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O Informador

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Atenção meu querido leitor! Tem mesmo muita atenção em quem confias as tuas palavras, já que nem todos são detentores de confiança para que os teus desabafos mereçam ser partilhados.

Poucas das supostas amizades conseguem ser verdadeiras e por vezes muitos deixam-se levar por meias conversas e acabam por contar mais das suas vidas do que deviam, dando origem a mal entendidos e por vezes fazendo com que um simples desabafo se transforme num autêntico diz que diz através do passa a palavra que raramente corre bem para a imagem do protagonista central, já que, como o ditado popular mostra, quem conta um conto acrescenta um ponto. 

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Pessoas calmas e tranquilas são bem-vindas à minha vida. Já aquelas que se acham as últimas gotas da garrafa e as estrelas que encontram supostas amizades em todo o lado podem ficar de fora do meu radar.

Odeio quem após conhecer já se acha fazer parte dos meus conhecidos mais próximos. Pessoas comuns e de bem com a vida não o fazem por existir consciência, mas os outros acham que as amizades são formadas com um simples «Olá!» estridente e que logo me deixa de pé atrás.

Primeiramente não sou fácil a criar novas relações, gostando de analisar comportamentos e modos antes de deixar que entrem um pouco na minha vida. E depois porque existe um espaço bem assumido da minha parte para com o abuso inicial, como se fossem os meus melhores amigos.

Gosto muito de olhar, analisando e percebendo se aquela pessoa poderia um dia fazer parte do meu núcleo restrito de quem gosto de manter por perto. Raramente me sinto enganado perante as primeiras impressões que retiro sobre as primeiras análises que faço, não existindo falhas nesse ponto. Quando percebo que logo de início as pessoas esticam a pastilha ficam logo de fora das possibilidades, mostrando até por vezes uma forma mais séria e arrogante da minha parte para cortar logo o mal pela raiz. 

 

Não é fácil para mim confiar nas pessoas quando as conheço. Geralmente fico até com um pé atrás com esses seres que começam a trabalhar connosco ou chegam até nós através de amigos ou familiares ou porque aparecem do nada nas nossas vidas...

Sou um desconfiado por natureza, talvez por ser filho único, não sei, mas o que é certo é que não confio nas pessoas logo quando as conheço e mesmo com o tempo a passar algo têm que fazer para que ganhem a minha confiança. 

Sinto que como não dou logo confiança, podem olhar para mim como sendo uma bolha difícil de conquistar, mas até me considero uma pessoa acessível, porém, sem muitas esticadelas, porque essas só com o tempo é que as têm.

Eu sou mesmo desconfiado e gosto de analisar o comportamento, a forma de estar e de agir e o modo como interagem com os outros, se uns ficam logo riscados de início, outros têm chegado lá com o tempo. Felizmente, têm sido mais os que passam no teste dos primeiros contactos e que aos poucos vão ganhando o meu à-vontade. Também existem os que conquistaram de início, mas que depois se deixam revelar como não sendo as pessoas que quero que entrem mesmo na minha vida.

Confiar ou não nas pessoas quando as começamos a conhecer é um dos pontos que me mostra que gosto de analisar bem quem me rodeia para não me desiludir. E que desilusões já tive...

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