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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

13
Mai19

Respeito pelos outros

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O respeito por todos e mais alguns é fundamental nos tempos que correm, mas existe tanta boa gente que se esquece que nas mais variadas áreas profissionais existem pessoas, sim, todos são pessoas, que merecem os «bons dias» e o «até amanhã».

É tão comum ver em centros comerciais os clientes a ignorarem os senhores da limpeza das mesas onde os que se acham mais que qualquer um comem. Será que custa assim tanto, quando existe intenção, proferir o cumprimento diário a pessoas que estão a fazer o seu trabalho, por vezes a levantarem a mesa enquanto esperamos para a utilizar? E quem está na caixa de supermercado, o cliente deposita as suas compras e nem consegue dar um sorriso com quem lhe vai prestar, durante uns rápidos minutos, um serviço. Naquele momento são cliente e funcionário de supermercado, podem falar, mesmo que pouco, mas a simpatia nunca matou ninguém. E fundamental é dizer que após as horas laborais aquela pessoa que vos está a atender pode também vir a ser vosso cliente perante o serviço que estão a prestar, podem deitar-se ao vosso lado na praia a aproveitar o bom tempo ou usufruir de um café de balcão onde vocês também estão.

Custa assim tanto olhar para determinadas profissões e desvalorizar essas pessoas? Será que a simpatia lhes fica cara? Ou será que quebram um dente se disserem mais de cem vezes por dia um «Olá»?

25
Abr19

Irritações de esplanada

O Informador

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Sabem quando existem pessoas um pouco irritantes que não sabem levar a vida com calma e ficam em filas de espera a falarem mal de tudo e todos para causar mal estar em quem está ao seu redor? Assisti há uns dias a dois grupos distintos a fazerem conversa de ocasião sobre quem estava sentado e enquanto esperavam por mesas numa esplanada.

Sozinho estava a beber café sentado no muro de uma fonte na pausa do trabalho, mas mesmo ao lado da esplanada que estava cheia. Enquanto estava no meu momento e a consultar as redes sociais fui apreciando dois grupos distintos que aguardavam que as mesas vagassem para logo as ocuparem como autênticas sanguessugas com medo que o mundo termine. Só que enquanto esperavam as conversas eram bem notórias entre os elementos. Além dos olhares que atiravam a quem estava sentado e já tinha consumido os seus produtos, ainda conseguiam fazer comentários para que os outros ouvissem. Dicas como «já comeram e estão a ocupar o lugar» e «já se levantavam para nos sentarmos» foram ditas, entre outras, para tentarem causar um certo impacto em quem estava a desfrutar o momento, num dia de pausa e em família ou entre amigos. As pessoas não conseguem descansar um pouco e deixar que os outros estejam nas suas vidas? Se não tinham lugar naquela esplanada porque não foram a outra ou então esperavam por lugares vagos e não ficavam a mandar nuvens de pensamentos ouvidos a quem estava na sua vida e não tem de andar com pressa porque existem no mundo seres com muita urgência à sua volta. Os dias de descanso são para serem aproveitados com calma, como tal porque raio as pessoas gostam de apressar tudo, fazer insinuações e tentar provocar com conversas e mesmo olhares quem está na sua pacata vida?

17
Abr19

Expoente máximo da Sensibilidade

O Informador

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Ando muito sensível nos últimos tempos e não há problema algum em o admitir. Sei que estou bem, sinto-me em grande paz de espírito mas ao mesmo tempo não posso encontrar motivos de perda, afastamento ou de tristeza que logo e de forma fácil percebo que uma lágrima surge pelo canto do olho como se estivesse sempre pronta a disparar como uma bala perdida. 

Vejo uma série onde alguém desaparece ou tem de se afastar e choro. Vou ao cinema e adoro, mas isto já é um gosto antigo, ver um bom filme de lágrima fácil. Uma doença de alguém que por vezes somente conheço de vista e que me faz ficar sensível. Um colega de trabalho parte para um novo desafio profissional por vontade própria e choro por saber que tenho uma equipa que jamais tive e que de um momento para o outro começa a desaparecer. Alguém parte para a sua vida eterna e começo a pensar que podia ser um ente-querido e lá vem a lágrima. Estes são apenas alguns exemplos do que me tem feito ficar sensível pelas últimas semanas. 

Tenho neste momento consciência que estou numa fase bem calma a nível pessoal e que isso me dá alguma tranquilidade, no entanto e como já me disseram, com os anos a passarem parece que me tenho tornado num ser sensível a nível de sentimentos, aproximação, aconchego e carinho. Nunca me senti afetuoso num nível geral mas agora e olhando para os meus pensamentos e comportamentos, percebo que sou um moço que não demonstrava o quanto gosta de ter por perto determinadas pessoas mas que tem ficado cada vez mais lamechas e com demonstrações que acabam por denunciar que estou cada vez mais necessitado do bem que me conseguem dar. 

07
Mar19

Quem lá vem? Pessoa indesejada!

O Informador

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Há uns dias, num parque de estacionamento do supermercado estava em conversa com uma amiga e de um momento para o outro ambos devemos ter pensado o mesmo quando um carro se aproximou justamente para estacionar num dos lugares bem próximos de nós.

O instinto de ambos surgiu praticamente em simultâneo quando percebemos quem era o condutor daquele veículo, um senhor bem chato, mentiroso e metido que nem um nem outro queria aturar. Conclusão, tivemos a mesma expressão, despedimos-nos e seguimos cada um a sua viagem. Tudo isto para que o Sr. Chato não nos visse para fugirmos dos cumprimentos habituais com histórias que não te deixam quase sair do lugar por ir atrás e quase te agarrar por teres de ouvir o que tem a dizer sobre a sua vida. 

Quem lá vinha ao nosso encontro não era desejado, optando assim por seguirmos antes que nos visse e nos pregasse aquela seca que só algumas pessoas conseguem dar a quem está nem aí para as suas vitórias, mentiras e incongruências. Assim «quem lá vinha» ficou lá porque quando nos podia ter visto já nós «lá íamos» bem no fundo para não sermos apanhados na teia dos prolongados cumprimentos.

02
Mar19

Luto | Pessoal ou Social?!

O Informador

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As discussões sobre o luto são uma constante quando por perto alguém parte para outra vida, para quem acredita que a mesma exista. O que é o luto afinal para além das vestes escuras que os mais velhos ainda tendem a usar como sinal de respeito que do meu ponto de vista não passam de pensamentos mantidos por uma sociedade que se auto recrimina se nos tempos após a morte de alguém não se vestirem com tons escuros ou mesmo de negro?!

O luto está no interior da pessoa, nos pensamentos e sentimentos que são mantidos quando se fica sem alguém que nos é querido. Existe assim uma verdadeira necessidade, através do vestuário, para se mostrar aos outros o que se sente através das vestimenta negra? Se alguém parte qual é a necessidade de quem fica de se carregar de escuro para mostrar aos outros, porque para mim é só mesmo isso que acontece, uma demonstração social de peso, de que está triste e tem de deixar de vestir roupas coloridas porque a base da solidão e da partida é o escuro. E ai de quem numa aldeia pequena não se vista a rigor de luto que leva logo com as críticas. Isto é a verdade, nas aldeias deste país, talvez mais no interior até, quem perde um ente-querido tem de se vestir de escuro a bem da sua comunhão com os que ficam, já que caso contrário quem fica torna-se uma «viúva alegre» ou «um filho desleixado» por não respeitar a alma de quem partiu.

Onde é que numa peça de vestuário se vê o que está na verdade no coração de alguém que ficou sem o seu par ou familiar? O luto está no interior de cada um e não na demonstração para os outros. Vivam as vossas vidas sem esses pensamentos de recriminação de uma sociedade hipócrita que ainda acredita que é necessário demonstrar a tristeza com cores quando cada um sabe de si e tem no seu interior os verdadeiros motivos perante a perda. 

01
Mar19

Lista de Pecados Mundanos

O Informador

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Ao longo da leitura de A Imortal da Graça, da autoria de Filipe Homem Fonseca, encontrei uma lista feita sobre os Pecados Mundanos que são praticados por parte da sociedade com quem nos cruzamos no dia-a-dia. Resolvi pegar nessa mesma lista, reescreve-la com algumas alterações e acrescentos por aqui e deixar o convite para que nos comentários desta publicação possam, além de partilharem as vossas ideias sobre os diversos itens, sugerir outros pecados que são vistos por ai por «gente que não sabe estar» e que não constam na lista abaixo para que os mesmos venham a ser acrescentados. 

Vamos lá começar a enumerar a lista de Pecados Mundanos até agora lembrados:

  • Pessoas que passam à frente nas filas
  • Pessoas que demoram no multibanco
  • Pessoas que não apanham os dejetos dos seus cães
  • Pessoas que estendem a roupa a pingar para a dos vizinhos
  • Pessoas que fingem que não nos conhecem
  • Pessoas que gritam ao telemóvel
  • Pessoas que testam toques de telemóvel em público
  • Pessoas que se atrasam
  • Pessoas que falam muito alto
  • Pessoas que cobram favores
  • Pessoas que abusam do perfume
  • Pessoas que circulam lado-a-lado e ocupam todo o passeio
  • Pessoas que não vigiam os filhos
  • Pessoas que usam os filhos como desculpa para tudo
  • Pessoas que nas papelarias leem os jornais mas não os compram
  • Pessoas que não se calam nos cinemas
  • Pessoas que gozam com os outros por causa do aspeto
  • Pessoas que dão mais atenção ao telemóvel do que a quem está ao seu lado
  • Pessoas que não cuidam do que lhes emprestam
  • Pessoas que não devolvem o que lhes emprestam
28
Fev19

Cedência vs. Educação

O Informador

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Não sei se existem certos habitantes deste planeta que se acham a última bolacha do pacote ou se simplesmente se gostam de comportar como autênticas nódoas sociais sem formação no que toca a educação.

Há uns dias, a sair de um parque de estacionamento onde vários veículos estavam mal estacionados, entendi que deveria dar passagem a um casal que se tinha de cruzar comigo mas que tinha um carro como obstáculo. Parei com espaço e deixei quem devia ter parado passar, uma vez que o obstáculo estava do seu lado e não do meu. Quando passaram a sua meta e ficaram do lado que queriam nem um sinal de agradecimento por lhes ter dado passagem. Para a próxima já sei que um gesto simpático não fica bem com todos e ceder o caminho aos outros nem sempre é visto como um simples ato de gentileza a que convém agradecer com um gesto singelo e que aparentemente e do meu ponto de vista não custa nada ser feito. 

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