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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

05
Set18

Curiosidade | Os casinos do Brasil

O Informador

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Tapar o sol com a peneira e fazer de conta que a realidade não existe são dois traços culturais muito típicos dos portugueses. Quando uma situação ou circunstância é desagradável, fazemos de conta que não se passa nada e seguimos para a frente. Quanto mais ação isso exigir da nossa parte, pior.  

E parece que os nossos irmãos brasileiros “herdaram” esta nossa mania. A relação dos brasileiros com os casinos e os jogos de azar não podia ser mais cómica. 

 

Uma proibição… 

Portugal foi governado, durante meio século, por um regime político “encostado” aos ideais da Igreja Católica. Goste-se ou deteste-se, ninguém põe em causa que os valores conservadores orientaram totalmente a prática política. No entanto, Salazar nunca se lembrou de proibir a atividade dos casinos; felizmente para o mundo, pois talvez James Bond não existisse se o Casino do Estoril tivesse sido fechado na década de 40. 

Ora, no Brasil, que também tinha uma indústria de casinos florescente, um presidente da República lembrou-se de proibir todos os jogos de azar e fechar os casinos, em 1946. Diz-se que por influência da sua esposa, extremamente religiosa. E assim ficou até hoje – criou-se um “tabu” no Brasil à volta do tema, sendo os jogos considerados uma fonte de pecado e de vício moral e social. Está visto que Salazar era um libertino, ao permitir tal coisa entre nós… 

27
Abr17

Até Napoleão gostava de ganhar nos dados

O Informador

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Se querem que vos diga existiu uma altura em que tinha uma paixão pelo casino e suas apostas. Uma atracão que existe e aparece em muitas pessoas, não sendo somente representada em livros e filmes mas também chegando a todos na cultura popular. Os entusiastas vão até há alguns anos antes de Cristo e, ao longo da história, eram quase todos eles imperadores, escritores ou políticos, portanto este meu antigo e ultrapassado calcanhar de aquiles só pode vir do facto de eu ter uma pequena costela de cada um deles.

Deixo-vos aqui um resumo, para terem uma ideia. Tudo começou com os imperadores da Roma Antiga: Júlio (100-44 a.C.) já participava em jogos de sorte públicos e contasse que, enquanto atravessava o Rio Rubicão, disse a famosa frase 'alea iacta est' (“os dados estão lançados”). Depois Calígula (12-41 d.C.), que já apostava em corridas de carroças e jogos de dados e que chegou a transformar o palácio imperial numa casa de jogos para conseguir dinheiro para o tesouro. Por fim Nero (37-68 d.C.), que adorava todo o tipo de desportos e jogos, mas ainda mais apostar neles.

Depois, o famoso italiano Lourenço de Médici, um político renascentista, patrono de vários artistas, que era não só um excelente jogador de cartas como até acabou por ser ele a criar alguns dos jogos. Também o famoso escritor e historiador francês, Voltaire (1694-1778) era aquilo a que se pode chamar um jogador ávido. Por isso, quando o governo francês criou a lotaria e só permitia que participassem aqueles que comprassem uma determinada quantia de obrigações, Voltaire arranjou uma forma de contornar as regras: criou uma estratégia em que obtinha obrigações que permitiam o número máximo de entradas. Acabou por ganhar a maior parte do dinheiro destinado à lotaria, na época. Voltaire era especialmente fã de um jogo de cartas chamado Faro e de Biribi, um jogo similar à roleta, onde os números eram retirados de um saco.

30
Ago15

Resistência

O Informador

Resisto a uma ida ao Casino há várias semanas seguidas! Estou de Parabéns ou não?

Há semanas, podendo mesmo dizer que há alguns meses, que consigo não colocar os pés dentro de um espaço de gastos fáceis onde a sorte pode aparecer mas onde também é mais fácil perder do que ganhar!

Muitas vezes não me lembro de ir até ao Casino Lisboa, o que fica mais perto de casa, e mesmo se estiver pela zona opto por ir até ao Centro Comercial Vasco da Gama e aplicar o dinheiro que poderia vir a gastar numa máquina qualquer em roupa, sapatos, livros e afins!

30
Jan15

40 e Então? agora no Casino Lisboa

O Informador

40 e Então?Ontem o serão foi passado pelo Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa a assistir ao regresso do espetáculo 40 e Então? aos palcos nacionais, alguns meses depois de uma bem sucedida temporada pelo Teatro Tivoli BBVA. Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique são as grandes estrelas da peça que encheu a sala, entre convidados e fãs das atrizes. Um bom espetáculo que recomendo ser visto, principalmente pelo público feminino que é retratado nas mais diversas situações encenadas!

As quarentonas estão retratadas em 40 e Então? só que não estão sozinhas nas sucessivas conversas de Marias para Marias que vão acontecendo ao longo de mais de hora e meia de espetáculo. O regresso deste trabalho junto do público sofreu ligeiras alterações de texto que continua a pertencer às autoras Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e Sílvia Baptista. Com pequenos pormenores alterados para criar maior proximidade junto do alvo e com a comédia sempre presente em palco, o trio de atrizes é excelente a relatar os desafios da idade, a maternidade e as sogras (parte preferida), as saídas, a bebida, o divórcio, a moda e todos os assuntos que fazem parte do universo feminino após os 40 anos de idade. 

Este é um espetáculo bem divertido, sempre em andamento e sem qualquer tipo de perda de ritmo. Em monólogo, dupla ou a três, as várias personagens vão desfilando com os seus dramas problemáticos e reais através de uma união em busca da felicidade e bem-estar pessoal.

Um espetáculo leve, com um texto bem apetrechado e excelentes interpretações de atrizes conhecidas do grande público televisivo e que acabam por surpreender em palco, retirando a ideia que muitas vezes se tem sobre as pessoas que fazem parte do universo do pequeno ecrã. Posso dizer que voltei a gostar, talvez ainda mais que da primeira vez, de 40 e Então?, um espetáculo da responsabilidade da Força de Produção e dedicado especialmente às mulheres em geral!

40 e Então?

Elas estão de volta…

Para acabarem de vez com os tabus.

Aos 40 anos, as mulheres já não são como eram. A vida mudou e elas também. Como é que elas vêm o amor ? o sexo?, a solidão?, envelhecimento?, ou até a forma como lidam com os filhos? São muitas perguntas para uma única resposta: com muita garra, determinação e um imenso sentido de humor.

Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique vestem a pele de diferentes mulheres que chegaram aos 40 anos e estão dispostas a tudo. Com textos de Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e Sílvia Baptista, 40 E Então? regressa a Lisboa para uma curta, mas intensa temporada, no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa.

 40 e então

18
Dez14

Gala das Estrelas

O Informador

Por muito que se fale mal do canal que mais tem apostado no que é nacional, o que é certo é que quando chega o momento da Gala das Estrelas todos comentam porque vão espreitar o que os melhores estão a fazer pela noite mais natalícia da TVI. A festa da empresa é transmitida em direto para todos nós que ficamos a ver o melhor espetáculo do género transmitido no país, tal como Judite de Sousa afirmou em direto antes da grande noite do Casino Estoril.

Cristina Ferreira, Fátima Lopes e Manuel Luís Goucha foram os anfitriões de serviço, tal como tem acontecido pelos últimos anos, e ao longo das três horas de espetáculo vários foram os rostos a passarem pelo palco, ora com atuações, ora para falarem um pouco da Missão Sorriso e apelarem às chamadas telefónicas, desta vez por uma boa causa.

Rita Pereira, Alexandra Lencastre, Paulo Pires, Maria Ruef, Fernanda Serrano, Diogo Amaral, Jessica Athayde, José Alberto Carvalho, Leonor Poeiras, ..., todos os rostos que têm feito os melhores produtos do canal ao longo dos últimos anos estiveram presentes nesta gala que consegue reunir num só espaço os melhores dos melhores.

O público sabe onde um bom espetáculo de entretenimento é feito e concebido e é por isso que ano após ano, quer seja em aniversários ou pelo Natal os espetáculos que mais rendem junto dos telespetadores são os da TVI que conseguem deixar os concorrentes bem longe há vários anos. Todos percebem onde está a liberdade para brincar, reinando a espontaneidade, onde os apresentadores, jornalistas e atores se juntam a cantores e bailarinos para mostrarem que gostam e sabem brincar fora da sua área de conforto, sem terem que provar nada a ninguém.

Pelas redes sociais a #galadasestrelas esteve entre os assuntos do momento, provando que se fale bem ou mal, o que interessa é que falem. E quando se fala do que está a ser transmitido em televisão é porque se está a ver, não é bem verdade?

Vi e gostei, sendo um dos dias anuais que sempre gosto de ficar por casa para ver esta festa natalícia cheia de alegria e com uma boa missão por trás, a de ser solidário, com um simples gesto, uma chamada telefónica!

07
Nov14

Concertos no Arena Live estão de volta!

O Informador
Concertos Arena Live 

O Casino Lisboa abre um novo ciclo de grandes concertos com oito artistas da música portuguesa a atuarem no palco central do Arena Lounge. Por aqui conto ir a dois ou três destes espetáculos que já arrancaram com os The Gift.

À banda acima referida, juntam-se David Fonseca, António Zambujo, Os Azeitonas, Aline Frazão, Deolinda, Buraka Som Sistema e Mafalda Veiga, todos a atuarem pelas próximas segundas-feiras pela ordem mencionada. Já pela passagem de ano serão os sons de dancehall, reggae, ska e soul de Ricardo Ventura da Costa, ou melhor, de Richie Campbell, a abrilhantarem as últimas e primeiras horas dos dois anos.

Embora a entrada seja livre, existem lugares sentados, com direito a menus, estando tais acessos a ser geridos com marcação prévia que poderá ser feita através do email reservas@arenalounge.ws ou pelo telemóvel 916 350 679 (das 12h às 21h).

Todos os concertos começam pelas 22h30, estando assim os serões de segunda-feira entre 3 de Novembro e 22 de Dezembro destacados para dar música ao Casino Lisboa e aos seus visitantes que nestes dias especiais costumam encher a ala central do espaço.

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