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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Natal 2019!

Publicado por O Informador, 24.12.19

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Natal 2019! Os dias que anteciparam estes dias natalícios foram corridos, com trabalho a redobrar. Hoje mesmo estarei a trabalhar até ao final da tarde para que os últimos presentes sejam comprados por existirem muitos portugueses que acham que quem trabalha na área comercial tem de estar sempre disponível, até horas tardias, e com bom ar, sem pressas porque o cliente tem sempre razão. 

As pessoas não têm consciência do consumismo, da arrogância que por vezes demonstram quando querem comprar um presente de última hora e não encontram nada que lhes agrade, fazendo má cara, respondendo de forma rude e muitas vezes nem pronunciarem um «Boa tarde!» que não fica mal a ninguém. Deixam as compras para o fim por ser uma obrigação e depois querem que tudo lhes apareça pela frente, com pressas, falta de noção e sem respeitarem quem está a fazer o seu trabalho.

Lembra-te que se fores um dos que deixa todas as compras para serem feitas mesmo pelas últimas horas do dia que o faças de modo civilizado e que respeites pelo menos quem está a realizar o seu trabalho para que possas dar aquele presente comprado às três pancadas sem apareceres de mãos a abanar na noite da consoada. 

Outubro de Natal

Publicado por O Informador, 18.10.19

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Estamos em Outubro e o certo é que neste momento as superfícies comerciais já se estão a antecipar à grande época natalícia que por aí está para chegar. Anteriormente, e não assim há tantos anos, Dezembro é o mês de todas as compras, os primeiros dias para embelezar a casa, começar a pensar nos presentes, correr para as lojas, preparar a lista de compras para as refeições dos dias natalícios e a noite de 24 chegava, a família se unia e o 25 seria sempre um prolongamento da noite mais tradicional e familiar.

Os tempos foram-se alterado, a lei da concorrência comercial adensou-se e o Dezembro esticou para Novembro e este ano, não me lembro bem se será o primeiro, em pleno meio mês de Outubro encontrei decoração de Natal já a fazer parte de grandes lojas de decoração. Os supermercados também já começaram com as grandes promoções de brinquedos que ficaram do ano passado para que depois nas semanas derradeiras de Natal as novidades possam encher prateleiras com preços mais elevados. 

Portugal começa a vibrar com a época natalícia cada vez mais cedo, faltam mais de dois meses para que o bacalhau e o peru sejam servidos como reis da mesa e os presentes sejam abertos antes de seguir para a Missa do Galo mas o comércio não perdoa e se é necessário vender e antecipar o que a concorrência está a preparar, então que comece o Natal.

Vamos abrir um negócio?

Publicado por O Informador, 15.10.19

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Enquanto assistia ao final do serviço noticioso num dos canais generalistas em que os destaques vão geralmente de encontro à promoção de eventos e sobre boas referências de produtos e do país, era dado a conhecer ao telespetador que nos últimos meses foram pedidas autorizações para abertura de mais de uma centena de novos espaços hoteleiros, o que sucedeu também com a área da restauração e todo o comércio que pode estar ligado ao consumo e cada vez mais ao turismo em Portugal. Algo que me deixou a pensar sobre toda a parafernália que é necessária para abrir, por exemplo, um restaurante ou mesmo um café, com todas as condições legalmente exigidas e os equipamentos necessários para que nada falhe, mesmo com recurso a equipamentos hoteleiros usados e em perfeito estado para ajudar nos primeiros tempos de qualquer negócio.

Com isto cheguei à conclusão que pelo nosso país, fazendo uma viagem por diversas lojas com serviços online, a ajuda para sonhar, acreditar e concretizar começa desde o primeiro ponto. Existem empresas com capacidade para apresentarem, através de profissionais especializados, as melhores ideias e soluções de mercado para tornarem um projeto viável e com capacidade de financiamento, o que ajuda a colmatar os gastos iniciais que qualquer novo negócio acarreta e que nem sempre tem o retorno inicial que é necessário para se aguentarem com as despesas. Um bom sistema de refrigeração é um dos pontos fundamentais para um espaço de restauração que se queira competitivo e pronto para as épocas altas e baixas onde a clientela pode oscilar bastante. Um ponto fulcral também é o uso de um bom fogão industrial, deixando de lado a ideia que um restaurante para ter sucesso se consegue aguentar com os serviços mínimos na cozinha. Isso já não acontece e tudo tem de estar preparado no mais ínfimo pormenor porque a concorrência aperta e só os melhores e mais rápidos a servirem conseguem atrair o cliente para futuras visitas.

Frio atendimento

Publicado por O Informador, 27.06.19

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É incrível como em pleno século XXI e com a taxa de desemprego ainda um pouco elevada, existam pessoas a trabalhar com o público sem o mínimo de sensatez sobre um bom atendimento. Se não sabem lidar com os outros quando estão ao serviço, então o melhor é mesmo procurarem um emprego onde estejam sozinhos e sem qualquer contacto com os outros e deixarem assim o seu lugar vago para quem o sabe realizar em condições.

Ir a um estabelecimento, quer seja café, restaurante, loja, caravana ou padaria e perceber que atrás do balcão está uma pessoa com cara fechada, a falar com mau tom, num volume elevado a revelar ainda mais a sua má disposição, é somente meio caminho para ficar com vontade de virar costas e seguir viagem sem fazer qualquer pedido ou questão.

Será que as pessoas que gostam de trabalhar na área comercial não têm consciência do que estão a fazer perante a cordialidade e simpatia que têm de demonstrar aos clientes? Podem estar no pior dia de merda do mês, fartos das oito horas obrigatórias, indispostos por algo que comeram ou insatisfeitos pelo mau pagamento, mas uma coisa é estar mal, outra é descarregar no cliente que não tem qualquer culpa do seu estado de espírito.

Peço, por favor, que sejam educados e que se ponham no lugar dos outros. Trabalho com o cliente e sei o que é estar dos dois lados. Se sou mal recebido não volto e sempre é isso que tenho em conta quando estou em modo empregado a receber clientes que precisam de ajuda e que por vezes necessitam somente de uns minutos extra de conversa que não me custa a dar e que deixam em vários casos quem precisa de falar satisfeito para voltar onde se sentiu bem recebido. 

Simpatia que enjoa

Publicado por O Informador, 28.01.19

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Gosto de chegar a um local e ser bem recebido, mas por vezes tudo o que é demais enjoa!

Trabalho na área comercial e acredito que ao longo de mais de uma década de experiência aprendi a deixar espaço para que quem chega como cliente se sinta com vontade de ficar, de questionar e pedir ajuda. Para isso não é necessário estar com um sorriso de orelha a orelha de forma constante, bastando dar as boas-vindas e deixando o cliente circular, existindo simpatia, mas não exagerando porque quando as coisas são forçadas acabam por ser notadas.

Odeio chegar a qualquer local e perceber que os funcionários me aparecem quase para atacar ou então que ao fundo estão com um enorme sorriso, falso por sinal, e prontos para falarem alto e bom som sobre o que necessitamos. Tenham calma pessoas que trabalham com o público, esperem que quem chegue se dirija até vocês, não se intrometam porque acabam por afugentar numa próxima visita os consumidores.

Comércio de Natal aceita pessoas Simpáticas

Publicado por O Informador, 18.12.18

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Quem trabalha na área comercial e em pontos mais fortes com produtos adequados para oferecer na época de Natal deverá reconhecer o que irei partilhar neste texto. Muitas das pessoas que andam às compras do presente ideal entram em lojas com falta de paciência, para comprarem o que aparecer, sem mostrarem qualquer tipo de gosto pelo que levam e ainda menos interesse em comprar. Se não querem oferecer e se o fazem contra vontade porque seguem com a ideia em frente?

A falta de paciência e simpatia por estes dias parecem desaparecer da vida de muitos portugueses que partem para centros comerciais e ruas de comércio tradicional por obrigação e sem qualquer vontade. Compram o que não gostam, refilam porque estão a gastar dinheiro e no momento da escolha acabam por revelar a situação com os seus modos menos dignos.

Se não gostam de gastar dinheiro com os outros optem por presentes originais feitos em casa e que por vezes conseguem revelar um muito maior simbolismo. Não enfrentem o comércio como uma obrigação. Entram em lojas mal dispostos, de cara fechada e sem interesse, isto porque têm de comprar o que nem sabem e nem conseguem deixar que a simpatia lhes faça companhia no momento em que chegam, fingem não ouvir um simples «bom dia», respondem mal e ainda conseguem ser indelicados para que seja tudo feito com pressa porque o objetivo é despachar um dos pesos pesados do mês de Dezembro, as compras de Natal. 

60 anos recordados pela desigualdade

Publicado por O Informador, 27.11.18

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A marca Nestum nasceu em 1958, estando a completar os seus 60 anos, data que está a ser celebrada com a implementação na embalagem da imagem original que foi lançada aquando dos primeiros anos de Nestum no mercado. Ao longo dos últimos anos, talvez por influência do avô que sempre apreciou estes cereais ao pequeno almoço, ter uma caixa de Nestum cá por casa é praticamente obrigatório e por estes dias reparei no apontamento sobre as figuras que estão na embalagem, onde as mulheres tratavam dos filhos e nem sinal de um homem a ajudar as crianças a tomarem a sua refeição.

Se olharmos bem, nem é preciso reparar assim tanto, na embalagem celebrativa é possível ver duas crianças a tomarem a sua refeição pela mão de duas mulheres. Com sessenta anos em cima seria normal existir a ideia de que só as mulheres davam comida e tratavam das crianças da casa na altura, mas agora isto não faz de todo sentido. Não é um pouco descabido terem recorrido a uma imagem destas para celebrarem, justamente numa altura em que as diferenças e o femininos estão tão na ordem do dia? Os direitos e deveres de um casal não são iguais? Décadas atrás tudo era visto de forma diferente e as coisas aconteciam desse mesmo modo, mas agora não, esta imagem é para assinalar uma data histórica da marca, no entanto vai contra a prática dos dias que correm, em que todos somos iguais e não são as mulheres que têm exclusivamente de ficar em casa a tratar da educação das crianças.