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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Casinos: uma ótima opção para a música

Publicado por O Informador, 24.01.20

Foto por Outi-Maaria Palo-oja / CC BY 2.0

 

Não é fácil passear por muitas cidades de Portugal sem encontrar um casino. Atualmente, há mais de 10 a funcionar no país, e podemos encontrar estes núcleos do entretenimento em lugares famosos como Lisboa, Funchal, Vilamoura, Estoril, entre outros. Além dos jogos que oferecem, os casinos são conhecidos por serem um passatempo famoso e tradicional em Portugal. E parte da sua boa reputação também está relacionada com os concertos realizados frequentemente por lá. De norte a sul do país, e também na Ilha da Madeira, os casinos localizados em Portugal são o palco de muitos dos principais concertos sediados em território nacional.

 

Casino Lisboa

As semanas com concertos grátis já são uma tradição no Casino Lisboa. O “Arena Live” do ano passado, por exemplo, contou com músicos como Miguel Angelo, Matias Damásio, The Black Mamba, Áurea e vários outros que encantaram as noites da capital portuguesa.

Como não podia deixar de ser, o novo ano de 2020 começou com o Casino Lisboa a sediar vários concertos. Em Janeiro, o Casino Lisboa recebe o “Música Ao Vivo”. De Quarta a Sábado com dois horários de atuação, a Arena Lounge tem apresentações de diferentes géneros. Entre as bandas residentes, constam Miss Manouche, Ru Vasconcellos, Chronicle News, Kilôko e Dynamite. Além dos concertos, em Janeiro o Casino Lisboa também conta com animação de novo circo.

De todas as bandas que aqui se apresentarão, destaque para os Dynamite, com espetáculos marcados para os dias 29 de janeiro a 1 de fevereiro. Com um estilo variado, a banda dos músicos Petta, João Pestana, Celestino Dias, Ricardo Santos e Pedro Rio Maior apresenta um repertório composto com Jamiroquai, James Brown, Bob Marley e diversos outros clássicos da música mundial.

 

Casino Estoril

O Casino Estoril também é outro expoente da música portuguesa e internacional. Nas próximas semanas, o estabelecimento será o palco de diversos concertos.

No dia 31 de janeiro, Ana Laíns regressa ao Salão Preto e Prata para celebrar os seus 20 de anos de trajetória na música. Considerada uma das grandes cantoras da música portuguesa, Ana Laíns estará acompanha por Paulo Loureiro (piano e direcção musical), Bruno Chaveiro (guitarra Portuguesa), Hugo Ganhão (baixo), Carlos Lopes (acordeão), João Coelho (bateria) e João Ferreira (percussão).

As melhores novidades online para os amantes da música, filmes, jogos e livros

Publicado por O Informador, 03.09.19

 

 

Na atualidade são muitas as pessoas que gostam de se divertir sem sair de casa quando não estão a trabalhar. São vários os fatores que influenciam tais como o calor, os deslocamentos, os preços das coisas cada vez maiores... É por isto que cada vez mais pessoas tomaram esta decisão. E não somente estão os fatores negativos, mas também outros positivos que promovem esta forma de se divertir. Refiro-me às novas tecnologias, que tem sido o fator mais influenciador porque hoje em dia praticamente toda a gente tem um smartphone, um tablet ou um computador com acesso à internet, facilitando que isto seja possível.

 

Quais são os melhores passatempos online

Os aficionados de séries e filmes já podem ver quase qualquer género destas nos portais de vídeo em streaming como os conhecidos Netflix ou HBO, entre outros, que já são uma realidade para ver na televisão ou com a app para Android ou IOS. E não só se trata das últimas estreias e novidades, também é possível voltar a ver séries ou filmes de anos atrás e relembrar épocas passadas. Para isto, é preciso criar uma conta no seus portais e pagar uma taxa fixa por mês, tendo possibilidades de personalizar com os gostos de cada membro da família, sejam adultos ou crianças.

Outra revolução que surgiu no ano 2005 na cidade de San Francisco, é o conhecido portal youtube, o site para partilhar vídeos, que atualmente conta com milhões de visitantes ao redor do mundo por minuto. Ver o vídeo do seu cantor favorito, um tutorial para aprender bricolagem, uma língua ou maquilhagem, são uma pequena parte do que pode encontrar nele. Atualmente pertence à gigante Google.

 

 

Curiosidade | Os casinos do Brasil

Publicado por O Informador, 05.09.18

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Tapar o sol com a peneira e fazer de conta que a realidade não existe são dois traços culturais muito típicos dos portugueses. Quando uma situação ou circunstância é desagradável, fazemos de conta que não se passa nada e seguimos para a frente. Quanto mais ação isso exigir da nossa parte, pior.  

E parece que os nossos irmãos brasileiros “herdaram” esta nossa mania. A relação dos brasileiros com os casinos e os jogos de azar não podia ser mais cómica. 

 

Uma proibição… 

Portugal foi governado, durante meio século, por um regime político “encostado” aos ideais da Igreja Católica. Goste-se ou deteste-se, ninguém põe em causa que os valores conservadores orientaram totalmente a prática política. No entanto, Salazar nunca se lembrou de proibir a atividade dos casinos; felizmente para o mundo, pois talvez James Bond não existisse se o Casino do Estoril tivesse sido fechado na década de 40. 

Ora, no Brasil, que também tinha uma indústria de casinos florescente, um presidente da República lembrou-se de proibir todos os jogos de azar e fechar os casinos, em 1946. Diz-se que por influência da sua esposa, extremamente religiosa. E assim ficou até hoje – criou-se um “tabu” no Brasil à volta do tema, sendo os jogos considerados uma fonte de pecado e de vício moral e social. Está visto que Salazar era um libertino, ao permitir tal coisa entre nós… 

Até Napoleão gostava de ganhar nos dados

Publicado por O Informador, 27.04.17

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Se querem que vos diga existiu uma altura em que tinha uma paixão pelo casino e suas apostas. Uma atracão que existe e aparece em muitas pessoas, não sendo somente representada em livros e filmes mas também chegando a todos na cultura popular. Os entusiastas vão até há alguns anos antes de Cristo e, ao longo da história, eram quase todos eles imperadores, escritores ou políticos, portanto este meu antigo e ultrapassado calcanhar de aquiles só pode vir do facto de eu ter uma pequena costela de cada um deles.

Deixo-vos aqui um resumo, para terem uma ideia. Tudo começou com os imperadores da Roma Antiga: Júlio (100-44 a.C.) já participava em jogos de sorte públicos e contasse que, enquanto atravessava o Rio Rubicão, disse a famosa frase 'alea iacta est' (“os dados estão lançados”). Depois Calígula (12-41 d.C.), que já apostava em corridas de carroças e jogos de dados e que chegou a transformar o palácio imperial numa casa de jogos para conseguir dinheiro para o tesouro. Por fim Nero (37-68 d.C.), que adorava todo o tipo de desportos e jogos, mas ainda mais apostar neles.

Depois, o famoso italiano Lourenço de Médici, um político renascentista, patrono de vários artistas, que era não só um excelente jogador de cartas como até acabou por ser ele a criar alguns dos jogos. Também o famoso escritor e historiador francês, Voltaire (1694-1778) era aquilo a que se pode chamar um jogador ávido. Por isso, quando o governo francês criou a lotaria e só permitia que participassem aqueles que comprassem uma determinada quantia de obrigações, Voltaire arranjou uma forma de contornar as regras: criou uma estratégia em que obtinha obrigações que permitiam o número máximo de entradas. Acabou por ganhar a maior parte do dinheiro destinado à lotaria, na época. Voltaire era especialmente fã de um jogo de cartas chamado Faro e de Biribi, um jogo similar à roleta, onde os números eram retirados de um saco.

Resistência

Publicado por O Informador, 30.08.15

Resisto a uma ida ao Casino há várias semanas seguidas! Estou de Parabéns ou não?

Há semanas, podendo mesmo dizer que há alguns meses, que consigo não colocar os pés dentro de um espaço de gastos fáceis onde a sorte pode aparecer mas onde também é mais fácil perder do que ganhar!

Muitas vezes não me lembro de ir até ao Casino Lisboa, o que fica mais perto de casa, e mesmo se estiver pela zona opto por ir até ao Centro Comercial Vasco da Gama e aplicar o dinheiro que poderia vir a gastar numa máquina qualquer em roupa, sapatos, livros e afins!

40 e Então? agora no Casino Lisboa

Publicado por O Informador, 30.01.15

40 e Então?Ontem o serão foi passado pelo Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa a assistir ao regresso do espetáculo 40 e Então? aos palcos nacionais, alguns meses depois de uma bem sucedida temporada pelo Teatro Tivoli BBVA. Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique são as grandes estrelas da peça que encheu a sala, entre convidados e fãs das atrizes. Um bom espetáculo que recomendo ser visto, principalmente pelo público feminino que é retratado nas mais diversas situações encenadas!

As quarentonas estão retratadas em 40 e Então? só que não estão sozinhas nas sucessivas conversas de Marias para Marias que vão acontecendo ao longo de mais de hora e meia de espetáculo. O regresso deste trabalho junto do público sofreu ligeiras alterações de texto que continua a pertencer às autoras Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e Sílvia Baptista. Com pequenos pormenores alterados para criar maior proximidade junto do alvo e com a comédia sempre presente em palco, o trio de atrizes é excelente a relatar os desafios da idade, a maternidade e as sogras (parte preferida), as saídas, a bebida, o divórcio, a moda e todos os assuntos que fazem parte do universo feminino após os 40 anos de idade. 

Este é um espetáculo bem divertido, sempre em andamento e sem qualquer tipo de perda de ritmo. Em monólogo, dupla ou a três, as várias personagens vão desfilando com os seus dramas problemáticos e reais através de uma união em busca da felicidade e bem-estar pessoal.

Um espetáculo leve, com um texto bem apetrechado e excelentes interpretações de atrizes conhecidas do grande público televisivo e que acabam por surpreender em palco, retirando a ideia que muitas vezes se tem sobre as pessoas que fazem parte do universo do pequeno ecrã. Posso dizer que voltei a gostar, talvez ainda mais que da primeira vez, de 40 e Então?, um espetáculo da responsabilidade da Força de Produção e dedicado especialmente às mulheres em geral!

40 e Então?

Elas estão de volta…

Para acabarem de vez com os tabus.

Aos 40 anos, as mulheres já não são como eram. A vida mudou e elas também. Como é que elas vêm o amor ? o sexo?, a solidão?, envelhecimento?, ou até a forma como lidam com os filhos? São muitas perguntas para uma única resposta: com muita garra, determinação e um imenso sentido de humor.

Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique vestem a pele de diferentes mulheres que chegaram aos 40 anos e estão dispostas a tudo. Com textos de Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e Sílvia Baptista, 40 E Então? regressa a Lisboa para uma curta, mas intensa temporada, no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa.

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