Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

19
Nov18

Escuteiros na noite

O Informador

escuteiros.jpg

Muitos irão voltar a reagir contra o que vou partilhar, no entanto tenho de regressar ao tema dos escuteiros que andam por ai de noite, sem coletes refletores.

Falei em tempos nos grupos de crianças que circulam de noite sem um adulto por perto e de não compreender os pais e encarregados de educação que colocam os menores nestes grupos que passam fins-de-semana a fazerem muitas vezes provas físicas no mato, com chuva e frio, quando depois são tão preocupados que os têm de deixar praticamente na porta da sala de aula para que não andem uns metros a pé e corram riscos a atravessarem a estrada. Agora falo de jovens mais velhos que não têm a ideia básica da importância de serem visíveis perante os condutores que por eles passam. 

Há dias, numa estrada com pouca iluminação, e sem qualquer aviso, deparo-me com um grupo de jovens a pé, sem qualquer sinal ou colete refletor no elemento da frente. Existia um colete sim, mas numa das pessoas que ia mais no centro do grupo e que levava ainda um casaco por cima, tapando parte do colete, o que acaba por não lhe valer de muito. Primeiro esse elemento, ao ser o único com refletor, deveria ir na frente, sendo que todos deveriam levar coletes. Ao não levarem coletes podiam pelo menos levar uma lanterna na mão, mas nem isso existia naquele grupo. Se a estrada pouca luminosidade tinha, se iam no escuro e sem identificadores, como queriam ser vistos? Dei pelos jovens quando as luzes do carro se aproximaram do primeiro rapaz que ia na frente e percebi que em fila lá circulavam, mas antes disso nada me fez ter um maior cuidado porque não existia forma de antever o que iria surgir, para mais num caminho onde não existe passeio, circulando o grupo por cima do traço que divide a estrada da vala. 

13
Jan18

Ser escuteiro... Não compreendo!

O Informador

escuteiro.jpg

A questão de ver miúdos escuteiros por ai ao frio e a percorrerem quilómetros de estrada ao escuro, com lanternas na cabeça e sem estarem acompanhados por adultos é daqueles temas que nunca vou compreender e com o qual me debato sobre quem me vier dizer que os seus filhos andam nos escuteiros e que os pais ficam descansados quando as suas crias ficam noites fora de casa ou dias onde não sabem o seu paradeiro e o que andam a fazer. Desculpem-me a sinceridade, mas estas provas de aptidão para mim não colam e não as consigo aceitar!

Há dias voltei a cruzar-me com quatro miúdos, com idades entre os dez e os treze, não mais que isso, quando já era noite cerrada. Os quatro de coletes florescentes colocados, três deles com lanterna na cabeça e cada qual com o seu «cajado» de guerra. Pelo menos quatro quilómetros aqueles pré adolescentes iam fazer para chegarem a nova pista junto de uma pessoa mais velha e que no lugar de estar sentada em espera que grupo a grupo fosse chegando deveria sim andar a acompanhar no sentido de ser responsável pelos elementos mais novos que colocam a andar por ai, vagueando com um sentido que só os mentores percebem e que nunca vou entender. Conheço jovens que se iniciaram nos escuteiros em criança e que hoje são lideres de grupo e adoram, defendendo estas atividades, as noites frias passadas fora de casa, em tendas partilhadas e onde por vezes cada qual tem de se desenrascar com a sua própria alimentação e comodidades ao longo de estadias de horas em que assentam arraiais após caminhadas de longa distância para voltarem a acordar e ter um novo caminho pela frente. Os miúdos gostam, ok, mas será que não deviam existir cuidados redobrados com estes jovens grupos que circulam em estradas sem iluminação e onde os acidentes acontecem, para mais quando a circulação não é feita em fila pela berma da estrada, mas sim ao lado uns dos outros. Sei que as regras ditam todas as leis de proteção na estrada, mas essas mesmas regras não são cumpridas quando se é mais novo e se pensa em brincar e aproveitar o momento de caminhada para colocar a conversa com os amigos em dia. 

13
Dez15

A cobra da colega

O Informador

Sem qualquer explicação e perante o meu olhar, a colega de trabalho viu uma cobra e começou aos berros esganiçados que o animal só não deve ter morrido no local por vergonha de ter sido vista sem roupa! Os gritos foram tantos que ao acompanharem a corrida que foi feita naquele momento consegui ficar sem noção do que ela dizia com tanta atrapalhação sobre o que tinha visto, o tamanho, as ricas cores, com direito a riscas pretas e amarelas!

Uma cobra apareceu, não lhe caiu pelas redondezas mas o efeito foi demasiadamente estridente que pareceu que alguém tinha sido encontrado morto ou que se tinha aleijado naquele exato momento. Sim, só porque estava ali ao pé dela não me consegui assustar, mas tive de alertar todos os restantes que se assustaram em como estava tudo bem depois de tanta euforia.

21
Abr13

O Informador e a gaivota

O Informador

«Tens duas hipóteses de olhar a gaivota à janela. Ou a vês elevar-se no ar, asas abertas, repetindo a imagem de milhões de abraços, ou a vês descer à água e a despedaçar um peixe. Sonhador das horas vagas, que não pediste conselho. Alterna e terás a realidade.»

Lídia Jorge

Um pensamento que se aplica tantas e tantas vezes à vida de todos nós. Ora estamos bem, com tudo a sorrir à nossa volta, ora caímos a pique como se o inferno tivesse aterrado nas nossas vidas.

Eu tenho tido vários momentos em que quando parece que estou no topo do mundo como a gaivota que voa bem alto, tudo começa a desmoronar-se e despedaço-me para voltar a recuperar o meu bem-estar de seguida.

Sou um sonhador nas horas vagas e um realista e pessimista na maioria do tempo, enquanto vou alterando entre os vários estados vou vivendo a minha vida como todos os seres que andam por aí. Sou uma unidade no meio de milhões, não voou como a gaivota, mas subo e desço como ela nos altos e baixos da vida.

16
Mar13

Boa noite! Sou o McDonald's!

O Informador

Uma ida ao McDonald's não é só sinal de que se vai comer algo feito à pressão, também é sinal de que vamos observar alguma coisa que nos chama a atenção por algum motivo.

Desta vez apetece-me falar da bonita frase que os empregados por quem somos atendidos nos obrigam a ouvir... «Boa noite! Sou a Joana!». Será que eu quero mesmo saber o nome dos empregados do restaurante que me estão a servir no espaço de pouco mais de um minuto? Aquilo são as ordens que têm e que são iguais para todos os espaços da marca, mas não é ridículo aquelas pessoas terem que nos dizer o seu nome sem nós o querermos saber?

Um dia que me apanhem um pouco em estado de gozação ainda lhes digo em jeito de resposta... «E eu sou O Informador!»

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Comentários recentes

Pesquisar

Atual Leitura
Top mais vendidos Wook