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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

25
Ago15

Tenho cá uma pena!

O Informador

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Os dados audiométricos revelam que o público rejeita cada vez mais a transmissão de touradas em canal aberto. A última palhaçada do género que a RTP transmitiu foi vista por 350 mil espetadores, longe dos milhões de outros tempos, quando muitos veneravam este estilo de espetáculo de morte do animal na arena. 

Com estes valores espera-se que a mais recente administração do canal público abra os olhos e não gaste milhares com o que não vale a pena e nem deve ter apoios!

19
Ago15

Caçar não é tourear

O Informador

Quando se fala sobre touradas existe quem se insurja e defenda o que abomino. Aquilo não é arte, é um ato cultural e que percorre as nossas tradições há vários séculos, no entanto o que se passa dentro de uma arena não é um momento de animação e muito menos de sobrevivência obrigatório do humano face ao animal. Isto é simplesmente uma introdução para o tema de que quero mesmo falar, a caça que é comparada por quem está do lado neutro das touradas. Quem consegue comparar o ato de caçar ou pescar com a merdalha do que se passa em tantas arenas do país?

Não critico quem é caçador ou passa horas e horas a olhar para uma cana de pesca em espera que algo lhes caia na rede. Quem caça e pesca como um ato desportivo é algo que não compreendo, agora quem o faz e depois consome o que foi apanhado ao longo das horas é perfeitamente aceitável. O humano vai à caça como um animal mais feroz para comer, não fazendo disso um espectáculo que os inúteis não pensadores vão aplaudir como se fosse uma grande festa de boas-vindas a algum rei que está de passagem pelo local.

17
Ago15

Degredo tauromáquico

O Informador

Na tarde de Sábado e pelo café da aldeia em pleno Alentejo assiste-se à repetição da tourada que foi transmitida no serão de Sexta-feira pela RTP1. Não gosto mas enquanto estava de jornal na mão e telemóvel ligado pelas redes sociais, lá fui ouvindo o que estava a passar no pequeno ecrã e os comentadores que enchiam a sala sobre o que se iria passar a seguir...

O touro ia contra o cavalo que caia contra as tronqueiras e o cavaleiro saltava em segurança para onde o touro geralmente não chega. Eis que o momento que todos aqueles telespectadores alentejanos esperavam acontece, com direito a repetição atrás de repetição. O cavalo de Gilberto Filipe, o cavaleiro desconhecido para a minha pessoa, torce por completo o pescoço contra as tábuas, enquanto o touro lhe dá voltas e voltas até há chegada do pessoal entendedor no assunto que fizeram com que a besta soltasse o animal indefeso.

Confesso que talvez esteja mais sensível e naquele momento em que aquelas cenas foram vistas só me apetecia chorar com pena de um animal, o cavalo, que tal como o touro, não tem culpa da estupidez dos humanos que os obrigam a entrar num espectáculo cada vez mais fora de época e desnecessário culturalmente.

Se tenho pena dos homens que se magoam numa corrida de touros? Nenhuma! Colocam-se na posição que querem e de livre vontade, não lhes sendo apontadas farpas e ferros para que cumpram obrigatoriamente as suas funções. Aleijem-se com vontade meus senhores que não me faz qualquer diferença porque são livres de fazerem o que querem, não arrastem é os animais que não têm culpa alguma das ideias absurdas dos humanos convosco.

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