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O Informador

Desunião com as castanhas

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Na semana do magusto afirmo que não sou apreciador de castanhas, venham elas assadas, cozidas ou fritas, que não me conseguem convencer. Desde pequeno que a relação que tenho com as castanhas é somente a de comer uma ou duas por estes dias e fico mais que satisfeito. No entanto se não comer também não sinto a falta.

Sei que quem adora castanhas questiona a razão de não gostar. Não consigo explicar mas sei que a forma como a castanha se desfaz na boca não me agrada, parecendo, através do meu paladar, que estou a saborear algodão pela forma como se desfaz. Sei que esta explicação é estranha, mas sempre que como castanhas é com essa sensação com que fico na boca.

Refeições controladas

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"Não comas isto, não comas aquilo, atenção que isso te pode fazer mal." Oh senhores, deixem de se meter no que uns e outros comem e olhem primeiro para os vossos pratos.

O que mais odeio é estar a comer e perceber que estão a olhar para o meu prato e para o que tiro das travessas. Como o que quero e bem me apetece e sei o que me pode fazer mal ou bem, não precisando que estejam a controlar as minhas refeições como se estivessem na disposição de serem nutricionistas de bancada.

Faltou o café

Café

 

A noite passada acordei inesperadamente pouco depois das 05h00 com o barulho do camião de recolha do lixo. Como me tinha deitado mais cedo que o habitual aquele barulho entuou no quarto e deixou-me desperto. Acabei por me levantar e comer para voltar à cama e ficar a ler ao longo de aproximadamente uma hora, tendo depois forçado para conseguir adormecer de novo. 

Quando voltei a acordar despachei-me rapidamente porque tinha coisas a fazer fora de casa e sem me aperceber esqueci-me de tomar o café da manhã, essencial para começar bem o dia, como já havia comentado em tempos. Mais tarde, já quase preparado para o almoço percebi a razão pela qual uma ligeira dor de cabeça se começava a fazer sentir. Faltou aquele café após o acordar e por experiência sei que mais cedo ou mais tarde a cabeça faz-se sentir e assim aconteceu. Estudos dizem que o café pode causar enxaquecas, a mim é mais a falta de cafeína que me deixa com o ligeiro sintoma já mencionado.

Pequenos-almoços

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Será de mim ou todos tomamos mais que um pequeno-almoço por dia?

A verdade é esta... Não consigo simplesmente ficar toda a manhã somente com a primeira refeição do dia que tomo nos primeiros minutos após acordar. Na realidade e pouco mais de uma hora depois volto a comer alguma coisa, geralmente até mais que logo de manhã e se ainda faltar um bom espaço de tempos, uma hora ou mais para o almoço, existe por vezes ainda espaço para umas bolachas entre o segundo pequeno-almoço e o almoço daquele dia. Faço praticamente sempre duas refeições de manhã mas depois, quando existe a tal vontade, petisco aquelas bolachas que me piscam o olho antes mesmo de me sentar para a primeira grande refeição do dia!

Comer sim! Beber nem pensar!

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No meio de todas as restrições impostas em tempos de confinamento existe uma que de tão ridícula até parece mentira. Como é sabido os restaurantes podem vender comida em regime de take away, no entanto existe um valente mas neste sistema. É que podes comprar as entradas, o prato principal e os doces, no entanto nada de bebidas para acompanhar a dita refeição.

Imagina-te na hora de almoço, na pausa do trabalho, vais ao restaurante da esquina levantar a tua refeição, como é o primeiro dia que fazes a encomenda não sabes que a bebida não está disponível. Chegas, levantas o que pretendes e ups, ou comes e ficas embuxado ou tens de ir ao supermercado mais próximo comprar algo para acompanhar aquele cozido à portuguesa que espera por ti. Sabes aquelas conhecidas cadeias de fast-food de hamburgueres e não só? Agora se fores à janela fazer o teu pedido de menu pagas menos, mas só comes e nada de direito a beberes o que quer que seja, nem a simples garrafa de água. Quem nega água ao próximo? O governo nacional pois então!

Sempre a comer na quarentena

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Os tempos são de pausa forçada e esse ponto obriga quase automaticamente a que a despensa e o frigorifico estejam com lotação quase esgotada. Aqui por casa as prateleiras de comida estão constantemente a serem observadas com o pensamento secreto sobre "o que vou comer agora?". 

Estando acordado acabo por detetar que praticamente de hora a hora estou a comer alguma coisa. Antes era raro comer pão, agora faço-o algumas três vezes, no mínimo, ao longo do dia. De manhã tomo o pequeno-almoço mas já com o pensamento que daí a uma hora irei voltar a comer alguma coisa, repartindo assim a primeira refeição do dia em duas. Almoço normalmente por volta das treze horas mas nem passadas duas horas já estou a comer alguma coisa de novo num primeiro momento de lanche que será repartido de novo um pouco depois porque a fome parece imperar agora sempre por aqui. De tarde sou capaz de comer três vezes e continuando a petiscar pelo meio por existir sempre espaço para mais um pouco. O jantar chega mas não assinala o último momento para comer do dia porque antes de dormir ainda existe permissão para voltar a invadir a cozinha para perceber o que apetece enfardar antes mesmo de ir dormir.

 

 

A transformação digital na Restauração

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Das aplicações ao pagamento contactless: o que está a mudar na restauração

O setor da restauração tem sido um dos que tem registado uma evolução interessante nos últimos anos. Não só o número de espaços tem aumentado, como a qualidade dos mesmos tem superado as expetativas dos mais otimistas. Tudo isto tem-se traduzido numa oferta diversa e sofisticada.

A tecnologia tem correspondido ao desenvolvimento do setor facilitando imenso a vida ao consumidor e estimulando também o consumo. Por um lado, através de novas formas de pagamento, como o uso da tecnologia contactless que corresponde por seu turno ao desenvolvimento do cartão contactless e ao uso dos dispositivos móveis para efetuar transações. Por outro, no aparecimento e evolução de aplicações que permitem colocar à disposição dos utilizadores as melhores sugestões de restaurantes em cada cidade, conhecer a ementa disponível para cada dia, fazer reserva da mesa em tempo real e, claro, partilhar depois a experiência através de uma review, um must para qualquer utilizador do espaço virtual e das experiências gastronómicas.

 

Savage, o primeiro Restaurante Cashless

Um bom exemplo da transformação digital da restauração pode ser observado no restaurante Savage, em Lisboa, do famoso Chef Oliver. Neste espaço, o pagamento é 100% cashless – um conceito em forte crescimento - com um assinalável contributo da Redunicre. No Savage os pagamentos são apenas realizados através de cartões de débito ou crédito, ou pelo telemóvel, através das soluções da Redunicre com pagamento contactless. Aliás, segundo o Relatório dos Sistemas de Pagamentos do Banco de Portugal relativo a 2017, não só o recurso a instrumentos de pagamento electrónicos tem aumentado, como 1,6% dos números e 0,6% do valor transacionados corresponderam a compras efectuadas com recurso a tecnologia de leitura por aproximação do cartão contactless de pagamento – usando a tecnologia contactless disponível. Quer isto dizer que este tipo de pagamento contactless é já uma realidade e a tecnologia contactless tem vasto espaço para crescer – inclusive no setor da restauração e mesmo para lá do uso do cartão contactless.

 

As Apps de Restaurantes

Quanto ao desenvolvimento de aplicações vocacionados para o setor da restauração, a The Fork é uma das mais conhecidas. Permite ao utilizador procurar restaurantes, filtrando a procura usando diversos critérios – localização, preço, tipo de cozinha e refeição – podendo ainda ser efectuada uma reserva.

Comer bananas faz bem

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Nas últimas semanas tenho comido bananas ao longo das pausas no trabalho e os colegas começaram em modo de brincadeira a gozar com a situação, por sempre comer após o pão, as bolachas ou a refeição, uma banana. Agora, e através de um texto publicado no Notícias ao Minuto, fiquei a saber que comer duas bananas por dia ao longo de um mês tem os seus benefícios em diversas frentes na saúde. 

Segundo o estudo pela qual o texto se baseia, comer bananas maduras tem os seus benefícios. Além dos nutrientes, minerais e vitaminas que ajudam a restabelecer energias, a banana ajuda a bloquear a propagação das células de um tumor. Combatendo a azia, regulando o intestino, ajudando a evitar cãibras, controlando a pressão sanguínea, o potássio da banana tem também o poder de combater as úlceras. E os estudos vão mais longe e mostram também que o consumo de banana apoia o controlo da temperatura corporal, combatendo a anemia através do ferro. Além disto e em termos depressivos, a banana alivia os sintomas e acalma o sistema nervoso contra o stress. 

Sabores da vida

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Ao longo da vida vai sendo normal criar uma certa ligação com certos sabores que por vezes chegam, permanecem e ficam somente na memória. Sabores que marcam e que ficam, mesmo que sejam procurados ao longo dos tempos e jamais encontrados. 

Lembro tão bem o sabor de um iogurte de baunilha que comia em criança e que desapareceu do mercado, sendo substituído por outras gamas da mesma marca. Ao longo dos tempos, já décadas, aquele sabor a baunilha sempre permaneceu, já comprei várias iogurtes com o mesmo aroma mas nenhum conseguiu ter aquele sabor que se tornou sempre especial e que parece inexistente nos dias que correm. Sei que baunilha é baunilha mas a composição daqueles iogurtes deveria ter um toque especial que ficou na memória do meu paladar para sempre. Ainda agora, a escrever este texto, me surge aquela ideia que tenho de agrado ao saborear aqueles iogurtes.

A par disto existem também alguns pratos que posso comer em variadíssimos locais mas que em nenhum consigo encontrar a fórmula perfeita como a minha avó os cozinhava. Aquele sabor especial, o toque de midas, e o cheiro eram diferentes e por mais que coma e tente encontrar a aproximação da receita perfeita não consigo lá chegar. Existia uma porção mágica que jamais voltarei a encontrar.

Sempre a Comer

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Certezas, certezas não tenho, mas quase que aposto que a maioria dos leitores que estão a ler estas palavras se vão identificar com a minha partilha enquanto esfomeado nos períodos em que passo mais horas seguidas em casa. 

Se andar a trabalhar e ocupado mentalmente durante várias das horas em que me encontro acordado as refeições são feitas de duas em duas horas, visto tentar manter sempre períodos mais ou menos exatos para comer alguma coisa, do pequeno-almoço ao segundo pequeno-almoço, o almoço, o lanche, o segundo lanche, passando pelo jantar e pela dita ceia, onde petisco sempre alguma coisa antes de me deitar com a finalidade de adormecer. Isto acontece em dias teoricamente normais, no entanto se estiver em casa mais tempo que o normal é o descalabro total. 

Imaginemos uma tarde inteira sem sair. Almoço, passada talvez uma hora vou ver o que posso tirar da despensa para matar o bicho. Passado mais um pouco abro o frigorífico e tiro uma fatia de fiambre. Um pouco depois lá resolvo lanchar, fazendo umas torradas e chá ou iogurte, mas como se não bastasse, eis que regresso em menos de nada para comer umas bolachas ou mesmo uma taça de flocos.

Sério, eu acredito que não serei caso isolado, mas uma pessoa que esteja mais parada em casa tem assim tanta necessidade de andar sempre com o pensamento em trincar alimentos que nos façam bem mas também gulosices que só servem mesmo para tirar a ideia que vai surgindo enquanto estamos a ver uma série, a ler ou escrever?