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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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08
Nov18

«Molha parvos»

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Espero! Espero! E espero que a chuva miudinha passe, debaixo de uma varanda, para seguir a viagem a pé. Passam cinco minutos e os pingos tipicamente apelidados por «molha parvos» não param, no entanto deixo-me ficar em espera porque ao não querer ser conhecido como o parvo que anda à chuva, opto por permanecer.

O que resulta da espera? A chuva não acalma, bem pelo contrário, e o que parecia pouco molhar transforma-se numa autêntica trovoada. E agora? Volto a esperar mais um pouco e mais uns minutos, até que finalmente os pingos «molha parvos» regressam e lá sigo eu a viagem que já podia estar terminada, não quisesse ser teimoso para não me auto considerar um parvo que anda à chuva sem necessidade.

 

17
Abr18

Friorento

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A idade altera comportamentos e a forma de olhar para cada situação em particular e ao mesmo tempo transforma a forma de estar. O que a idade não perdoa ao mesmo tempo que o psicológico se altera é a parte física e nesse campo, quer seja um problema de conjugação da mente ou não, ando a sentir de ano para ano mais frio, talvez com a ajuda das diferenças temporais que se fazem sentir de forma repentina cada vez mais. 

Sinto o frio como não acontecia quando era mais novo. Agora, embora continue a odiar andar com camadas e camadas de roupa e casacos grossos para onde quer que vá, sinto as diferenças de temperatura com uma intensidade incrível. Posso estar quente em casa, preparar-me para sair e quando coloco os pés na rua o vento e o frio parecem cortar o corpo como se tivesse a ser laminado às postas pelas partes que enfrentam diretamente o tempo, como a cara e as mãos, mas também mesmo as costas, que geralmente é onde me sinto mais atacado quando sinto frio, parecendo ficar estático e com o pensamento que estou a ficar com a coluna congelada. 

Isto não acontecia há anos atrás, onde enfrentava as mudanças de temperatura e não sentia tais alterações de forma tão drástica, agora acaba por ser instantâneo e por vezes acredito que se não me despachar a recolher dentro de um local quente que posso sofrer alguma lesão por ficar com os ossos numa sensação de pressão para se aquecerem, parecendo que me sinto a encolher perante os primeiros impactos das temperaturas mais baixas. 

14
Mar18

Curtas e Diretas | 130 | Gisele

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Após o Félix, que colocou Portugal em alerta vermelho pela costa marítima durante dias, eis que surge a tempestade Gisele, aparentemente menos grave, mas que tem levantado uma ventania descomunal. Se o Félix fez temer e depois passou sorrateiro, a Gisele não teve assim tantos avisos mas está a mostrar alguma vontade de pesar mais que o seu antecessor. 

28
Dez17

Curtas e Diretas | 107 | Molha Parvos

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Hoje as minhas saídas à rua, de casa para o carro, do carro para o trabalho e vice-versa, foram todas com um pouco de chuva, em modo molha parvos. Uma chuvinha daquela que parece não ser nada mas que acaba por fazer das suas. Andei debaixo de chuva molha parvos umas oito vezes ao longo do dia e quando estava debaixo de telha percebia que os pingos desapareciam. Na verdade é preciso até ter sorte para não ser molhado pela natureza!

26
Nov17

Desgosto de bulldog

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A chuva regressa e o Tomé, o bulldog francês aqui de casa, logo começa certamente a pensar que lá terá de ser obrigado a vestir a sua capa para se proteger da chuva quando vai à rua fazer as suas necessidades. 

Desde pequeno que o tentamos habituar a ter roupa nos dias mais frios para ir dar as suas voltas diárias mas é complicado. Não as consegue tirar, no entanto assim que vê uma das ditas capas logo foge para um canto da casa numa tentativa de se esconder para não se ter de vestir. Obrigado a colocar a roupa especial anti-chuva, eis que se deita, amuado, com aquela típica cara que os bulldogs fazem quando estão tristes e assim fica, não se querendo levantar por teimosia, notando-se mesmo que não gosta de se sentir meio apertado. 

É sempre uma guerra para colocar a capa para poder ir à rua numa tentativa de se molhar o menos possível, fugindo e guerreando com as patas e a boca para não se enfiar dentro da vestimenta. 

11
Out17

Este calor!

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Estamos em pleno mês de Outubro, já com o Outono a passar, e as altas temperaturas de Verão não nos largam, não dando descanso ao calor que se fez sentir ao longo dos últimos meses de Norte a Sul do país. 

As temperaturas do planeta estão a ficar desorientadas, como se estivessem metidas num carrossel que tanto pode seguir em frente como de um momento para o outro dar a volta e recuar, continuando um caminho que a ciência avisa mas que pouco se tem feito para se tentar alterar pensando nas gerações futuras. O calor extremo ao longo de maiores períodos do ano leva a uma menor quantidade de chuva que quando surge não compensa a falta que se faz sentir, aparecendo de forma tardia e na maioria das vezes com uma rapidez que acaba por fazer estragos, não ativando as faltas que se vão sentindo ao longo do ano. É necessário que todos comecemos a perceber que há que alterar atitudes e formas de pensar para com o bem do planeta para que as reservas e o ecossistema estabilizem e não continue a perder qualidade com o avançar dos anos.

Por estes dias tenho estado num período de descanso pela zona alentejana e se na região de Lisboa se nota a falta que as chuvas têm feito na agricultura e não só, por aqui, as coisas fazem-se sentir muito mais. Riachos secos, barragens com falta de água, incêndios complicados em pleno Outubro, pessoas na rua até mais tarde para se refrescarem do calor que se faz sentir dentro de casa, terras desertas e sem cor, animais sem pastos...

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