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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

10
Jul15

Jogo

O Informador

O alarme soa e o arranque de qualquer partida de equipa contra equipa é dado! Por outro prisma e como muitos preferem, os jogos solitários conseguem ser bem mais interessantes que qualquer ajuntamento onde se luta por uma bola, um snack ou uma carica em troca somente de uma vitória e convívios colectivos por vezes sem glória e mérito. Preferir estar contra um tabuleiro, ecrã ou folha em jogos de pensadores e didácticos acaba por ter muito maior poder pessoal, tal como o jogo de andar por ai a viver dia após dia como se fosse o último. 

O que é realmente jogar socialmente com questões pessoais, laborais e sentimentais? O que dita a liderança de um contra os outros? Marcar pontos e ficar bem visto ou somente fazer a diferença e conseguir assim sair valorizado de atitudes e comportamentos obtidos?

Quando se joga, seja de que modo for, existe sempre um objectivo comum. Ganhar e poder sair vencedor de qualquer situação. Quem joga afinal para perder alguma vez na vida? Por vezes os altos e baixos de um campeonato só ajudam a reavivar forças e ideias para seguir em frente, contra adversários e guerreiros que tanto nos tentam derrubar por objectivos comuns. 

10
Mar15

Coisas que me fazem rir

O Informador

Um tema bem promissor este que A Mulher Que Ama Livros e o Homem Certo em trio comigo escolheram para começar a Tag ComCanela, o início de um desafio mensal que terá temas para todos os gostos a partir de agora! Somos três amigos, três blogs e três ideias diferentes sobre a vida, o mundo e a sociedade em que circulamos de um lado para o outro como baratas tontas que não sabem onde circular para atingirem os seus objetivos a longo prazo. Senhoras e Senhores, tem aqui início o texto Coisas que me fazem rir...

 

Antes de mais afirmo que não sou de riso fácil! Sou simpático, gosto de sorrir para quem também sorri na minha direcção só que no fundo quando existem conversas e temas onde muitos conseguem largar risos em alto e bom som ou somente risinhos envergonhados e com alguns problemas sonoros eu nem sempre o consigo fazer, tendo de estar mesmo à-vontade com a situação e perceber totalmente a piada das coisas!

O que me pode fazer rir e que até acabou por dar origem a este texto é algo nojento, ou talvez um derivado da sanita ou do penico dos mais novos. Falo do cocó, em estado líquido, sólido ou sem género! Falar e contar histórias que envolvem cocó, sujidade e afins, imaginando as situações que são relatadas é um bom motivo para rir à descarada, ao ponto das dores abdominais começarem por tanto esforço fazer com a boa disposição a surgir. O cocó, quem diria que este é um bom motivo para uma coisa que me faz rir, mas é e não existe volta a dar nem nada para esconder quanto ao tema!

Depois o que também é bom para me fazer rir... Hum, talvez uma queda de um desconhecido mesmo à nossa frente, daquelas quedas meio atrapalhadas e em que a pessoa acaba por não se aleijar. Um tombo dos bons, com pernas no ar e sacos espalhados. Que delícia!

Continuando no trajeto do riso do momento poderei atracar entre os meus amigos! Quem melhor para me fazer rir que eles? Quando estamos juntos sempre, mas mesmo sempre, começamos a rir por vezes sem qualquer razão aparente. Todos me parecem ter uma vacina qualquer que os sinalizou como detentores de comédia ao encontrarem-se. E assim é, estando juntos parecemos os palhaços de serviço, sinalizando algumas vezes com um simples olhar o que nos irá levar à risota pegada com pensamentos que se cruzam e relatam entre si os vários acontecimentos sobre o que cada qual está a pensar no momento. 

Rir à fartazana é também com as histórias da hora de almoço pelo meu trabalho! Oh, que histórias que são contadas por aquele local onde nada foge áquelas bocas, para mais quando histórias que chegam do outro lado do Atlântico com sotaque se cruzam com situações bem nacionais, palavras com significados diferentes, taradices e consumismos. Tudo por aquelas horas serve de pretexto para se estar bem disposto, embora a boa disposição também não signifique que se tenha de andar com um sorriso descarado de orelha a orelha. 

Continuando a divagar por este mundo do riso, onde me consigo também perder é com alguns momentos televisivos. Não com séries cómicas e de humor trabalhado. Prefiro seguir uma boa série familiar que acaba por ter alguns momentos cómicos ao de leve entre as várias personagens. Rir para a televisão é algo de doidos, não? Pois, mas sou um doido!

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