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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Frio atendimento

27
Jun19

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É incrível como em pleno século XXI e com a taxa de desemprego ainda um pouco elevada, existam pessoas a trabalhar com o público sem o mínimo de sensatez sobre um bom atendimento. Se não sabem lidar com os outros quando estão ao serviço, então o melhor é mesmo procurarem um emprego onde estejam sozinhos e sem qualquer contacto com os outros e deixarem assim o seu lugar vago para quem o sabe realizar em condições.

Ir a um estabelecimento, quer seja café, restaurante, loja, caravana ou padaria e perceber que atrás do balcão está uma pessoa com cara fechada, a falar com mau tom, num volume elevado a revelar ainda mais a sua má disposição, é somente meio caminho para ficar com vontade de virar costas e seguir viagem sem fazer qualquer pedido ou questão.

Será que as pessoas que gostam de trabalhar na área comercial não têm consciência do que estão a fazer perante a cordialidade e simpatia que têm de demonstrar aos clientes? Podem estar no pior dia de merda do mês, fartos das oito horas obrigatórias, indispostos por algo que comeram ou insatisfeitos pelo mau pagamento, mas uma coisa é estar mal, outra é descarregar no cliente que não tem qualquer culpa do seu estado de espírito.

Peço, por favor, que sejam educados e que se ponham no lugar dos outros. Trabalho com o cliente e sei o que é estar dos dois lados. Se sou mal recebido não volto e sempre é isso que tenho em conta quando estou em modo empregado a receber clientes que precisam de ajuda e que por vezes necessitam somente de uns minutos extra de conversa que não me custa a dar e que deixam em vários casos quem precisa de falar satisfeito para voltar onde se sentiu bem recebido. 

Simpatia que enjoa

28
Jan19

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Gosto de chegar a um local e ser bem recebido, mas por vezes tudo o que é demais enjoa!

Trabalho na área comercial e acredito que ao longo de mais de uma década de experiência aprendi a deixar espaço para que quem chega como cliente se sinta com vontade de ficar, de questionar e pedir ajuda. Para isso não é necessário estar com um sorriso de orelha a orelha de forma constante, bastando dar as boas-vindas e deixando o cliente circular, existindo simpatia, mas não exagerando porque quando as coisas são forçadas acabam por ser notadas.

Odeio chegar a qualquer local e perceber que os funcionários me aparecem quase para atacar ou então que ao fundo estão com um enorme sorriso, falso por sinal, e prontos para falarem alto e bom som sobre o que necessitamos. Tenham calma pessoas que trabalham com o público, esperem que quem chegue se dirija até vocês, não se intrometam porque acabam por afugentar numa próxima visita os consumidores.

Comércio de Natal aceita pessoas Simpáticas

18
Dez18

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Quem trabalha na área comercial e em pontos mais fortes com produtos adequados para oferecer na época de Natal deverá reconhecer o que irei partilhar neste texto. Muitas das pessoas que andam às compras do presente ideal entram em lojas com falta de paciência, para comprarem o que aparecer, sem mostrarem qualquer tipo de gosto pelo que levam e ainda menos interesse em comprar. Se não querem oferecer e se o fazem contra vontade porque seguem com a ideia em frente?

A falta de paciência e simpatia por estes dias parecem desaparecer da vida de muitos portugueses que partem para centros comerciais e ruas de comércio tradicional por obrigação e sem qualquer vontade. Compram o que não gostam, refilam porque estão a gastar dinheiro e no momento da escolha acabam por revelar a situação com os seus modos menos dignos.

Se não gostam de gastar dinheiro com os outros optem por presentes originais feitos em casa e que por vezes conseguem revelar um muito maior simbolismo. Não enfrentem o comércio como uma obrigação. Entram em lojas mal dispostos, de cara fechada e sem interesse, isto porque têm de comprar o que nem sabem e nem conseguem deixar que a simpatia lhes faça companhia no momento em que chegam, fingem não ouvir um simples «bom dia», respondem mal e ainda conseguem ser indelicados para que seja tudo feito com pressa porque o objetivo é despachar um dos pesos pesados do mês de Dezembro, as compras de Natal. 

60 anos recordados pela desigualdade

27
Nov18

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A marca Nestum nasceu em 1958, estando a completar os seus 60 anos, data que está a ser celebrada com a implementação na embalagem da imagem original que foi lançada aquando dos primeiros anos de Nestum no mercado. Ao longo dos últimos anos, talvez por influência do avô que sempre apreciou estes cereais ao pequeno almoço, ter uma caixa de Nestum cá por casa é praticamente obrigatório e por estes dias reparei no apontamento sobre as figuras que estão na embalagem, onde as mulheres tratavam dos filhos e nem sinal de um homem a ajudar as crianças a tomarem a sua refeição.

Se olharmos bem, nem é preciso reparar assim tanto, na embalagem celebrativa é possível ver duas crianças a tomarem a sua refeição pela mão de duas mulheres. Com sessenta anos em cima seria normal existir a ideia de que só as mulheres davam comida e tratavam das crianças da casa na altura, mas agora isto não faz de todo sentido. Não é um pouco descabido terem recorrido a uma imagem destas para celebrarem, justamente numa altura em que as diferenças e o femininos estão tão na ordem do dia? Os direitos e deveres de um casal não são iguais? Décadas atrás tudo era visto de forma diferente e as coisas aconteciam desse mesmo modo, mas agora não, esta imagem é para assinalar uma data histórica da marca, no entanto vai contra a prática dos dias que correm, em que todos somos iguais e não são as mulheres que têm exclusivamente de ficar em casa a tratar da educação das crianças. 

Comércio de Sucesso

30
Set18

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Todos sabemos que antes da mercadoria chegar ao supermercados, papelarias e lojas de bairro que as suas viagens nem sempre são pequenas. Das fábricas para os grandes armazéns de revenda, em muitos casos, até que os artigos são adquiridos pelos comerciantes finais que os colocam à disposição de todos. Quem segue o blog há mais tempo sabe que já trabalhei na preparação e vendas de produto antes que chegue aos expositores que os consumidores em geral encontram no mercado, como tal apetece-me agora falar de uma grande empresa, que desconhecia, até que numa pesquisa de emprego encontrei a JB Comércio Global

Nesta empresa que se encontra ativa há mais de 20 anos no mercado nacional a variedade de produtos é muita. Artigos de Papelaria do mais variado possível, das canetas, aos cadernos, dos agrafos às agendas, tudo o que é necessário em termos escolares e de escritório de material de papelaria pode ser encontrado na JB Comércio Global. Também os Brinquedos não são deixados para trás neste armazenista que vende de tudo um pouco nas mais diversas áreas. Higiene e Limpeza, Cosmética e muito mais pode ser encontrado num só local e de uma só vez. Um autêntico centro comercial do retalho, para pequenos comerciantes que num só local podem encontrar tudo para abastecerem as suas lojas e sem precisarem de procurar muito. Com preços competitivos no mercado, esta marca já conta com uma vasta experiência junto de comerciantes que gostam de ter apoio e as melhores marcas líderes do mercado entre a sua oferta. 

 

Fatura com contribuinte, sff!

28
Abr16

Por vezes noto que as pessoas ficam incomodadas quando peço para colocar contribuinte nas faturas. Será que estou a exigir algo a que não tenho direito? Quando são os patrões de qualquer estabelecimento então ainda conseguem mostrar uma cara mais do que desagradável em certas ocasiões só por começarmos a frase... «quero contribuinte na fatura, sff».

Não peço nada que não esteja dentro da lei para ser feito e já existem locais em que por saber que as pessoas fazem quase questão de não fornecer sequer o talão de compra para não declararem as suas reais vendas ainda fico com uma maior vontade para lhes pedir para colocarem o contribuinte. 

Será possível continuar?

14
Nov15

Um comerciante chega ao final da semana e afirma para quem o quiser ouvir que na sua caixa ao longo dos seis dias em que o estabelecimento esteve aberto entraram menos de setenta euros. O que esperar no futuro com aquele negócio?

Em pleno Novembro com o Natal a começar a bater à porta onde existe um negócio que nem cem euros consegue fazer ao final de uma semana? Com uma renda do espaço no valor de trezentos e poucos euros, gastos necessários para com luz e água e ainda um ordenado para tirar, o que fica? Nada de nada, ou melhor, prejuízo!

Certo que mentalmente o comerciante parece consciente do que o futuro lhe está a reservar, mas custa perceber que no início do ano se fez a aposta e que tudo parecia começar a correr bem, quando os estabelecimentos do lado se mudam para outros locais e o jogo do bom negócio muda completamente de figura. Com a época alta das compras à porta sem dar qualquer sinal de mexida, como espera aquele lojista enfrentar o início do próximo ano onde as vendas sempre quebram?