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O Informador

Vírus atinge noção

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Sabemos que não somos obrigados a colocar álcool gel em todos os estabelecimentos em que entramos. Mas pretendo fazer um exercício prático com os meus queridos e excelentes leitores e seguidores. 

Imaginemos que trabalham num estabelecimento comercial e que as normas da empresa pedem para aconselharem os clientes a colocarem na entrada o produto protetor nas mãos para poderem manusear os artigos que irão ver para quem sabe comprar. E um desses clientes, de luvas de pele calçadas vos diz «mas estou de luvas», o que vos passa pela cabeça?

a) ok, tem luvas não transporta o vírus assim pelas mãos e não necessita de gel

b) mesmo com luvas andou a tocar em tudo e mais alguma coisa anteriormente

c) o álcool gel estraga as luvas por serem de pele ou uma imitação e vou ignorar

Covid19 gera paranóia

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Quase todos andamos com mil e um cuidados desde que o vírus do momento invadiu o território nacional, mas existem pessoas que exageram de tal forma nos seus comportamentos que arriscam mesmo que os seus companheiros de vida partam para novas aventuras.

Há uns dias um casal de clientes voltou a visitar o espaço após meses de ausência. Ele muito discreto e em modo simplificado, ela cheia de paranóias e receios. Entrou e colocou álcool gel como todos o devem fazer quando entram em estabelecimentos e o mais engraçado é que não tocou praticamente em nada mas quase de minuto a minuto ia até à entrada para reforçar a higienização das mãos. Lá escolheu uma peça, o marido outras duas mas sem experimentarem, tendo mesmo a senhora levantado a voz numa momento de exaltação para que o companheiro não tocasse em nada e nem tivesse os artigos que iria comprar na mão. A dita cliente falou bem alto, mais que o habitual, para o marido seguir as suas ordens com todos os cuidados que a sua mente exige, que são bem mais do que os regulamentados pela DGS.

"Não toques nisso!", "Não vais experimentar!", "Não podemos ficar perto de outras pessoas mais de quinze minutos!", "Hoje foi o primeiro dia em que vim às compras!" e "Vocês (colegas de trabalho) não deviam estar aqui os dois ao mesmo tempo!". Estas foram somente algumas das expressões que a cliente expressou a falar connosco e com o marido paciente que vive consigo há décadas.

O apalpão!

No outro dia quando já estava de saída do trabalho, eis que a cumprimentar um cliente que entrava acabei por ser apalpado! Não reagi, pensei que aquilo não tinha acontecido e fui de imediato comentar com a colega que estava de frente e que acabou por dizer que tinha visto mas que achou ao mesmo tempo que o cliente não me tinha chegado a tocar!

Tocou e não foi porque sim, foi mesmo porque quis porque a forma como nos cruzamos não dava para a mão ter raspado sem querer. Agora penso que talvez em outras alturas aquele mesmo cliente me tenha tocado e que não tenha dado atenção à situação.

Halloween Man & Zara Silver

PerfumeEste mês contou com duas compras perfumadas por estas bandas! Se por um lado optei por um perfume da Zara, o Zara Silver, com um preço ao nível do seu cheiro, 15,90€, agora pensei que um novo aroma vindo da Perfumes & Companhia fazia-me falta. Comprei assim o Halloween Man, um cheiro mais duradouro, intenso e ideal para uma saída à noite!

Tal como é dito na embalagem, este produto pode provocar alterações de personalidade, e é disso que necessito neste momento! Sinto-me parado, estático e a necessitar de um balanço para sair de cena e encontrar um outro caminho, aquele que me pode levar a atingir alguns objetivos que agora parecem andar perdidos por aí!

O Halloween Man tem um cheiro forte e que fica, não saindo como muitos dos perfumes que andam por estas ruas! Comprei a embalagem de 75ml que custava 43,00€, mas como tenho cartão cliente e apanhei uma promoção com 20% de desconto pelas lojas da marca, acabei por pagar 34,40€.

Uma compra perfumada numa semana de chuvada!

zara silver

Noção de horário laboral

Todas as pessoas que trabalham gostam de sair a horas porque em casa ou na rua existe muito para se fazer após o tempo laboral que ocupa grande parte do dia. Porém, existem pessoas, apelidadas de clientes, que não têm noção que nos seus dias e horas vagos os outros estão a trabalhar e também querem e desejam muito sair a horas!

Será possível aparecerem pessoas trinta minutos depois do suposto fecho do local a pedirem para entrarem e poderem colocar as suas dúvidas e questões em destaque? É que para além daquela hora já estar a ser um suplemento na pago do expediente, ainda me vêm depois chatear a cabeça para me ocuparem mais uns minutos! Eu só penso em sair do local o mais rapidamente possível, pensando nas coisas que quero ir fazer, e os emplastros ainda aparecem com ideias absurdas após o meu horário.

Quando se é cliente não se tem a noção que todos gostam de sair a horas e os últimos minutos de trabalho já são levados no contra relógio para se deixar tudo feito e pronto para o dia seguinte. Pessoas, tenham noção das coisas porque todos somos clientes e atendedores (que palavra feia).