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O Informador

A Festa da Festa

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O prometido aquando da apresentação da novela Festa é Festa ao público acabou por ser cumprido no dia exato. A realização da Festa que dava o mote para a novela aconteceu e mais uma vez, por muito que se critique, a equipa de direção de Cristina Ferreira conseguiu fazer diferente e acabar por surpreender os espetadores. 

Com uma emissão longa que se iniciou pelas 10h00 até às 20h00 e que somente foi interrompida pelo noticiário da hora de almoço, A Festa de Festa é Festa aconteceu para celebrar o final da primeira temporada do sucesso que surgiu de uma ideia da diretora do canal e que rapidamente ganhou vida pela mão de Roberto Pereira e da sua equipa de escrita. A novela ganhou forma, rapidamente chegou junto do público e de imediato surgiu a confirmação de uma segunda temporada.

Mas hoje vou falar do evento que decorreu em direto no passado Sábado, 25 de Setembro, onde mais de três dezenas de artistas musicais subiram ao palco montado na aldeia onde as cenas de exteriores são gravadas, o elenco da novela marcou presença em modo personagens do início ao fim, apresentadores divertidos e mesmo com toda a confusão estiveram sempre bem e A Festa aconteceu num evento que a meu ver como espetador do início ao fim foi bem complicado de organizar no pré e ao longo de toda a emissão. Centenas de pessoas a trabalharem em simultâneo para tudo passar para o ecrã de forma profissional e sem falhas, corridas de um lado para o outro, atores a improvisarem por conhecerem bem as suas personagens, apresentadores a seguirem a linha, convidados a saberem que existia necessidade de interação com a ficção e o próprio público presente no local, com direito a enchente que já não se via há muito em televisão, a falarem como se as personagens fossem pessoas reais. 

Big Brother, o segundo Domingo

As promessas sobre uma nova edição do Big Brother como nunca foi vista na primeira semana logo começou a descambar para mais do mesmo. Após a gala de estreia ter corrido bem, com vários concorrentes a surgirem como mais do mesmo mas mesmo assim a criarem jogo logo nos primeiros dias, o Domingo chega, Manuel Luís Goucha e Cláudio Ramos recebem a Ana Sofia Martins, a Pipoca Mais Doce, para os seus comentários com maior tempo de antena, o que considero positivo. Logo depois ficamos a saber que vamos logo começar a ter direito ao momento Curva da Vida, ao BB Play para gerar discussão em direto na gala, o Cubo com o frente-a-frente, 

António e Rita deixam a rulote mas escolhem o chato das causas, o Bruno, para os substituir pela próxima semana, o que foi muito bem atirado. Bruno já está na pequena casa extra e o público tem a função de eleger dois companheiros de jogo para lhe fazerem companhia e gostava tanto de lá ver a Ana Barbosa e a Ana Morina num trio perfeito e que iria dar boa conversa de contrastes. Depois o frente-a-frente entre Ana Barbosa e Débora a mostrar que estas concorrentes não vieram para brincar ao paz e amor ao Domingo para serem as inimigas de semana. Colocaram as cartas na mesa, disseram o que tinham a dizer uma à outra e são destas concorrentes que se querem no jogo que é o Big Brother. No BB Play passou a película As Plantas, gerando desde logo discussão entre a Ana Barbosa e os concorrentes que considerou com os seus mais próximos como plantas e os que estão a fazer "programa". O bate boca entre a causa Bruno e Ana Morina por olharem para as suas prestrações de forma distante, levando o moço uma simpática e bem linear sova da Morina. Curva da Vida com a Maria da Conceição a dar o momento pesado da noite com o sofrimento enquanto jovem da concorrente para com o que passou com os seus pais, sendo rejeitada com os irmãos pela própria família, tendo começado a namorar aos 16 anos com o marido de sempre e com quem se juntou para fugir de casa, sendo mãe e mais tarde o filho adotou um cachorro que para São foi o amor da sua vida, tendo a sua morte levado a concorrente à depressão, até que decidiu mudar e concorrer ao Big Brother para alterar a sua forma de ver a vida. Uma história de sofrimento partilhada pela concorrente que mostra a razão de determinados comportamentos mais isolados no jogo. O Lourenço, a revelação por ser transexual que emocionou os colegas de casa e o país que aceitou como se tudo estivesse já a ser aceite com toda a normalidade. Rui Pinheiro ganhou uma prova ao longo da semana e escolheu cinco colegas para disputarem consigo a prova do líder, que este ano não estará sempre disponível a todos os concorrentes. Maria da Conceição, Ana Barbosa, João, Aurora e Bruno foram os escolhidos para com Rui tentarem a sorte na prova do líder da semana. A Arena abriu-se para receber os seis concorrentes e a prova foi das mais difíceis dentro do que havia sido feito nas anteriores edições. Uma prova física com a necessidade de fazerem buraco no chão de areia para passarem por baixo de uma barra de metal, colocarem uma boia, subirem uma plataforma de rede, pegarem numa bandeira e voltarem atrás. João foi o mais rápido e venceu assim a liderança e a imunidade para as nomeações que se seguiram. 

Rafael e Aurora foram os primeiros a serem salvos da noite a meio do direto, o que me deixou surpreso por achar e ver com bons olhos se fosse o Rafael a deixar a casa no final da gala. Mais tarde Ana Barbosa e Débora foram também elas salvas, ficando Nuno como o primeiro a sair desta temporada do Big Brother, o que achei injusto por não existir tempo para que os concorrentes mais tímidos se darem a conhecer. 

Nomeações com dois nomes a serem eleitos por cada um em modo cara a cara e com dois concorrentes a nomearem no confessionário. No final da ronda Ana Soares, Bruno, Débora e Maria Conceição foram os quatro nomeados iniciais, no entanto numa rápida votação o público acabou por salvar Maria Conceição, o que aplaudo. O líder João foi chamado para nomear um outro concorrente, tendo escolhido a Ana Morina, que se juntou assim a Ana Soares, Bruno e Débora ao lote de nomeados desta semana. Que saia a calada e de expressões fechadas Ana Soares, já que numa semana não se conseguiu intromar no grupo nem se mostrar ao público.

Ao longo da noite ainda foi mostrado o botão de pânico, o botão que pode dar salvação ao concorrente só uma vez no jogo. O concorrente pode ativar este modo de salvação de Segunda a Sexta-feira junto do Big Brother e o primeiro a fazer o pedido ficará validado para essa semana, sendo que nunca sabem por antecipação se serão ou não nomeados pelos companheiros de casa.

Big Brother já estreou

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Estreou a nova edição do Big Brother Portugal, desta vez com Manuel Luís Goucha e Cláudio Ramos na sua condução, dando a esta temporada do reality show a primeira dupla masculina a apresentar um formato do género no nosso país. O suspense foi mantido sobre os apresentadores até à passada Sexta-feira, quando os nomes foram revelados, porque a partir desse dia os ensaios tinham de acontecer para a estreia ser preparada e as fugas de informação iriam acontecer. Agora, a 12 de Setembro de 2021, estreou mesmo o novo Big Brother, numa nova casa, novos concorrentes e novas histórias para serem contadas dentro e fora do que volta a ser a casa mais vigiada do país. Comento a partir daqui a noite de estreia, prometendo que o formato terá um espaço obrigatório aqui pelo blog de hoje em diante sempre que se justificar. 

«Começa agora o novo Big Brother!», foi assim que Manuel Luís Goucha arrancou com esta nova edição do reality show. Com Cláudio de fato azul e camisa folhada e Goucha de branco com flores por toda a fatiota, logo a dupla deu que falar pelas redes sociais, como seria mais que esperado, não fosse esta escolha também sido feita para criar falatório por serem dois homens, homossexuais, amigos de Cristina Ferreira e por gostarem de se vestir de forma extravagante e se apresentarem sem preconceitos em tudo o que se metem. 

Uma casa que arrisco a dizer que é a maior de sempre, construída de raiz, com os concorrentes a parecerem pequenos Sim's dentro do grande espaço. Amplitude, com uma sala e cozinha bem espaçosos, um quintal com direito a piscina e um dos maiores espaços ao ar livre e depois o regresso dos dois quartos ao jogo, o conhecido confessionário e uma casa de banho onde todos se podem ver. Tudo muito bem decorado em modo futuresto e um novo espaço, a arena, onde os confrontos irão acontecer todas as semanas perante os nomeados. 

Goucha e Cláudio no Big Brother

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A nova edição do Big Brother foi anunciada pela TVI logo no início do Verão mas o secretismo em torno do rosto que iria apresentar esta temporada do reality show de maior sucesso mundial existiu. A imprensa lançou vários nomes nas suas páginas, nas redes sociais muito se comentou sobre se seria somente um apresentador ou uma dupla, eles e elas, do canal ou novas contratações. Certo é que o segredo sobre os rostos que irão apresentar o formato aconteceu até quase ao último dia e nem mesmo a produção do programa sabia, até ontem, quem irão receber todos os Domingos para a condução das galas. A dois dias da estreia, e somente com o núcleo duro de Cristina Ferreira a saber os nomes que já estavam há algum tempo confirmados, eis que a Voz anunciou em pleno horário nobre que os anfitriões do reality show são Manuel Luís Goucha e Cláudio Ramos.

Manuel Luís Goucha vinha a ser bem comentado como o possível apresentador pela imprensa, tendo desmentido e desviado o tema, já Cláudio Ramos conseguiu esconder como um bom ator, criando bons argumentos e revelando sempre em direto que estava fora desta nova edição do Big Brother, mostrando estar sem tempo para abraçar o seu Dois às 10 e a grande aposta do entretenimento da TVI a partir de 12 de Setembro. A dois dias da grande estreia a dupla masculina foi anunciada, deixando de existir suspense para o dia de estreia sobre a questão «quem vai apresentar o Big Brother?»

Cláudio e Goucha, Goucha e Cláudio são a nova dupla da televisão portuguesa. Se vai correr bem? Disso não tenho dúvidas, o que já prevejo é o falatório que a imprensa irá fazer e ao mesmo tempo a risota que irá ser quando os apresentadores começarem com as suas habituais brincadeiras e picardias positivas em direto. Nas redes sociais uns aplaudiram a escolha e outros criticaram e já começaram a difamar, mas quem conseguia gerar consenso se nem mesmo a Teresa Guilherme, a eterna rainha dos reality shows, nunca conseguiu ser aplaudida pela maioria quando era anunciada para cada nova edição? Gosto dos dois, sempre gostei do Manuel Luís e aprendi a respeitar o Cláudio através da sua luta pelos sonhos conquistados. Agora vão estar juntos através da mão da amiga e diretora Cristina Ferreira que uniu dois dos homens da sua vida em televisão e acredito que o sucesso irá estar do lado de ambos.

 

Desaires de Cristina

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Cristina Ferreira em menos de dois anos saltou da TVI para a SIC e voltou ao canal onde se celebrizou. O público na primeira mudança aceitou e aplaudiu, já na segunda não foi bem assim e o rosto que todos gostavam de ver em qualquer horário regressou à casa mãe mas sem a força de outrora, estando agora a fazer um ano desde que voltou ao ecrã do canal que ajudou a derrubar com a sua transferência para a concorrência e com o seu Dia de Cristina voltou e até agora o que aconteceu foi somente uma subida das audiências do canal em alguns horários mas sem conseguir beliscar a liderança diária que existia há uns anos por parte da estação de Queluz. 

Cristina regressou à TVI cheia de esperança e projetos e o certo é que conseguiu subir alguns horários, no entanto ao mesmo tempo conseguiu deixar cair projetos que andavam a ser líderes, como é o caso do Somos Portugal que viu a equipa liderada por João Baião, na SIC, se tornar na preferência do público nas tardes de Domingo. Também as manhãs dos dias semanais levaram volta com a saída de Manuel Luís Goucha para as tardes com o seu Goucha que ora lidera, ora é derrubado pelo Júlia por serem formatos idênticos e sem grande entusiasmo junto do público. Nas manhãs, como dizia, entraram Maria Botelho Moniz e Cláudio Ramos, amigos fora do pequeno ecrã, mas sem a empatia como dupla necessária. No início parecia que as coisas iam correr bem mas os meses passaram e mais uma vez foi João Baião com a sua Diana a comandarem os números matinais. A química entre dois apresentadores em determinados horários é fundamental e o certo é que Cristina não percebeu que o Cláudio animado é elétrico demais para uma Maria mais séria que se esforça para acompanhar o colega mas a conjugação dos dois soa bastantes vezes a esforço e mais uma vez aqui quem está em casa não aceita tudo o que lhe é dado em televisão nos dias que correm e rejeita a dupla do Dois às 10 semana após semana. Já no final da tarde, o Cristina ComVida, que já devia ter sido colocado nas manhãs de fim-de-semana, continua a marcar pontos negativos e parece ter chegado para ficar. É sabido que existem contratos com a produtora a respeitar, mas será que vale assim tanto a pena manter um buraco nas tardes a prejudicar o acesso ao horário nobre? É que mesmo com a Cristina às 18h00 o formato que se segue tem de fazer um esforço a solo para subir os valores, o que é complicado para um horário tão exigente e onde a concorrência está bem fidelizada, levando o Jornal das 8 por arrasto e somente Festa é Festa vai conseguindo respirar dentro das apostas que Cristina fez desde que chegou ao canal, ajudando as duas novelas inéditas que se seguem a competir pela liderança, Bem Me Quer e Amar Demais. Não esqueço no meio de tanto desaire o Esta Manhã que devagar tem vindo a agarrar o público e liderado nas últimas partes em que o programa está no ar, mas neste campo não existe somente mão da diretora de entretenimento, existindo maior responsabilidade pela parte da informação do canal. Este formato está muito bem conseguido, numa união entre entretenimento e informação, existindo investimento e ideias para se fazer diferente com temas diários em destaque, dando às três primeiras horas do dia um programa com um bom andamento sem cansar na repetição das notícias e dos assuntos que vão sendo debatidos, mostrando que mesmo nos horários com menor público o fazer bem e diferente é fundamental para que a médio longo prazo os resultados sejam alcançados.  

A queda de Cláudio Ramos

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Ai, ai, ai! Durante esta semana, no final do programa Dois às Dez, da TVI, Cláudio Ramos protagonizou um novo momento que se tornou viral. O apresentador ao sentar-se numa das cadeiras altas do estúdio caiu e rapidamente a sua companheira de ecrã, Maria Botelho Moniz, assumiu que a dita queda lá ia parar às redes sociais. E assim foi...

Agora o que questiono é se esta queda foi mesmo acidental ou se foi um momento fabricado, como outros aquando da sua presença no Programa da Cristina, da SIC, para serem falados. Podia ter acontecido sim, não o nego, mas a queda pareceu-me um pouco inusitada e já não seria a primeira vez que o apresentador representava estes momentos com algum propósito viral.

Certo é que o momento foi mesmo parar às redes sociais, com ou sem intenção, e na página de Instagram do programa a produção partilhou o momento com a descrição "Quando o Cláudio Ramos nos 'mata' de susto", para que a queda seja mesmo vista e partilhada por quem não viu em direto.

Balbúrdia na televisão

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A TVI comemorou o seu vigésimo oitavo aniversário e a direção liderada por Nuno Santos e Cristina Ferreira elaborou novo especial ao longo de toda a manhã e tarde, nos cenários habituais dos programas diários e com diretos feitos do exterior com apresentadores e também jornalistas. Até aqui, mesmo sendo tudo mais do mesmo, ainda se aguenta. O que não se entende é o que aconteceu durante parte do final da tarde quando a decisão foi juntarem a patroa Cristina Ferreira com a cada vez mais estridente mas de que também gosto Maria Cerqueira Gomes, o bem disposto e cada vez mais competente como apresentador Pedro Teixeira e o cansativo e forçado Rúben Rua num só espaço a receberem os convidados. 

Será que não podiam ter dividido o mal pelas aldeias e dividirem os quatro rostos em duas duplas para não estarem todos a falar para o molho, aos gritos muitas vezes quando estavam com os convidados em conversas que mal se entendiam porque cada um perguntava o que queria, todos tentavam falar ao mesmo tempo e nem os rostos do canal que foram passando pelo estúdio tinham o seu merecido tempo de antena. Sim, podiam estar os quatro, mas não ao mesmo tempo, e assim teria sido tudo feito de forma mais tranquila, agradável e sem o histerismo que aconteceu ao longo de horas simplesmente porque acharam que o melhor seria terem quatro apresentadores num só espaço e poderem ser oito ou mais pessoas em palco por se juntarem os convidados e todos a falarem entre si, embora a patroa com as suas penas num vestido de gala tivesse sempre sobressaído com os seus agudos. Não vi toda a emissão da tarde, mas pelo que vi das duas horas finais, o tempo que os quatro estiveram juntos no ecrã foi mau e desnecessário em vários momentos pela confusão instalada, o que contrasta com o trio de parte da manhã, Maria Botelho Moniz, Iva Domingues e Cláudio Ramos, que mostraram calma, com brincadeira sim, mas sem mancharem a emissão com demasiada excitação e mesmo com a dupla Pedro Teixeira e Nuno Eiró que se seguiu. Caso para se dizer que dois é bom, três já começa a ser demais e quatro então é cagada total. 

Estreia do Big Brother Duplo Impacto

Concorrentes da discussão

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03 de Janeiro de 2021 e estreia a edição Duplo Impacto do Big Brother, fazendo uma autêntica mistura entre as duas últimas edições do reality show com o Secret Story e A Quinta. Esta nova temporada do reality show acaba por ser uma autêntica salada russa entre várias temporadas dos programas da vida real da TVI ao longo dos últimos anos e ao que parece, segundo a intenção, vai dar boom.

Sandrina, do Big Brother 2020, e Joana Diniz, do Secret Story 4, entraram diretamente do confessionário para a casa e ficaram a saber que o jogo vai ser feito em duplas e as concorrentes mais baixas em jogo são desde logo uma dupla improvável. Sandrina era mais que esperada num regresso a uma nova edição, já a Joana pensei que estivesse para sempre esquecida, mas afinal não. O que ambas têm a dar ao jogo? Uma a comédia com corte e costura pelo meio e a outra, com alguns anos de distância após a sua última aparição será uma surpresa mas muito virada para a discussão, segundo me parece. 

Quem também está de volta é o expulso do Big Brother 2020 Pedro Soá. Saiu a mal da sua edição e agora regressa para dizer que está diferente, mas que não gosta do Rui Pedro, o quarto concorrente a entrar, outro expulso mas do Big Brother Revolução, e com quem irá jogar em dupla. Não se gostam mas o Soá tem posição para atacar, já o Rui mostrou algum nervosismo perante o primeiro frente-a-frente que aconteceu no jardim da casa.

Teresa, a avó Tetecas, que discutiu com todos e mais algum no Big Brother 2020. Foi a cobra, a vilã e a mal dizente, agora regressa e já sinto que será mais do mesmo, já que a maldade não deixa o seu peão de lado assim tão facilmente. A Teresa diz estar preparada para o que der e vier e aposto que após lançar o seu veneno irá chorar em menos de nada por achar que todos estão contra si. 

E quem entrou uns dias após tendo saído? Pedro, o terceiro classificado do Big Brother Revolução e levou consigo a sua mãe, a Maria Antónia, a progenitora de sucesso dos últimos meses na plateia das galas. Mãe e filho entraram como infiltrados para o bunker e o que já é certo é que me ri bastante com esta dupla familiar e que de certo dará um refresh ao jogo quando entrarem na casa.

Gonçalo Quinaz, participou no programa A Quinta, não deu grande coisa ao jogo, e agora regressa, quem sabe pelos problemas familiares e de paternidade que têm surgindo na imprensa pelos últimos tempos. Não vejo outra justificação para esta entrada e o impacto com a sua entrada no jogo deve ser o mesmo de algumas plantas na edição anterior do reality show. Helena Isabel, vencedora do Secret Story 6, regressou de forma inesperada. Uma das bombas desta edição do Big Brother e que para mim estava fora do baralho de possibilidades para reentrarem na casa. Já gosto disto só por esta entrada que nem me lembre que podia acontecer. Gonçalo e Helena em dupla no jogo. Será que vai dar molho positivo? Por ela parece que sim!

E o que seria um Duplo Impacto do Big Brother sem a Joana de Cascais da Revolução? A guerrilha com Rui Pedro começou há uns meses dentro da casa e depois de continuar cá fora, eis que agora será em direto para o público que ambos vão poder desfolhar a zanga e o diz que disse pela imprensa ao longo das últimas semanas. Ambos dizem querer resolver a zanga, mas será mesmo que esquecerão o que foi dito e seguirão em frente? Duvido que esta relação volte a ser pacifica, mas a produção lá está a tentar apaziguar quando sabem que do nada irá virar discussão em poucos dias. A Joana estava tão magoada e sentiu-se violentada e agora entra como se nada fosse com o Rui Pedro? Racionalidade e maturidade são necessários! 

O Hélder voltou à casa sem necessidade alguma! Cansativo, homofóbico, infantil e inútil, qual o motivo de voltarem a colocar esta criança grande sem graça no jogo quando para nos animar já lá estão o Pedro e a Sandrina? Tirem o Hélder rapidamente da casa porque já todos demos para este peditório e duas vezes na mesma edição.

Claúdio e Teresa juntos no Big Brother

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Cristina Ferreira anunciou que iria revelar no seu Dia de Cristina uma nova dupla que iria ser formada para a estreia de um novo programa no início de 2021. O suspense foi mantido pelas redes sociais da apresentadora e diretora de entretenimento e ficção ao longo de um dia e pela emissão do programa semanal, até que nos momentos finais a revelação foi feita.

Ao final da tarde finalmente a Revelação foi feita e Cláudio Ramos entrou em cena como um dos elementos da nova dupla, sendo convidado a trazer pelo seu braço a sua nova parceira de ecrã, nada mais nada menos que a rainha dos reality shows, Teresa Guilherme. Se tem Cláudio e Teresa juntos, o que vem aí? Uma nova edição do Big Brother, intitulada por Duplo Impacto e que irá juntar na casa da Ericeira os melhores concorrentes das edições deste ano do formato. Com isto fica assim prevista, no primeiro trimestre de 2021, a estreia desta nova edição do reality show mais conhecido do mundo, unindo na mesma casa concorrentes da edição do Big Brother 2020 e da atual Revolução. 

Confesso que não esperava ver um Big Brother logo para iniciar o ano, isto devido à falta de ânimo com que a atual edição está, já que a maioria destes concorrentes foi um total erro de casting, mas numa junção entre os melhorzitos deste grupo e os do anterior, onde quase todos podem ser selecionados, acredito que o interesse volte a aumentar, para mais com esta novidade de unir os dois apresentadores de ambas as edições de uma só vez, algo que só aconteceu em Israel até agora neste formato. 

Cláudio volta assim ao seu sonho e Teresa continuará na frente dos reality shows onde tão bem sempre esteve. Será que os dois apresentadores tagarelas irão conseguir dividir o palco para falarem e colocarem os concorrentes no seu devido lugar e sem se abafarem mutuamente? Só espero que com esta dupla a apresentar a Ana Garcia Martins, a conhecida Pipoca Mais Doce, não perca o seu lugar de comentadora que tanta falta faz ao formato. É que a dois é bom e já parece complicado de gerir, com três egos juntos não sei não se resultará. 

Mudanças e atritos no Big Brother

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E ao terceiro Domingo de Big Brother, a Revolução, tudo muda no alinhamento do programa e o que correu bem na edição anterior do formato apresentado por Cláudio Ramos volta a ser feito desta vez, existindo um recuo para com as ideias de fazer diferente desta vez, com prova do líder, nomeações e Ana Garcia Martins de regresso aos comentários na gala, deixando o seu espaço de Pós Gala que deixou de existir logo após a primeira experiência que nem achei que tivesse corrido mal.

A gala logo começou com Teresa Guilherme a ler um comunicado sobre a situação do André Filipe que se encontra internado com problemas psicológicos desde a sua expulsão. Endemol e TVI mostram neste comunicado o receio com que estão neste momento sobre toda a situação e a forma como os castings decorreram desta vez para terem logo existido três saídas antecipadas e todas com as justificações bem próximas. 

Eis que a conversa entre apresentadora e concorrentes na casa logo começou com a bomba a ser lançada sobre as discussões que decorreram durante a semana entre a dupla Andreia e Sandra com a Carina e Joana, numa luta entre gerações sobre o poder de orientar compras e lides domésticas. As concorrentes bem se justificaram mas deu para entender que ao longo dos próximos dias a caldeirada do valente bate boca irá continuar, para mais entre concorrentes bem explosivas e com o grupo a ficar dividido entre quem tinha ou não razão. Como se não bastasse, e sem que tivesse entendido ao longo da semana, também existem quezílias entre Jéssica Fernandes, a filha de Sandra, e Joana, uma vez que a primeira não gosta de lides domésticas e limpezas e a segunda já se queixou em alto e bom som sobre a falta de ajuda de Jéssica perante o grupo para com a manutenção da casa. As duas concorrentes parecem não se entender e espero que assim continue para existir durante semanas esta rivalidade entre os dois lados da balança, a sonsa e a frontal. 

Após a semana passada a Carina ter revelado a sua curva da vida, desta vez foi mesmo a vez da Sandra, a sua para já rival, a mostrar os pontos fortes da sua vida. O racismo que sentiu desde pequena, a própria exclusão por parte da família ao serem rejeitados pelas gerações mais velhas, a separação dos pais e o abandono por parte do progenitor. O amor pelo marido desde os dezassete anos, um aborto, a filha Jéssica, a emigração já em família para a Holanda, a doença da mãe, o mal estar da própria Sandra, a depressão que a deitou abaixo. Uma história cheia de altos e baixos, com a discriminação muito assente no seu percurso, tal como a diferença que ainda hoje muitos pais e avós fazem para com os próprios filhos e netos em determinadas comunidades. Uma auto estima baixa, forçando algum isolamento até encontrar o amor e construir a sua própria família e procurar a felicidade. 

E o que seria um reality show apresentado por Teresa Guilherme sem a parte casamenteira? Simplesmente não seria, por isso é que já existem várias conversas e dicas a serem dadas para a casa. É entre Rui Pedro e Jéssica Antunes de forma ainda suave, mas com maior desenvolvimento o destaque foi mesmo entre o trio Renato, Jéssica Fernandes e Zena. O que se passa entre estes três concorrentes? Renato revela gostar da falta de sal de Jéssica, mas ao mesmo tempo está bem próximo da doce Zena, que por sua vez tem o inconveniente André Abrantes a rondar sem sorte. 

A hora da decisão do público chegou e a escolha entre Diana e Rui Pedro aconteceu, não sem antes ambos abrirem uma mala com o Poder de Troca, dando privilégio a alguém de trocar um nomeado por outro ao longo da noite. Diana escolheu a Jéssica Fernandes e Rui Pedro optou pelo Renato, como só quem ficasse na casa ficava com a atribuição deste trunfo foi o Rui Pedro que acabou por presentear o Renato com o seu regresso ao jogo. Diana saiu com 53% da votação, margem mínima, deixando assim o concorrente que não lidou muito bem com a sua primeira nomeação em jogo. 

Primeira prova do líder, concorrentes por ordem segundo a retirada de números de um saco, e um a um foram rasgando a foto de outro concorrente que não queriam ver ser líder. No final o Renato foi o eleito, ficando imune e tomando a primeira liderança do Big Brother, a Revolução. Acredito que esta semana de liderança será calma pelo que o Renato tem demonstrado ao longo de duas semanas de programa em que foi bastante conciliador, acabando por ser um concorrente neutro e próximo de todos. 

De seguida os esquecidos futuros novos concorrentes anunciados na semana passada apareceram, um minuto de conversa com Teresa Guilherme, Liliana e Diogo mesmo na entrada da casa e eis que com 51% foi a jovem de Cascais a ficar como a mais recente concorrente da edição Revolução do Big Brother. Tudo sem pompa e circunstância como mereciam mas a produção acabou por encaixar de forma tão rápida esta entrada que passou complemente despercida, sem necessidade alguma para isto acontecer num programa com três horas de duração.