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O Informador

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23
Jan20

Ora cancela um, e lá vão dois...

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Os fãs de Madonna voltaram a receber más notícias. Após o cancelamento do concerto do passado Domingo no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a cantora voltou a desiludir e ontem, Quarta-feira, deu o dito pelo não dito e voltou a não existir concerto para ninguém. 

Aos 61 anos e a apresentar o álbum Madame X, esta é assim a segunda vez que Madonna deixa os fãs portugueses, e não só, que compraram os bilhetes para o espetáculo pendurados devido a alegadas lesões musculares nas pernas e joelhos. 

Será que a própria rainha da pop e toda a equipa que está à sua volta não perceberam desde início que fazer concertos de rajada, sem criar emoção, por ser ao ritmo do «dá cá um, e a seguir vai outro, toma mais um, que dois é pouco», não ia funcionar? Esta digressão em modo corrido, igual, porque é necessário atuar, faturar e seguir porque no dia seguinte existe novo espetáculo, tal qual como um cantor pimba que preencha os seus dias em concertos diários para se sustentar podia ter corrido bem, mas desde o momento em que todas estas datas foram anunciadas que as suspeitas foram levantadas. 

 

27
Nov19

Salvador herói! Sobral esquecido!

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Salvador Sobral, o vencedor do Festival da Canção 2017 e que venceu o Eurovisão no mesmo ano em Kiev, na Ucrânia, com o tema Amar Pelos Dois, seguiu o seu percurso no panorama musical e entre os vários projetos onde tem marcado presença, continua a pertencer ao grupo Alma Nuestra, cuja fundação dependeu de si a quem se juntou Victor Zamora, no piano, e mais tarde André Sousa Machado, na bateria, e Nelson Cascais, no contrabaixo. Numa mistura entre o jazz e os sons cubanos e sul-americanos, os Alma Nuestra estão a lançar o seu primeiro trabalho discográfico e tive o privilégio de assistir a um dos espetáculos onde tenho a dizer que fiquei convencido com o trabalho feito e principalmente com o talento de todos, inclusive de Sobral que além de cantor e interprete, tem um bom à-vontade para o entretenimento ligado à comédia. 

No espetáculo de apresentação do trabalho realizado pelos Alma Nuestra o que não entendi foi mesmo a adesão do público, que numa sala mais pequena do que os grandes centros de espetáculos, conseguiu mesmo assim deixar várias fileiras de lugares vazios. O Salvador Sobral não foi o nosso representante que mais longe ficou na competição europeia Eurovisão? Na altura o país não parou para assistir ao grande momento em que era mais que esperada uma vitória? Dois anos e uns meses depois de todo o sucesso, o cantor promoveu o espetáculo com os restantes elementos da banda que atuou no Teatro Villaret com o apoio da Força de Produção e o público que o venerou parece ter desaparecido. 

Com a minha honesta opinião tenho a confessar que senti um pouco de desilusão por não ver uma sala esgotada num momento em que uma boa voz que todos ficaram a conhecer pelo seu sucesso rápido ter lançado um trabalho e não conseguir cativar o seu público ao longo deste tão pouco espaço de tempo. Será que todos esqueceram o quanto o tema Amar Pelos Dois andou a viajar por aí? Então o Salvador agora que já passaram mais de dois anos já não é o melhor, o que venceu e que mereceu o seu lugar de destaque?

Portugal no apoio dos bons trabalhos parece não existir. Concordo talvez que o facto dos Alma Nuestra seguirem a linha do jazz que afaste algum, muito até, público. Não sou apreciador deste estilo, confesso, mas na verdade gostei do espetáculo, via de novo e acho que as estrelas rápidas merecem sempre continuar a brilhar quando têm o talento do seu lado e o Salvador têm muito talento e mérito consigo.

23
Nov19

Alma Nuestra no Teatro Sá da Bandeira | 03.12.2019

Convites duplos

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Após o lançamento do primeiro disco dos Alma Nuestra em Lisboa, eis que o grupo vai rumar ao Porto onde irá apresentar ao público o seu trabalho. Os Alma Nuestra é o projeto encabeçado por Salvador Sobral, na voz, que se juntou a Victor Zamora no piano, onde mais tarde se juntaram André Sousa Machado, na bateria, e Nelson Cascais, no contrabaixo. Formado em 2016, este grupo de amigos revisita os grandes clássicos da música cubana e sul-americana com uma sonoridade jazzística.

Três anos juntos e agora, em 2019, chega o primeiro registo discográfico da banda que conta com nove temas dos compositores Benny Moré, Jose Antonio Méndez, Ignacio Villa, Frank Domínguez, César Portillo de la Luz, María Grever, Rafael Hernández Marín e Juan Carlos Lobían. O disco já se encontra disponível para compra física e online em todo o território nacional, sendo que o lançamento internacional está previsto para o primeiro quadrimestre de 2020, pela Warner Espanha.

Para a apresentação do álbum foram realizados dois concertos em Lisboa e agora um no Porto e com o apoio da Força de Produção, tenho convites duplos para oferecer destinados à sessão de 03 de Dezembro, pelas 21h30, no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Este passatempo irá estar disponível até às 20h00 de dia 01 de Dezembro, Domingo, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

16
Nov19

Jorge Palma atuou no Coliseu de Lisboa

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Fui convidado para no dia 14 de Novembro ir até ao Coliseu de Lisboa para assistir ao concerto de Jorge Palma sob o título Expresso do Outono, um dos novos temas do cantor e compositor. Se não ia com muitas expetativas, o que tenho a confessar é que até sai animado do espetáculo que começou morno mas que foi ganhando vida dentro do estilo do artista. 

Com um registo de «quem está completamente em casa» e com muito pouca comunicação com a plateia, Jorge Palma parece estar em palco para cantar, beber água e seguir em frente para tema atrás de tema, seguindo o agrado do público que o segue ao longo dos anos. Com vários êxitos interpretados e temas menos conhecidos, Palma seguiu o seu alinhamento sem oscilações, com as poucas falas e conversas a serem impercetíveis junto da plateia, uma vez que a sua união com o microfone só funciona mesmo no canto e mesmo assim com algumas falhas. 

 

14
Nov19

Alma Nuestra no Teatro Villaret | 25/26.11.2019

Convites duplos

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Conheces os Alma Nuestra? Não? Então deixa-me apresentar este projeto! Com a voz de Salvador Sobral, que se juntou a Victor Zamora no piano, onde mais tarde se juntaram André Sousa Machado, na bateria, e Nelson Cascais, no contrabaixo, eis a composição do quarteto que forma os Alma Nuestro. Formado em 2016, este grupo de amigos revisita os grandes clássicos da música cubana e sul-americana com uma sonoridade jazzística.

Três anos juntos e agora, em 2019, chega o primeiro registo discográfico da banda que conta com nove temas dos compositores Benny Moré, Jose Antonio Méndez, Ignacio Villa, Frank Domínguez, César Portillo de la Luz, María Grever, Rafael Hernández Marín e Juan Carlos Lobían. O disco já se encontra disponível para compra física e online em todo o território nacional, sendo que o lançamento internacional está previsto para o primeiro quadrimestre de 2020, pela Warner Espanha.

Para a apresentação do álbum estão marcados dois concertos em Lisboa e um no Porto e com o apoio da Força de Produção, tenho convites duplos para oferecer destinados às sessões de 25 e 26 de Novembro, pelas 21h30, no Teatro Villaret, em Lisboa. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 23 de Novembro, Sábado, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.