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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Sincera.mente, com Jorge Mourato

Teatro Villaret

Publicado por O Informador, 25.01.20

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O nome de Jorge Mourato está desde sempre associado à comédia e muito ao stand up. Em 2020 os palcos nacionais voltam a receber o ator com o espetáculo da sua autoria Sincera.mente que pode ser visto todas as Quartas-feiras, no Teatro Villaret, em Lisboa, pelas 21h30.

Contando e recriando várias peripécias da sua vida pessoal, Jorge Mourato enfrenta o público a solo na sala de espetáculos onde revela situações e peripécias que foi presenciado e vivido ao longo dos tempos. De forma divertida, sem apoio, completamente sozinho de microfone na mão e uma simples cadeira em palco para não ser praticamente utilizada, os seus pontos de vista atuais sobre o seu passado surgem como divertidas histórias do que na altura se tornaram acontecimentos que permanecem na sua memória. 

Dos primeiros anos de vida, ao tempo escolar e na entrada da faculdade, os amores com as drogas, as saídas com algum o sexo, o corpo, os animais, as sogras, a televisão e a fama que muito altera, os bairros lisboetas com a sua vizinhança, a paternidade e os temas de casal, os filhos e o mundo que os envolve, e essencialmente o Jorge são os temas centrais deste divertido espetáculo onde a sinceridade parte para o patamar dos aplausos que podem levar o público mais suscetível a fazer «Oh, sincera.mente, ele está mesmo a contar esta história?».

Num espetáculo de hora e meia, sem pausas e com imprevistos, Mourato, e não Malato como alguns habitantes do seu bairro pensam, abrilhanta, ri de si próprio e incorpora personagens reais da sua vida para que tudo se torne mais real. 

Quem não gosta de passar o serão a sorrir com um espetáculo de stand up que todas as semanas poderá ser diferente, consoante o público, e também variando pela disposição do seu anfitrião que mesmo com guião poderá seguir um caminho paralelo?

A Casa das Flores | T2 | Netflix

Publicado por O Informador, 17.11.19

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Agosto de 2018 assinalava a estreia de A Casa das Flores com a sua primeira temporada na Netflix. Um pouco mais de um ano depois, eis que novos episódios são disponibilizados e a história ganha contornos que já não me agradaram assim tanto como na primeira fase. 

Após ficar conquistado na estreia, no arranque da segunda temporada logo percebi que não iria ser da mesma forma. A comédia negra considerada por muitos como uma série millennial perdeu um pouco do encanto inicial. Primeiramente a matriarca da família foi retirada da história, o que por si só já dá um abalo ao que está para ser contado. Como é que a personagem central deixa assim o enredo, deixando todo o caos de uma família em ruínas, recheada de tragédias, segredos e maus relacionamentos desamparada? Os conflitos de interesses, as relações conjugais e infidelidades, a troca de parceiros, os crimes e o engano dentro do seio familiar continuam a ser o centro de toda a ação, mas o fio condutor destes novos episódios foi tão distante do original que não senti envolvimento da história que me conseguisse cativar. 

Com a morte da matriarca Virginia de la Mora, a reconquista do império é um bem fundamental, como tal a família tem de voltar a estar unida. Paulina torna-se praticamente o centro da ação, voltando de Madrid para o México com a pretensão de perceber onde está toda a herança deixada pela mãe. No entanto, como esperado, os imprevistos são mais que muitos e o que existia já faz parte do passado, sendo necessário começar de novo entre todas as complicações e descobertas existentes. 

Sexo, bissexualidade, transexualidade, infidelidade, traição, barrigas de aluguer, religião, corrupção e espetáculo, tantos os temas debatidos nesta continuação de A Casa das Flores, a série que foge do que geralmente é feito nas produções mexicanas que ganham cada vez maior qualidade na plataforma Netflix, mas que mesmo assim deixou muito a desejar perante o que era prometido e foi feito anteriormente. 

Ding Dong | Yellow Star Company

Comédia

Publicado por O Informador, 21.10.19

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Leste a sinopse que está na imagem? Que tal? Parece ser o início de uma boa comédia ou nem por isso? Um marido enganado que sabe de tudo e cria um cenário para se vingar e dar a volta a toda a situação. Parece ser daquelas histórias de amor e traições que tanto já se viu pelo teatro, novelas e salas de cinema não é? Mas não, isto porque além de Ding Dong ser do mesmo autor do sucesso Boeing Boeing, Marc Camoletti, que em Portugal esteve em cena com várias temporadas durante anos, o elenco escolhido pela Yellow Star Company para esta nova aposta é tão perfeito que todos encaixam nas suas respetivas personagens como luvas feitas por medida. 

Andreia Dinis, Gonçalo Diniz, João Didelet, Melânia Gomes, Núria Madruga e Sofia Baessa formam o elenco escolhido onde marido enganado e sua respetiva esposa com amante e uma companheira deste por empréstimo e a verdadeira mulher se cruzam com uma louca empregada bastante interventiva. Uma comédia? Mais que isso, esta é a comédia que a Yellow Star Company preparou para encher a sala do Teatro Armando Cortez pelos próximos meses e pela primeira sessão a que assisti só posso dizer que o sucesso estará de certo do lado de Ding Dong.

O público ao logo de quase duas horas de sessão, com direito a intervalo, gargalhou, aplaudiu, comentou e esperou pelo que estava para acontecer. Tudo é feito de forma rápida, sem cansar, com um bom texto e bem trabalhado onde os atores conseguem ter a capacidade de improvisar consoante a receção que estão a ter da plateia. Tudo parece estar bem sincronizado, desde a prestação de elenco, e aqui tenho que destacar que Melânia Gomes ganha um destaque enorme por estar num aquário onde está totalmente perfeita, a comédia, embora todo o elenco esteja bem. Um cenário simples e colorido como este estilo de produção pede, tempos perfeitos, e sincronização exímia. 

Maurício Meirelles | 06.10.2019

Convites duplos

Publicado por O Informador, 25.09.19

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Em 2018 Maurício Meirelles encheu as salas de espetáculos portuguesas por onde passou. Agora, praticamente um ano depois, o comediante brasileiro está de volta, pelo quarto ano consecutivo, com um renovado espertáculo onde aborda a sua nova fase de vida, sem deixar para trás o esperado e consagrado Webbullying e novas surpresas para surpreender o público. 

Com uma agenda com início no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, no dia 05 de Outubro e passando por várias salas do país, de Norte a Sul, será para Domingo, dia 06, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, sessão pelas 22h00, que podes habilitar-te a ganhar um dos convites duplos que tenho para oferecer para este regresso tão aguardado de Maurício Meirelles aos palcos nacionais. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 04 de Outubro, Sexta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Boeing Boeing | 20.09.2019

Convites duplos

Publicado por O Informador, 14.09.19

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Quem nunca ouviu falar de Boeing Boeing, a divertida comédia que a Yellow Star Company trouxe para Portugal há uns anos e que após várias temporadas de sucesso em Lisboa, Porto e por todo o país, está de regresso à sala do Teatro Armando Cortez para novas sessões onde o público é convidado a embarcar numa viagem bem elucidativa sobre a partilha do amor? E quem ainda não assistiu a esta comédia que junta em palco António Camelier, João Didelet, Cristina Cavalinhos, Liliana Santos, Marta Melro e Carolina Puntel? Como alguns ainda não viram, eis que tenho convites duplos para vos oferecer destinados às sessões dos dias 20 e 21 de Setembro. Porém, um sorteio acontece aqui pelo blog e o outro é exclusivo no Instagram

Uma hilariante comédia de enganos sobre a trajetória de um Casanova da Era do Jacto, Bernardo um arquiteto que está noivo de três mulheres, Janete, Julietta e Judite, três hospedeiras de bordo, de diferentes países com quem vive sem que saibam a existência uma das outras.

Berta, a fiel empregada doméstica de Bernardo, é cúmplice neste jogo amoroso, trocando as fotografias, roupas de cama e ementas para que nenhuma das noivas desconfie da presença de outras mulheres.

Até que um dia os seus amores vão chegar à sua casa ao mesmo tempo…

Dada a azáfama vivida na casa de Bernardo, Berta está à beira de um ataque de nervos! Um amigo de longa data do arquiteto, Roberto Seguro, veio visitá-lo e vê-se apanhado na maior trama amorosa que alguma vez viu e que terá um fim inesperado...

Assim, esta semana tenho cinco convites duplos para sortear destinados à sessão de dia 20 de Setembro, Sexta-feira, pelas 21h30, de Boeing Boeing. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 19 de Setembro, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

 

Wi-Fi com nomes bem promissores

Publicado por O Informador, 20.08.19

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Quando estamos num local público por vezes procuramos um sistema Wi-Fi para nos ajudar a poupar os dados dos telemóveis, tablets ou portáteis e eis que nem sempre a normalidade vem ao nosso alcance.

Há uns dias comecei a procurar nomes de rede engraçados através deste sistema e eis que me deparei com um Amo-te Melissa bem promissor de alguém que estava bem próximo de mim. Não seria uma casa porque no local só existia o famoso restaurante bem conhecido em termos mundiais e lojas, como tal esta rede com uma boa declaração de amor virtual era ambulante. Delicioso não é?

Ao ter partilhado pelas redes sociais a imagem de amor que deu nome à rede, eis que obtive uma resposta ainda mais deslumbrante... Paxaxa! Achavas que era só o teu vizinho que conseguia ser original e tarado no momento de dar nome ao seu aparelho lá de casa? Pois, pois, a Paxaxa existe enquanto sistema de distribuição de rede. 

Pretendo aqui deixar-vos um desafio! Liguem a vossa busca Wi-Fi e se encontrarem pérolas semelhantes a estas façam print, partilhem comigo pelo email ou pelas redes sociais, Instagram principalmente, para juntos aumentarmos esta linda lista de nomes bem carismáticos que os seres humanos dão aos seus aparelhos lá de casa. Será que encontraremos juntos um Fofuxos, Parrachita, Pirilau ou mesmo o Trinca no Rabo? Sejam curiosos e mostrem o que anda espalhado por aí!

Bonding | T1 | Netflix

Publicado por O Informador, 14.05.19

 

Bonding é a comédia rápida sobre uma dominadora que contrata o seu melhor amigo, gay, por sinal, para seu assistente. Dando a conhecer ao público um lado muito escondido, mas que existe, no mercado do sexo a nível mundial, esta primeira temporada da série Netflix conta com sete episódios de ligeiros quinze minutos, mais coisa menos coisa, e é capaz de ser vista de uma só assentada, em modo filme. 

Tiff, interpretada por Zoe Levin, é a personagem feminina central. Detentora dos seus dotes corporais como dominadora, esta jovem mulher é conhecida pelos seus clientes como Mistress May e é na sua masmorra de sexo, numa cave no centro da cidade, que recebe Pete, interpretado por Brendan Scannell, pela primeira vez para lhe dar a conhecer as suas novas funções enquanto seu assistente. Precisando de um companheiro de viagem, guarda costas, amigo e confidente, Tiff apela ao seu amigo de ensino para uma forma de ganhar dinheiro bem mais fácil do que outras profissões. Precisando de um rendimento extra para o auxiliar nas contas, Pete aceita, hesita mas acaba por ficar e conhecer melhor tudo o que rodeia a sala sexual de Tiff e os seus afazeres enquanto dominadora. Ganhando o nome Carter para com os clientes, a vida deste jovem gay fica alterada consoante as suas novas ligações e conhecimentos no que toca ao prazer.

Sem descurar a vida pessoal, o público é convidado também a perceber como Tiff vive num apartamento, com um empregado que usa máscara e que lhe faz tudo em casa. Já Pete vive num quarto alugado, tendo de passar pelo espaço do seu colega de casa, para entrar no seu pequeno cubículo. Cansado e mal pago por tentar ser comediante, o jovem acaba por se envolver demais neste mundo que lhe acaba por dar outro poder de sustentação.