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O Informador

Afinal já chove!

Chuva

Não te queixavas que a chuva não chegava e que o Verão parecia estar prolongado neste 2021?

Então agora que as chuvadas chegaram no final de Outubro e vieram acompanhadas de frio e ventos agressivos não te queixes. Já que pediste e querias muito que o sol desse lugar à água, então agora aceita e não refiles porque como se costuma dizer, "a chuva faz falta".

Meteorologia matreira

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Olhas para a aplicação de Meteorologia do teu telemóvel e percebes que nas próximas horas o tempo vai estar nublado mas sem vestígios de chuva, que ao aparecer só no dia seguinte. Vestes a tua roupa destinada ao teu andamento diário, onde tentam dar mais de dez mil passos, calças os ténis, auriculares colocados, máscara no bolso, chaves de casa guardadas e telemóvel no bolso e lá vais tu. Eis quando fazes uns dez minutos de caminhada a bom passo, encontraste num local isolado e sem onde te protegeres e das nuvens começam a surgir os primeiros pingos daqueles que mal molham. Tentas andar um pouco mais rápido enquanto pensas onde te poderás resguardar caso os pequenos pingos comecem a aumentar, e eis que não vês solução e a chuva cai sobre ti em modo «boom, toma lá com isto e cala-te».

O Inverno chegou!

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Chegamos aos últimos dias de Novembro de 2020 e hoje podemos dizer que uma vaga de frio atacou Portugal. Casas geladas e com necessidade extra de aquecimento, cama com dose suplementar de cobertores, mantas pelos sofás, casacos e capas prontos a saírem à rua, ar condicionado do carro ligado, meias grossas calçadas, botas nos pés, luvas nas mãos, cachecol ao pescoço e máscara a ajudar a proteger o rosto. Na mão segue o chapéu de chuva e a capa impermeável por perto, já que nunca se sabe quando uma rajada mais forte de vento e chuva surge para nos encharcar.

Começou a época de Inverno 2020/21 e todos sabíamos que a mesma chegaria um dia destes, nunca pretendemos é que a sua chegada aconteça, sendo um regresso anual que para muitos podia ser constantemente adiado já que o frio e a chuva não são de todo bem vindos junto do nosso corpo.

A molha da quarentena

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Os últimos dias não têm andado estáveis no que toca ao tempo. Ora está sol, ora chega a chuva e por vezes até os travões. Há dias aqui o chico esperto decidiu ir fazer o treino diário da quarentena, como tem sido hábito, mas como tinha estado a chover durante horas e o sol naquele momento brilhava, consultei a meteorologia no telemóvel e tudo indicava que podia sair porque não iria chover no espaço de três horas.

Alterei a roupa, calcei os ténis, telemóvel no bolso, auscultadores no seu devido lugar e lá fui eu. Optei por seguir um novo percurso para não seguir sempre os mesmos caminhos e eis que quando estava quase a meio do percurso para começar a iniciar a rota em direção a casa, as nuvens começaram a conferenciar para me tramarem. Em menos de cinco minutos os primeiros pingos surgiram, conseguindo resguardar-me por baixo de um espaço abandonado, aguardando que as melhorias surgissem. Com o que parecia acalmar da chuva, voltei à estrada e começei a seguir em direção a casa, já que o céu parecia voltar a limpar, mas eis que quando a uns dois quilómetros de casa recomeçou a chover, nada ao de leve, com pingos bem grossos e sem cessar. 

Corri, andei de forma mais rápida e só pensava que tinha de seguir por não existir onde me esconder de tanta água até chegar à aldeia que parecia cada vez mais longe. A chuva não parou nem acalmou e só mesmo quando já me consegui recolher por baixo de uma varanda é que a massividade da chuva acalmou e segui a andar para casa sem cair pingo algum. 

 

Meteorologia que falha

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Infelizmente venho por este modo informar que deixei de acreditar nas previsões meteorológicas fornecidas pelo The Weather Channel, que a Apple utiliza para nos fornecer o estado do tempo.

Vejo a previsão para as próximas horas através da aplicação do telemóvel e só aparece sol e nuvens para onde vou durante as próximas horas. Ficando descansado porque a chuva não me vai estragar o dia. Quando chego, e umas horas depois em que tudo indicava que o tempo se manteria assim, começa a chover forte e feio. Por baixo de umas arcadas para me proteger das chuvadas consulto a previsão e lá continua o sol com as nuvens como companheiras. Então? Estou no local e está mau tempo, mas a indicação que devia ser real não está de acordo.

«Molha parvos»

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Espero! Espero! E espero que a chuva miudinha passe, debaixo de uma varanda, para seguir a viagem a pé. Passam cinco minutos e os pingos tipicamente apelidados por «molha parvos» não param, no entanto deixo-me ficar em espera porque ao não querer ser conhecido como o parvo que anda à chuva, opto por permanecer.

O que resulta da espera? A chuva não acalma, bem pelo contrário, e o que parecia pouco molhar transforma-se numa autêntica trovoada. E agora? Volto a esperar mais um pouco e mais uns minutos, até que finalmente os pingos «molha parvos» regressam e lá sigo eu a viagem que já podia estar terminada, não quisesse ser teimoso para não me auto considerar um parvo que anda à chuva sem necessidade.

 

Friorento

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A idade altera comportamentos e a forma de olhar para cada situação em particular e ao mesmo tempo transforma a forma de estar. O que a idade não perdoa ao mesmo tempo que o psicológico se altera é a parte física e nesse campo, quer seja um problema de conjugação da mente ou não, ando a sentir de ano para ano mais frio, talvez com a ajuda das diferenças temporais que se fazem sentir de forma repentina cada vez mais. 

Sinto o frio como não acontecia quando era mais novo. Agora, embora continue a odiar andar com camadas e camadas de roupa e casacos grossos para onde quer que vá, sinto as diferenças de temperatura com uma intensidade incrível. Posso estar quente em casa, preparar-me para sair e quando coloco os pés na rua o vento e o frio parecem cortar o corpo como se tivesse a ser laminado às postas pelas partes que enfrentam diretamente o tempo, como a cara e as mãos, mas também mesmo as costas, que geralmente é onde me sinto mais atacado quando sinto frio, parecendo ficar estático e com o pensamento que estou a ficar com a coluna congelada. 

Isto não acontecia há anos atrás, onde enfrentava as mudanças de temperatura e não sentia tais alterações de forma tão drástica, agora acaba por ser instantâneo e por vezes acredito que se não me despachar a recolher dentro de um local quente que posso sofrer alguma lesão por ficar com os ossos numa sensação de pressão para se aquecerem, parecendo que me sinto a encolher perante os primeiros impactos das temperaturas mais baixas. 

Curtas e Diretas | 130 | Gisele

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Após o Félix, que colocou Portugal em alerta vermelho pela costa marítima durante dias, eis que surge a tempestade Gisele, aparentemente menos grave, mas que tem levantado uma ventania descomunal. Se o Félix fez temer e depois passou sorrateiro, a Gisele não teve assim tantos avisos mas está a mostrar alguma vontade de pesar mais que o seu antecessor. 

Curtas e Diretas | 107 | Molha Parvos

Hoje as minhas saídas à rua, de casa para o carro, do carro para o trabalho e vice-versa, foram todas com um pouco de chuva, em modo molha parvos. Uma chuvinha daquela que parece não ser nada mas que acaba por fazer das suas. Andei debaixo de chuva molha parvos umas oito vezes ao longo do dia e quando estava debaixo de telha percebia que os pingos desapareciam. Na verdade é preciso até ter sorte para não ser molhado pela natureza!

Desgosto de bulldog

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A chuva regressa e o Tomé, o bulldog francês aqui de casa, logo começa certamente a pensar que lá terá de ser obrigado a vestir a sua capa para se proteger da chuva quando vai à rua fazer as suas necessidades. 

Desde pequeno que o tentamos habituar a ter roupa nos dias mais frios para ir dar as suas voltas diárias mas é complicado. Não as consegue tirar, no entanto assim que vê uma das ditas capas logo foge para um canto da casa numa tentativa de se esconder para não se ter de vestir. Obrigado a colocar a roupa especial anti-chuva, eis que se deita, amuado, com aquela típica cara que os bulldogs fazem quando estão tristes e assim fica, não se querendo levantar por teimosia, notando-se mesmo que não gosta de se sentir meio apertado. 

É sempre uma guerra para colocar a capa para poder ir à rua numa tentativa de se molhar o menos possível, fugindo e guerreando com as patas e a boca para não se enfiar dentro da vestimenta.