Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

maria-duenas-billboard

Futebol: os patrocinadores do álcool

29
Set18

futebol.jpg

Quem me conhece e segue-me através do blog e redes sociais já deve saber que não sou grande apreciador de futebol, no entanto torço pela Selecção Nacional e tenho noção de quem vai ficando na frente do campeonato nacional ao longo de cada época. O que ainda não tinha refletido foi na questão dos patrocinadores, e agora falo dos três principais clubes nacionais, em que são as marcas de cerveja os grandes destaques dentro do lote de patrocínios de Benfica, FC Porto e Sporting. 

Estava a ver o noticiário e foram três as notícias que surgiram com os respetivos treinadores dos três clubes a falarem sobre a preparação para os próximos jogos que iriam ter pela frente. Primeiramente falou José Peseiro, do Sporting, seguindo-se Rui Vitória do Benfica e Sérgio Conceição do FC Porto, todos com o placard com os respetivos patrocínios de cada clube por trás. Super Bock é a grande marca que está do lado de leões e dragões, ficando a Sagres com as águias. Ou seja, tudo dentro da mesma grande empresa de cervejas, porém com marcas diferentes em destaque. 

Festa de Verão sem DJ?

27
Ago18

dj.jpg

Claro que não! Festa de Verão que é festa tem de ter música, pé no chão e dança. Por isso é que os DJs para festas em Lisboa já estão quase todos com a agenda cheia, mas há possibilidade de encontrar um bom DJ para a sua festa… se for a meio da semana.

Já alguém imaginou o que seria uma festa de Verão sem música? Vamos fazer esse exercício de imaginação durante alguns minutos. As pessoas iam começar por conversar e beber cervejas frescas (não se atrevem a fazer uma festa sem música e sem bebidas frescas, porque aí começo a duvidar que se qualifica como uma festa), mas ao fim de alguns minutos ficam aborrecidas. Pelo menos metade dos convidados pega no telemóvel e começa a ver o Instagram.

Eventualmente alguém se irá lembrar que o que falta na vossa festa é música. Se tiver convidados aventureiros, então talvez comecem a cantar. Claro que tem que ser uma música que toda a gente conheça, e todos sabemos quais são… talvez os seus vizinhos não fiquem muito contentes. A segunda hipótese, se tiver convidados menos atrevidos, é que alguém saque do telemóvel e comece a pôr uma playlist de Spotify.

Donzelas de mini na mão

09
Ago13

Sagres MiniA sociedade desenvolve-se e os costumes acompanham tal evolução. No entanto, existem coisas que preferia não ter visto alteradas... Falo do hábito, cada vez mais recorrente, das raparigas beberem uma boa Sagres Mini e que me deixa transtornado porque olho para a garrafa e para as donzelas e penso que ambas não encaixam. Toda a sensualidade que uma mulher possa ter perde-se quando pega numa cerveja e a mete à boca!

Na minha mente, cerveja e mulheres não conjugam pelo simples facto de não poder existir feminilidade nas imagens que vejo quando uma mão pega numa garrafa e a leva à boca. Oh, porque razão isso tem mesmo de acontecer quando existem tantas outras bebidas mais delicadas que podem ser consumidas?

Beber do copo ainda aceito, agora quando se toma a fresquinha pelo próprio gargalo aquilo não calha nada bem e por mais feminina que a mulher seja, tudo me leva a ver imagens másculas e distorcidas.

Mulheres deste país, se querem beber minis peçam um copo e bebam-nas por aí, no entanto o melhor seria nem as consumirem e optarem por outras bebidas brancas. Que coisa feia!

República da Cerveja

11
Mai13

Jantei na República da Cerveja no Parque das Nações e embora esteja situado num bom local e tenha um bom número de clientela, este restaurante deixou várias coisas a desejar pela qualidade do seu serviço.

Chegamos por volta das 20h45 ao local, e fomos logo encaminhados para uma mesa. Vieram as entradas passado um bocado, mas o pedido dos pratos não foi logo feito. Minutos depois lá a empregada veio fazer o nosso pedido... Daí até chegarem os pratos à mesa demoraram bastante tempo... Talvez quase uma hora! Sim, demoramos muito tempo a ser servidos! Notava-se que existia falta de funcionários e depois a empregada que nos estava a servir sabia pouco do que andava a fazer porque as questões que lhe colocávamos não eram respondidas como deviam e ainda nos disse que também não sabia porque não era dali. Se não era dali, o que andava então a saltitar pelas mesas sem saber o que fazer? Os pratos vieram, mas os acompanhamentos não chegaram todos ao mesmo tempo e tivemos que dividir os acompanhamentos com quem ainda não tinha e perguntar pelos restantes! No final, a conta foi dividida entre todos e paga, embora o empregado de pagamento tivesse com má cara a receber-nos. No meio de tudo isto ainda houve tempo de saber que o jarro de sangria que nos chegou à mesa tinha vindo de outra mesa, sem ter passado pela água entre uns clientes e outros, ou seja, ficou vazio, voltou-se a encher sem mudar o seu gelo nem lavar o jarro!

Esta República da Cerveja ficou marcada pela forma como fomos atendidos e não pelos seus pratos porque aí ninguém se queixou e, pelo menos o meu, estava bem servido e apetitoso. Agora a forma de trabalho daquelas pessoas não é mesmo a mais correcta e não falo só de um ou outro...

Enquanto me lembrar daqueles empregados não voltarei a este espaço de restauração!