanto uns trabalham outros estão em modo pausa que é bem merecida e desejada.

Desaforo é acordar com o aspirador

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Estás no teu sono, que não é assim tão profundo, e de repente, sem que nada se fizesse anunciar, surge aquele som tão belo de um aspirador a funcionar, ao mesmo tempo que ouves móveis a serem arrastados na casa ao lado. Acordas naturalmente cedo mas gostas de despertar livremente e sem sentir o incómodo drástico de barulhos vizinhos, no entanto por vezes o incontrolável acontece e percebes que começas um dia meio estremunhado porque a senhora da limpeza da casa vizinha deve entrar ao serviço na sua lide semanal por volta das oito horas matinais e decide desde logo iniciar a sua função de aspirador na mão e móveis fora do lugar. 

Acabou a pausa!

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Avisa o calendário que após cinco dias de pausa entre folgas e horas por tirar, aproveitando este espaço rápido da semana para descansar por terras alentejanas, ontem ao final da tarde regressei a casa e hoje é dia de voltar ao trabalho.

Encontrar o que ficou e as pequenas novidades que podem estar por acontecer, voltar à rotina do dia-a-dia sem grandes diferenças e pensar que por vezes é necessário parar para pensar e recarregar as baterias para conseguir dar de novo, mesmo que existam momentos em que a vontade é abandonar barcos e recomeçar num outro ponto onde nos possamos sentir estimulados em locais onde é possível perceber que não somos somente mais um entre tantos. Preciso de receber valorização e quando a mesma não acontece, nem as simples palavras surgem, não há como seguir a dar tudo por não ser possível acreditar quando não se vê do lado de lá vontades semelhantes e um cruzamento de ideias e objetivos. 

Descanso merecido

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Hoje é aquele dia em que consegues anular os comportamentos negativos de algumas pessoas somente porque sabes de antemão que irás ficar fora da tua rotina habitual por cinco dias seguidos, numa pausa laboral entre folgas e horas já trabalhadas, que te ajudam a deixar espaços e ciclos para partires para outras paragens a pensar no descanso longe do mais do mesmo e dos comportamentos de uns e outros que de tão obsoletos e descabidos acabam por cansar e levar a ter de controlar o pensamento para que os atos não reflitam o que por vezes pensas.

Hoje é dia de trabalho e após aquelas oito horas de obrigação porque é necessário ganhar a vida de alguma fora ficas em modo pausa, olhando para este quinteto de vinte e quatro horas como se tivesses pela frente umas mini férias a condizer com o mês que atravessas, também o mais pequeno do ano, por sinal.

Tempo que não estica

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Eu sei que não tenho andado a marcar presença diária como vos habituei nestes primeiros dias de Dezembro, mas esta semana tem sido bem atípica por estes lados e o tempo nem sempre estica.

Um feriado a meio da semana, horários de trabalho que desorganizam o dia para o tempo de me sentar sossegado na secretária, compras de Natal, jantares de amigos, concertos, imprevistos e algum cansaço, têm sido os motivos com que por uns dias não tenha publicado rigorosamente nada por estes lados, tendo aproveitado o tempo livre para descansar e passear um pouco nos dois dias de folga.

Aquela dor no lombo

Dor lombar

Sabes quando do nada começas a sentir, a meio da noite, uma dor lombar que te faz acordar e sentir que não tens posição para voltar a adormecer?

A noite passada deitei-me bem e passadas umas horas estava acordado a rebolar de um lado para o outro, até que comecei a perceber que quando me mexia uma ligeira dor fazia-se sentir do lado direito na parte baixa das costas. Volta para cá e volta para lá sem me levantar e consegui adormecer num sono bem leve. Já de manhã quando acordei de vez percebi que me tinha de colocar de pé de forma calma e cuidada já que a dor não era passageira e veio para ficar. 

 

Tempo

tempo

Aprender a valorizar o tempo começou a ser um dos meus maiores motivos para olhar o futuro de outra forma. Sem conseguir desfrutar do tempo que existe ao nosso redor nas melhores condições o que levaremos da vida que está para acontecer?

Os momentos a solo e com os outros devem ser aproveitados da melhor maneira, sem preocupações do que fica por fazer e dizer, desde que se viva cada momento disponível nas melhores condições. O tempo é coisa rara e se não levarmos o melhor de cada situação o que iremos aproveitar e levar connosco para a vida?